Para cada nome do censo, quantos textos da Folha o citam junto ao mensalão, ao petrolão e à Lava Jato, ao Banco Master e à fraude do INSS — e, do outro lado, junto ao 8 de janeiro, à prisão de Bolsonaro e à palavra “golpe”. Onde há posição própria: o que a pessoa sustenta e se pede punição.
Nos escândalos de corrupção, 6 pessoas pedem punição, 5 argumentam contra e 42 falam do tema sem entrar nisso. No 8 de janeiro, na prisão de Bolsonaro e no golpe, 4 pedem punição, 3 argumentam contra (anistia, contestação da prisão) e 10 não se manifestam.
Quem argumenta contra a punição aparece nomeado, com o tema: Paulo Figueiredo (8 de janeiro, prisão de Bolsonaro, golpe); Adolfo Sachsida (prisão de Bolsonaro); Henrique Meirelles (Banco Master); Guido Mantega (Lava Jato); Eduardo Moreira (Lava Jato); Nelson Barbosa (Lava Jato); Luiz Carlos Bresser-Pereira (Lava Jato); Marcos Cintra (golpe). Cada caso tem o trecho e o link na tabela abaixo.
16 pessoas têm posição lida nos dois lados. 3 pedem punição nos dois; 0 pedem punição na corrupção e são contra no 8/1; 0 o inverso; 0 contra nos dois.
| termo | textos | pessoas | c/ posição | pede punição | contra |
|---|---|---|---|---|---|
| mensalão | 2.833 | 105 | 12 | 0 | 0 |
| petrolão | 491 | 62 | 12 | 0 | 0 |
| Lava Jato | 5.617 | 162 | 41 | 3 | 4 |
| Banco Master | 1.002 | 77 | 23 | 3 | 1 |
| fraude do INSS | 122 | 43 | 3 | 2 | 0 |
| termo | textos | pessoas | c/ posição | pede punição | contra |
|---|---|---|---|---|---|
| 8 de janeiro | 2.102 | 89 | 12 | 3 | 1 |
| prisão de Bolsonaro | 1.515 | 111 | 6 | 2 | 2 |
| golpe | 636 | 65 | 8 | 4 | 2 |
| 8/1: pede punição | 8/1: contra | 8/1: não se manifesta | |
|---|---|---|---|
| corrupção: sim | 3 | 0 | 2 |
| corrupção: não | 0 | 0 | 0 |
| corrupção: não se manifesta | 1 | 2 | 8 |
Textos = total da busca na Folha (nome + termo). Posição = o que a pessoa sustenta nos trechos lidos, com o veredito sobre punição. “—” = citada, sem posição própria nos textos lidos. Clique em “ver leitura” para os resumos e as citações com link.
| Nome | mensalão | petrolão / Lava Jato | Banco Master | INSS | Punição (corrupção) | 8 de janeiro | prisão de Bolsonaro | golpe | Punição (8/1, prisão, golpe) | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fernando HaddadAutoridade | 1.493 | 1.464 ● | 146 ● | 16 ● | pede punição | 173 ● | 155 ● | 88 ● | pede punição | petrolão: reconhece falta de controle na Petrobras; não rebate acusações · Banco Master: condena como maior fraude bancária, pede punição e vincula ao bolsonarismo; defende Jaques Wagner · fraude do INSS: defende ressarcimento pelas associações e credita ao governo o desmonte do esquema · 8 de janeiro: condena os atos, apoia o julgamento no STF e rejeita anistia total · prisão de Bolsonaro: critica a redução de penas (PL da Dosimetria) como acordo pela impunidade; não comenta a prisão em si · golpe: trata como ataque à democracia e critica a redução de penas aos golpistas (PL da Dosimetria) ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única ligação com o termo é biográfica: chegou ao primeiro escalão de Lula em 2005 por causa do turbilhão do mensalão. “Já Haddad chegou ao primeiro escalão de Lula em decorrência do turbilhão provocado pelo escândalo do mensalão, em 2005.” citado · 2025 petrolão: Na campanha de 2018, reagiu à acusação de Alvaro Dias sobre o petrolão cobrando 'compostura', sem rebater o mérito. Na mesma campanha, reconheceu que faltou controle na Petrobras e disse que Moro fez 'um bom trabalho', errando só na condenação de Lula. “Disse que faltou controle na Petrobras e que Moro tinha feito "um bom trabalho", ainda que tivesse errado na condenação de Lula.” citado · 2022 “Com o PT sob pressão nas pesquisas na campanha, Haddad chegou a ensaiar um discurso reconhecendo problemas.” citado · 2022 “Demonstrando mais contrariedade do que indignação, Haddad cobrou "compostura" de Dias.” citado · 2018 Lava Jato (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois debates de 2026 com Tarcísio, foi cobrado por um mea culpa do PT sobre a Lava Jato e não respondeu. “questionou Haddad sobre a Operação Lava Jato: "O PT já fez algum mea culpa acerca disso? Vocês internamente conversam sobre isso? Isso é um tema para vocês?". Haddad não respondeu.” citado · 2026 “Tarcísio devolveu mais adiante, perguntando se o petista fazia um mea culpa pelo escândalo da Lava Jato, e desse fez foi Haddad quem ignorou a provocação.” citado · 2026 “Em 2018, Lula manteve contato frequente com seus advogados , entre eles o próprio Haddad, que recebeu uma procuração para atuar como seu defensor.” citado · 2026 Banco Master: Classifica o caso como possível maior fraude bancária da história do país, credita ao governo Lula o desbaratamento do esquema e vincula Vorcaro ao bolsonarismo ('é uma coisa só'). Pede que tudo seja apurado e os responsáveis punidos, ao mesmo tempo em que defende Jaques Wagner, dizendo ser testemunha de que o senador atuou contra o Master no Senado. “"Podemos estar diante da maior fraude bancária da história do país e temos que tomar todas as cautelas devidas", disse o petista na ocasião.” citado · 2026 “As coisas precisam ser apuradas, a verdade precisa ser conhecida, os responsáveis punidos para que isso nunca volte a acontecer", disse.” citado · 2026 “"Sou testemunha de que ele atuou contra o Banco Master e ajudou o governo a bloquear os interesses da instituição", disse Haddad à coluna.” citado · 2026 fraude do INSS: Defende que as associações investigadas ressarçam os aposentados, apontando responsabilidade penal e civil, e credita ao governo federal o desmascaramento do esquema. Diz que quem para o esquema deve levar os louros pelo bom trabalho, e não o ônus. “De acordo com Haddad, existe, além da responsabilidade penal sobre as associações investigadas, a responsabilidade civil de ressarcir as vítimas.” citado · 2025 “"Parece que há quantidade de dinheiro disponível dessas associações para começar o ressarcimento de quem foi prejudicado, segundo a informação que eu obtive ontem [quinta-feira (8)]", disse Haddad” citado · 2025 “A CGU [Controladora-Geral da União] passou por isso agora com o INSS. Quem para o esquema deve levar os louros pelo bom trabalho que desempenhou.” citado · 2025 8 de janeiro: Haddad condena os atos de 8 de janeiro: classifica como 'em boa hora' o STF levar a julgamento generais e políticos envolvidos, diz que o país nunca teve coragem de enfrentar esse problema, posiciona-se contra anistia total aos condenados e cobra de Tarcísio uma posição sobre os ataques, criticando que o governador trate o episódio como 'algazarra'. “Haddad classificou como "em boa hora" a atuação do STF (Supremo Tribunal Federal) ao levar a julgamento generais e políticos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.” citado · 2025 “Quanto à legalização do aborto, redução da maioridade penal e anistia total a condenados pelo 8 de Janeiro, se posicionou de maneira contrária.” citado · 2026 “Segundo Haddad, o governador nunca se manifestou sobre os ataques às sedes dos Três Poderes e avalia o episódio como "uma algazarra".” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Haddad não comenta diretamente a prisão ou a condenação de Bolsonaro nos textos; sua única manifestação sobre as penas é contra a derrubada do veto ao PL da Dosimetria, que chama de derrota do combate à corrupção e de grande acordo pela impunidade. “Haddad, que disputará o Governo de São Paulo contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que a aprovação do projeto é resultado de um acordo pela impunidade.” citado · 2026 “por trás dessa derrota tinha uma pretensão de um grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes no Brasil” citado · 2026 golpe: Haddad sustenta que os envolvidos em ataques à democracia não deveriam ter suas penas reduzidas e chama a derrubada do veto ao PL da Dosimetria de acordo pela impunidade. Os dois textos com postura tratam do mesmo ato de 1º de maio de 2026; o restante do dossiê só o cita como candidato, ministro ou derrotado de 2018. “Haddad, que deve disputar o Governo de São Paulo, disse a aprovação do PL da Dosimetria é fruto de um acordo pela impunidade no país.” citado · 2026 “ao PL da Dosimetria e afirmaram que os envolvidos em ataques à democracia não deveriam ter suas penas reduzidas.” citado · 2026 “"Sou da opinião de que essa dita derrota no Congresso foi uma derrota do combate à corrupção.” citado · 2026 |
| Sergio FirpoAcadêmico | 2 | 59 | 55 | 6 | — | 539 | 142 | 149 | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “indicador desenvolvido pelos economistas Michael França, Sérgio Firpo e Alysson Portella” citado · 2022 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “observa o professor de economia do Insper Sérgio Firpo, que entre outros assuntos estudou mercado de trabalho e automação” citado · 2019 |
| Paulo GuedesEx-autoridade | 85 ● | 653 ● | 19 | 7 | não se manifesta | 31 | 51 | 25 | — | mensalão: usa como exemplo de corrupção nas estatais para defender privatização · petrolão: usa como exemplo de corrupção nas estatais para defender privatização · Lava Jato: não se pronuncia sobre a operação; no único texto em que fala de corrupção, relativiza os desvios do próprio governo comparando-os ao PT ver leitura e citações ▾mensalão: Guedes invoca o mensalão como argumento a favor da privatização: ao defender a venda dos Correios, afirma que o esquema nasceu ali. Trata o escândalo como prova da corrupção das empresas estatais e não entra na responsabilização dos envolvidos. “Qual a dúvida de privatizar os Correios ? Lá nasceu o Mensalão [denúncia de compra de votos de parlamentares no governo Lula], ninguém escreve carta mais.” citado · 2019 “Para ele, escândalos de corrupção observados nas estatais já deveriam ter convencido a população sobre a necessidade das vendas” citado · 2020 petrolão (arbitrado): Guedes cita o petrolão entre os episódios recentes de corrupção que, para ele, justificam privatizar as estatais. Não trata de punição, devolução de recursos ou responsabilização dos envolvidos. “Guedes lembrou os recentes episódios de corrupção para defender a privatização de estatais, como o petrolão” citado · 2018 Lava Jato (arbitrado): Em nenhum texto do dossiê Guedes se pronuncia sobre a operação Lava Jato: nela aparece como alvo do hacker Delgatti e como referência de política econômica citada por terceiros. No único trecho em que trata de corrupção, critica as emendas de relator por invadirem as políticas públicas, mas minimiza os desvios do governo Bolsonaro alegando que são menores que os dos governos do PT. “O ministro da Economia, Paulo Guedes , criticou nesta quarta-feira (26) as emendas de relator por invadirem o espaço das políticas públicas no Orçamento , mas minimizou os riscos de corrupção” citado · 2022 “Só que custava R$ 220 bilhões por ano. Aí agora está custando R$ 16 bilhões” citado · 2022 “A decisão que condenou à prisão Walter Delgatti, conhecido como hacker da Vaza Jato, afirma que ele monitorava em tempo real mensagens do então ministro da Economia Paulo Guedes” citado · 2023 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “A convocação de Paulo Guedes foi justificada por Randolfe Rodrigues por ser fundamental para esclarecer como a falta de supervisão durante sua gestão” citado · 2026 “O maior problema do Banco Master e do [Daniel] Vorcaro é sua origem, está lá na sua origem, no Banco Central do Campos Neto, do Bolsonaro, do Paulo Guedes.” citado · 2026 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Em 2019, o então ministro Paulo Guedes defendeu uma reforma austera para melhorar a” citado · 2025 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Guedes aparece como ex-ministro da Economia de Bolsonaro e foi arrolado como testemunha pela defesa de Anderson Torres na ação da trama golpista, mas não compareceu ao STF. “Guedes, Celio e Adler não compareceram à audiência no Supremo, e a defesa de Torres desistiu do depoimento deles.” citado · 2025 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos sobre a prisão ou a condenação de Bolsonaro. A única fala dele no material é de setembro de 2023, quando relativizou a ditadura militar dizendo que o Congresso ficou aberto e, ao mesmo tempo, defendeu a democracia — tema distinto do termo. “Tinha aspectos de uma ditadura, mas ao mesmo tempo o Congresso estava aberto, funcionou o tempo inteiro.” citado · 2023 “O ex-ministro da Economia, porém, defendeu a democracia e o bom funcionamento das instituições como fundamentais para o crescimento da economia.” citado · 2023 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Em setembro de 2022 discursou em evento que fez minuto de silêncio pelos empresários alvo de operação por falarem em golpe de Estado, mas tratou apenas de PIB, inflação e agenda liberal. “Vamos continuar diferenciando as narrativas políticas dos fatos econômicos. Eu dizia que estavam subestimando o Brasil.” citado · 2022 “Guedes, Celio e Adler não compareceram à audiência no Supremo, e a defesa de Torres desistiu do depoimento deles.” citado · 2025 |
| Guido MantegaEx-autoridade | 221 | 469 ● | 62 ● | 3 | contra punição | 3 | 4 | 1 | — | Lava Jato: é alvo da operação; nega irregularidades e trata as acusações como abuso · Banco Master: defende-se: admite a consultoria e nega saber de irregularidades ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato: Mantega aparece como alvo da Lava Jato e das ações dela derivadas, e nas poucas falas atribuídas a ele nega as irregularidades e classifica a condenação do TCU como ilegal, abusiva e prescrita. Atribui a adversários a intenção de tumultuar e criar dificuldades ao governo Lula, motivo que alegou ao renunciar à equipe de transição em 2022. “ele negou ao Supremo as irregularidades e disse que a corte de contas, de forma "ilegal e abusiva", condenou-o em processo já prescrito.” citado · 2025 “o ex-titular da Fazenda apontou a intenção de adversários em "tumultuar" e "criar dificuldades para o novo governo" como uma das razões para o seu afastamento.” citado · 2022 Banco Master: Mantega confirma que foi contratado como consultor econômico-financeiro do Banco Master entre 2024 e 2025 e sustenta que, à época, não tinha conhecimento de irregularidades do banco. Nega ter registrado sua consultoria em Barueri para reduzir carga tributária, diz que trabalha de forma remota e afirma prestar serviço a outras empresas além do Master. “foi contratado como consultor econômico financeiro para o banco entre 2024 e 2025, mas que, à época, "não tinha conhecimento de irregularidades eventualmente cometidas por essa instituição financeira"” citado · 2026 “Questionado se escolheu Barueri com a finalidade de reduzir carga tributária, Mantega negou. Diz que o município "é um grande centro de bancos e empresas de serviços".” citado · 2026 “A Pollaris Consultoria, do ex-ministro Guido Mantega, que recebeu R$ 14 milhões do Master, nasceu em 2024. Ele diz prestar consultoria para outras empresas além do Master.” citado · 2026 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Henrique MeirellesEx-autoridade | 123 | 579 | 13 ● | · | contra punição | 3 | 3 | 3 | — | Banco Master: defende o regulador e o ex-presidente do BC, e nega conhecimento das operações do banco ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Banco Master: Meirelles sustenta que o Banco Central agiu corretamente e que não há razão para culpar Roberto Campos Neto pelo caso Master, porque não havia evidências para liquidar o banco à época. Sobre si próprio, diz que prestou apenas consultoria macroeconômica, que não conhecia as operações do banco e que encerrou o contrato em julho de 2025. “não existiam evidências no Banco Central naquela época para efetuar essa liquidação [do Master] e, portanto, não há razão para culpar o ex-presidente Roberto Campos” citado · 2026 “Eu não tinha o menor conhecimento das operações do banco, fiquei sabendo pelos jornais. No começo, eles demandavam mais meus serviços, depois passaram a demandar pouco” citado · 2026 “o caso do BRB demanda prudência, e o regulador está atuando corretamente” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Rodrigo OrairAcadêmico | 59 | 325 | 4 | · | — | 132 | 16 | 21 | — | |
| Marcelo ManzanoAcadêmico | 1 | 34 | 14 | 1 | — | 327 | 87 | 78 | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Meses depois, o Instituto Lula convidou um dos formuladores do Plano Real, André Lara Resende , para um debate com um professor da Unicamp, Marcelo Manzano” citado · 2022 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Meses depois, o Instituto Lula convidou um dos formuladores do Plano Real, André Lara Resende , para um debate com um professor da Unicamp, Marcelo Manzano” citado · 2022 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A fala atribuída a ele no único texto trata da pejotização e de seus efeitos macroeconômicos sobre a arrecadação previdenciária, não da fraude dos descontos associativos do INSS. “"Aquilo que, a princípio, pode parecer de forma mais imediata para o empresário um benefício, uma redução de custo, quando você coloca no sistema de forma macroeconômica” citado · 2025 |
| Vinicius Torres FreireJornalista-comentarista | 73 ● | 240 ● | 36 ● | 3 ● | pede punição | 17 ● | 26 ● | 4 ● | pede punição | mensalão: trata como corrupção real do petismo e marca dos partidos do centrão; usa como exemplo de corrupção sistêmica · petrolão: trata como roubança real da Petrobras nos anos petistas; usa como marca dos partidos do centrão que apoiam Bolsonaro · Lava Jato: critica a Lava Jato como projeto político-judicial ('partido da Lava Jato', 'lacerdismo'), mas condena o acordão que enterrou suas provas de corrupção sistêmica · Banco Master: condena como máfia com banco de fachada e fraude bilionária; denuncia o acordão para abafar o caso (Congresso, Toffoli, centrão e direitão) e pede investigação de todos · fraude do INSS: condena como roubança de aposentados; culpa anos de omissão de três governos e critica a enrolação do governo Lula · 8 de janeiro: condena os atos como intentona golpista e terrorista ligada ao projeto de golpe de Bolsonaro; rejeita a anistia · prisão de Bolsonaro: defende a condenação e a prisão como devidas e históricas; rejeita a anistia · golpe: chama de tentativa de golpe (trama de Bolsonaro em 2022) e celebra a condenação dos generais como vitória da democracia ver leitura e citações ▾mensalão: Trata o mensalão como a 'desgraça do petismo-lulismo' e como roubança comprovada, e o usa sobretudo para marcar os partidos do centrão (PL, PP, PTB, MDB) que hoje governam com Bolsonaro. Registra que houve condenações em 2012, mas que 'a festa continuou', sem defender nem contestar punição. “Foi ali que começou a desgraça do petismo-lulismo, o mensalão. A empresa foi inflada por sindicalistas, roubada e submetida à demagogia do controle de preços.” autoral · 2025 “Bolsonaro foi procurar sua turma, os partidos campeões do mensalão, do petrolão e, agora, do bolsolão, o puro creme do milho do centrão.” autoral · 2021 “As duas dúzias de condenações têm quase seis anos. A festa continuou, porém.” autoral · 2018 petrolão: Afirma que a Petrobras do petrolão foi arruinada por má gestão, controle de preços e roubo nos anos petistas, e cobra saber para onde foi o dinheiro. Usa o petrolão principalmente como carimbo dos partidos do centrão (PP, PL, MDB) que depois governaram com Temer e Bolsonaro, sem entrar em punição. “A Petrobras do petrolão foi arruinada por investimentos ruins e controle de preços, além de roubada.” autoral · 2025 “Enfim, não se sabe como o dinheiro do petrolão e esquemas conexos nos anos petistas ia parar em bancos do exterior. Doleiros podem dar uma dica.” autoral · 2018 “Da parte do poderoso centrão, dos partidos mais lambuzados no petrolão e no mensalão, é também um movimento de guerrilha, para derrubar a lei das estatais” autoral · 2022 Lava Jato: Condena a Lava Jato como conspiração judicial-processual, 'partido' politizado, 'lacerdismo tardio' e 'udenismo redivivo' que degradou a descoberta de imensa corrupção num projeto para acabar com Lula e o PT, com tribunais coniventes com seus abusos. Ao mesmo tempo denuncia o acordão do sistema político (Temer, centrão, Bolsonaro, Moro, Aras) que enterrou a operação e as provas de corrupção da elite econômica muito além do PT. “Uma conspiração judicial-processual degradou a descoberta de imensa corrupção em um projeto político, a Lava Jato” autoral · 2025 “Os tribunais superiores deram um jeitinho de manter Temer na cadeira. Foram coniventes com abusos e conspirações da Lava Jato.” autoral · 2023 “o acordão que acabou por enterrar a Lava Jato ou, mais importante, provas de corrupção sistêmica de parte graúda da elite econômica” autoral · 2026 Banco Master: Sustenta que o Master era 'a fachada de uma máfia' de Daniel Vorcaro, um banco zumbi com ativos fictícios que sumiu com dezenas de bilhões e tentou desovar o cadáver no BRB, e que mais de 90% dos envolvidos são do centrão e do direitão. Defende o Banco Central, cobra CPI e que se pegue 'a bandidagem toda', chama de conivente qualquer autoridade que atrapalhe a investigação e ataca a 'operação abafa' de Alcolumbre, Motta e Dias Toffoli. “Qualquer autoridade da República que crie empecilhos para a investigação do Master é conivente com a máfia.” autoral · 2026 “Importante agora é pegar a bandidagem toda. A PF diz que Paulo Henrique Costa, o presidente do BRB no rolo, levou ou levaria umas dezenas de MILHÕES de reais.” autoral · 2026 “Um fato básico do Master é que mais de 90% dos envolvidos, dos suspeitos e dos amigos operantes de Daniel Vorcaro por ora conhecidos são do centrão e do direitão” autoral · 2026 fraude do INSS: Chama o caso de roubança de aposentados e pensionistas, documentada por anos de 'incompetência, omissão e negligência' que atravessam três governos desde 2016, e cobra saber se alguém do INSS chamou a polícia e como o dinheiro será devolvido. Diz que a enrolação do governo Lula na resposta mostra um governo incapaz de governar e reformar o INSS. “Sobre o que não há dúvida: foram anos de incompetência, omissão e negligência . Está documentado.” autoral · 2025 “O caso da roubança no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é um exemplo de que o governo não governa em extensas partes da administração federal” autoral · 2025 “Havia indícios de rolo desde 2016 . Foram três governos de mau cheiro.” autoral · 2025 8 de janeiro: Chama o 8 de Janeiro de intentona golpista e terrorista, 'levante golpista' e 'turba golpista', parte do projeto de golpe de Bolsonaro com apoio de militares. Combate a anistia dos condenados, que classifica como tentativa de absolver organizadores do golpe e que 'vai animar mais terroristas', e critica a moleza inicial do governo com os invasores. “O plano de anistiar os criminosos do 8 de Janeiro é uma tentativa de absolver parte dos militantes e organizadores desse plano golpista.” autoral · 2024 “O ano político foi consumido até aqui pelo horror do levante golpista de 8 de janeiro e pela querela das taxas de juros.” autoral · 2023 “Bolsonaro e cia. tentam de modo desesperado colocar em tramitação algum projeto de anistia para eles mesmos e para golpistas, terroristas e baderneiros em geral” autoral · 2025 prisão de Bolsonaro: Afirma que Bolsonaro foi 'devidamente processado e condenado' por tentativa de golpe, que a prisão 'era certa' e que a condenação de comandantes militares é histórica num país de golpes impunes. Trata a campanha de anistia como arranjo para evitar a prisão e chama de farsa o drama em torno do encarceramento do 'capitão das trevas'. “Um ex-presidente, Jair Bolsonaro , foi devidamente processado e condenado por tentativa de golpe ; cumpre pena.” autoral · 2025 “A condenação e a prisão de comandantes militares é novidade no sentido forte da palavra "histórica" neste país de golpes impunes (todos).” autoral · 2025 “O bolsonarismo restante ou transformado continuará a cuidar da vida, pois a prisão era certa. Sim, o bolsonarismo é maior do que Bolsonaro.” autoral · 2025 golpe: Sustenta que Bolsonaro planejou e tentou um golpe de Estado por 'guerra híbrida' (motim, desinformação, minuta do decreto), e que só fracassou por falta de adesão dos comandantes, não de vontade. Celebra a condenação de Bolsonaro e de quatro oficiais-generais à cadeia como acerto de contas com a história de golpes militares do país desde 1945. “Quarenta anos depois do fim da ditadura de 1964-1985, oficiais-generais devem ir para a cadeia por tentativa de golpe.” autoral · 2025 “Trabalhou para criar condições para que a campanha do golpe tivesse sucesso. Se fracassou, não foi por falta de vontade e ações.” autoral · 2024 “Não quer dizer também que não tenha planejado o golpe ou que não tenha tentado criar as condições para a subversão do regime democrático.” autoral · 2024 |
| Etore SanchezMercado | 48 | 93 | 1 | 1 | — | 213 | 14 | 29 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto que traz de fato Étore Sanchez o cita falando do mercado financeiro e de Renan Santos, não do 8 de janeiro. “Essa também é a impressão de Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos.” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Simone TebetAutoridade | 56 ● | 202 ● | 21 ● | 3 ● | pede punição | 56 ● | 24 | 22 ● | não se manifesta | mensalão: usa como exemplo de corrupção do PT, equiparando ao orçamento secreto de Bolsonaro · petrolão: usa como exemplo de corrupção do PT, equiparando ao orçamento secreto de Bolsonaro · Banco Master: defende as investigações e se distancia de Moraes · fraude do INSS: defende ressarcimento das vítimas com bens apreendidos e, se faltar, dinheiro público · 8 de janeiro: condena os atos, que chama de "barbárie", e legitima a firmeza do STF na punição, mas minimiza a apuração parlamentar · golpe: sobre 2016 não renega o voto no impeachment e o enquadra como cobrança por ética; sobre a trama golpista, marca distância moral de quem aprovou a redução de penas, sem falar das penas ver leitura e citações ▾mensalão: Tebet usa o mensalão, junto com o petrolão, como exemplo de corrupção dos governos do PT e o coloca em pé de igualdade com o orçamento secreto de Bolsonaro; diz que o esquema comprou 'voto de consciência de parlamentares' e o cita para justificar sua defesa do fim da reeleição. Não pede punição. “Para se ganhar a eleição, no passado, se criou o Mensalão, comprando, através de mesada, voto de consciência de parlamentares.” citado · 2022 “Triste o Brasil que tem que escolher entre o escândalo do Petrolão e do Mensalão do PT e o escândalo de corrupção da educação e do orçamento secreto” citado · 2022 “Também fez críticas a governo petistas, lembrando turbulências como os escândalos do mensalão e os desvios na Petrobras, e à gestão de Bolsonaro, que, segundo ela, multiplicou as crises.” citado · 2022 petrolão: Tebet cita o petrolão ao lado do mensalão como escândalo de corrupção do PT nos debates presidenciais de 2022 e o equipara ao orçamento secreto do governo Bolsonaro. Não entra em punição. “Triste o Brasil que tem que escolher entre o escândalo do Petrolão e do Mensalão do PT e o escândalo de corrupção da educação e do orçamento secreto” citado · 2022 “Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil), Padre Kelmon (PTB) e Felipe D'Avila (Novo), que mencionaram casos de corrupção na era PT como o mensalão e o petrolão” citado · 2022 Lava Jato: Só é citada; nenhuma posição própria sobre a Lava Jato nos textos. Banco Master: Em setembro de 2026, já ex-ministra, Tebet defende as investigações e se distancia de Alexandre de Moraes no contexto do caso Master. Não trata de punição nos textos. “Simone Tebet , que foi ministra do Planejamento, Gleisi Hoffmann , que cuidava da articulação, e Paulo Pimenta, que foi chefe da Secom, também defenderam as investigações e se distanciaram de Moraes.” citado · 2026 fraude do INSS: Como ministra do Planejamento, Tebet defende a devolução dos descontos irregulares aos beneficiários do INSS, custeada primeiro por bens apreendidos e, se insuficientes, por dinheiro público; exige que o beneficiário comprove que o desconto foi feito sem autorização. “Segundo Tebet, o beneficiário precisará comprovar que o desconto ocorreu sem autorização e, se a apreensão de bens não for suficiente, o governo terá de usar dinheiro público.” citado · 2025 “Tebet disse na quinta-feira que seu ministério irá definir, a partir da próxima semana, de onde virão os recursos para a devolução dos descontos irregulares do INSS” citado · 2025 8 de janeiro (arbitrado): Tebet chama o 8 de janeiro de "barbárie", diz que a data deve servir de lição democrática aos mais jovens e espera informações novas que expliquem por que o STF foi tão firme na punição e na pena. Ao mesmo tempo minimiza a apuração parlamentar, prevendo "impacto zero" da CPMI e um inquérito reduzido a memes. “"O processo eleitoral trouxe de volta um democrata e, depois da barbárie, vivemos numa democracia", disse, lamentando os ataques golpistas do dia 8 de janeiro.” citado · 2023 “para entender a real dimensão [do que ocorreu] e também entender o porquê de o Supremo [Tribunal Federal] ter sido tão firme na punição e na pena” citado · 2024 “Tebet prevê que o inquérito dos atos golpistas de 8 de janeiro terá uma vitrine inicial com ataques e grosserias, mas a exposição acabará reduzida a memes de internet.” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citada; nenhuma posição própria sobre a prisão ou condenação de Bolsonaro nos textos. golpe (arbitrado): Sobre 2016, Tebet descreve o ano como de "intensa e justa cobrança da sociedade por mais ética", sem renegar o voto no impeachment nem usar a palavra golpe. Sobre a trama golpista, sua única fala é a frase de Darcy Ribeiro dita no ato de 1º de Maio contra a aprovação do PL da Dosimetria, que marca distância de quem venceu a votação sem mencionar penas, condenados ou anistia. “O ano de 2016 a marcou "pela intensa e justa cobrança da sociedade por mais ética e responsabilidade na política” citado · 2026 “Tebet, que deve concorrer ao Senado por São Paulo, evocou Darcy Ribeiro ao dizer que "jamais gostaria de estar ao lado de quem me derrotou".” citado · 2026 “Michelle Bolsonaro fazia campanha pelo marido e Simone Tebet votava a favor do impeachment de Dilma Rousseff.” citado · 2026 |
| Gabriel GalípoloAutoridade | 5 | 18 | 238 ● | 10 | não se manifesta | 12 | 13 | 8 | — | Banco Master: defende a atuação do BC no caso, nega risco sistêmico e usa a liquidação como argumento pela autonomia do BC ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única ligação com o tema é a presença dele na festa de 78 anos de José Dirceu em 2024, sem fala atribuída. “O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, e o diretor de política monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, também compareceram à festa, realizada numa casa no Lago Sul” citado · 2024 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como convidado em eventos (festa de Dirceu, aniversário de Alckmin, lançamento de livro de Meirelles) e como presidente do BC em matérias que mencionam a Lava Jato em outro contexto. “os advogados Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas, Cristiano Zanin, que defendeu Lula na Lava Jato, e Pierpaolo Bottini, e o economista Gabriel Galípolo” citado · 2022 Banco Master: Defende a atuação do BC no caso: nega que o órgão tenha trabalhado pela venda do Master ao BRB, reivindica a liquidação como prova de governança, diz que o Master era banco de 'terceira divisão' sem risco sistêmico e que o BC 'não é palanque'. Reconhece o 'luto' pela suspeita contra servidores e prega 'cortar na carne' o que estiver errado no BC, isenta Campos Neto de culpa, critica a proposta de Renan de usar o FGC para cobrir perdas de previdências, separa liquidação de punição criminal e usa o caso para pedir a aprovação da PEC da autonomia financeira do BC. “Se existiu uma governança que liquidou aquele banco, que em seis meses entregou, foi a governança do BC.” citado · 2026 “Segundo Galípolo, o Master não oferecia risco sistêmico porque correspondia a menos de 0,5% dos ativos do sistema financeiro nacional.” citado · 2026 “ter a coragem de apontar o que está errado dentro do BC e não só pedir desculpas, mas cortar na carne e fortalecer a institucionalidade” citado · 2026 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os dez textos são sobre o caso Master; o INSS aparece apenas como nome da CPI mista que obteve as mensagens de Vorcaro, e Galípolo não fala da fraude dos descontos associativos. “Os trechos constam em documentos obtidos pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O 8 de janeiro aparece em parágrafos de terceiros (coluna de Elio Gaspari, fala de Haddad) sem relação com falas de Galípolo, que nos trechos só trata de juros, câmbio e caso Master. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A prisão de Bolsonaro aparece em resumos de mercado ao lado de falas dele sobre inflação e liquidação do Master, sem que ele comente o tema. “A repercussão política da prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro , realizada no último sábado (22) , também permaneceu no radar dos analistas.” citado · 2025 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos trechos do dossiê a palavra golpe nem aparece junto ao nome dele; as menções a Galípolo são sobre Selic, caso Master e Fazenda, em textos de terceiros (Moraes, Durigan, Rui Falcão, Adriana Fernandes). |
| Paulo FigueiredoComentarista | 5 | 10 | 23 ● | 1 | não se manifesta | 61 ● | 121 ● | 71 ● | contra punição | Banco Master: relativiza; aponta o contato de Flávio com Vorcaro mas diz que ele próprio não sabia das suspeitas · 8 de janeiro: nega golpe e defende anistia ampla, geral e irrestrita · prisão de Bolsonaro: contesta a condenação como perseguição política e defende anistia · golpe: nega golpe de Bolsonaro e diz que o golpe de 2022 foi de Moraes ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Banco Master: Em entrevista a Eduardo Bolsonaro no seu canal, aponta que Flávio tinha contato direto com Vorcaro, mas afirma que ele próprio não sabia das suspeitas sobre o banqueiro. Não condena nem defende o caso e não entra em punição. “Figueiredo então apontou que a diferença é que Flávio tinha contato direto do Vorcaro, mas depois acrescentou que ele mesmo não sabia das suspeitas sobre o então banqueiro.” citado · 2026 “Após Figueiredo comentar que muita gente diz que ele deveria saber quem era Vorcaro, o ex-deputado fez uma comparação com alguém que contrata um financiamento da Caixa Econômica Federal.” citado · 2026 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: Nega que tenha havido tentativa de golpe e trata o 'quase golpe no 8 de janeiro' como narrativa que Lula teria de vender a Trump. Defende anistia ampla, geral e irrestrita aos envolvidos como condição para encerrar a crise com os EUA e ataca Moraes por suspender a redução de penas. “o processo contra os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro na trama golpista, Figueiredo negou ter havido a tentativa de golpe.” citado · 2025 “Vocês foram heróis e derrotaram Gilmar [Mendes, ministro do STF], Lula, Alexandre [de Moraes] e cia. Agora é lutar pelo texto. Anistia ampla, geral e irrestrita.” citado · 2025 “Alexandre de Moraes acaba de escarrar na cara do povo e do Congresso mais uma vez. [...] Até quando o Congresso vai aceitar esse tipo de coisa?” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Trata os processos contra Bolsonaro e seus aliados como perseguição política, chama a denúncia da PGR de 'fajuta' e defende anistia ampla, geral e irrestrita como única saída para a crise com os EUA. Ataca Moraes pela suspensão da redução de penas e ironiza o veto à visita de Milei ao ex-presidente preso. “Que tem velhaco que não entendeu que a crise diplomática com os EUA só tem fim com anistia ampla, geral e irrestrita? É gente sem noção...” citado · 2025 “contra a esposa do ministro Alexandre de Moraes e autoridades brasileiras "evidencia a perseguição política em curso". Eles ainda dizem que a acusação é "fajuta"” citado · 2025 “Braço direito de Eduardo na empreitada contrária ao governo Lula nos EUA, o influenciador Paulo Figueiredo escreveu, em tom irônico: "É ótimo. Assim fica tudo escancarado".” citado · 2026 golpe: Nega que tenha havido tentativa de golpe por Bolsonaro e afirma que o golpe de Estado de 2022 foi dado por Alexandre de Moraes. Trata o julgamento da trama golpista como tribunal de exceção com violação de direitos humanos, elogia o voto de Fux e se opõe à punição, atacando Moraes por suspender a redução de penas. “O que estão chamando de tentativa de golpe é o presidente [Bolsonaro] ter avaliado o que a Constituição dizia que podia ser feito” citado · 2025 “Houve um golpe de estado no Brasil em 2022 e ele foi dado pelo Alexandre de Moraes” citado · 2025 “Quem diria! O termo 'tribunal de exceção' não foi utilizado pelos amedrontados advogados dos réus, mas finalmente o foi pelo ministro Fux!” citado · 2025 |
| Nelson BarbosaEx-autoridade | 34 ● | 238 ● | 1 | · | contra punição | 1 | 6 | · | — | mensalão: critica o processo do mensalão como marco inicial da politização da Justiça · Lava Jato: critica frontalmente a Lava Jato: chama de farsa e projeto político, e a culpa por parte da recessão de 2014-16 ver leitura e citações ▾mensalão: Barbosa trata o processo do mensalão como o começo, em 2005, da politização da Justiça e da "idolatria da auditoria e controle" no Brasil. Ele não discute culpa nem punição dos envolvidos; os demais textos do dossiê o citam apenas por política fiscal. “o início do fim da “idolatria da auditoria e controle” em que nos metemos desde 2005, quando começou a politização da justiça pelo processo do mensalão.” autoral · 2020 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos ele aparece como economista ligado ao PT e como autor de proposta fiscal, sem qualquer fala sobre o petrolão. “Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp), Marcio Pochmann (ex-Ipea) e Nelson Barbosa (ex-ministro da Fazenda) estão à frente das discussões do programa petista” citado · 2018 Lava Jato: Barbosa sustenta que a Lava Jato foi um movimento político contra a esquerda, uma farsa que perseguiu Lula e destruiu empregos, investimentos e parte do PIB, e comemora a anulação dos processos por Fachin. Ele ressalva que o combate à corrupção pode e deve continuar, mas dentro da lei e sem os excessos da força-tarefa de Curitiba. “Hoje, só patos patetas e marrecos sem noção ainda acreditam na farsa da Operação Lava Jato” autoral · 2022 “A Operação Lava Jato , tão saudada pela Folha no passado, se revelou um projeto político que destruiu milhões de empregos e empurrou o PIB para o fundo do poço.” autoral · 2022 “A decisão do ministro Fachin, invalidando todos os processos da Lava Jato contra Lula, atendeu a uma demanda da defesa... com três anos de atraso!” autoral · 2021 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto o lista entre ex-ministros de Dilma presentes a uma homenagem no Alvorada, em matéria que trata de Mantega e Vorcaro. “Nelson Barbosa – ex-ministro do Planejamento e da Fazenda de Dilma;” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único registro é a lista de visitantes da Folha, em que ele aparece como diretor do BNDES acompanhando Aloizio Mercadante. “Nelson Barbosa, diretor de planejamento e estruturação de projetos” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nenhum dos seis textos traz Nelson Barbosa: todos os trechos são de homônimos (Rui Barbosa, Joaquim Barbosa, Francisco de Assis Barbosa, leitores de sobrenome Barbosa). |
| Marcos CasarinMercado | 31 | 61 | 2 | 3 | — | 104 | 17 | 24 | — | |
| Roberto Campos NetoEx-autoridade | 9 | 38 ● | 94 ● | 5 | não se manifesta | 29 | 23 | 8 | — | Lava Jato: cita a Lava Jato como exemplo dos estragos do crescimento baseado em gasto público · Banco Master: nega omissão e defende a própria gestão no BC ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A palavra mensalão aparece apenas como referência histórica ao pico da Selic em 2005, sem ligação com qualquer fala dele. Lava Jato: Em audiência no Congresso em 2019, Campos Neto arrolou a Lava Jato, ao lado de corrupção e de empresas endividadas, entre os problemas gerados pelo crescimento apoiado no fiscal e no inchaço da máquina pública. Nos demais textos ele é objeto da comparação que Lula faz entre ele e Sergio Moro, sem se pronunciar sobre a operação. “no engordamento da máquina pública, que gerou uma alocação de recursos ineficiente e problemas que estamos vendo aí, com inúmeras empresas com dificuldade de pagar dívida, corrupção, Lava Jato” citado · 2019 Banco Master: Campos Neto nega inércia na fiscalização do Banco Master e sustenta que o Banco Central fez alertas ao banco de Daniel Vorcaro para que ajustasse as condutas às regras vigentes. Ele chama de leviana a representação que pede sua investigação por omissão e afirma que atuou contra a chamada emenda Master, que ampliaria a cobertura do FGC; não pede punição de ninguém nos textos. “Essa representação é leviana e irresponsável. Minha defesa vai se manifestar nos autos, com fatos e dados, de modo a demonstrar que toda minha atuação” citado · 2026 “O ex-presidente do BC nega inércia no caso e argumenta que a autoridade monetária fez alertas ao Master para que ajustasse as condutas às regras vigentes.” citado · 2026 “não procede qualquer ilação de que Roberto Campos Neto ou o Banco Central tenham apoiado a chamada 'emenda Master'” citado · 2026 fraude do INSS: Campos Neto não assume posição sobre a fraude dos descontos associativos do INSS. Procurado pela Folha a respeito da resolução de débito automático de 2020, assinada por ele e apontada como brecha usada pelo esquema, sua assessoria informou que ele não se manifestaria. “A assessoria do ex-presidente do Banco Central informou que ele não se manifestaria sobre o tema.” citado · 2025 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ele aparece como alvo do PT, que o comparou aos golpistas do 8 de janeiro, e como convidado do ato de 2024 no Congresso, sem nenhuma fala sua sobre os atos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ele aparece como nome cogitado para a área econômica de um eventual governo Flávio Bolsonaro e em jantares e listas ligadas ao campo bolsonarista, sem se pronunciar sobre o julgamento ou a prisão de Jair Bolsonaro. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O uso da palavra golpe nesses textos é de terceiros: o PT equipara sua proposta sobre as reservas à tentativa de golpe de 8 de janeiro, e colunistas empregam o termo sobre 2022-2023, sem qualquer fala dele sobre o assunto. |
| Fernando CanzianJornalista-comentarista | 38 ● | 79 ● | 5 | 1 | não se manifesta | 3 | 2 | 3 | — | mensalão: usa como referência histórica de escândalo que feriu Lula, sem julgar punição · petrolão: cobra o tema e critica o silêncio da esquerda e a leviandade das entrevistas sobre o escândalo · Lava Jato: apoia a Lava Jato como principal instrumento de combate à corrupção e é contra blindá-la, sem pedir pena a nenhum acusado ver leitura e citações ▾mensalão: Canzian trata o mensalão como o escândalo que deixou Lula "ferido de morte" em 2005 e usa o episódio como paralelo analítico para mostrar que a recuperação econômica pode reverter desgaste político. Nos textos do dossiê ele não discute responsabilização nem julgamento dos envolvidos. “Vale lembrar que o Lula “ferido de morte” pelo mensalão em 2005 se reelegeria em 2006 apoiado na economia.” autoral · 2019 “Vale lembrar que algo semelhante ocorreu no primeiro mandato de Lula no biênio 2005/2006 , quando o ex-presidente parecia ferido de morte pelo mensalão e acabou reeleito.” autoral · 2020 petrolão: Canzian trata o petrolão como assunto central que a esquerda petista evitou, apontando que nos atos de 2016 predominou o silêncio sobre o escândalo somado ao ataque à "mídia golpista" e a Sergio Moro. Ele também critica entrevistas complacentes com Dilma, em que o petrolão recebeu 40 segundos de 69 minutos. “Além dos massacres à "mídia golpista" e ao juiz Sergio Moro, predominaram o silêncio sobre o petrolão e o esforço em justificar a crise econômica no governo Dilma.” autoral · 2016 “A culpa não é do Jô, que abordou o tema que considera "fundamental" do Petrolão em 40 segundos de uma entrevista de 69 minutos” autoral · 2015 Lava Jato (arbitrado): Canzian defende a continuidade da força-tarefa da Lava Jato, que trata como "o único elemento integrador e com forte apoio popular", e cobra de Temer que a proteja em vez de "estancar a sangria". Ele usa as delações e as confissões de Sérgio Cabral como retrato da corrupção sistêmica brasileira, mas em nenhum texto pede prisão, condenação ou devolução de dinheiro, e registra que o processo de Lula correu em tempo recorde e atropelou sete ações da própria Lava Jato. “o presidente ganha a chance de esvaziar as ruas e de retomar algum fôlego ao defender a equipe da Lava Jato, o único elemento integrador e com forte apoio popular” autoral · 2016 “Mas é “por fora”, com as investigações da Lava Jato, do Ministério Público e da Polícia Federal, que essa preocupação maior dos brasileiros vem sendo endereçada.” autoral · 2018 “O processo levou tempo recorde da primeira à segunda instância: 42 dias, ante média de 96 de outros no mesmo percurso. Atropelou ainda sete ações da Lava Jato na sua frente.” autoral · 2018 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê o menciona como entrevistador do programa Frente a Frente, em que Michel Temer chama Daniel Vorcaro de "figura doce". “A entrevista desta segunda foi conduzida por Daniela Lima, colunista do UOL, e Fernando Canzian, repórter especial da Folha.” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos do dossiê ele aparece apenas como entrevistador do programa Frente a Frente, sem fala atribuída sobre o 8 de janeiro. “Daniela Lima, colunista do UOL, e Fernando Canzian, repórter da Folha , foram os entrevistadores desse Frente a Frente” citado · 2026 |
| Armínio FragaEx-autoridade | 30 ● | 71 ● | 13 ● | · | não se manifesta | 4 ● | · | 3 | não se manifesta | mensalão: usa como marco da corrupção do ciclo PT e como início de correção de rumo · petrolão: usa como exemplo de desvio nas estatais e de corrupção do ciclo PT; argumento para privatizar · Lava Jato: vê a Lava Jato como correção de rumo contra a corrupção sistêmica · Banco Master: condena: BC se atrasou e falhou na fiscalização; contra a compra pelo BRB; denuncia tentativa de abafar o caso e pressão do Congresso sobre o BC · 8 de janeiro: defende a democracia liberal e o capitalismo democrático em manifesto publicado após o 8 de janeiro; não condena os atos diretamente nem trata de punição ver leitura e citações ▾mensalão: Trata o mensalão como desdobramento da associação de Lula com o 'Brasil Velho', que quase derrubou o governo, e como parte de um ciclo do PT que considera decepcionante. Ao mesmo tempo, aponta o mensalão e a Lava Jato como pontos a partir dos quais começaram correções de rumo contra a corrupção. “firmou-se na política uma associação de Lula com o Brasil Velho, o que acabou desembocando no escândalo do mensalão e quase derrubou o governo” autoral · 2021 “Pouco importa que, mal tivesse secado a tinta do mensalão, tenha surgido o petrolão . Pouco importa que o Bolsa Empresário tenha sido muito maior do que o Bolsa Família.” autoral · 2021 “Vale notar aqui que algumas correções de rumo vêm ocorrendo desde o mensalão e a Lava Jato.” autoral · 2019 petrolão: Cita o petrolão como 'extraordinário' caso de desvio que a presença de acionistas minoritários não conseguiu inibir, ao lado do uso ruinoso da Petrobras para segurar combustíveis, como argumento para privatizar estatais. Encadeia o petrolão ao mensalão como sinal de que o ciclo do PT no poder foi decepcionante. “Na prática não tem sido o caso, como se viu no extraordinário caso do petrolão e no ruinoso uso da Petrobras para reduzir os preços dos combustíveis” autoral · 2021 “Pouco importa que, mal tivesse secado a tinta do mensalão, tenha surgido o petrolão” autoral · 2021 Lava Jato: Apresenta a Lava Jato, junto com o mensalão, como início de correções de rumo diante de uma corrupção que combinou 'rapinagem com incompetência' e foi decisiva para o colapso econômico. Não critica a operação nem entra em punições nos textos. “Vale notar aqui que algumas correções de rumo vêm ocorrendo desde o mensalão e a Lava Jato.” autoral · 2019 “Essa combinação de rapinagem com incompetência foi decisiva na construção do colapso econômico e social que nos assola.” autoral · 2019 Banco Master: Sustenta que o Banco Central chegou atrasado e falhou como fiscalizador no caso Master, que os sinais estavam expostos há muito tempo, que a compra pelo BRB não deveria ser aprovada e que a pressão do centrão para poder demitir diretores do BC em meio ao caso é 'loucura completa' e 'coisa de republiqueta'. Alerta que há 'muita gente querendo assar uma pizza do tamanho do Maracanã' e que os interesses envolvidos alcançam os 'quatro cantos da República'. “O que vem aparecendo sugere que sim, que se atrasou e que houve também algum problema na fiscalização, na atuação do BC como supervisor e fiscalizador do sistema.” citado · 2026 “A ideia de aprovar uma uma lei, sobretudo em ritmo de emergência, numa situação muito polêmica e pouco transparente, que é essa do Master, faz as suspeitas aumentarem” citado · 2025 “Tem muita gente querendo assar uma pizza do tamanho do Maracanã” citado · 2026 8 de janeiro (arbitrado): Vinte dias após a invasão da praça dos Três Poderes, publicou um manifesto liberal-progressista sustentando que democracia e capitalismo são os melhores arranjos já construídos, que as democracias liberais são frágeis e dependem de confiança, e que o risco é descambar para plutocracia ou autocracia pela via do populismo. Em nenhum trecho há frase dele condenando diretamente os atos de 8 de janeiro ou tratando de punição dos envolvidos. “Esse mecanismo depende de uma delicada plantinha chamada confiança, difícil de construir, fácil de perder.” autoral · 2023 “Democracia e capitalismo são notoriamente imperfeitos, mas são de longe os melhores arranjos já construídos em cada campo” citado · 2026 “as democracias liberais são as mais bem-sucedidas sociedades da história da humanidade, em termos de prosperidade, liberdade e do bem-estar da sua gente. Mas elas são frágeis” citado · 2026 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Assim como Josué Gomes (presidente da Fiesp), o economista Arminio Fraga (pelo setor empresarial), o educador Douglas Belchior (pelos movimentos sociais)” citado · 2023 |
| Lauro JardimJornalista-comentarista | 6 | 32 | 61 | 2 | — | 2 | 11 | 2 | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos três textos ele aparece como colunista de O Globo a quem se atribui uma informação ou como alvo do plano de agressão de Daniel Vorcaro; o mensalão é tratado por Joaquim Barbosa e Bolsonaro, não por ele. “A frase foi atribuída ao deputado pelo colunista do jornal O Globo Lauro Jardim, no dia 11 de fevereiro, como “receita para resolver a guerra da Rocinha”.” citado · 2018 “Com outro braço, segundo a Polícia Federal, Vorcaro mantinha uma milícia privada para quebrar os dentes do jornalista Lauro Jardim. Esse crime ficou na intenção.” citado · 2026 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é a coluna de Elio Gaspari sobre o caso Master, em que Lauro Jardim aparece como alvo da milícia privada de Vorcaro. “Com outro braço, segundo a Polícia Federal, Vorcaro mantinha uma milícia privada para quebrar os dentes do jornalista Lauro Jardim. Esse crime ficou na intenção.” citado · 2026 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos 15 textos ele figura como colunista que antecipa informações (delação de Cerveró, patrimônio de Moro, indicação de Kassio Nunes) e como entrevistador de Deltan Dallagnol; a avaliação sobre a Lava Jato é sempre de terceiros. “Ao colunista Lauro Jardim , do jornal O Globo, Deltan também disse que "o STF está destruindo a democracia que deveria proteger, com decisões cada vez mais arbitrárias".” citado · 2023 “que Malu Gaspar e Lauro Jardim deveriam ser tratados com maior severidade jurídica, que a apuração reeditava os métodos da Lava Jato.” citado · 2026 “Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", o delator afirmou que patrocínios que a CCR fechou com essa empresa seriam, na verdade, propina.” citado · 2018 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos 49 textos ele aparece nas duas pontas do caso Master: como colunista cujas revelações (viagem de Toffoli, contrato de Viviane Barci, plano de compliance com plágio e IA) alimentaram a apuração, e como o jornalista que Daniel Vorcaro mandou agredir num assalto forjado. “A coluna de Lauro Jardim em O Globo revelou a viagem do ministro Dias Toffoli com um advogado ligado ao caso Master para ver a final da Libertadores no Peru.” citado · 2026 “Em trocas de mensagens reproduzidas na decisão do ministro André Mendonça, Vorcaro diz: "Esse Lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto".” citado · 2026 “Como trouxe Lauro Jardim em sua coluna, o plano de compliance apresenta potencial plágio e uso de IA acima de 70%.” citado · 2026 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos ele é creditado como quem revelou o encontro de Vorcaro no Planalto e é citado como alvo do plano de intimidação; a fraude do INSS aparece no corpo das reportagens, não em fala dele. “A reunião foi revelada pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo, em março do ano passado, e confirmada pela Folha à época.” citado · 2026 “As conversas encontradas no celular do ex-banqueiro citam a intenção de forjar um assalto contra o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, como forma de intimidação” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ele aparece como o jornalista a quem Bolsonaro deu a declaração sobre as conversas no Planalto — declaração que o colunista Alvaro Costa e Silva, não Lauro Jardim, qualifica como defesa de golpista. “disse Bolsonaro ao jornalista Lauro Jardim sobre o teor das conversas secretas no Palácio do Planalto. Está pronta a defesa do golpista.” citado · 2023 “Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Flávio prometeu indicar Marcos Pereira para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) em troca da aliança.” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos 11 textos ele aparece como colunista que antecipou fatos (alta hospitalar de Bolsonaro nos EUA, delação de Ronnie Lessa, renúncia de Cláudio Castro, joias entregues a Marcola) e como alvo da milícia de Vorcaro; nada sobre a condenação ou prisão de Bolsonaro parte dele. “Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Bolsonaro teria decidido deixar o hospital contrariando recomendações médicas. O colunista foi o primeiro a divulgar a alta médica de Bolsonaro.” citado · 2023 “A informação da delação de Lessa foi dada pelo colunista Lauro Jardim , de O Globo, e confirmada pela Folha .” citado · 2024 “Neste domingo (16), a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo , revelou que uma lobista amiga de Lulinha presenteou Marcola com joias de diamantes” citado · 2026 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos ele aparece como alvo do plano de agressão da "Turma" de Vorcaro, e a expressão golpe de Estado é usada pela própria reportagem ao descrever a condenação de Jair Bolsonaro, não por ele. “havia planos de assaltar e agredir o jornalista Lauro Jardim , do jornal O Globo.” citado · 2026 “o ex-presidente condenado por tentativa de golpe de Estado Jair Bolsonaro” citado · 2026 |
| Marcus PestanaAutoridade técnica | 57 | 59 ● | · | · | não se manifesta | · | · | · | — | Lava Jato: trata as revelações da Lava Jato como fato dado e as usa para explicar a revolta do eleitorado, sem julgar a operação ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria sobre o mensalão nos textos. A única fala atribuída a ele no dossiê trata da compra e venda de deputados por dinheiro de campanha, sem mencionar o escândalo. ““O problema não é ideológico, é tudo dinheiro”, reforça Marcus Pestana (PSDB-MG).” citado · 2018 Lava Jato: Pestana cita a Lava Jato apenas como diagnóstico eleitoral: o que a operação revelou, somado à crise econômica, produziu uma mistura de revolta, desalento e desesperança no eleitorado. Ele não emite juízo sobre a operação nem sobre punição dos envolvidos; nos outros quatro textos aparece falando de alianças e disputa interna do PSDB, sem tratar do tema. “Temos uma crise econômica aguda ainda que interfere no cotidiano da população. Há uma mistura de revolta com o que a Lava Jato revelou, desalento e desesperança” citado · 2018 |
| Malu GasparJornalista-comentarista | 3 | 41 ● | 55 ● | · | não se manifesta | 5 ● | 7 ● | 3 | não se manifesta | petrolão: documenta o esquema de propinas e caixa dois da Odebrecht como corrupção real e de grande escala · Lava Jato: documenta a corrupção da Odebrecht revelada pela operação e critica a confraternização de ministros do STF com empresários; não defende nem ataca a operação · Banco Master: denuncia o esquema e a proximidade do banco com ministros do STF · 8 de janeiro: só é citada; reporta a reação da Justiça Militar ao desaforamento dos casos, sem posição própria sobre os atos · prisão de Bolsonaro: descreve o caso sem defender nem contestar a prisão ver leitura e citações ▾mensalão: Nenhum trecho traz manifestação dela sobre o mensalão; o escândalo aparece apenas como termo de comparação usado pelos colunistas da Folha. Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. “Como apontou Malu Gaspar, o argumento segundo o qual "investigar o Banco Master faz o fascismo voltar" perdeu totalmente sua força persuasiva.” citado · 2025 “Segundo a jornalista Malu Gaspar, o atual presidente da República acertou a escolha de novos juízes do TSE em almoço "fora da agenda" com o ministro Alexandre de Moraes.” citado · 2023 petrolão (arbitrado): Em "A Organização", livro dela citado e transcrito por colunistas da Folha, ela documenta o esquema de propinas e caixa dois da Odebrecht que desembocou no petrolão como corrupção efetiva e de grande escala. Não trata de punição em nenhum trecho. “Como anotou Malu Gaspar à pág. 388, a Odebrecht “passara de um grupo de R$ 8,4 bilhões de faturamento e de 36,8 mil funcionários” citado · 2021 “O mais recente livro da jornalista Malu Gaspar, “A Organização: a Odebrecht e o Esquema de Corrupção que Chocou o Mundo” , conta em detalhes a evolução da empresa” citado · 2021 Lava Jato (arbitrado): Ela sustenta, na apuração de "A Organização" e nas colunas dela reproduzidas pela Folha, que houve corrupção sistemática da Odebrecht com governos e partidos, incluindo caixa dois nunca declarado aos procuradores da delação, e que Eike Batista "não é um inocente". Critica a confraternização de ministros do Supremo com prepostos de empresas e não toma partido a favor nem contra a operação nos trechos. “Como diz Malu Gaspar, "ninguém mais se espanta com o fato de ministros do Supremo e autoridades da República confraternizarem com prepostos de empresas” citado · 2023 “Eu sempre disse que ele é um personagem muito complexo, eu acho que ele não é um inocente. Eu já falei isso muitas vezes.” citado · 2022 “Os recursos eram entregues pelo departamento que controlava o caixa dois da empresa e nunca foram declarados aos procuradores que negociaram a delação da Odebrecht, diz Gaspar.” citado · 2020 Banco Master: Afirma que o Banco Master pagou R$ 129 milhões ao escritório da mulher e dos filhos de Alexandre de Moraes e que o ministro procurou Gabriel Galípolo ao menos quatro vezes para pressionar em favor do banco. Revela ainda pagamentos de Vorcaro a influenciadores e ao DCM e o pedido de um diretor do BC ao BRB, e trata o inquérito de vazamento aberto por Moraes como resposta de termos vagos às suas reportagens. “Na reportagem, Malu Gaspar afirmou que Moraes procurou Galípolo ao menos quatro vezes para fazer pressão em favor do Master” citado · 2025 “Estamos deduzindo que o que o ministro Alexandre de Moraes quer é apurar a origem dos vazamentos de informação que levaram às nossas matérias” citado · 2026 “O contrato do Master com o filho do ministro pagaria o equivalente a 100 horas” citado · 2026 8 de janeiro (arbitrado): O único trecho com fala atribuída a ela é factual: reporta que a determinação de tirar os casos da Justiça Militar deixou o Superior Tribunal Militar e o Ministério Público Militar irritados. A menção a artigos dela sobre "possíveis abusos do Supremo" aparece numa lista de quatro autores caracterizada pelo colunista, e nenhum texto dela consta do dossiê; ela não condena nem relativiza os atos de 8 de janeiro nesses trechos. “Segundo a colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, a determinação deixou o pessoal da Justiça Militar furibundo.” citado · 2023 “Uma série de bons artigos — Malu Gaspar e Pablo Ortellado no Globo, Fernando Schuler no Estadão e Lygia Maria aqui na Folha — tem debatido os possíveis abusos do Supremo” citado · 2025 prisão de Bolsonaro: O único trecho com fala atribuída a ela a mostra descrevendo o que os bolsonaristas temem para Bolsonaro, a "morte civil" provocada pelo "exílio virtual". Ela não defende nem contesta a prisão nos textos; os demais trechos tratam da devassa que Daniel Vorcaro ordenou contra ela. “a colunista Malu Gaspar, de O Globo, referiu-se ao que os bolsonaristas estão temendo para Bolsonaro: a "morte civil", provocada pelo "exílio virtual"” citado · 2025 golpe: Os dois textos do dossiê tratam do caso Banco Master e das reportagens dela sobre Alexandre de Moraes, não do uso político da palavra golpe. Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. “a coluna da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicou que o magistrado tentou interceder em favor do Banco Master em telefonema para o presidente do Banco Central” citado · 2025 |
| Bruno PeriniCriador digital | 14 | 32 | · | · | — | 51 | 8 | 6 | — | |
| André PessôaMercado | · | 0 | · | 15 | — | · | 90 | · | — | |
| Samuel PessôaAcadêmico | 12 ● | 80 ● | 3 ● | · | não se manifesta | 1 ● | 3 | · | não se manifesta | mensalão: trata como escândalo real e marco político; recusa relativizar sua gravidade · petrolão: usa como exemplo de corrupção sistêmica e cobra mudança institucional · Lava Jato: rejeita que a Lava Jato explique a crise de 2014-2016 e usa seus achados como evidência de corrupção na governança de obras e do petróleo, sem defender nem atacar a operação · Banco Master: trata como fraude e cobra reforma do FGC e da regulação bancária · 8 de janeiro: atribui o 8 de janeiro a Bolsonaro, que não aceitou o resultado eleitoral ver leitura e citações ▾mensalão: Pessôa trata o mensalão como um divisor de águas que levou Lula a redirecionar o petismo para o progressismo. Ele rejeita a narrativa de que mensalão e petrolão sempre existiram na mesma forma e intensidade, ou seja, recusa a relativização do escândalo. “Após o mensalão, o presidente Lula fez uma escolha, e os governos petistas abraçaram o progressismo.” autoral · 2024 “Também parece ser exagerada, e aqui ainda temos que esperar o juízo dos historiadores, a narrativa de que mensalão e petrolão sempre existiram, da forma e intensidade da de agora.” autoral · 2018 petrolão: Pessôa lê o petrolão como corrupção estrutural ligada ao arranjo institucional brasileiro e à internacionalização da Odebrecht, com casos em pelo menos onze países. Ele sustenta que, sem reforma profunda das instituições, o esquema simplesmente se repetirá. “Sem profundas alterações em nossas instituições, teremos somente reedições do petrolão sem grandes ganhos de desenvolvimento.” autoral · 2021 “Houve casos de corrupção em inúmeros países: Argentina, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Panamá, Peru, Venezuela, Angola e Moçambique.” autoral · 2021 “Também parece ser exagerada, e aqui ainda temos que esperar o juízo dos historiadores, a narrativa de que mensalão e petrolão sempre existiram, da forma e intensidade da de agora.” autoral · 2018 Lava Jato (arbitrado): Pessôa combate a tese de que a Operação Lava Jato causou a depressão de 2014-2016: aponta o esgotamento fiscal anterior a 2012, os erros de política econômica petista e o superendividamento da Petrobras como causas, e mostra que os exercícios contrafactuais que culpam a operação superestimam seu efeito. Ao mesmo tempo, credita à operação ter revelado que boa parte da corrupção política está na má governança das obras de infraestrutura e do setor de petróleo, e sua única avaliação direta sobre ela lamenta que o PSDB possa ser arrastado por investigações policiais desse tipo. “a atribuição excessiva da crise à Lava Jato desconhece que o esgotamento fiscal do Estado brasileiro” autoral · 2019 “a Lava Jato mostra que parcela significativa da corrupção na política está associada à má governança das obras de engenharia” autoral · 2019 “Vai ser uma tragédia, uma perda para a sociedade, se um partido como o PSDB for irremediavelmente arrastado por investigações policiais como a Lava Jato” citado · 2017 Banco Master: Pessôa afirma que a intervenção no Master decorreu de uma fraude identificada pelo Banco Central, a venda ao BRB de uma carteira de R$ 12 bilhões de créditos inexistentes. Ele atribui o caso ao risco moral induzido pelo desenho do FGC e à falta de uma lei de resolução bancária que permitisse intervenção precoce, e cobra mais transparência das plataformas de distribuição. “A intervenção no Banco Master ocorreu porque o Banco Central localizou uma fraude. O Master vendeu uma carteira de crédito de R$ 12 bilhões ao BRB” autoral · 2025 “O Master captava recursos no mercado pagando remunerações elevadas, e os depositantes não se preocupavam com a solidez do banco pois estavam seguros pelo FGC.” autoral · 2025 “o caso Master explicita um difícil compromisso entre competição bancária e higidez do sistema” autoral · 2025 8 de janeiro: Pessôa afirma que Bolsonaro não aceitou o resultado eleitoral e foi às vias de fato em 8 de janeiro. Ele usa o episódio como fato consumado da recusa bolsonarista em aceitar a derrota, sem discutir punição dos envolvidos. “Bolsonaro não aceitou o resultado eleitoral. Aliás, foi às vias de fato em 8 de janeiro.” autoral · 2023 |
| Miguel DaoudComentarista | 6 | 23 | 1 | · | — | 55 | 1 | 3 | — | |
| Augusto NunesComentarista | 13 | 24 ● | · | 2 | não se manifesta | 3 | 45 | 2 | — | Lava Jato: defende a Lava Jato e Moro, desqualifica os vazamentos do Intercept e usa acusações da operação para atacar petistas ver leitura e citações ▾mensalão (arbitrado): Nos dois textos ele aparece apenas como o jornalista que comandou a última edição do 'Roda Viva' com Sergio Moro, em março de 2018; o mensalão surge só na fala de Moro sobre a ministra Rosa Weber. Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “A edição desta segunda foi a última comandada pelo jornalista Augusto Nunes.” citado · 2018 Lava Jato: Augusto Nunes rejeita o valor jornalístico das mensagens vazadas entre Moro e os procuradores da Lava Jato e agrediu com um soco Glenn Greenwald, fundador do site que as publicou. Ele também usou repetidamente conclusões atribuídas à investigação da operação para chamar Gleisi Hoffmann de 'amante', o que lhe rendeu condenação por danos morais. “Nunes recusa o valor jornalístico do material produzido a partir das conversas vazadas, mas, no lugar de discutir a questão, tem preferido apelar para ofensas pessoais.” citado · 2019 “para ele, melhor a gente não saber nada dos diálogos entre juiz e promotores” citado · 2019 “Nunes fazia questão de mencionar que Gleisi era "conhecida pelo codinome amante no departamento de propinas da Odebrecht", segundo investigação da Operação Lava Jato” citado · 2021 fraude do INSS: Nenhum dos dois textos traz Augusto Nunes: as ocorrências de 'Nunes' são de homônimos (o leitor Moisés Nunes Pereira e o ministro Kassio Nunes Marques). Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: Augusto Nunes aparece apenas como um dos comentaristas bolsonaristas demitidos pela Jovem Pan depois dos ataques de 8 de janeiro e da pressão sobre a emissora. Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “O grupo demitiu parte dos comentaristas mais alinhados ao ex-presidente , como Augusto Nunes, Caio Coppolla, Guilherme Fiúza, Rodrigo Constantino e Zoe Martínez.” citado · 2024 prisão de Bolsonaro: Em 30 textos lidos, Augusto Nunes é citado uma única vez, como cofundador da revista Oeste ao lado de J.R. Guzzo; todas as demais ocorrências de 'Nunes' são de homônimos (Kassio Nunes Marques, Ricardo Nunes, Bibo Nunes, Diego Nunes, Márcio Nunes de Resende). Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Em 2020, fundou a revista Oeste ao lado dos jornalistas Jairo Leal e Augusto Nunes, com perfil editorial alinhado à direita e ao ex-presidente Jair Bolsonaro ( PL ).” citado · 2025 golpe: Nos dois textos Augusto Nunes só aparece na lista de bolsonaristas dispensados pela Jovem Pan após a vitória de Lula; a palavra 'golpe' aparece no contexto dos atos de 8 de janeiro, sem fala dele. Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Após a vitória de Lula sobre Bolsonaro, a Jovem Pan dispensou alguns dos principais bolsonaristas da emissora , como Augusto Nunes, Caio Coppolla, Guilherme Fiúza, Rodrigo Constantino e Zoe Matinez, entre outros.” citado · 2023 |
| Marcos LisboaAcadêmico | 12 ● | 60 ● | 6 ● | · | não se manifesta | 1 ● | 2 | 1 ● | pede punição | mensalão: trata como corrupção real do loteamento de estatais, mas critica a leitura punitivista do episódio · petrolão: usa como exemplo de corrupção sistêmica nas estatais loteadas por coalizão política · Lava Jato: critica a Lava Jato por violar o Estado de Direito, sem inocentar a corrupção que a antecedeu · Banco Master: defende a liquidação do banco, denuncia a mobilização e a ruptura institucional contra ela e cobra responsabilidade de reguladores e corretoras · 8 de janeiro: condena os atos e defende punição · golpe: afirma que houve tentativa de golpe da extrema direita e defende pena severa ver leitura e citações ▾mensalão: Lisboa trata o mensalão como sintoma da corrupção nas estatais loteadas pela coalizão do PT, cuja continuidade produziu depois o petrolão. Critica a opinião pública por comprar a tese de Roberto Jefferson a valor de face e o desejo de punição que, segundo ele, se repetiria na Lava Jato. “No escândalo do mensalão, a maioria da opinião pública optou por comprar a valor de face a tese de Roberto Jefferson” autoral · 2024 “Como no caso do mensalão, a Lava Jato saciou o desejo da sociedade por punição e inventou novos heróis, dessa vez em Curitiba.” autoral · 2024 “O escândalo do Mensalão revelou possíveis ilícitos na gestão de algumas dessas empresas.” autoral · 2022 petrolão: Lisboa descreve o petrolão como escândalo de magnitude sem precedentes, produzido pela corrupção nas diretorias de estatais que nunca foi enfrentada depois do mensalão. Atribui a origem à coalizão montada pelo PT em troca de cargos em empresas controladas pelo governo. “Mas o problema de fundo, a corrupção nas diretorias de estatais, continuou a ocorrer. O resultado foi o escândalo de magnitude sem precedentes, em 2014, conhecido como petrolão” autoral · 2024 “Enquanto isso, a coalizão promovida pelo PT em troca de cargos em empresas controladas pelo governo continuou a prosperar. O resultado, anos depois, foi o " Petrolão ".” autoral · 2022 Lava Jato: Lisboa afirma que a Lava Jato atropelou o Estado de Direito e violou protocolos do processo legal, citando o vazamento ilegal de gravação pelo juiz do caso. Ao mesmo tempo sustenta que a corrupção disseminada anterior à operação também atropelou a lei, e que a operação saciou um desejo social de punição fabricando heróis. “A Lava Jato atropelou o Estado de Direito. O mesmo fez, contudo, a corrupção disseminada que a antecedeu.” autoral · 2022 “No caso da Lava Jato , há bons argumentos de que protocolos do Estado de Direito foram violados.” autoral · 2022 “Um ex-presidente foi proibido por meio de uma decisão de um juiz do STF de assumir um cargo de ministro depois que o juiz da Lava Jato vazou ilegalmente uma gravação.” autoral · 2024 Banco Master (arbitrado): Lisboa defende a liquidação do Banco Master e trata como ruptura institucional a decisão do ministro do TCU e o sigilo decretado por ministro do STF, apontando os interesses do banco junto a autoridades, fundos de servidores e fundos investigados por crimes. Atribui o desastre a falhas de muitas mãos, questiona a supervisão do Banco Central e sustenta a responsabilidade solidária das corretoras que distribuíram os CDBs, sem pedir punição, prisão ou devolução de quem quer que seja. “Os tentáculos do Master devem ser imensos para tamanha mobilização, propostas de alteração da jurisprudência e ataques contra a liquidação de um banco em meio a tantas dificuldades.” autoral · 2026 “A decisão do ministro do TCU sobre o banco Master contraria a jurisprudência estabelecida pelo STF e do próprio TCU. Qual a razão para essa ruptura institucional surpreendente?” autoral · 2026 “A história que permitiu o desastre do Banco Master e de outras instituições foi obra de diversas mãos.” autoral · 2026 8 de janeiro: Lisboa classifica o 8 de janeiro de 2023 como o mais público de uma série de movimentos graves contra as instituições. Sustenta que esses movimentos devem enfrentar o rigor da lei. “A mais pública se deu em 8 de janeiro de 2023. Esses movimentos foram graves e devem enfrentar o rigor da lei.” autoral · 2024 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Lisboa afirma que o Brasil sofreu recentemente uma tentativa de golpe de Estado promovida por setores da extrema direita. Defende que a pena para os envolvidos não seja leve. “Alguns da extrema direita tentaram ultrapassar a fronteira e consumar um golpe de Estado recentemente. A pena não deveria ser leve .” autoral · 2025 “Tivemos, há poucos anos, uma tentativa de golpe.” autoral · 2025 |
| Roberto RodriguesEx-autoridade | 9 | 18 | · | 3 | — | · | 50 | · | — | ver leitura e citações ▾petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece apenas como nome numa lista de indicados ao conselho de administração da BRF, em texto cujo trecho sobre corrupção trata da prisão de Aldemir Bendine. “Completam a lista os ex-ministros Roberto Rodrigues e Luiz Fernando Furlan, este que esteve próximo de Abilio recentemente.” citado · 2018 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria sobre a Lava Jato nos textos. No único texto em que fala, ele trata de agronegócio e desmatamento, e a menção à Lava Jato é do ambientalista Fábio Feldmann, que pede uma Lava Jato ambiental. “Outro duelo interessante é o do ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues com o ambientalista Fábio Feldmann.” citado · 2018 “Já Feldmann cobra uma Lava Jato ambiental, articulando Polícia Federal, Ministério Público e Judiciário contra agressores do meio ambiente.” citado · 2018 fraude do INSS: Não há material sobre Roberto Rodrigues neste termo. Os três textos citam apenas homônimos de sobrenome (Andrei Rodrigues, Randolfe Rodrigues, Maria Rodrigues, Laio Dayan Rodrigues), sem relação com o ex-ministro da Agricultura. prisão de Bolsonaro: Não há material sobre Roberto Rodrigues neste termo. O nome dele não aparece em nenhum trecho do dossiê: todas as ocorrências são de homônimos de sobrenome, sobretudo Débora Rodrigues dos Santos, Andrei Rodrigues, Randolfe Rodrigues e Alexandre Ramagem Rodrigues. |
| Alexandre GarciaComentarista | 5 | 17 ● | 1 | 2 | não se manifesta | 4 | 48 ● | 2 | não se manifesta | Lava Jato: critica a força-tarefa de Curitiba e Moro, alinhado a Bolsonaro (antes atacou a Vaza Jato) · prisão de Bolsonaro: questiona o Judiciário e é apontado como difusor da inocência de Bolsonaro; não se pronuncia sobre a prisão ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os trechos tratam de máscaras/burcas e do uso político do Twitter pelo MPF, sem qualquer referência dele ao mensalão. Lava Jato: Em 2019 Garcia atacou os jornalistas do Intercept que publicaram a Vaza Jato; em 2020, após o rompimento entre Bolsonaro e Moro, passou a usar as mesmas revelações para criticar a força-tarefa de Curitiba e aderiu à tese do 'Moro traidor'. Não fala em punição. “Na semana passada, por exemplo, o bolsonarista Alexandre Garcia usou as revelações da Vaza Jato para criticar a turma de Curitiba.” citado · 2020 “Quando o Intercept Brasil publicou as denúncias, Garcia estava entre os que atacaram os jornalistas.” citado · 2020 “Enquanto isso, tentam vender a tese do “Moro traidor”. O bolsonarista Alexandre Garcia postou que “a facada do Adélio foi pela frente”.” citado · 2020 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto menciona Garcia como entrevistador de Michelle Bolsonaro sobre brigas de família, sem referência ao Banco Master. fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos são homônimos (leitor Sidmar Garcia e deputado Diego Garcia) e não mencionam Alexandre Garcia. 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os trechos tratam da notícia falsa dele sobre as enchentes no Sul e de sua condição de colunista, sem nenhuma referência ao 8 de janeiro. prisão de Bolsonaro (arbitrado): A única fala própria registrada no dossiê é um vídeo em que ele levanta a hipótese de um passaporte especial de Trump para Bolsonaro e questiona qual seria a reação do Judiciário brasileiro. Nos demais textos, a Folha o caracteriza como difusor da narrativa de heroísmo e inocência de Bolsonaro e como tradutor das mensagens da direita, sem citar palavra dele sobre a prisão ou a condenação. “o jornalista Alexandre Garcia levanta a possibilidade de Bolsonaro receber um passaporte especial de Donald Trump para a cerimônia de posse e questiona qual seria a reação do Judiciário brasileiro” citado · 2024 “Essa linha argumentativa traz diversas variações nas redes sociais, e entre seus principais difusores está o jornalista Alexandre Garcia, cujos vídeos circulam nos grupos públicos de WhatsApp.” citado · 2024 “Para públicos mais amplos, o jornalista Alexandre Garcia cumpre papel de tradutor das mensagens da direita em vídeos curtos, facilmente compartilhados em grupos de WhatsApp.” citado · 2025 golpe (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A coluna Encaminhado com Frequência o descreve como um dos principais difusores da narrativa de heroísmo e inocência de Bolsonaro após o indiciamento pela trama golpista, e o segundo texto apenas lista o nome do programa dele numa portaria da Jovem Pan. “Essa linha argumentativa traz diversas variações nas redes sociais, e entre seus principais difusores está o jornalista Alexandre Garcia, cujos vídeos circulam nos grupos públicos de WhatsApp.” citado · 2024 “A portaria que instaurou o inquérito citou especialmente os programas "Jovem Pan News", "Jovem Pan 3 em 1", "Morning Show", "Pingos nos Is" e "Alexandre Garcia".” citado · 2023 |
| Eduardo MoreiraCriador digital | 1 | 64 ● | 1 | 1 | contra punição | · | 11 | · | — | Lava Jato: critica a Lava Jato: diz que Lula foi alvo de condenação injusta ver leitura e citações ▾Lava Jato: Eduardo Moreira afirma que Lula foi tratado com muita violência e sofreu uma condenação injusta, ou seja, rejeita o resultado penal da Lava Jato. Quanto a Sergio Moro, marca divergência total de projeto de país, mas não o veta no movimento Somos 70%, cujo critério é apenas ser contra o governo Bolsonaro. “o ex-presidente Lula —que criticou o elitismo desses movimentos— foi tratado com muita violência nos últimos anos, tendo sido alvo de uma condenação injusta” citado · 2020 “Sergio Moro, penso absolutamente diferente de você em relação a caminhos para o país'. E é isso aí. Estamos os dois contra o governo” citado · 2020 Banco Master (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê é uma nota do Painel da Folha que registra que ele idealizou um documentário do ICL sobre o caso e participaria de debate ao vivo, sem qualquer fala atribuída a ele. “O documentário, idealizado pelo fundador do instituto, Eduardo Moreira, traz uma linha do tempo do caso, mostrando os avanços das investigações conduzidas pela Polícia Federal” citado · 2026 “O documentário será transmitido no portal do ICL através deste link , acompanhado de debate ao vivo com Eduardo Moreira, a economista Deborah Magagna e jornalistas.” citado · 2026 fraude do INSS: O único texto do dossiê não menciona Eduardo Moreira: os trechos trazem o homônimo advogado Alberto Moreira, da defesa do Careca do INSS. Não há posição própria dele sobre a fraude do INSS nos textos. prisão de Bolsonaro: A única menção real a Eduardo Moreira é uma participação especial em peça de teatro, na coluna de Mônica Bergamo; os demais trechos são homônimos de sobrenome Moreira. Nenhum texto traz posição dele sobre a prisão ou a condenação de Jair Bolsonaro. “O economista Eduardo Moreira e o médico e colunista da Folha Drauzio Varella fizeram participações especiais no espetáculo.” citado · 2025 |
| Laura CarvalhoAcadêmico | 7 | 52 ● | · | 2 | não se manifesta | · | 13 | · | — | Lava Jato: trata a operação como choque econômico que aprofundou a recessão e endossa a crítica de que ela não levou honestos ao poder ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Laura Carvalho aparece apenas como referência econômica do PSOL, participante de debate sobre livro de André Singer e ex-colunista lamentada por leitores; a menção ao mensalão vem de um leitor, em outra carta. petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto a cita como referência econômica do PSOL numa matéria sobre Paulo Guedes. Lava Jato: Laura Carvalho trata a Lava Jato sobretudo como choque econômico de curto prazo que ajudou a aprofundar a recessão de 2015-2016 e a crise do Rio de Janeiro, e cobra que diagnósticos como os de Meirelles e Krugman incluam esse efeito. Em 2019 endossa a constatação de Celso Rocha de Barros de que a operação não levou honestos ao poder, e sim malandros insignificantes demais para serem pegos primeiro. “Celso Rocha de Barros encerrou sua coluna nesta Folha na segunda-feira (21) com a triste constatação de que “a Lava Jato , até agora, não levou ao poder os honestos.” autoral · 2019 “O cenário externo desfavorável e os efeitos econômicos da Operação Lava Jato nem sequer entram no roteiro.” autoral · 2018 “a economia brasileira também sofreu alguns choques internos no período: a crise hídrico-energética de 2013-2015 e os impactos de curto prazo da Lava Jato .” autoral · 2018 fraude do INSS: Sem material: nenhum dos dois textos cita Laura Carvalho; o sobrenome nos trechos é do ministro da CGU, Vinicius de Carvalho. Nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Sem material: nenhum dos dez textos cita Laura Carvalho; os trechos trazem homônimos (Marco Aurélio de Carvalho, Carolina Carvalho de Oliveira, Olavo de Carvalho, Sheila de Carvalho, entre outros) ou a repórter Laura Intrieri. Nenhuma posição própria nos textos. |
| Tony VolponEx-autoridade | 6 | 5 ● | 1 ● | · | não se manifesta | 48 | 1 | 5 | — | Lava Jato: cita a Lava Jato apenas como contexto de análise política, sem avaliá-la · Banco Master: defende a decisão do Banco Central e critica a interferência do TCU na liquidação ver leitura e citações ▾Lava Jato: Em relatório do UBS citado pela Folha, Volpon avalia que o impeachment de Bolsonaro era improvável após a saída de Moro e trata a Lava Jato só como credencial do ex-juiz e razão da rejeição da esquerda a ele. Não emite juízo sobre a operação, seus métodos ou seus resultados. “Para os economistas Tony Volpon e Fabio Ramos do banco suíço UBS, o impeachment é improvável no momento.” citado · 2020 “que investigou muitos membros do Partido dos Trabalhadores quando era juiz da Lava Jato” citado · 2020 Banco Master: Volpon sustenta que reverter a liquidação do Banco Master colocaria o Banco Central em xeque e questiona que qualquer decisão da autoridade monetária passe a ser alvo de inquérito. Ele não trata de punição a envolvidos no caso. “Para o economista Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, se houver algum tipo de reversão da liquidação, o BC estará em xeque.” citado · 2026 “Toda e qualquer decisão do BC pode sofrer esse tipo de inquérito? Venda de reserva, decisão de subir juros? Onde isso para, quais as regras do jogo?” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Míriam LeitãoJornalista-comentarista | 16 | 32 | 5 | 1 | — | 6 | 3 | 2 | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nenhum trecho fala do mensalão; ela aparece como entrevistadora, vítima de ataques e, em texto de terceiro, descrita como 'outrora tão crítica ao PT e a Lula'. “Miriam Leitão, outrora tão crítica ao PT e a Lula, evidenciava claramente seu alívio com a troca de presidentes.” citado · 2023 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto a menciona como alvo de violência verbal de militantes petistas em 2017. “se a questão é o assédio a jornalistas, militantes petistas têm o que contar, como a violência verbal sofrida por Míriam Leitão em 2017” citado · 2022 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os 14 textos a mencionam como entrevistadora (Toffoli, Lira e Pacheco, Armínio e Mantega), como vítima de tortura debochada por Bolsonaro, ou em cartas de leitores; a coluna de Conrado Hübner Mendes diz apenas que ela criticou a 'esfinge lava-jatista', sem dizer o quê. “Criticado por Miriam Leitão, alegou que "essa senhora parece ter um fetiche comigo".” citado · 2023 “Na bem-feita entrevista a Miriam Leitão (GloboNews), quando deu aquelas e outras não respostas, o próprio Dias Toffoli expôs a beira de precipício em que o Supremo está.” citado · 2019 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ela aparece como entrevistadora de Haddad, Durigan e Tebet na GloboNews e como colunista de O Globo que revelou o inquérito da PF sobre o BRB/Fictor, sem que os trechos tragam avaliação dela sobre o caso Master. “As informações foram reveladas pela colunista Míriam Leitão , do jornal O Globo, e confirmadas pela Folha.” citado · 2026 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é o Painel do Leitor com cartas elogiando sua eleição para a ABL, sem relação com a fraude do INSS. “Míriam é a jornalista mais brilhante da imprensa brasileira hoje. Tem o talento de irritar esquerda e direita apenas dizendo a verdade, com seu estilo polido e brando.” citado · 2025 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os cinco textos a mencionam como jornalista torturada na ditadura, como anfitriã de programa da GloboNews ou como convidada de lançamento de livro; nenhum traz fala dela sobre o 8 de janeiro. “Errou com Aldo Arantes [ex-deputado e militante da Ação Popular], errou com Miriam Leitão [jornalista torturada na ditadura], errou com o meu cunhado, absolvido depois de morto.” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ela é a entrevistadora de Alckmin quando ele fala em golpe e evita defender a prisão de Bolsonaro; a posição registrada é a dele, não a dela. “"Não tenho dúvida, estava em marcha um golpe de Estado", disse em entrevista à jornalista Miriam Leitão, na GloboNews, ao ser questionado sobre Jair Bolsonaro (PL).” citado · 2023 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O uso de 'golpe' é de Alckmin, entrevistado por ela, sobre a trama atribuída a Bolsonaro; o outro texto é nota social de lançamento de livro. “"Não tenho dúvida, estava em marcha um golpe de Estado", disse em entrevista à jornalista Miriam Leitão, na GloboNews, ao ser questionado sobre Jair Bolsonaro (PL).” citado · 2023 |
| Márcio PochmannAutoridade | 46 | 16 | 2 | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto o lista como um dos economistas à frente do programa do PT em 2018, e os trechos nem contêm o termo. “Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp), Marcio Pochmann (ex-Ipea) e Nelson Barbosa (ex-ministro da Fazenda) estão à frente das discussões do programa petista” citado · 2018 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. É o mesmo texto de 2018 que o lista como formulador do programa do PT, sem qualquer fala sua sobre o petrolão. “Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp), Marcio Pochmann (ex-Ipea) e Nelson Barbosa (ex-ministro da Fazenda) estão à frente das discussões do programa petista” citado · 2018 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Pochmann tem falas atribuídas em dois textos (gasto público e tributação em 2017; elogio a Ivone Silva em 2023), mas nenhuma sobre a Lava Jato, cujas menções recaem sobre Okamotto e Ivone Silva. “Ela herdou o posto de Marcio Pochmann , que saiu por causa de um convite do próprio Lula, que o escolheu para a presidência do IBGE” citado · 2023 “Okamotto respondia pelo Instituto Lula na fase em que se tornou alvo da Operação Lava Jato .” citado · 2023 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como presidente do IBGE consultado por um ministro sobre a jornada 6x1 e como palestrante de um curso do PT em que o ex-economista-chefe do Master também deu aula. “Outros palestrantes incluíam nomes ligados ao desenvolvimentismo como Elias Jabbour, Ricardo Antunes e o atual presidente do IBGE, Márcio Pochmann.” citado · 2026 “Tem número para todos os gostos. Conversei com o Márcio Pochmann, presidente do IBGE. Vamos chamar os empresários para trabalhar junto.” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O texto é sobre o discurso de Simone Tebet contra Bolsonaro, feito na cerimônia de posse de Pochmann no IBGE; ele aparece apenas como o empossado. “A declaração, ou desabafo, como ela chamou, ocorreu no início de seu discurso na cerimônia de posse do economista Márcio Pochmann na presidência do IBGE.” citado · 2023 |
| Pérsio AridaEx-autoridade | 6 | 50 | 2 ● | · | não se manifesta | · | 2 | 2 | — | Banco Master: trata como escândalo grave e inédito, com dimensão criminal, e valoriza o fato de o país estar enfrentando o caso ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê apenas registra que Alckmin o nomeou coordenador do programa econômico, sem qualquer fala sobre o mensalão. petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos ele aparece em listas de economistas que apoiaram Lula em 2022 e como coordenador de programa de Alckmin, sem falar do petrolão. Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A Lava Jato aparece apenas como contexto biográfico — Arida assumiu o comando do BTG Pactual quando André Esteves foi preso em 2015 — sem nenhuma avaliação dele sobre a operação. “Quando Esteves foi preso, em 2015, na esteira da Operação Lava Jato, Arida assumiu a presidência do BTG Pactual.” citado · 2018 Banco Master: Arida classifica o escândalo do Master como um caso sem precedentes que reúne uma dimensão criminal, uma institucional e uma "político/criminal". Ele faz leitura positiva do enfrentamento do problema pelo país, creditando peso à opinião pública e à imprensa, mas não fala em punição. “o economista Persio Arida disse que o escândalo do Master envolve ao menos três dimensões: a criminal, aspectos institucionais e um elemento que chamou de "político/criminal". "É um caso sem precedentes, tudo é inédito."” citado · 2026 “Arida faz uma leitura positiva pelo fato de o país estar enfrentando o problema . "O Brasil chegou à beira do precipício e não pulou", disse” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção é a atribuição a ele do termo "mitômano" para Paulo Guedes, dentro de uma coluna sobre golpismo bolsonarista, sem qualquer fala sobre prisão ou condenação de Bolsonaro. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. No único texto com trechos ele é mencionado por um empresário como referência de planejamento econômico estudada por Alckmin, sem nenhuma fala sobre golpe. |
| Marcos CintraEx-autoridade | 12 | 32 ● | 1 ● | · | não se manifesta | 2 | 2 | 4 ● | contra punição | Lava Jato: defende a Receita e suas investigações; contesta a suspensão das apurações pelo STF; não se pronuncia sobre a Lava Jato em si · Banco Master: questiona os pagamentos, diz que os valores pagos pelo Master por compliance são irreais · golpe: relativiza o golpismo no grupo de empresários e reclama dos pedidos de investigação ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece apenas como vice de Soraya Thronicke em 2022 e como economista que planejava apresentar um plano a Moro. “Soraya Vieira Thronicke (União Brasil) , 49, disputa a Presidência pela primeira vez com o ex-secretário da Receita Federal, o economista Marcos Cintra, do mesmo partido, como vice.” citado · 2022 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é a íntegra do debate presidencial de 2022, em que ele é mencionado pela candidata como seu vice. “Quero agradecer ao meu vice-presidente, Marcos Cintra, um homem de exatas, e eu de humanas, o perfeito equilíbrio para que a gente consiga levar esse país adiante.” citado · 2022 Lava Jato: Como secretário da Receita, Cintra defendeu a lisura e a atuação investigativa do órgão sob crítica e contestou a suspensão das apurações determinada pelo STF, dizendo que suspeitas de desvio devem ser apuradas sem paralisar a Receita. Sobre a Lava Jato ele próprio não se manifesta nos textos; a ligação com a operação aparece em fala de terceiros, como a coluna que atribui sua demissão à disputa com o núcleo lavajatista dentro do fisco. “A Receita está passando por um feroz escrutínio público. Confio que será uma oportunidade para mostrar que age com lisura, impessoalidade e muito patriotismo” citado · 2019 “Estou surpreso com as suspeitas lançadas contra a RFB, instituição que sempre buscou lisura e impessoalidade em suas ações” citado · 2020 “O secretário especial da Receita, Marcos Cintra, tem afirmado que não vê a instituição com a mesma severidade do ministro do STF.” citado · 2019 Banco Master: Cintra afirma que os valores pagos pelo Banco Master ao escritório da mulher de Alexandre de Moraes por serviços de compliance são irreais, porque compliance é atividade rotineira de acompanhamento e não exige grande trabalho de pesquisa. Ele não trata de punição ou responsabilização. “Ele argumenta que os valores tornados públicos são irreais. "O compliance hoje é uma atividade rotineira, fundamentalmente de acompanhamento, e que não exige um grande trabalho de pesquisa"” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como um dos alvos do bloqueio judicial de contas e grupos de mensagens após o segundo turno de 2022, sem nenhuma fala sua sobre os atos de 8 de janeiro. “entre os alvos estavam a deputada Carla Zambelli (PL-SP) , o então deputado federal eleito Gustavo Gayer (PL-GO) e o economista Marcos Cintra (União Brasil-SP)” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Num deles é apenas anunciado como futuro secretário da Fazenda de Pablo Marçal, e no outro quem fala é o advogado Paulo Cintra, outra pessoa. “Marcos Cintra, anunciado como secretário da Fazenda caso o candidato vença a eleição.” citado · 2024 golpe: Cintra minimizou as mensagens golpistas do grupo de WhatsApp de empresários do qual participava, dizendo que o grupo serve para jogar conversa fora e que o comentário sobre preferir golpe a Lula não teve sequência. Ele reclamou da repercussão e dos pedidos de investigação no STF. “Membro do grupo de WhatsApp, disse que ele serve para "jogar conversa fora".” citado · 2022 “Parece que alguém entrou nesse comentário de que preferia ter golpe a Lula ou ao PT. Mas acabou, e ninguém comentou mais nada.” citado · 2022 “Cintra reclamou da proporção que a coisa tomou, com pedidos de investigação no STF. "Que sociedade é essa em que estamos vivendo?"” citado · 2022 |
| Caio MegaleMercado | 5 | 9 | 4 | · | — | 20 | 9 | 4 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Mais uma mudança no secretariado do prefeito Bruno Covas: Caio Megale deixa a secretaria da Fazenda. Philippe Duchateau assume em seu lugar.” citado · 2018 “"Há mais gente endividada e querendo limpar o nome, mas com menos dinheiro para pagar à vista", diz Caio Megale, secretário da Fazenda.” citado · 2017 |
| Ilan GoldfajnEx-autoridade | · | 42 | 7 | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é uma entrevista de Paulo Guedes em 2018 em que Goldfajn aparece como presidente do BC cuja permanência no cargo estava em aberto. “Guedes afirmou que o Banco Central sob Bolsonaro será independente, mas não cravou se o atual presidente Ilan Goldfajn fica no cargo” citado · 2018 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Goldfajn aparece como presidente do BC, como indicado ao BID e como referência em falas de terceiros, e nenhum trecho traz manifestação dele sobre a Lava Jato. “Desde a Lava Jato, temos visto uma série de investigações e condenações de empresários que compraram políticos para ter algum benefício.” citado · 2025 “Os dois peemedebistas, no entanto, tentaram antecipar a sessão de questionamentos com base em uma decisão de plenário tomada em 2016, quando antecipou-se a sabatina na CAE” citado · 2017 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Goldfajn aparece como o presidente do BC sob quem a compra de banco por Vorcaro foi rejeitada em 2019 e que assinou, em 2018, o despacho sobre sigilo dos documentos de liquidação. “na gestão de Roberto Campos Neto , oito meses após o BC ter rejeitado a mesma operação, sob a presidência de Ilan Goldfajn.” citado · 2026 “Um despacho de janeiro de 2018, assinado pelo então presidente do BC Ilan Goldfajn, orienta que os votos da diretoria colegiada e os materiais que subsidiam decisões” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é a cobertura de Davos em janeiro de 2023, que o lista como presidente do BID entre os participantes. “À frente de organismos multilaterais, Ilan Goldfajn (Banco Internacional de Desenvolvimento) e Marcos Troyjo (Novo Banco de Desenvolvimento, o "banco dos Brics"), também estarão no encontro.” citado · 2023 |
| Luiz Gonzaga BelluzzoAcadêmico | 14 | 32 | 3 | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA (PT) Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp), Marcio Pochmann (ex-Ipea) e Nelson Barbosa (ex-ministro da Fazenda) estão à frente das discussões do programa petista” citado · 2018 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA (PT) Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp), Marcio Pochmann (ex-Ipea) e Nelson Barbosa (ex-ministro da Fazenda) estão à frente das discussões do programa petista” citado · 2018 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Paulo Nogueira Batista Jr . lança o livro “ O Brasil Não Cabe no Quintal de Ninguém ”, com debate com Luiz Gonzaga Belluzzo e José Márcio Rego .” citado · 2019 “Estudo da professora Lena Lavinas, citado em artigo de Luiz Gonzaga Belluzzo na revista "Carta Capital" nº 832 evidencia” citado · 2015 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Ao saber do acordo, Belluzzo disse que não havia assinado o contrato e pediu investigação interna.” citado · 2026 “o então presidente do clube Luiz Gonzaga Belluzzo pediu que o órgão apurasse um contrato segundo o qual Mansur receberia valores mensais para prestar consultoria às obras” citado · 2026 “Interlocutor do presidente Lula, Luiz Gonzaga Belluzzo vê o indicado à presidência do BC como uma pessoa que não dispõe de um "arcabouço fechado" e alguém "pouco dogmático".” citado · 2024 |
| Sergio ValeMercado | 3 | 8 | 5 | · | — | · | 32 | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Nos cinco textos Sergio Vale é ouvido apenas sobre desajuste fiscal, juros, dívida pública e saída de dólares. Não há nenhuma manifestação dele sobre o caso Banco Master. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Esther DweckAutoridade | 4 | 12 | 3 | 2 | — | 20 | 2 | 4 | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Aparece falando de política industrial (2022) e em lista de ministros no aniversário de José Dirceu (2025), sem qualquer fala sobre o mensalão. Lava Jato: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Suas falas atribuídas tratam de Angra 3, decretos sobre estatais e política industrial; a Lava Jato aparece apenas como contexto histórico da obra de Angra 3, escrito pelo repórter. Banco Master: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. O único vínculo é administrativo: a Folha registra que ela autorizou vagas de concurso para o BC, e o próprio jornal enquadra o reforço no contexto da crise do Master, sem fala dela sobre o caso. fraude do INSS: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como ministra à qual a Dataprev está vinculada, em coluna de Rômulo Saraiva que argumenta pela responsabilização da estatal; a tese é do colunista, não dela. 8 de janeiro: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Há falas atribuídas a ela sobre reajuste de servidores, interinidade nos Direitos Humanos e periodicidade do concurso nacional, mas nenhuma sobre os atos de 8 de janeiro. prisão de Bolsonaro: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Aparece em lista de presença numa festa de Dirceu e defendendo, com Luiz Marinho, a política de valorização retomada pelo governo; nada sobre a prisão ou condenação de Bolsonaro. golpe: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Aparece em palanques e cerimônias com Lula e num entrave com Camilo Santana sobre a Carteira Nacional Docente; a própria Folha registra que ministros, ela incluída, mantiveram silêncio sobre a denúncia contra Bolsonaro. |
| Guilherme BarrosJornalista-comentarista | 3 | 1 | · | · | — | 1 | 42 | · | — | ver leitura e citações ▾8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Guilherme Barros, CEO da GBR Comunicação” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Ailton Barros (major expulso do Exército): 13 anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado” citado · 2025 |
| Marcos MendesAcadêmico | 6 ● | 17 ● | 2 ● | · | pede punição | 3 ● | 18 | · | não se manifesta | mensalão: usa como exemplo de corrupção do PT e de deterioração fiscal · petrolão: trata o petrolão como escândalo do passado, quando havia consequências, para contrastar com a normalização atual · Lava Jato: defende a operação e condena seu desmonte · Banco Master: condena e cobra uso da lei penal e do impeachment · 8 de janeiro: condena os atos e chama de golpismo ver leitura e citações ▾mensalão: Marcos Mendes trata o mensalão como esquema de compra de apoio político comandado pelo PT quando no poder, equivalente ao atual uso das emendas parlamentares. Sustenta que o escândalo levou o governo Lula a abrir os cofres em 2005 para se manter no poder, com custo fiscal duradouro. “Sabemos que, no poder, comandou esquema similar ao das emendas, através do mensalão” autoral · 2021 “Já vivemos essa experiência quando, em 2005, acossado pelo mensalão, o governo Lula abriu os cofres para se manter no poder.” autoral · 2021 petrolão (arbitrado): Mendes cita o petrolão numa lista de grandes escândalos do passado — ao lado dos anões do orçamento e dos sanguessugas — que geravam cassação e impeachment. O alvo da sua queixa é o presente, em que a compra de apoio político 'virou normal', sintoma de democracia corroída; ele não pede punição no caso do petrolão. “No passado, era escândalo, assim como o foram os casos dos anões do orçamento, dos sanguessuga e do petrolão. Havia consequências: cassação, impeachment. Agora virou normal.” autoral · 2021 Lava Jato: Mendes defende a Lava Jato e condena seu desmonte, que segundo ele jogou fora provas explícitas de crime e "descondenou" políticos. Rejeita a narrativa de que a recessão iniciada em 2014 teria sido causada por excessos da operação e critica o movimento para reescrever a história negando a existência dos crimes. “Vários de seus políticos foram "descondenados" pelo desmonte da Operação Lava Jato que, a título de corrigir falhas processuais, jogou fora provas explícitas de crime.” autoral · 2026 “A soltura e a reabilitação política dos presos por corrupção desencadearam movimento para reescrever a história, negando a existência dos crimes.” autoral · 2021 Banco Master: Mendes afirma que o Banco Central identificou ilícitos diversos no Banco Master e acusa ministros do TCU e do STF de atuarem em favor do réu, além de apontar duas tentativas no Legislativo de beneficiar o banco. Defende que a legislação penal e de impeachment já existente seja usada contra esses casos e indícios. “No caso do banco Master , em que ilícitos diversos foram identificados pelo Banco Central, vemos um ministro do TCU exorbitando de suas prerrogativas” autoral · 2026 “No Legislativo, já vimos duas tentativas de aprovar projetos de lei para também beneficiar o Master” autoral · 2026 “A legislação penal e de impeachment, já existentes, deveriam ser usadas para lidar com os graves casos e indícios.” citado · 2026 8 de janeiro: Mendes chama os atos de 8 de janeiro de golpismo que invadiu palácios e registra a rejeição maciça ao vandalismo. Critica Lula por não ter aproveitado o episódio para reduzir a polarização e formar um governo de coalizão moderado na economia, optando por aprofundar o conflito. “O golpismo que invadiu palácios no dia 8 de janeiro deu a Lula a chance de reduzir a polarização política pós-eleição de 2022.” autoral · 2023 “A rejeição maciça ao vandalismo foi a deixa para que ele reunisse as forças democráticas e desse início a um governo de coalizão” autoral · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Luiz Carlos Bresser-PereiraAcadêmico | 20 | 25 ● | · | · | contra punição | · | · | 1 | — | Lava Jato: defende a libertação de Lula; não avalia a Lava Jato em texto próprio ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato (arbitrado): Bresser-Pereira defende a libertação de Lula: assina a carta de personalidades enviada a Toffoli sobre a prisão do ex-presidente e, na coluna de dezembro de 2019 na Folha, sustenta que Lula é o líder capaz de devolver o país à normalidade. Nenhuma frase dele no dossiê avalia a Lava Jato em si. “Lula é o líder capaz de devolver o país à normalidade” citado · 2019 “Luiz Carlos Bresser-Pereira, economista Maria da Conceição Tavares, economista Maria Victoria Benevides, socióloga Marilena Chauí, filósofa” citado · 2019 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Rodrigo ConstantinoComentarista | 3 | 17 | 1 | · | — | 10 | 4 | 9 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A Lava Jato aparece apenas como descrição de Deltan Dallagnol, listado ao lado dele na audiência de Washington em 2024. “o ex-comentarista da Jovem Pan Rodrigo Constantino e o deputado federal cassado e ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol” citado · 2024 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é sobre a escolha do vice de Flávio Bolsonaro e os trechos não mencionam o Banco Master. “Posteriormente, disse ainda em postagem para o influenciador Rodrigo Constantino: "Quero ver Flávio Bolsonaro presidente, alguém querer fazer o impeachment dele para entrar a Julia Zanatta.” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala dele no dossiê é sobre Alexandre de Moraes e a audiência nos EUA, não sobre os atos de 8 de janeiro. “afirmou que temos um ‘operador totalitário’ no comando da justiça, o mundo foi capaz de conhecer a verdade que nossa velha imprensa tenta esconder” citado · 2024 “Adotam discurso semelhante na plataforma outros comunicadores bolsonaristas banidos nas redes, como Paulo Figueiredo, Guilherme Fiuza e Rodrigo Constantino” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como alvo de ordem de Moraes ao Rumble e como brasileiro residente nos EUA listado na articulação de Eduardo Bolsonaro. “ele deu uma nova ordem ao Rumble determinando a remoção de uma conta ligada ao apresentador Rodrigo Constantino, que é cidadão americano.” citado · 2025 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria sobre golpe nos textos. O único material atribuído a ele é de outubro de 2022: publicou imagens da apuração e mencionou um "algoritmo" sem explicar, em texto da Folha sobre a reação bolsonarista à derrota com "fraude nas urnas" e apelo por golpe militar. “O comentarista Rodrigo Constantino e o empresário Bernardo Kuster também publicaram imagens da apuração do primeiro e do segundo turno e mencionaram o "algoritmo", sem dar mais explicações.” citado · 2022 “as discussões promovidas tinham críticas ao STF e embates contra o comunismo em artigos escritos por Deltan Dallagnol , Rodrigo Constantino e generais” citado · 2024 |
| Alexandre BorgesComentarista | 3 | 3 | · | · | — | · | 36 | 2 | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê trata de "Alexandre Borges Cabral", ex-presidente do Banco do Nordeste, homônimo do comentarista. Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria sobre a Lava Jato nos textos. A única aparição do comentarista (diretor do Instituto Liberal) é uma fala sobre agências de checagem de notícias, sem relação com a operação. “O diretor do Instituto Liberal, Alexandre Borges, disse, em publicação no Facebook, que "fake checkers de esquerda [foram] oficialmente alistados para censurar notícias.” citado · 2018 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os 21 textos citam outros Borges (Ademar, André, Allisson, Joel, Eli, Bianca, Rafael, Izabella, Maria, Ana), nenhum deles o comentarista Alexandre Borges. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos tratam do ator Alexandre Borges, em notas sobre teatro e sobre a novela "O Marajá", sem qualquer fala sobre golpe. |
| Gustavo FrancoEx-autoridade | 11 | 23 ● | 2 | 1 | não se manifesta | · | 5 | 1 | — | Lava Jato: cita a Lava Jato como clima da época, sem julgá-la ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê o menciona como economista que assessora João Amoêdo, sem qualquer fala dele sobre o mensalão. “O candidato do pequeno partido conta com a ajuda do ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco” citado · 2018 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O dossiê traz o mesmo texto de 2018 sobre economistas dos presidenciáveis, em que ele aparece apenas como assessor de Amoêdo. “O candidato do pequeno partido conta com a ajuda do ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco” citado · 2018 Lava Jato: Em entrevista sobre o livro "Antologia da Maldade 2", Franco trata a Lava Jato apenas como o tema que dominava o país em 2015 e ao qual o subtítulo da primeira coletânea aludia. Não emite juízo sobre a operação, seus métodos ou seus alvos; nos demais sete textos ele é apenas mencionado (filiação ao Novo, PUC-Rio, palestras, juros de sua gestão no BC). “O subtítulo da primeira tinha uma alusão, não acidental, à Lava Jato, tema que dominava o país na ocasião.” citado · 2022 “Muitos deles, porém, podem seguir o exemplo de Gustavo Franco, tucano de carteirinha que se desfiliou e migrou para o Partido Novo.” citado · 2017 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Elio Gaspari o inclui na trinca Malan-Franco-Fraga que montou a supervisão do Banco Central, e o Painel S.A. recupera um episódio de 1997 em que o ex-controlador do Bamerindus o criticou. “Pedro Malan, Gustavo Franco e Armínio Fraga arrumaram o Banco Central e, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso , limparam boa parte do mercado.” citado · 2025 “Os sinais de alerta acenderam-se durante o mandato de Roberto Campos Neto, mas os mecanismos deixados pela trinca Malan-Franco-Fraga estavam desligados” citado · 2025 prisão de Bolsonaro: Sem material sobre Gustavo Franco. Os cinco textos do dossiê são falsos positivos do sobrenome: tratam de Marielle Franco, de Gustavo Bebianno e de um endereço na av. Afrânio de Melo Franco. golpe: Sem material sobre Gustavo Franco. O único texto é uma agenda de debates de lançamento de livro, cujo trecho casa apenas com o endereço av. Afrânio de Melo Franco. |
| Guilherme MelloAutoridade | 3 | 5 | 8 | · | — | · | 27 | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê é uma reportagem sobre o grupo de economistas do PT, em que Mello é citado como coordenador, sem qualquer menção sua ao mensalão. “"Não temos problema em dialogar com quem não é do nosso campo", diz Guilherme Mello , professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)” citado · 2022 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos tratam da coordenação do grupo de economistas do PT e da escolha de Mello para a equipe de transição de 2022, sem fala dele sobre a Lava Jato. “Com isso, Lula opta por uma divisão da área entre dois economistas com passagens pelo mercado e histórico liberal (Arida e Resende, embora as ideias do último tenham provocado reações entre colegas)” citado · 2022 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Mello aparece nos oito textos como o nome cogitado por Haddad para a diretoria do Banco Central em meio ao escândalo do Master, sempre descrito por terceiros (mercado, colunistas, auxiliares de Lula), sem fala sua sobre o caso. “O governo Lula (PT) pretende, com a possível indicação do economista Guilherme Mello, ter um emissário no Banco Central” citado · 2026 “Em meio às pressões em torno do escândalo do banco Master , o surgimento do nome do economista Guilherme Mello para uma vaga na diretoria do Banco Central está sendo recebido com desconfiança” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Quase todos os textos do dossiê tratam de outros "Mello" (Ricardo Mello Araújo, Jorginho Mello, Marco Aurélio Mello, Collor de Mello), e o único trecho que traz fala de Guilherme Mello é sobre política industrial, não sobre a condenação ou prisão de Bolsonaro. “"É uma ferramenta de planejamento que funcionou no passado, mesmo que houvesse críticas a projetos específicos", diz Guilherme Mello, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.” citado · 2024 |
| Alexandre SchwartsmanEx-autoridade | 4 | 24 ● | 1 ● | · | não se manifesta | · | 10 | 1 | — | Lava Jato: cita a Lava Jato apenas como fator de pressão sobre o governo, sem avaliar a operação · Banco Master: critica a atuação do TCU no caso e defende a competência exclusiva do Banco Central ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato: Em coluna de 2016, Schwartsman trata a Lava Jato como uma das pressões que levaram o governo a anunciar um pacote econômico desconexo. Não avalia a operação nem discute punição aos investigados. “premido pela fraqueza da atividade econômica, por um lado, e pela Lava Jato, por outro, o governo divulgou um conjunto pouco concatenado de propostas” autoral · 2016 Banco Master: Schwartsman afirma que o TCU age fora de sua competência ao inspecionar o caso Master e classifica as consequências como sérias e muito negativas. Sustenta que a fiscalização e liquidação de bancos cabe ao Banco Central e que uma decisão do STF a favor do TCU seria uma pá de cal na independência da autoridade monetária. “as consequências da atuação do TCU são "potencialmente sérias e muito negativas"” citado · 2026 “"A competência do Banco Central para lidar com esses assuntos é inequívoca, é um assunto profundamente técnico."” citado · 2026 “"Seria uma pá de cal na independência do Banco Central, que por lei é responsável pela fiscalização e liquidação de instituições financeiras no Brasil."” citado · 2026 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Fabio AraujoAutoridade | · | 1 | · | 7 | — | · | 31 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Adolfo SachsidaEx-autoridade | 2 | 18 | 1 | · | — | 2 | 9 ● | 6 | contra punição | prisão de Bolsonaro: contesta a prisão e defende anistia ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto (2018) o lista como economista do Ipea que conversa com o candidato Bolsonaro, e o trecho nem menciona o mensalão. “JAIR BOLSONARO (PSC) Além de Paulo Guedes, o economista Adolfo Sachsida, do Ipea, conversa com o candidato” citado · 2018 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. É o mesmo texto de 2018 do dossiê do mensalão: Sachsida aparece apenas como assessor econômico de Bolsonaro, sem qualquer fala sobre o petrolão. “JAIR BOLSONARO (PSC) Além de Paulo Guedes, o economista Adolfo Sachsida, do Ipea, conversa com o candidato” citado · 2018 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a Sachsida nos 12 textos tratam de Cbios e preço do diesel, térmicas atrasadas, consolidação fiscal, gastos na pandemia e crédito à infraestrutura; a Lava Jato só entra porque ele acompanhou Bolsonaro em 2022 ao posto de Brasília que originou a operação. “O chefe do Executivo estava acompanhado do ministro das Minas e Energia, Adolfo Sachsida, e não respondeu por que escolheu o local que se tornou símbolo da operação” citado · 2022 “Sachsida visitou um posto de gasolina em Brasília (DF), acompanhado do presidente Jair Bolsonaro (PL), para comemorar a redução nos preços dos combustíveis.” citado · 2022 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto (2026) o menciona como autor do "Plano Brasil" para a equipe de Flávio Bolsonaro, e o trecho não toca no caso Banco Master. “Já membros da equipe de Flávio vêm delineando estratégias de ajuste, como o chamado "Plano Brasil" formulado pelo economista Adolfo Sachsida” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como testemunha arrolada pela defesa de Anderson Torres no processo da trama golpista (2025) e numa lista de presentes a evento de Jordan Peterson (2024). “Foram chamados para depor também os ex-ministros Paulo Guedes ( Economia ), Celio Faria (Secretaria de Governo), Wagner Rosário (CGU) e Adolfo Sachsida (Minas e Energia)” citado · 2025 prisão de Bolsonaro: Sachsida contesta a prisão de Bolsonaro: segundo a Folha, em redes sociais ele demonstra indignação com a prisão, critica Alexandre de Moraes e defende anistia aos condenados por golpismo. Além disso, integra a defesa do ex-presidente no processo da trama golpista e consta entre os visitantes autorizados na prisão domiciliar. “demonstra indignação com a prisão do ex-presidente, contesta o governo Lula e defende a anistia aos condenados por golpismo.” citado · 2026 “Pelas redes sociais, Sachsida critica o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes” citado · 2026 “Em janeiro, Sachsida foi indicado para atuar diretamente na defesa do ex-presidente no processo da trama golpista” citado · 2026 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como testemunha de defesa arrolada por Anderson Torres (2025), na lista de visitantes de Bolsonaro e, em 2026, como integrante da defesa do ex-presidente no processo da trama golpista; procurado pela Folha, não quis se manifestar. “Em janeiro, Sachsida foi indicado para atuar diretamente na defesa do ex-presidente no processo da trama golpista” citado · 2026 “Foram chamados para depor também os ex-ministros Paulo Guedes ( Economia ), Celio Faria (Secretaria de Governo), Wagner Rosário (CGU) e Adolfo Sachsida (Minas e Energia)” citado · 2025 |
| Isaac SidneyInstituição | · | 14 | 16 ● | · | não se manifesta | 5 ● | 1 | 1 | não se manifesta | Banco Master: cobra rigor e integridade no setor e apoia novo marco regulatório; nega irregularidade no próprio empréstimo com o Master · 8 de janeiro: condena os atos e repudia a violência golpista ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos nove textos ele aparece como presidente da Febraban em listas de convidados e falando de juros e reforma tributária, nunca sobre a Lava Jato. Banco Master: Sidney usa o caso para exigir solidez, integridade e um novo marco regulatório bancário, e sustenta que o FGC não pode ser a primeira nem a última linha de defesa do sistema. Sobre o empréstimo de R$ 5,5 milhões que ele próprio tomou no Master, nega irregularidade e trata a revelação como retaliação às críticas da Febraban ao banco. “Sem mencionar diretamente o caso, o presidente da Febraban, Isaac Sidney, pediu rigor e ética no sistema financeiro. "O novo nome da competição saudável se chama solidez e integridade"” citado · 2025 “Para Sidney, o FGC é um "muro de contenção, de reforço", mas "não pode ser a primeira linha de defesa nem a última trincheira de proteção".” citado · 2026 “Em nota, Sidney afirma que a divulgação desta informação é uma forma de retaliação às críticas públicas ao Master e à atuação da Febraban, e negou irregularidade no empréstimo citado.” citado · 2026 8 de janeiro: Sidney assina a nota da Febraban que repudia com veemência as agressões ao patrimônio público e a violência contra as instituições do Estado Democrático de Direito. Ele reafirma depois a condenação da violência golpista de bolsonaristas em 8 de janeiro e o apoio dos bancos aos manifestos pela democracia. “"Com mais de meio século de existência, a Febraban, integrante da institucionalidade do país, repudia com veemência as agressões ao patrimônio público nacional e a violência contra as instituições"” citado · 2023 “citando o apoio aos manifestos pela democracia em 2022 e a condenação da violência golpista de bolsonaristas no dia 8 de janeiro” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto trata do ministro André Mendonça na Alemanha e menciona Sidney apenas como palestrante de um painel. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O termo golpe no texto se refere a um grupo de empresários pró-golpe no WhatsApp, assunto alheio a Sidney, que aparece apenas como presente em um evento do Grupo Esfera Brasil. |
| Alexandre Espirito SantoMercado | · | 3 ● | 2 | · | não se manifesta | · | 32 | · | — | Lava Jato: trata as delações como risco político para as reformas, sem avaliar a operação ver leitura e citações ▾Lava Jato: Ele lê as delações premiadas da Odebrecht como ruído político que ameaça o avanço das reformas fiscais e a continuidade do corte de juros. Não avalia a Lava Jato nem fala em punição. “"Mesmo com o imbróglio político, o mercado ainda está comprando a ideia de que as reformas fiscais vão avançar", diz Alexandre Espírito Santo, economista da Órama Investimentos.” citado · 2017 “"É possível que, com a deterioração do cenário político, as reformas sejam afetadas, o que poderá levar o BC a interromper o ciclo de afrouxamento monetário mais para frente."” citado · 2017 Banco Master: Nenhum trecho dos dois textos trata do Banco Master; ele é citado comentando a indicação de Galípolo ao BC e a expectativa de juros do Fed. Não há posição dele sobre o caso. prisão de Bolsonaro: Os 30 textos são falsos positivos: casaram com "Espírito Santo" como estado (mandados de prisão cumpridos no ES, senador do ES, professores da Ufes) e não com o economista. Não há nenhuma manifestação dele sobre a prisão ou condenação de Bolsonaro. |
| Julianna SofiaJornalista-comentarista | 6 ● | 21 ● | 1 | 1 | não se manifesta | 4 | 1 | 1 | — | mensalão: trata como processo histórico do STF, sem juízo sobre os condenados · Lava Jato: usa a operação como régua do combate à corrupção e critica o afrouxamento da leniência ver leitura e citações ▾mensalão (arbitrado): Julianna Sofia registra o mensalão como o "histórico processo" relatado por Joaquim Barbosa no STF, sem avaliar réus, condenações ou punição. Seu único juízo próprio sobre o relator é negativo — a gestão dele na corte foi "ruidosa", com ataques à advocacia, à imprensa e à magistratura —, enquanto o adjetivo "impolutos" aparece como descrição do imaginário do eleitor, não como avaliação dela. “comandara a alta corte em uma gestão ruidosa, com ataques à advocacia, à imprensa, e à própria magistratura, depois de ter relatado o histórico processo do mensalão.” autoral · 2018 “nomes impolutos como os de Joaquim Barbosa (nos idos do mensalão), Sergio Moro e Cármen Lúcia habitam o imaginário do eleitor brasileiro.” autoral · 2016 Lava Jato: Trata a Lava Jato como marco que reconfigurou a política brasileira e a usa como régua para apontar políticos sob suspeita, do centrão a Renan Calheiros e Aécio Neves. Critica a tentativa do Congresso de mudar as regras dos acordos de leniência das empresas citadas na operação. “Querem mudar também as regras dos acordos de leniência, que vêm sendo negociados por empresas citadas na Lava Jato” autoral · 2016 “De lá para cá, a Operação Lava Jato ganhou tração, uma presidente da República foi impichada, seu sucessor denunciado duas vezes por suspeitas de corrupção” autoral · 2018 “há uma semana, Bolsonaro impingiu ao ministro-herói Sergio Moro mesmo tipo de fritura, mas a reação contrária das redes à manobra do presidente garantiu blindagem ao ex-juiz da Lava Jato” autoral · 2020 8 de janeiro: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. |
| Helio BeltrãoInstituição | 7 ● | 22 ● | 1 | · | não se manifesta | 2 | 1 | 1 ● | não se manifesta | mensalão: usa como exemplo de corrupção sistêmica e valoriza o julgamento · petrolão: usa como exemplo de corrupção descontrolada no governo Dilma · Lava Jato: defende a Lava Jato e condena seu desmonte · golpe: relativiza a acusação de golpe e chama a carta pela democracia de eleitoreira ver leitura e citações ▾mensalão: Beltrão trata o mensalão como a etapa em que a governabilidade passou a ser comprada com dinheiro público nos governos Lula e Dilma, degradando a política brasileira. Ele credita ao julgamento de 2012 no STF a virada em que o brasileiro passou a fiscalizar o tribunal, o que chama de alforria mental. “Nos governos Lula e Dilma, o modus operandi migrou do republicanismo amoral para a governabilidade comprada com dinheiro público (mensalão), e finalmente a corrupção descontrolada ( petrolão ), respectivamente.” autoral · 2022 “Até o julgamento do mensalão em 2012, o brasileiro em geral não se ocupava em acompanhar ou fiscalizar as decisões do STF.” autoral · 2019 petrolão: Beltrão descreve o petrolão como o ponto de chegada de uma escalada, a corrupção descontrolada do governo Dilma, depois do mensalão e do republicanismo amoral do período FHC. Ele o usa como prova da degeneração do arranjo político brasileiro, sem discutir punições no material. “Nos governos Lula e Dilma, o modus operandi migrou do republicanismo amoral para a governabilidade comprada com dinheiro público (mensalão), e finalmente a corrupção descontrolada ( petrolão ), respectivamente.” autoral · 2022 Lava Jato (arbitrado): Beltrão trata a Lava Jato como um dos avanços mais notáveis do combate à corrupção e uma conquista que precisa ser vigiada continuamente, mesmo ressalvando eventuais abusos ao devido processo legal. Ele atribui o desmonte da operação a uma aliança entre centrão, PT e Bolsonaro e lamenta o recuo nas discussões sobre prisão em segunda instância e foro privilegiado, sem pedir punição de ninguém em concreto. “A luta contra a corrupção representada pela Lava Jato é uma conquista que precisamos vigiar continuamente.” autoral · 2020 “se tornou cúmplice fortuito do PT no desmonte da Lava Jato e de seu espírito investigativo.” autoral · 2020 “apesar da Lava Jato , um dos avanços mais notáveis na luta contra a corrupção.” autoral · 2021 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Outros 9 silenciaram: Helio Beltrão, presidente do conselho do instituto Mises;” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único registro o lista como participante previsto no lançamento de uma frente parlamentar bolsonarista pela anistia ao 8 de janeiro, sem qualquer fala dele. “está prevista a participação do advogado constitucionalista André Marsiglia, do cientista político Fernando Schüler e do presidente do Instituto Mises Brasil, Helio Beltrão, entre outros.” citado · 2024 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a ele no arquivo trata da polarização política, não da prisão ou condenação de Bolsonaro. “"A polarização é positiva, reflexo de que não há mais um pensamento hegemônico no Brasil como havia", diz o presidente do Instituto Mises Brasil, Helio Beltrão.” citado · 2023 golpe: Beltrão trata a acusação de golpe iminente contra Bolsonaro em 2022 como narrativa recorrente de opositores e sustenta que a carta pela democracia da USP tem conotação eleitoreira por mirar um alvo só. Ele afirma que a palavra golpe foi banalizada, passando a abarcar discursos hiperbólicos e especulações sobre o futuro, e diz que os signatários descartam a hipótese de que Bolsonaro desconfie de fato das urnas. “A palavra golpe, de tão abusada, perdeu muito do significado. Golpe passou a englobar não apenas atos contra a Constituição, mas discursos hiperbólicos, asneiras e até especulações sobre o futuro.” autoral · 2022 “É uma carta contra um alvo só, portanto com conotação eleitoreira, ainda que sutil.” autoral · 2022 |
| Andrea DamicoMercado | 5 | 11 | 1 | · | — | 13 | · | 2 | — | |
| Marcos TroyjoEx-autoridade | 3 | 27 ● | · | · | pede punição | 1 | · | · | — | Lava Jato: defende a Lava Jato como saneamento institucional e rejeita que ela tenha causado a recessão ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê é reportagem sobre a troca de comando no Banco dos Brics e não traz fala dele sobre o mensalão. Lava Jato: Troyjo defende a Lava Jato como vetor de fortalecimento institucional do Brasil e nega que a operação tenha provocado a recessão, atribuindo a crise aos males que ela combate. Endossa a prisão de Lula ao classificá-lo como "político preso", e não preso político, embora avalie que a corrupção sistêmica sobreviverá à operação. “Não foi a Operação que contribuiu para levar o Brasil à pior recessão de sua história, mas muitos dos males que ela combate.” autoral · 2018 “ninguém se convencerá, com base nas falácias de Lula, de que ele é um preso político, e não um “político preso”.” autoral · 2018 “O contrapeso vem da grande esperança com o aperfeiçoamento institucional –efeito multiplicador da Operação Lava Jato.” autoral · 2015 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção é a lista de participantes brasileiros do Fórum de Davos de 2023, na condição de presidente do banco dos Brics. |
| Fabio AlvesJornalista-comentarista | · | 0 | · | 1 | — | · | 30 | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Maílson da NóbregaEx-autoridade | 18 | 10 | · | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Marcelo KfouryAcadêmico | 6 | 1 | · | · | — | 15 | 2 | 4 | — | |
| Marcelo MedeirosAcadêmico | 3 | 7 | · | · | — | 1 | 15 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a ele nos textos tratam de desigualdade e Previdência, não da Lava Jato. “Em meio a questionamentos sobre possíveis soluções para a desigualdade, Marcelo Medeiros, do Ipea, é menos otimista em relação às alternativas atuais.” citado · 2019 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê traz apenas listas de compartilhamento e de episódios de podcast, sem qualquer fala dele. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Todos os trechos do dossiê são homônimos (Jane Medeiros, Sergio Ricardo Cavaliere de Medeiros, Raphael Câmara Medeiros Parente, José Medeiros, entre outros), não o pesquisador. |
| Josué Gomes da SilvaInstituição | 10 | 9 | 2 | · | — | 2 | 1 | 2 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a ele nesses textos tratam apenas de recusar a hipótese de ser vice de Lula e de sua candidatura à Fiesp, sem qualquer referência à Lava Jato. “Gomes da Silva, porém, descarta a possibilidade. “Até entendo a lembrança do meu nome por conta do meu pai. Mas sou candidato a presidente da chapa única” citado · 2021 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como ex-presidente da Fiesp em texto sobre o caso Master e como nome cogitado politicamente, sem falar do caso. “A bandeira do Brasil tinha desaparecido da fachada da entidade durante a última gestão, de Josué Gomes da Silva, e agora voltou com o retorno de Skaf” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Registra-se apenas sua presença, como presidente da Fiesp, na reunião de Lula com os comandantes das Forças Armadas em janeiro de 2023, sem fala dele sobre os atos. “Nesta sexta-feira, a reunião de Lula com os comandantes das Forças Armadas também teve a participação do presidente da Fiesp” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto trata da sucessão na Fiesp e o menciona como presidente próximo de Lula, sem qualquer manifestação sobre a prisão ou condenação de Bolsonaro. “O atual presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, é próximo de Lula e chegou a ser convidado a assumir o Mdic” citado · 2025 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos sobre golpe. A única expressão atribuída a ele, o "arrocho pornográfico" citado por Reinaldo Azevedo, refere-se aos juros e ao crédito, não a golpe de Estado. “é preciso que os atingidos pelo arrocho "pornográfico" (Josué Gomes da Silva) batam às portas certas: a do Congresso e a do BC” citado · 2023 |
| Affonso Celso PastoreEx-autoridade | 6 | 20 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Sócia da consultoria fundada pelo ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore, seu marido, Pinotti é a organizadora do recém-lançado “Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas”” citado · 2019 |
| William WaackJornalista-comentarista | 7 | 14 | 2 | · | — | 2 | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como apresentador da CNN Brasil, entrevistador de Sergio Moro, moderador de painéis e, num caso, como alvo de comentário sobre sua demissão da Globo. “A mesa foi dividida com a procuradora federal Thaméa Danelon, e a moderação foi feita pelo jornalista William Waack.” citado · 2022 “A reverência ao poder, já evidenciada na entrevista com o presidente Jair Bolsonaro na noite de apresentação , prosseguiu na estreia do Jornal da CNN, com a entrevista de Waack” citado · 2020 “O petista participou de sabatina da CNN Brasil na noite desta segunda-feira (12). A conversa foi conduzida pelo jornalista William Waack.” citado · 2022 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como entrevistador de André Esteves, fazendo perguntas sobre o escândalo do Master e o STF, sem que os trechos registrem avaliação sua. “apesar das provocações de seu entrevistador, William Waack, que perguntou sua opinião sobre o Tayayá Resort, no interior do Paraná, ligado ao ministro Dias Toffoli (STF)” citado · 2026 “William Waack, também com microfone aberto, fez um comentário racista antes de entrar no ar. Não foi exatamente uma gafe técnica. O microfone apenas amplificou uma voz interna.” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece apenas como mediador do debate em que Tarcísio e Caiado falaram de Bolsonaro e das manifestações com pedidos de anistia aos réus do 8 de janeiro. “Tarcísio e Caiado exaltaram Bolsonaro ao serem indagados sobre o tema pelo jornalista William Waack, mediador de um dos debates de um seminário promovido pelo grupo Esfera” citado · 2024 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ele apenas media a conversa em que provoca Tarcísio a se declarar bolsonarista, sem emitir juízo sobre golpe. “Tarcísio foi provocado pelo jornalista William Waack, que mediava a conversa, a dizer se era bolsonarista.” citado · 2024 |
| Gabriel UlysseaAcadêmico | 1 | 2 | · | · | — | 17 | 2 | 3 | — | |
| André Lara ResendeEx-autoridade | 11 | 11 | · | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Elena LandauEx-autoridade | 3 | 15 | · | · | — | 2 | 2 | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. |
| Marcio GarciaAcadêmico | 9 | 10 | · | · | — | · | 4 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Ricardo Paes de BarrosAcadêmico | 3 | 19 | · | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Paes de Barros foi um dos idealizadores do Bolsa Família, programa que, na opinião de Resende, deve ser mantido” citado · 2018 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Coordenadores econômicos: Eduardo Giannetti, André Lara Resende, Ricardo Paes de Barros, Marco Bonomo” citado · 2018 “(No início da sessão de fogos de artifício da caravana de Temer apareceu o nome do professor Ricardo Paes de Barros para coordenar a área social.” citado · 2016 “Entre os possíveis nomes da Rede cotados para a vaga de vice, ela mencionou Miro Teixeira, Eduardo Bandeira de Mello e Ricardo Paes de Barros.” citado · 2018 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Edmar BachaAcadêmico | 7 | 13 | · | · | — | · | 1 | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Mansueto AlmeidaEx-autoridade | 2 | 17 | · | · | — | · | 2 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “O economista Mansueto Almeida deverá ser o próximo secretário do Tesouro.” citado · 2016 “O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, anunciou que o governo não conseguirá zerar o déficit fiscal neste ano.” citado · 2019 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “o senador disse que Mansueto Almeida e Roberto Campos Neto, nomes especulados pela imprensa, são "excepcionais", mas que ainda não conversou com eles sobre a possibilidade.” citado · 2026 “Entre eles, estão Roberto Campos Neto , Mansueto Almeida , Gustavo Montezano, Daniella Marques e o próprio ex-ministro Paulo Guedes , "posto Ipiranga" do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).” citado · 2026 |
| Eduardo Giannetti da FonsecaAcadêmico | 5 | 15 ● | · | · | não se manifesta | · | · | · | — | Lava Jato: comenta o efeito eleitoral da operação sem avaliar a Lava Jato ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “A equipe econômica da ex-senadora tem ainda os economistas Eduardo Giannetti da Fonseca, Ricardo Paes de Barros, Marco Bonomo e Samir Cury.” citado · 2018 petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “MARINA SILVA (REDE) Apesar de ter havido um certo distanciamento recente, o economista Eduardo Giannetti da Fonseca (Insper) segue auxiliando a ex-senadora na área” citado · 2018 Lava Jato: Giannetti lê o cenário aberto pela Lava Jato como um ambiente em que o eleitorado buscará um candidato de fora do sistema político em 2018. Ele não avalia a operação nem trata de punição dos investigados. “"Acho que a surpresa virá. E há espaço aberto para aventuras, pois o eleitorado vai pedir alguém de fora do sistema político"” citado · 2017 |
| Marcelo NeriAcadêmico | 10 | 6 | 1 | · | — | 1 | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Ricardo ReisAcadêmico | 2 | 0 | · | · | — | · | 17 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Carlos Eduardo GonçalvesAcadêmico | · | 1 | · | 1 | — | · | 17 | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Marcos de VasconcellosJornalista-comentarista | · | 7 ● | 10 ● | · | não se manifesta | 1 | · | · | — | Lava Jato: trata a operação como marco factual que expôs corrupção e analisa seus efeitos sobre o mercado · Banco Master: condena o esquema e responsabiliza a falha dos fiscalizadores (auditorias, agências de risco, CVM) ver leitura e citações ▾Lava Jato: Vasconcellos usa a Lava Jato como referência factual de que houve fraudes, desvios e propina na Petrobras, na Odebrecht e na Braskem, e a chama de "famigerada". Seu foco é o efeito da operação sobre investidores e sobre a falha dos controles (auditoria, compliance), não a defesa ou a crítica da operação em si. “fraudes e desvios da Petrobras, descobertos na operação Lava Jato” autoral · 2023 “dá para dizer que a Lava Jato parece já ser página virada para investidores da Braskem” autoral · 2021 “toda empresa ganhou uma “área de compliance”, inclusive as envolvidas em escândalos de corrupção, como identificado na operação “lava jato”.” autoral · 2020 Banco Master: Vasconcellos trata o Master como escândalo: fala em prêmios irreais nos CDBs, títulos suspeitos no BRB, cédulas reavaliadas em doze vezes o valor e uso do FGC como base da expansão predatória do banco. Cobra auditorias, agências de risco e a CVM por só reagirem "depois do leite derramado", e registra que Flávio Bolsonaro mentiu sobre pedir dinheiro a Vorcaro, sem pedir explicitamente punição. “O novo escândalo do mercado financeiro, que levou à liquidação do Banco Master pelo Banco Central e à prisão de seu dono , Daniel Vorcaro” autoral · 2025 “em vez de servir para proteger investidores, o FGC serviu como base da estratégia de expansão do banco.” autoral · 2025 “Agora que as investigações estão a todo vapor, o BRB anunciou que auditorias encontraram "achados relevantes" sobre o caso Master.” autoral · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Paula ZogbiJornalista-comentarista | 2 | 7 | 2 | · | — | 2 | 3 | 1 | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Sergio GoldensteinMercado | · | 1 | 1 | · | — | 15 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é uma reportagem sobre a reunião do Copom em que ele comenta a Selic, e o Banco Master aparece apenas como empregador de outro economista citado. 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Todas as citações são análises técnicas de política monetária (Selic, Copom, juro real, câmbio, arcabouço fiscal), sem qualquer menção aos atos de 8 de janeiro de 2023. |
| Abram SzajmanInstituição | 9 | 8 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Abram Szajman inaugurou no sábado (10) uma nova unidade do Senac-SP na zona leste.” citado · 2018 |
| Antônio da LuzInstituição | · | 0 | · | 3 | — | · | 14 | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Zeina LatifMercado | 2 | 14 ● | · | · | não se manifesta | · | · | · | — | Lava Jato: não avalia a operação; lê a prisão de Lula pelo efeito eleitoral e de mercado ver leitura e citações ▾Lava Jato: Nos textos do dossiê Zeina Latif não emite juízo sobre a Lava Jato: sua única fala ligada ao tema comenta a prisão de Lula pelo ângulo eleitoral, dizendo que a saída dele pode fortalecer os extremos e abrir espaço para outsiders. Nas demais aparições ela é citada por análises de Previdência, eleição de 2018 e subsídios do BNDES, sem relação com a operação. “Alguns identificam que a equação eleitoral é mais complexa, pois a saída de Lula pode fortalecer os extremos e abrir espaço para outsiders” citado · 2018 |
| Rodrigo ZeidanAcadêmico | · | 12 ● | · | · | pede punição | 1 | 1 | 2 ● | pede punição | Lava Jato: critica duramente os condutores da Lava Jato, mas defende os acertos da operação e é contra reverter as multas das empresas · golpe: trata como tentativa de golpe e rejeita anistia e clemência, defendendo julgamento na Justiça ver leitura e citações ▾Lava Jato: Zeidan acusa Moro e Dallagnol de terem causado dano gigantesco ao país e de agirem por interesse ideológico, dizendo que a Lava Jato era uma oportunidade única de reformar o Estado desperdiçada por instituições incompetentes. Ao mesmo tempo, defende que as multas aplicadas às empresas corruptas sejam mantidas, tratando a renegociação dos pagamentos como novo subsídio disfarçado que jogaria o Brasil décadas para trás. “O dano que Sergio Moro , Deltan Dallagnol e outros causaram ao país é gigantesco.” autoral · 2024 “Mas os danos de uma reversão das multas aplicadas às principais empresas da Lava Jato jogariam o Brasil institucionalmente décadas no passado.” autoral · 2024 “Era isso também que esperávamos da Operação Lava Jato , mas de instituição competente e bem intencionada, não havia nada.” autoral · 2024 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê traz fala dele sobre tarifas dos EUA, não sobre a prisão ou condenação de Bolsonaro. golpe: Zeidan trata a trama de 2022-23 como tentativa de golpe de Estado e rejeita frontalmente anistia e clemência aos envolvidos, dizendo que anistiar é atropelar a Justiça. Aponta o pedido de anistia como possível ameaça implícita de novo ataque às instituições e cita os militares da ativa indiciados pela PF. “Anistia? Não faz nenhum sentido. Clemência para quem se comporta de forma covarde? Nem pensar. Trama golpista se decide na Justiça. E ponto final.” autoral · 2025 “Hoje, pensar em anistia para as tentativas golpistas é só atropelar a Justiça.” autoral · 2025 “É coincidência que 12 militares da ativa tenham sido indiciados pela PF por participação na tentativa de golpe ?” autoral · 2025 |
| Luiz Carlos Mendonça de BarrosEx-autoridade | 8 | 8 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Alberto RamosMercado | · | 12 | · | · | — | · | 4 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Bruno OttoniMercado | · | 5 | · | · | — | 10 | · | 1 | — | |
| José Márcio CamargoMercado | 4 | 9 | 1 | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala dele no dossiê é sobre gasto público em ano eleitoral, não sobre o Banco Master. “O que preocupa também os investidores agora é a quantidade de dinheiro que Lula está gastando para tentar se reeleger” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A menção é a uma ponderação dele sobre renda mínima nos anos 1990, sem relação com o 8 de janeiro. |
| Charles WiczCriador digital | · | 3 | · | · | — | 11 | · | 1 | — | |
| Leda PaulaniAcadêmico | 8 | 6 | · | · | — | · | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Nos três textos ela aparece apenas como signatária de um manifesto de apoio a candidaturas de esquerda ou em linha de assinatura identificando seu cargo na USP, sem qualquer fala sobre a Lava Jato. “O documento foi assinado por personalidades historicamente ligadas ao PT, como o cientista político André Singer, a economista Leda Paulani e o ator Antônio Grassi.” citado · 2020 “Leda Paulani é professora titular do Departamento de Economia da USP.” citado · 2020 golpe: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é uma carta de leitor que apoia um protesto assinado por ela sobre punição a estudantes na USP, sem nenhuma fala dela sobre a trama golpista ou o 8 de janeiro. “Apoio o bem fundamentado protesto dos professores Carlos Augusto Calil, Leda Paulani e Sérgio Rosemberg” citado · 2024 |
| Roberto MacedoAcadêmico | 2 | 1 | · | 1 | — | · | 11 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Ricardo AmorimComentarista | · | 5 | 1 | · | — | · | 8 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é uma nota da coluna de Mônica Bergamo (2019) que lista Ricardo Amorim como participante de um evento, sem qualquer referência à Lava Jato no trecho. Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é uma carta ao Painel do Leitor assinada por um 'Ricardo Amorim (São Paulo, SP)' sobre o caso Master, que não pode ser confirmado como o economista. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nenhum dos oito textos menciona Ricardo Amorim; todos se referem a outros Amorins. |
| Braulio BorgesMercado | · | 12 ● | 1 | · | não se manifesta | 1 ● | · | · | não se manifesta | Lava Jato: analisa a Lava Jato como choque econômico interno da recessão de 2014-16 e relativiza estimativas que inflam seu custo · 8 de janeiro: chama os atos de intentona e os trata como evento que mudou a política econômica ver leitura e citações ▾Lava Jato: Borges trata a Lava Jato como um dos choques internos que aprofundaram a recessão de 2014-16, ao lado da crise hídrico-energética e do El Niño, e aponta efeitos sistêmicos da demora nos acordos de leniência com as empreiteiras. Ao mesmo tempo, critica tecnicamente o estudo do Dieese adotado por Lula, dizendo que exercícios desse gênero simplificam e exageram o custo econômico da operação. “mas foi aprofundada por outros fatores, como os impactos indiretos da Lava Jato (ver trabalho recente de Claudio Ferraz, Lars Norden, Luiz Moura e Ricardo Schechtman indicando isso)” autoral · 2025 “É muito difícil isolar todos esses efeitos para medi-los cuidadosamente, e por isso muitos exercícios desse gênero acabam simplificando as coisas e exagerando” citado · 2021 “a economia brasileira também sofreu alguns choques internos no período: a crise hídrico-energética de 2013-2015 e os impactos de curto prazo da Lava Jato” citado · 2018 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: Borges chama o 8 de janeiro de 2023 de "intentona" e diz que não há como analisar a relação entre política e economia sem considerar aqueles eventos. Sustenta que o episódio moldou o discurso público de Lula e ajuda a explicar a escalada de tom do governo contra o Banco Central e Campos Neto. “Quando a gente olha o impacto da política sobre a economia, e vice-versa, não tem como não considerar os eventos de 8 de janeiro” citado · 2023 “A intentona moldou o discurso público do presidente Lula, e de alguns do entorno dele, e acho que isso pode explicar a subida de tom contra o Banco Central” citado · 2023 |
| Gustavo LoyolaEx-autoridade | 1 | 6 ● | 5 | · | não se manifesta | · | 1 | 1 | — | Lava Jato: cita a Lava Jato de forma descritiva ao defender que o Coaf ficasse na Fazenda ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto o menciona de passagem como possível autor da frase "até o passado é incerto", sem qualquer manifestação sobre o mensalão. “Ou o autor da frase foi o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola? Pois é.” citado · 2021 Lava Jato: Loyola trata a Lava Jato apenas como referência temporal ao criticar a transferência do Coaf para o Banco Central, que chama de movimento desnecessário e arriscado. Ele sustenta que o Coaf cumpriu bem suas funções sob o Ministério da Fazenda mesmo no período mais crítico da operação, quando poderia ter sofrido pressões indevidas. “Segundo Loyola, "o Coaf cumpriu bem as suas funções quando subordinado ao então Ministério da Fazenda, inclusive durante o período mais crítico da Operação Lava Jato” citado · 2024 “O ex-presidente do BC Gustavo Loyola considerou a transferência do Coaf "um movimento desnecessário e arriscado".” citado · 2024 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Loyola aparece nos cinco textos como ex-presidente do Banco Central contratado pelo Banco Master para seu comitê estratégico ou lista de consultores, ao lado de Lewandowski, Meirelles e Mantega, sem nenhuma fala atribuída sobre o caso. “Hoje, Henrique Meirelles ocupa a cadeira dele no comitê, que conta ainda com o também ex-presidente do BC Gustavo Loyola e o ex-secretário-executivo do BC Geraldo Magella.” citado · 2024 “Na sua planilha de consultores, já estiveram os ex-ministros Ricardo Lewandowski, Gustavo Loyola, Henrique Meirelles e Guido Mantega, afundador-geral da República Dilma 2.” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do arquivo trata do Banco Master e menciona Loyola como membro do comitê estratégico do banco, sem qualquer relação com prisão ou condenação de Bolsonaro. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é uma coluna sobre o Banco Master que apenas lista Loyola entre os consultores do banco, sem qualquer uso político da palavra golpe atribuído a ele. |
| Cláudio FrischtakMercado | · | 13 ● | · | · | não se manifesta | · | · | · | — | Lava Jato: credita à Lava Jato ter forçado as empreiteiras a melhorar governança e rejeita atribuir a ela o custo econômico das obras paradas ver leitura e citações ▾Lava Jato: Frischtak admite que os métodos da Lava Jato são questionáveis, mas sustenta que a operação obrigou as empreiteiras a adotar padrões de governança e obediência à lei que antes não existiam. Ele também contesta o estudo que imputa à operação o custo econômico das obras interrompidas, atribuindo as paralisações a erros de planejamento e falhas de governança do setor público. “Você pode questionar os métodos da Lava Jato, mas o fato é que forçou essas empresas a repensarem seus métodos de operação” citado · 2024 “Muitas dessas obras teriam parado mesmo sem a Lava Jato.” citado · 2021 “O histórico dos investimentos do setor público no Brasil mostra que erros de planejamento e falhas de governança são os principais responsáveis por problemas dessa natureza” citado · 2021 |
| Claudio ConsideraAcadêmico | · | 0 | · | · | — | · | 13 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Nenhum dos dez textos cita o economista Claudio Considera: todas as ocorrências são do verbo "considera" (falso positivo do sobrenome). Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Bernard AppyAutoridade | · | 6 | · | · | — | 4 | 1 | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos ele aparece como nome cotado para a área econômica do PT e como debatedor de reforma tributária, e a única fala atribuída a ele trata de convites partidários, não da Lava Jato. “Nessa lista de bem cotados estão Bernard Appy, Marcos Lisboa, Murilo Portugal e Henrique Meirelles, por exemplo.” citado · 2021 “o diretor do Centro de Cidadania Fiscal, Bernard Appy, e a assessora especial do Ministério da Economia, Vanessa Canado, debatem em live "Os caminhos da reforma tributária"” citado · 2020 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ele aparece como secretário da Fazenda convidado para seminários de reforma tributária e como técnico elogiado por terceiros, sem qualquer fala sobre os atos de 8 de janeiro. “Convidamos o secretário Bernard Appy, que já aceitou” citado · 2023 “Em fevereiro, foi promovido em Brasília um seminário sobre reforma tributária com a participação de Bernard Appy , secretário do Ministério da Fazenda.” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção é ao seu cargo à frente da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária em negociações sobre o comitê gestor do IBS. “membros da equipe de Bernard Appy, chefe da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária no Ministério da Fazenda” citado · 2025 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A palavra golpe aparece em ironia do colunista Celso Rocha de Barros sobre Bolsonaro, não em fala de Appy, que é mencionado apenas como autor da proposta de reforma tributária. “A reforma tributária proposta pelo economista Bernard Appy –provável membro da equipe de Haddad– já foi apresentada no Congresso pelo deputado Baleia Rossi” citado · 2022 “Jair Bolsonaro não tentou aprová-la porque ninguém conseguiu lhe explicar como tornar nossos impostos mais eficientes ajudaria a dar golpe de Estado.” citado · 2022 |
| Ribamar OliveiraJornalista-comentarista | · | 2 | 2 | · | — | 7 | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção é a ficha do livro 'Anatomia de um desastre', que ele assina com Claudia Safatle e João Borges, numa lista de leituras de entrevista com André Singer. “" Anatomia de um desastre " Claudia Safatle, João Borges e Ribamar Oliveira (Portfólio-Penguin, R$ 49,90, 336 págs.)” citado · 2018 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos são Painel do Leitor, e os trechos capturados são de leitores homônimos de sobrenome Oliveira, não dele. 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nenhum dos cinco textos traz fala dele sobre 8 de janeiro. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é um Painel do Leitor sobre o golpe de 1964 em que o casamento de nomes vem de uma leitora homônima. |
| Michael ViriatoMercado | · | 5 ● | 4 | · | não se manifesta | 1 | · | 1 | — | petrolão: não julga o escândalo; aponta governança ainda problemática na Petrobras ver leitura e citações ▾petrolão: Viriato fala da Petrobras como investimento e afirma que a estatal mantém problemas de governança não resolvidos completamente, cobrando a lição da capitalização de 2010. Não emite juízo sobre o petrolão nem sobre punição dos envolvidos. ““É uma empresa com controle público, existem problemas de governança ainda não resolvidos completamente”, diz Viriato.” citado · 2019 ““É uma lição que foi dada há nove anos, com a capitalização [da Petrobras]. É hora de ver se ela foi aprendida”, afirma Viriato.” citado · 2019 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| João Luiz MauadComentarista | 3 | 2 | · | · | — | 4 | 1 | 1 | — | |
| Felipe SaltoEx-autoridade | · | 4 | 1 | · | — | 2 | 3 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é uma lista de cotados para ministérios de Lula (2022), em que Salto aparece como secretário da Fazenda de SP cotado para secretaria executiva, sem qualquer fala sobre a Lava Jato. “Felipe Salto Salto é economista, de perfil mais técnico, e é secretário da Fazenda do estado de São Paulo” citado · 2022 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos sobre o Banco Master. A fala atribuída a Salto no único texto (2024) é sobre a capacidade de Galípolo à frente do BC e o caráter técnico das decisões da autarquia, sem menção ao caso Master nos trechos. “Economista-chefe da Warren Investimentos, Felipe Salto afirma que a capacidade de comunicação e articulação política são características que vão ajudá-lo a fazer uma das melhores gestões do BC.” citado · 2024 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos sobre o 8 de janeiro. A fala atribuída a Salto (abril de 2023) avalia positivamente os 100 primeiros dias de Haddad na Fazenda (arcabouço fiscal, Appy, compensação aos estados); o segundo texto é apenas uma lista de visitantes da Folha. “O economista Felipe Salto afirma que, apesar de todos os percalços, é preciso considerar como positivo o saldo líquido dos 100 dias na Fazenda.” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos do dossiê nem sequer se referem a Felipe Salto: um traz 'salto' como substantivo comum (ranking do tenista João Fonseca) e o outro traz 'Salto, SP' como cidade de um leitor do Painel do Leitor. |
| Fabio GiambiagiMercado | 4 | 5 | · | · | — | · | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Fernando Nogueira da CostaAcadêmico | 1 | 1 | · | · | — | · | 8 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Nenhum dos seis textos traz fala, texto ou avaliação de Fernando Nogueira da Costa sobre a prisão ou condenação de Jair Bolsonaro. Os trechos recuperados são todos de homônimos do sobrenome Costa. |
| Luiz Roberto CunhaAcadêmico | · | 0 | · | · | — | · | 10 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Nenhum dos nove textos traz manifestação de Luiz Roberto Cunha sobre a condenação ou a prisão de Jair Bolsonaro. Todas as ocorrências do sobrenome no dossiê pertencem a homônimos. |
| Luiz Fernando FigueiredoMercado | · | 1 | 3 ● | · | não se manifesta | · | 3 | 2 | — | Banco Master: condena a fraude do Master, critica TCU e STF e defende a liquidação pelo BC ver leitura e citações ▾Banco Master: Figueiredo afirma que houve uma fraude gigante no banco de Vorcaro, sustentada por documentação robusta e decidida por todo um colegiado, e diz que o Banco Central tem poder legal para conduzir a liquidação. Critica a movimentação de TCU e STF sobre o caso, chama os episódios recentes de afronta aos cargos ocupados e denuncia uma sensação de impunidade e o uso de órgãos vitais do país em benefício próprio. “Foi uma fraude gigante. Não foi decisão de um diretor, mas de todo um colegiado a partir de um volume de documentação muito robusto.” citado · 2025 “Indivíduos usando órgãos vitais de nosso país em benefício próprio. Uma sensação de impunidade em que tudo pode.” citado · 2026 “Acho que finalmente a sociedade civil está se mexendo. Os casos recentes são uma afronta ao cargo que estas pessoas ocupam.” citado · 2025 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Matheus SoaresMercado | · | 0 | 1 | · | — | · | 8 | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Rosa Maria MarquesAcadêmico | · | 2 | · | · | — | · | 7 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato (arbitrado): Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos são de terceiros e a mencionam apenas como autora de um estudo invocado por Lewandowski sobre os prejuízos econômicos da Lava Jato, sem qualquer fala atribuída a ela. “O magistrado fez referência a um estudo da professora Rosa Maria Marques, da PUC de São Paulo, baseado em pesquisa do Ineep” citado · 2022 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Solange SrourMercado | 2 | 5 ● | · | · | não se manifesta | · | 1 | · | — | Lava Jato: avalia a operação pela ótica do mercado: o que importa é não travar as reformas ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. petrolão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Lava Jato: Solange Srour trata a Lava Jato como variável de risco para a agenda de reformas, dizendo que a operação pode alcançar pessoas conhecidas desde que não atinja quem é necessário para aprovar as reformas. Não discute punição dos envolvidos nem o mérito das acusações. “A Lava Jato pode até pegar pessoas conhecidas, mas, para o mercado, o importante é que não atinja pessoas que afetem a aprovação das reformas.” citado · 2017 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Fernando VelosoAcadêmico | · | 2 ● | · | 1 | não se manifesta | · | 5 | · | — | Lava Jato: usa os escândalos de corrupção do PT como fator explicativo da frustração da classe C ver leitura e citações ▾Lava Jato: Veloso trata os escândalos de corrupção do PT, combinados à recessão de 2015-2016, como causa da frustração da classe C e da adesão dela ao discurso do empreendedorismo bolsonarista. Ele usa o tema de forma analítica, sem avaliar a operação Lava Jato em si nem falar em punição. “Se nos anos 2000 eles passaram por um processo de ascensão social, houve enorme frustração a partir da recessão de 2015-2016, associada aos escândalos de corrupção do PT” citado · 2022 “Fernando Veloso, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, concorda que a elevada informalidade na classe C pode ter levado seus membros a simpatizarem mais com o discurso” citado · 2022 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Alessandra RibeiroMercado | · | 5 | · | · | — | · | 3 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Nenhum dos três textos traz manifestação dela sobre prisão ou condenação de Jair Bolsonaro. Os trechos coletados são homônimos, sem relação com a pessoa buscada. |
| Clemente Ganz LúcioInstituição | 1 | 5 | · | · | — | 1 | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Um dos membros do grupo do PT, Clemente Ganz Lúcio , ex-diretor-técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos), participa das discussões.” citado · 2022 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Um dos membros do grupo do PT, Clemente Ganz Lúcio , ex-diretor-técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos), participa das discussões.” citado · 2022 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “o educador Douglas Belchior (pelos movimentos sociais) e o sociólogo Clemente Ganz Lúcio (pelas centrais sindicais).” citado · 2023 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “o educador Douglas Belchior (pelos movimentos sociais) e o sociólogo Clemente Ganz Lúcio (pelas centrais sindicais).” citado · 2023 |
| José VellosoInstituição | 2 | 5 | · | · | — | · | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Felipe MirandaMercado | 1 | 5 ● | 1 | · | não se manifesta | · | 1 | · | — | Lava Jato: lê a soltura de Lula como choque de mercado passageiro, sem se posicionar sobre a Lava Jato ver leitura e citações ▾Lava Jato: Miranda trata a soltura de Lula em novembro de 2019 como um choque que o mercado absorve, e chega a ver efeito positivo para as reformas e para Bolsonaro, que precisa do antagonista petista. Ele não avalia a Lava Jato, a decisão judicial nem eventual punição. “Acho que o mercado vai absorver o choque. Pode até ser positivo para as reformas e para Bolsonaro. Ele, em si, não representa nada.” citado · 2019 “pondera que ainda é cedo para fazer previsões e desenhar cenários concretos, mas cogita a hipótese de que a agenda liberal prevaleça” citado · 2019 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê é sobre esforço fiscal e agências de risco, e a fala dele não trata do Banco Master. “Felipe Miranda, da Empiricus, também chama atenção para a questão fiscal. Além disso, ele diz que as agências de classificação de risco não têm mais a mesma credibilidade” citado · 2024 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único item do dossiê é a íntegra do PL das Fake News, sem qualquer fala dele. |
| Alexandre ManoelMercado | · | 0 | 1 | · | — | · | 7 | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: O único texto do dossiê traz Alexandre Manoel falando de juros reais estruturais e condução fiscal, não do Banco Master. Não há nenhuma manifestação dele sobre o caso Banco Master. prisão de Bolsonaro: Nenhum dos sete textos se refere ao economista Alexandre Manoel: todos os trechos citam homônimos de primeiro nome ou sobrenome Manoel. Não há posição dele sobre a prisão ou condenação de Bolsonaro. |
| Ricardo CarneiroAcadêmico | 1 | 2 | · | 1 | — | · | 4 | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Vários economistas do grupo, como Mercadante e o professor Ricardo Carneiro, da Unicamp, também participaram dos debates internos do PT na campanha eleitoral de 2002” citado · 2022 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Vários economistas do grupo, como Mercadante e o professor Ricardo Carneiro, da Unicamp, também participaram dos debates internos do PT na campanha eleitoral de 2002” citado · 2022 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Luiz Fernando de PaulaAcadêmico | · | 2 | · | 1 | — | · | 5 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Carlos Alberto SardenbergJornalista-comentarista | 4 | 2 ● | 1 | · | não se manifesta | · | · | · | — | Lava Jato: defende a Lava Jato e acusa o STF de desmontá-la ver leitura e citações ▾Lava Jato: Sardenberg acusa os ministros do STF de participarem, por conveniência ou apatia, de um acordão para zerar a Lava Jato e o sistema de combate à corrupção. Sua fala, reproduzida no blog de Frederico Vasconcelos, é de defesa da operação e de crítica ao tribunal. “Todos os ministros, uns mais outros menos, uns por conveniência, outros por apatia, envolvidos em um grande acordão para zerar a Lava Jato” citado · 2024 Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção é a uma reportagem sobre trainees da Folha, em que ele aparece como tutor de uma turma, sem qualquer relação com o caso Banco Master. “Tinham como tutor Carlos Alberto Sardenberg, que depois viraria seu colega na CBN.” citado · 2026 |
| Sergio GobettiAcadêmico | · | 5 | · | · | — | 1 | 1 | · | — | |
| Nelson MarconiAcadêmico | 3 | 3 | · | 1 | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “A plataforma do pré-candidato tem sido preparada com a contribuição dos economistas Nelson Marconi e Mauro Benevides Filho.” citado · 2018 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “O professor afirma, porém, que ainda há muitas estatais sendo utilizadas para distribuição de cargos e de verbas a políticos e que não trazem um retorno à sociedade.” citado · 2024 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Segundo trabalho do economista Nelson Marconi, da Eaesp-FGV, há casos em que a remuneração dos chamados PJ chega ao dobro” citado · 2025 |
| Everardo MacielEx-autoridade | · | 7 ● | · | · | não se manifesta | · | · | · | — | Lava Jato: critica a Lava Jato pelo modo informal de cooperação da Receita e apoia restrição ao uso de dados do Coaf ver leitura e citações ▾Lava Jato: Everardo Maciel critica a forma como a Receita Federal coopera com investigações como a Lava Jato, dizendo que o contato informal entre órgãos abre espaço para abusos e para instâncias personalizadas, não republicanas. Ele apoia a decisão de Toffoli que barrou o uso de dados detalhados do Coaf sem autorização judicial. “Secretário da Receita Federal de 1995 a 2002, Everardo Maciel é crítico da maneira como o órgão participa hoje de investigações como a Lava Jato .” citado · 2019 “Em entrevista à Folha , ele disse que há um risco de se criar "instâncias muito personalizadas, não republicanas".” citado · 2019 “Maciel também é favorável à decisão do ministro Dias Toffoli , do Supremo Tribunal Federal, que barrou em julho o uso, sem autorização judicial, de dados detalhados do Coaf” citado · 2019 |
| Naercio Menezes FilhoAcadêmico | · | 5 | · | · | — | 1 | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: O único texto do dossiê é uma reportagem sobre percepção de desigualdade, em que ele fala de renda, elite e influência nas políticas públicas, sem tratar da Lava Jato. Sobre o termo, só é citado; nenhuma posição própria nos textos. 8 de janeiro: O único texto do dossiê é uma coletânea de homenagens a personalidades mortas em 2023, e nenhum trecho traz fala ou menção a ele sobre 8 de janeiro. Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: O único texto do dossiê é a mesma coletânea de homenagens a mortos em 2023, sem qualquer fala dele e sem uso político da palavra golpe nos trechos. Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| José Roberto Mendonça de BarrosMercado | 1 | 3 | 1 ● | · | não se manifesta | 1 | 1 | · | — | Banco Master: condena o modelo de negócios do banco ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto o menciona como economista tucano "recolhido no ninho" em meio ao racha do PSDB, e a fala citada é do irmão Luiz Carlos, não dele. “Estão recolhidos no ninho tucano economistas como José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica da Fazenda, e seu irmão, Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES.” citado · 2017 Banco Master: Mendonça de Barros afirma que o Banco Master era inviável desde o início, expondo as falácias do seu modelo de negócios. Não trata de punição aos envolvidos nos trechos disponíveis. “Creio que ninguém expôs com tamanha clareza as falácias do modelo de negócios daquele banco quanto José Roberto Mendonça de Barros em entrevista recente ao jornal O Estado de S. Paulo, ao afirmar que "o Master era um negócio inviável no nascedouro".” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria sobre o 8 de janeiro nos textos. A entrevista trata de economia — critica declarações de Lula sobre Banco Central, meta de inflação e juros, e vê sinais positivos em Haddad —, sem tocar nos atos golpistas. “Mendonça de Barros qualifica como "uma coleção de equívocos" as recentes declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) questionando a autonomia do Banco Central, a meta de inflação, a taxa de juros e a responsabilidade fiscal.” citado · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único item é a íntegra do relatório de Moraes no julgamento da trama golpista, cujos trechos tratam apenas das alegações da defesa de Braga Netto. |
| José Francisco de Lima GonçalvesMercado | · | 5 | · | 1 | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, também prevê que, após o período de euforia do mercado, os questionamentos devem começar a aparecer em breve.” citado · 2018 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Márcia DessenComentarista | 2 | 5 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Lição de vida Excelente a lição de vida dada por Marcia Dessen nesta Folha ("O que você quer ser quando envelhecer?", 1°/8). Muito mais do que educação financeira” citado · 2021 “Cheque especial Marcia Dessen alerta para o perigo contido no uso abusivo do cheque especial ( “Livre-se do cheque especial” ). Oportuno o esclarecimento sobre o assunto” citado · 2019 |
| Cecilia MachadoAcadêmico | 1 | 1 | 1 ● | · | não se manifesta | · | 3 | · | — | Banco Master: defende a liquidação e critica a campanha que a questiona ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Banco Master: Cecilia Machado defende a liquidação do Banco Master e denuncia a campanha paga nas redes que lança suspeitas sobre o procedimento, rejeitando o argumento de que ele foi rápido demais. Ela sustenta que os sinais de problema eram públicos havia anos: CDBs com retorno muito acima da média de mercado e balanços com estrutura atípica e ativos pouco usuais. “Não bastassem os pagamentos para impulsionar uma campanha que lança suspeitas sobre o processo de liquidação do Banco Master nas redes sociais, chama ainda mais a atenção o argumento mobilizado” autoral · 2026 “Nos últimos anos, era evidente que a taxa de retorno dos CDBs do Master estava muito acima da média de mercado” autoral · 2026 “balanços públicos indicavam uma estrutura atípica, com a presença de ativos pouco usuais” autoral · 2026 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Paulo Nogueira Batista Jr.Ex-autoridade | 2 | 3 | · | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Paulo Nogueira Batista Jr . lança o livro " O Brasil Não Cabe no Quintal de Ninguém ", com debate com Luiz Gonzaga Belluzzo e José Márcio Rego .” citado · 2019 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Nathalia ArcuriCriador digital | · | 5 | · | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Quatro dos cinco textos são listas de mais vendidos em que aparece apenas o livro "Me Poupe!", e o quinto é uma entrevista sobre educação financeira e Davos, sem qualquer menção dela à Lava Jato. “Essas são algumas das percepções de Nathalia Arcuri, jornalista, especialista em finanças e fundadora do canal Me Poupe!, no Youtube.” citado · 2020 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a ela na reportagem sobre Davos 2023 critica a superficialidade dos debates do fórum sobre clima e consumo, sem tratar dos atos de 8 de janeiro. “Ela questiona por que os painéis do evento, 391 ao todo, ignoram debates prementes inseridos nos próprios problemas eleitos como centrais” citado · 2023 |
| Ana Carla AbrãoMercado | · | 3 | 2 | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “o empresário Oded Grajew, a economista Ana Carla Abrão, o professor de economia da USP Ricardo Abramovay e o ex-ministro da Educação Cristovam Buarque.” citado · 2025 “Participantes do manifesto ouvidos pela reportagem evitaram indicar lideranças no grupo —há preocupação em reforçar a iniciativa como ação coletiva espontânea.” citado · 2025 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “ao lado de figuras como o apresentador Luciano Huck , o ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung e a economista Ana Carla Abrão .” citado · 2023 |
| Monica de BolleAcadêmico | · | 5 | · | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “contestando relatório da economista Monica de Bolle, pesquisadora da instituição e diretora de Estudos Latino-Americanos na Johns Hopkins University.” citado · 2019 |
| José Roberto AfonsoAcadêmico | · | 3 | · | · | — | 1 | 2 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos ele aparece como autor intelectual do "orçamento de guerra" e como fonte técnica sobre mercado de trabalho, sem qualquer manifestação sobre a Lava Jato. “Trata-se de um instrumento originalmente pensado pelo economista José Roberto Afonso, muitos milhares de quilômetros distante do governo.” citado · 2020 “"Além da crise conjuntural, temos uma transformação estrutural: o emprego formal, com carteira assinada, está sendo substituído em todo o mundo por diferentes formas de trabalho"” citado · 2018 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a ele trata da ausência do ministro Toffoli em um evento do Fibe em Madri, não do 8 de janeiro. “José Roberto Afonso, vice-presidente do Fibe (Fórum de Integração Brasil Europa), que organizou o evento em Madrid, afirmou à Folha que "Toffoli trabalhou em audiências até a madrugada"” citado · 2024 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nenhum dos dois textos traz fala ou menção real a José Roberto Afonso sobre a prisão ou condenação de Bolsonaro. |
| Carlos Viana de CarvalhoMercado | · | 0 | · | 4 | — | · | 2 | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Caio CoppollaComentarista | 1 | 2 | · | · | — | 1 | 1 | 1 | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Coppolla tem usado as suas redes sociais para estimular assinaturas a uma petição virtual de impeachment contra Moraes.” citado · 2021 “Mas voz de oposição, propriamente, só parece ter lugar no programa matinal que reúne Gabriela Prioli e Caio Coppolla num confronto próximo do cômico.” citado · 2020 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “O grupo demitiu parte dos comentaristas mais alinhados ao ex-presidente , como Augusto Nunes, Caio Coppolla, Guilherme Fiúza, Rodrigo Constantino e Zoe Martínez.” citado · 2024 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “a carta, em que o suposto traficante agradece a "sensibilidade com a classe criminosa", foi inventada pelo próprio comentarista como crítica a uma decisão de Fachin.” citado · 2023 golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “a Jovem Pan dispensou alguns dos principais bolsonaristas da emissora , como Augusto Nunes, Caio Coppolla, Guilherme Fiúza, Rodrigo Constantino e Zoe Matinez, entre outros.” citado · 2023 |
| Marcio NakaneAcadêmico | · | 2 | · | · | — | 4 | · | · | — | |
| Fabio OstermannComentarista | 1 | 4 | 1 | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| André RoncagliaAutoridade | · | 2 ● | · | · | não se manifesta | 1 ● | 2 | · | não se manifesta | Lava Jato: reconhece a corrupção revelada, mas critica o legado da Lava Jato sobre as estatais · 8 de janeiro: chama os envolvidos de golpistas e apoia o corte de seus benefícios irregulares ver leitura e citações ▾Lava Jato: Em coluna própria, Roncaglia afirma que a Lava Jato revelou uma ampla rede de corrupção nos planos de expansão da Petrobras, mas atribui a ela um legado nocivo: pressão pela privatização das empresas públicas e barreiras ao aumento dos investimentos. Não trata de punição aos envolvidos. “a Operação Lava Jato legou às empresas públicas a pressão em favor da privatização e barreiras ao aumento dos investimentos” autoral · 2024 “Além de revelar uma ampla rede de corrupção nos planos de expansão da Petrobras —na esteira da descoberta do pré-sal—” autoral · 2024 8 de janeiro: Em coluna própria sobre o novo Bolsa Família, Roncaglia se refere aos envolvidos nos atos como "golpistas do 8 de Janeiro" e aprova o corte de benefícios irregulares que incluem esse grupo. Não discute punição penal ou prisão dos participantes. “Espera-se cortar mais de 2,5 milhões de benefícios irregulares, aí inclusos militares e golpistas do 8 de Janeiro, abrindo espaço para a inclusão de 700 mil famílias” autoral · 2023 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos do dossiê não tratam da prisão ou condenação de Jair Bolsonaro. |
| Claudio FerrazAcadêmico | · | 2 | · | 1 | — | · | 2 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê é do colunista Bráulio Borges, que remete a um trabalho de Ferraz e coautores sem citar fala dele nem juízo sobre a operação. “os impactos indiretos da Lava Jato (ver trabalho recente de Claudio Ferraz, Lars Norden, Luiz Moura e Ricardo Schechtman indicando isso)” citado · 2025 fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Rafael CardosoMercado | · | 3 | · | · | — | · | 2 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Bruno MorettiAcadêmico | · | 1 | 3 | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece apenas como ministro do Planejamento e Orçamento em listas de autoridades — integrante do CMN que aprovou o aperto das regras do FGC após o caso Master, participante da redação de emenda sobre autonomia do BC e presente em ato de Lula — sem qualquer fala atribuída a ele sobre o Banco Master. “As novas regras foram aprovadas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) –colegiado formado pelos ministros Dario Durigan (Fazenda) e Bruno Moretti (Planejamento e Orçamento)” citado · 2026 “Segundo o líder, a posição foi escrita a várias mãos, incluindo participação de Galípolo e dos ministros Durigan e Bruno Moretti (Planejamento).” citado · 2026 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê trata do novo Desenrola e as falas atribuídas a ele são sobre renegociação de dívidas e impacto fiscal, sem relação com a prisão ou condenação de Bolsonaro. |
| Ana Paula VescoviMercado | · | 5 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Paulo KogosCriador digital | 2 | 1 | 1 | · | — | 1 | · | · | — | |
| Vinicius BotelhoAcadêmico | 1 | 4 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê traz falas dele sobre o desenho do Auxílio Brasil, não sobre o mensalão. |
| Rubens Penha CysneAcadêmico | 1 | 3 | · | · | — | 1 | · | · | — | |
| Carlos GóesAcadêmico | · | 1 | · | 1 | — | · | 2 | · | — | |
| Pedro Fernando NeryAcadêmico | 1 ● | 3 ● | · | · | não se manifesta | · | · | · | — | mensalão: usa o julgamento como exemplo metodológico, sem juízo sobre o escândalo · Lava Jato: análise quantitativa e técnica das decisões judiciais, sem juízo sobre a operação ver leitura e citações ▾mensalão: Nery cita o mensalão apenas para ilustrar como um modelo espacial de votações separa ministros do STF, colocando Lewandowski e Joaquim Barbosa em polos opostos. Não emite juízo sobre o escândalo nem sobre punição dos envolvidos. “Por exemplo, aplicado ao mensalão, um modelo espacial coloca em pontos opostos os ministros Ricardo Lewandowski e Joaquim Barbosa, uma divisão intuitiva quando relembramos os embates transmitidos pela TV” autoral · 2017 Lava Jato: Nery aplica um modelo espacial a 95 votações da 8ª Turma do TRF-4 em casos da Lava Jato e conclui que o colegiado é coeso, mais próximo do MPF do que dos recorrentes e mais duro que Moro. O tratamento é estatístico e descritivo, sem defesa ou crítica da operação nem menção a punição. “A análise das votações da 8ª turma do TRF-4 no ano de 2017 no âmbito da Operação Lava Jato mostra que o colegiado é: relativamente coeso” autoral · 2017 “mais próximo do MPF do que dos recorrentes; e ainda mais próximo do MPF do que de Moro, sugerindo uma segunda instância com decisões ainda mais duras” autoral · 2017 “No caso da 8ª Turma do TRF-4, utilizamos 95 votações no ano de 2017, até meados de agosto, em casos da Operação Lava Jato.” autoral · 2017 |
| Roberto Luis TrosterMercado | · | 3 | 1 | · | — | · | · | · | — | |
| Carlos KawallMercado | · | 4 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Silvia MatosAcadêmico | · | 3 | · | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. A menção à Lava Jato é do colunista Celso Rocha de Barros, não dela: o que se atribui a Matos é a decomposição entre fatores externos e internos da desaceleração brasileira. “Vale a pena ler esse debate à luz do primeiro texto do livro, em que a professora Silvia Matos discute o efeito da crise externa” citado · 2016 8 de janeiro: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos sobre 8 de janeiro. A fala atribuída a ela na reportagem trata dos embates entre Fazenda e Banco Central nos 100 primeiros dias de Haddad, não dos atos golpistas. “Não tinha dúvidas de que embates ocorreriam, mas para minha surpresa, vieram muito cedo, o que prejudica não apenas o crescimento no curto prazo” citado · 2023 |
| José Luis OreiroAcadêmico | 1 | 3 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Thais HerédiaJornalista-comentarista | 2 | 1 | · | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. “prioriza vozes como o consultor Maílson da Nóbrega, ex-ministro há três décadas, e a comentarista Thaís Herédia, que cumpria a função na GloboNews.” citado · 2020 |
| Marcelo MiterhofMercado | 1 | 3 ● | · | · | não se manifesta | · | · | · | — | Lava Jato: trata a Lava Jato como fator que trava o investimento ver leitura e citações ▾Lava Jato: Em coluna de 2015, Miterhof arrola a Lava Jato entre os obstáculos à retomada da economia, afirmando que o investimento tende a travar por causa dela. Ele avalia a operação apenas por seu efeito macroeconômico negativo, sem tratar do mérito das investigações nem de punição. “O investimento tendem a travar por um tempo em razão da Lava Jato. O ano não será fácil.” autoral · 2015 “Infelizmente as condições prometem não ser tão favoráveis para a retomada após o ajuste ortodoxo. A economia global continua fraca.” autoral · 2015 |
| Pedro Paulo Zahluth BastosAcadêmico | · | 4 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Gilberto Borça Jr.Mercado | 1 | 2 | · | · | — | 1 | · | · | — | |
| Samy DanaComentarista | · | 3 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Gustavo CerbasiCriador digital | 3 | 0 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Antonio Corrêa de LacerdaAcadêmico | 1 | 2 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Gustavo SungMercado | · | 0 | 2 | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a Sung tratam de guerra, juros, câmbio e IPCA, nunca do Banco Master ou de Vorcaro. “O dólar subiu 2,24% e a Bolsa caiu 1,79% no dia em que foram reveladas ligações entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro.” citado · 2026 “"Quando juntamos guerra, reprecificação de juros nos EUA e juros ainda elevados no Brasil, temos um ambiente que reduz o apetite ao risco", afirma Gustavo Sung” citado · 2026 8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a Sung trata do cenário da economia americana e do Fed, não do 8 de janeiro. “"Nós não projetamos uma recessão e, sim, um pouso suave (da economia norte-americana)", afirmou o economista-chefe Suno Research, Gustavo Sung.” citado · 2024 |
| Tatiana PrazeresAutoridade | · | 1 | · | · | — | 1 | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾8 de janeiro: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. “de Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços)” citado · 2025 prisão de Bolsonaro: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. “de Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços)” citado · 2025 |
| Marcel SolimeoInstituição | · | 2 | · | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Eduardo ZilbermanAcadêmico | · | 0 | · | · | — | 3 | · | · | — | |
| Marcio HollandAcadêmico | 1 | 2 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Louise BarsiCriador digital | 1 | 1 | · | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a ela no único texto tratam da credibilidade de Bolsonaro e do impacto do escândalo da Saúde sobre o mercado, sem mencionar o mensalão. “Os investidores veem política como um ruído” citado · 2021 Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. No único texto ela é ouvida sobre reformas e sobre a deterioração da credibilidade do governo, sem tratar da Lava Jato. “Especialista no mercado de capitais, Louise Barsi, filha de Luiz, avalia que a credibilidade de Bolsonaro já vem se deteriorando há algum tempo, especialmente por conta da crise sanitária.” citado · 2021 |
| Fausto Augusto JúniorInstituição | · | 3 ● | · | · | não se manifesta | · | · | · | — | Lava Jato: critica a Lava Jato e sustenta que ela causou grande dano econômico ver leitura e citações ▾Lava Jato: Como diretor-técnico do Dieese, defende o estudo da entidade sobre o custo econômico da Lava Jato e afirma que o impacto da operação foi ainda maior do que as estimativas apresentadas. Trata a metodologia do trabalho como conservadora e atribui a capacidade de investimento da Petrobras às reservas do pré-sal, não ao cenário do petróleo. “O impacto econômico da Lava Jato está longe de ser desprezível, e acho que ele foi até maior do que o sugerido pelas nossas estimativas” citado · 2021 “Toda escolha metodológica pode ser questionada, mas o objetivo do estudo é iluminar uma discussão que ninguém quer fazer” citado · 2021 “A Petrobras estava sentada em cima de uma quantidade enorme de reservas graças à descoberta do pré-sal e por isso tinha como segurar seu programa de investimentos” citado · 2021 |
| Thiago SalomãoJornalista-comentarista | · | 1 | · | · | — | · | 2 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a ele é um comentário técnico sobre a oscilação da Bolsa, sem qualquer referência à Lava Jato — que aparece apenas no título, como marco histórico de comparação de alta semanal. ““Nenhuma notícia super negativa no radar: é natural ver o mercado ‘corrigir’ parte de um movimento muito brusco.” citado · 2020 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nenhum dos dois textos trata de Thiago Salomão nem da prisão de Bolsonaro. |
| Bruno GarschagenComentarista | · | 3 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Elias JabbourAcadêmico | · | 1 | 1 | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece apenas como um dos palestrantes de um curso promovido por órgão do PT que também teve como professor o ex-economista-chefe do Master. “Outros palestrantes incluíam nomes ligados ao desenvolvimentismo como Elias Jabbour, Ricardo Antunes e o atual presidente do IBGE, Márcio Pochmann.” citado · 2026 |
| Pedro RossiAcadêmico | · | 0 | · | 1 | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Não há nenhum texto com posição de Pedro Rossi sobre a fraude do INSS. O único texto do dossiê é um painel do leitor em que o sobrenome Rossi pertence a outra pessoa (Cleuza Maria Rossi). prisão de Bolsonaro: Não há nenhum texto com posição de Pedro Rossi sobre a prisão ou condenação de Jair Bolsonaro. O único texto do dossiê trata da PEC da Blindagem e o Rossi citado é o deputado Baleia Rossi. |
| André BrazAcadêmico | · | 0 | 1 | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: O único texto do dossiê é sobre a alta das taxas do Tesouro e não trata do Banco Master; a fala atribuída a André Braz ali é sobre prêmio de risco fiscal e eleitoral. Não há nenhuma posição dele sobre o caso Banco Master no material. prisão de Bolsonaro: O único texto do dossiê não cita André Braz: o casamento do termo veio do nome da empresa Braz Global Holding LLC, ligada a um ex-PM sócio de Eduardo Bolsonaro. Não há posição dele sobre a prisão ou condenação de Jair Bolsonaro. |
| Laura Muller MachadoAcadêmico | · | 0 | · | · | — | · | 1 | 1 | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Ricardo AlbanInstituição | · | 0 | · | · | — | 1 | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Eduardo FagnaniAcadêmico | · | 1 | · | · | — | · | · | 1 | — | ver leitura e citações ▾golpe: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Joana MonteiroAcadêmico | · | 0 | · | 1 | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Mara LuquetJornalista-comentarista | 1 | 0 | 1 ● | · | não se manifesta | · | · | · | — | Banco Master: reporta apuração própria sobre as festas do Banco Master, sem juízo sobre punição ver leitura e citações ▾Banco Master: Mara Luquet aparece como autora de uma apuração no canal MyNews segundo a qual investigações identificaram provas dos encontros promovidos pelo banqueiro do Master, com relatório sigiloso apontando quatro mulheres para cada político presente. O conteúdo atribuído a ela é factual-investigativo, sem defesa ou condenação explícita dos envolvidos. “Segundo apuração da jornalista Mara Luquet, do canal MyNews , investigações teriam identificado provas dos encontros, e o relatório sigiloso apontaria uma proporção de quatro mulheres para cada político.” citado · 2026 |
| Alex RibeiroJornalista-comentarista | · | 0 | · | 1 | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Silvio Campos NetoMercado | · | 0 | · | 1 | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Vilma PintoAutoridade técnica | · | 2 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Pedro Cavalcanti FerreiraAcadêmico | · | 0 | · | 1 | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Cristiano RomeroJornalista-comentarista | · | 1 | · | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção o coloca como um dos jornalistas que conduziram uma videoconferência com Arthur Lira e Rodrigo Pacheco sobre privatização da Petrobras. “em conversa conduzida pelos jornalistas Miriam Leitão e Cristiano Romero.” citado · 2021 prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê é uma retrospectiva da Lava Jato em que "Romero" se refere ao senador Romero Jucá, não a Cristiano Romero. |
| Kleber CastroAcadêmico | · | 0 | · | · | — | · | 2 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Vladimir PonczekAcadêmico | · | 1 | · | · | — | 1 | · | · | — | |
| Thiago NigroCriador digital | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto o menciona apenas como autor do best-seller "Do Mil ao Milhão" numa lista de livros mais vendidos. “reinam os best-sellers "Do Mil ao Milhão", de Thiago Nigro, "Mindset Milionário", de José Roberto Marques, e "O Poder da Autorresponsabilidade", de Paulo Vieira.” citado · 2022 |
| Manoel PiresAcadêmico | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Fabio KanczukEx-autoridade | · | 0 | · | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Fernando de Holanda Barbosa FilhoAcadêmico | · | 0 | · | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Armando Castelar PinheiroAcadêmico | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “em que grandes empresas foram atingidas pela Operação Lava Jato, têm dificuldades para voltar a crescer” citado · 2018 |
| Denise Campos de ToledoJornalista-comentarista | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾petrolão: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. “O programa foi marcado por discussões, direitos de resposta, broncas da mediadora Denise Campos de Toledo e uma série de apelidos ofensivos” citado · 2024 |
| Roberto PadovaniMercado | · | 0 | · | · | — | 1 | · | · | — | ver leitura e citações ▾8 de janeiro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Sergio WerlangAcadêmico | · | 0 | 1 | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Não há manifestação de Sergio Werlang sobre o Banco Master nos textos do dossiê. O único texto recolhido é uma reportagem sobre o primeiro ano de Galípolo no Banco Central, em que ele fala de juros e da meta de inflação, não do caso Master. |
| Livio RibeiroMercado | · | 0 | 1 | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Para Livio Ribeiro, sócio-fundador da BRCG e pesquisador associado do FGV-Ibre, além do desgaste da candidatura Flávio com o "caso Dark Horse"” citado · 2026 |
| José Júlio SennaAcadêmico | · | 0 | 1 | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Banco Master: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Daniela Magalhães PratesAcadêmico | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Vanessa Rahal CanadoAcadêmico | · | 0 | · | · | — | 1 | · | · | — | |
| Marcos Sawaya JankAcadêmico | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Bruno LucchiInstituição | · | 0 | · | · | — | 1 | · | · | — | |
| Luiz Guilherme SchymuraAcadêmico | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
| Fernanda ConsorteMercado | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Este mês foi marcado por uma melhor articulação entre governo e Congresso, tendo o Maia como protagonista da reforma” citado · 2019 |
| Melina RochaAcadêmico | · | 0 | · | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê trata de outra pessoa (Melina Girardi Fachin, filha do ministro Fachin) e não registra manifestação de Melina Rocha. |
| Claudia SafatleJornalista-comentarista | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | |
| Josué PellegriniAutoridade técnica | 1 | 0 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾mensalão: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Josué Pellegrini, diretor da IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado, tem estudos sobre o tamanho do Estado na economia e a situação financeira de empresas públicas.” citado · 2021 |
| Marcelo de Paiva AbreuAcadêmico | · | 1 | · | · | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾Lava Jato: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. “Brasil: patrimonialismo e autarquia Autor(a): Marcelo de Paiva Abreu| Editora(s): Águas Férreas Livros” citado · 2021 |
| Arthur WelleAcadêmico | · | 0 | · | 1 | — | · | · | · | — | ver leitura e citações ▾fraude do INSS: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê trata de pejotização e arrecadação previdenciária, e não da fraude dos descontos associativos do INSS. “Para os autores, a pejotização total agiria como um "efeito bumerangue". Haveria um ganho imediato para empresas e para alguns trabalhadores (com um salário nominal inicial mais alto)” citado · 2025 |
| Rodrigo Reis SoaresAcadêmico | · | 0 | · | · | — | · | 1 | · | — | ver leitura e citações ▾prisão de Bolsonaro: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. |
● = há posição própria lida nesse termo.
Para cada um dos 231 nomes, oito buscas no acervo da Folha: nome + “mensalão” (desde 2010), + “petrolão” e + “Lava Jato” (desde 2014), + “Banco Master” (desde 2024), + INSS fraude (desde 2025), + “8 de janeiro” e + Bolsonaro prisão (desde 2023), + “golpe de Estado” (desde 2022). O total de cada busca é a coluna de textos.
Até 50 textos por busca tiveram o corpo baixado; o agente leu só os parágrafos que citam o termo (texto assinado pela pessoa) ou o sobrenome dela (texto de terceiro), até 30 textos por termo.
Posição só em texto autoral ou fala atribuída. “Pede punição” exige pedido explícito: prisão, cassação, devolução, condenação. “Contra” é quem argumenta contra a punição — anistia, contestação da prisão, defesa dos acusados. Falar do tema sem entrar nisso é “não se manifesta”.
Toda leitura com posição passou por um segundo agente instruído a refutá-la; nas divergências um terceiro decidiu (91 figuras arbitradas nas duas páginas). Cada citação foi conferida por programa contra o texto: 1672 confirmadas, 4 descartadas.