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Análise de conteúdo · acervo da Folha de S.Paulo · 2019–2026

Dois ministros, 231 vozes: quem cita, com que viés

Para cada nome do censo, quantos textos da Folha o citam junto a Paulo Guedes enquanto ministro (2019–2022) e junto a Fernando Haddad depois (2023–2026), mais as referências ao cargo sem nome. Onde há posição própria, um viés de 1 (contrário) a 10 (a favor), lido por um agente, contestado por um cético e arbitrado quando divergem.

11.579textos citam um nome do censo e Paulo Guedes (2019–22); mais 4.362 com “ministro da Economia” sem nomear
11.978textos citam um nome do censo e Haddad (2023–26); mais 6.287 com “ministro da Fazenda” sem nomear
167 · 158pessoas citadas ao lado de Guedes · de Haddad
99 · 86pessoas com posição própria identificável sobre Guedes · sobre Haddad
4,1 · 4,7viés médio sobre Guedes · sobre Haddad (1 contrário, 10 a favor)

Dois ministros, uma régua só

62 das 231 pessoas do censo têm posição lida sobre Paulo Guedes e sobre Fernando Haddad. Nelas a nota média é 4,06 para Guedes e 4,81 para Haddad, na escala de 1 (oposição frontal) a 10 (apoio sem ressalva). A diferença média é de 0,75 ponto, com intervalo de 0,06 a 1,42. As 62 se repartem em quatro grupos. 26 dão notas a um ponto ou menos de distância. 26 mudam 2 pontos ou mais no sentido que a posição delas frente ao governo antecipa. 7 mudam 2 pontos ou mais sem ter posição definida no eixo. 3 mudam contra a própria posição. O primeiro grupo não sustenta nada: embaralhando as notas de um ministro contra as do outro, 27,5 pares ficam a um ponto de distância, com intervalo de 21 a 34. 26 é o número do acaso. Ele mede a concentração das notas entre 3 e 5, não estabilidade de critério.

A diferença entre as duas notas correlaciona 0,66 com o eixo de posição frente ao governo Lula 3. O número resiste aos cortes: 0,59 sem os integrantes do governo (n=58) e 0,67 exigindo trecho com postura dos dois lados. Metade dele é definição, não descoberta. O eixo foi atribuído pelo posicionamento público de cada pessoa sobre a política econômica do governo Lula 3, e Haddad é o ministro da Fazenda desse governo: o eixo explica 56% da variação da nota dada a Haddad e 7% da variação da nota dada a Guedes. A parte que informa é a de Guedes, ministro de outro governo, fora do que o eixo mede. E não existe nesta base eixo de alinhamento ao governo Bolsonaro. A distância entre 0,75 e −0,27 é da régua, que registra alinhamento a um dos dois governos e não ao outro.

As notas dos dois ministros têm a mesma dispersão: desvio 1,78 em Guedes e 1,74 em Haddad. Nenhum dos dois recebeu notas mais parecidas entre si. O alinhamento também move a nota de Guedes, com um terço da força e em sentido inverso: 0,22 ponto de viés por ponto de eixo, contra 0,60 do lado de Haddad. Quem é contra o governo Lula dá 4,6 a Guedes; quem é a favor dá 3,2. Por grupo, a diferença Haddad menos Guedes é de +3,6 entre os pró-governo (n=12, de 2,5 a 4,7), +1,6 no meio (n=18, de 0,4 a 2,8) e −0,8 entre os contra (n=32, de −1,4 a −0,1). Entre as 25 pessoas com posição definida no eixo que mudam 2 pontos ou mais, 23 se movem no sentido da própria posição e 2 contra, quando o acaso produziria 14 contra. Esse alinhamento de sentido é o achado sólido da seção. Os 3 casos contrários da tabela não sobrevivem à conferência dos dossiês: em 2 deles o próprio arquivo registra que a pessoa nunca avalia Guedes pelo nome, e a nota compara uma ausência com uma avaliação real. O terceiro é Felipe Salto, classificado como −1 no eixo; o corpus do projeto registra voto declarado em Lula e Alckmin em 2022 e assinatura em manifesto de apoio a Haddad em 2026. A nota dele não contraria a posição dele. A classificação é que estava errada.

Nada disso mede coerência. Guedes e Haddad conduziram políticas diferentes em períodos diferentes: um mandato fechado, com pandemia, contra um mandato em curso até 2026. Esta base mede como cada pessoa falou de cada ministro, não o que cada ministro fez. Nota diferente pode ser avaliação certa de dois governos diferentes, e nada aqui separa esse caso do julgamento por alinhamento. Separar exige segurar a política constante: ler cada pessoa sobre regra fiscal (teto e arcabouço), desoneração da folha, reforma tributária e autonomia do Banco Central, e verificar se ela cobra o mesmo padrão dos dois resultados. A coleta atual busca pelo nome do ministro. O que dá para ler caso a caso é pouco e é preciso: só 3 das 62 têm 15 ou mais trechos com postura sobre cada um dos dois ministros — Marcos Mendes (4 e 2, com 26 trechos de cada lado), Felipe Salto (2 e 6) e Vinicius Torres Freire (1,5 e 7). Entre as notas iguais, as que vêm de texto assinado pela própria pessoa dos dois lados são poucas: Samuel Pessôa dá 7 e 7, com 10 e 38 textos autorais. Zeina Latif dá 4 e 4, Marcos Lisboa 3 e 3, Sergio Vale 3 e 4, Carlos Kawall 3 e 2.

Como as 62 se repartem

Notas a um ponto ou menos de distância — 26, o mesmo que o acaso produz (27,5 esperados)26
Mudam 2 pontos ou mais no sentido da própria posição frente ao governo — 2626
Mudam 2 pontos ou mais sem posição definida no eixo7
Mudam 2 pontos ou mais contra a própria posição — 3 na contagem, nenhum de pé depois da conferência dos dossiês3

Viés sobre Guedes

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Viés sobre Haddad

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Nome a nome

Textos = total da busca na Folha (nome + termo, no período). Lidos = textos com corpo e trecho relevante que o agente leu (até 30 por termo). Postura = textos em que há posição própria (autoral ou fala atribuída). Viés só existe onde há postura. Clique em “ver leitura” para o resumo e as citações, cada uma com link.

NomeGuedes
textos
“min. Economia”
textos
lidos / posturaViés GuedesHaddad
textos
“min. Fazenda”
textos
lidos / posturaViés HaddadPosição
Paulo GuedesEx-autoridade8.5912.96660 / 0—20712260 / 34
é a própria pessoa · critica a condução fiscal do governo Lula sem atacar Haddad nominalmente
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Guedes: É a própria pessoa: o termo designa Paulo Guedes, ministro da Economia de 2019 a 2022. Os textos tratam da sua gestão (privatizações, Previdência, precatórios, desindexação do salário mínimo, transição para Haddad), não de uma posição dele sobre terceiro.
“Se estiver tendo conversa de desindexação, é muito mais pensando se a inflação realmente aterrissar e a gente quiser dar um aumento real” citado · 2022
“Guedes rebateu as acusações e chamou o ex-presidente do BID de desqualificado.” citado · 2022
“ministro da Economia”: É a própria pessoa: 'ministro da Economia' no período 2019-2022 designa o próprio Guedes. Nos trechos ele defende os resultados fiscais da sua gestão e rebate a tese de herança maldita atribuída a ela.
“Como dá pra alguém sério e preparado falar em herança maldita?” citado · 2022
“A situação é relativamente simples para quem é preparado ou para quem quer falar a verdade” citado · 2022
Haddad (arbitrado): Guedes critica publicamente a política fiscal do terceiro mandato de Lula, dizendo que o governo "chutou o balde" com o fim do teto de gastos. Ao mesmo tempo, evita nomear Fernando Haddad e pondera quando questionado sobre paralelos entre as duas gestões.
“Alvo principal das críticas de Haddad, Guedes evitou ao longo do terceiro mandato de Lula entrar em brigas públicas sobre finanças.” citado · 2026
“ministro da Fazenda”: Guedes critica publicamente a política fiscal do governo Lula, dizendo que o terceiro mandato "chutou o balde" com o fim do teto de gastos. Ao tratar de paralelos entre sua gestão e a da Fazenda de Fernando Haddad, evita atacar o sucessor nominalmente.
“Paulo Guedes , disse nesta quinta-feira (25) que o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva "chutou o balde" com o fim do teto de gastos” citado · 2024
“Sem falar do atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad ( PT ), o economista também comentou a elevação de arrecadação como meio de equilibrar as contas públicas.” citado · 2024
“Guedes também preferiu a ponderação nas questões que tratavam de paralelos entre sua gestão e a do ministro da Fazenda Fernando Haddad.” citado · 2024
Fernando HaddadAutoridade1777660 / 112,57.7213.60760 / 0—
critica duramente Guedes, mas conduz transição cordial · é a própria pessoa
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Guedes: Haddad trata Guedes como adversário político: em debate de 2022 diz que não conheceu ninguém mais cruel com os pobres. Na transição de dezembro de 2022 descreve a conversa com Guedes como cordial e transparente, sela um pacto de civilização e pede que o governo se abstenha de medidas de última hora, como a prorrogação da desoneração dos combustíveis.
“"O ministro da economia não será o Guedes. Não conheci ninguém mais cruel com pobres", respondeu Haddad” citado · 2022
“Haddad descreveu a conversa com Guedes como "excelente", "cordial", "educada" e "transparente".” citado · 2022
“O petista disse a Guedes que os trabalhos [na transição] avançam e que "fizeram um pacto de civilização" e que "não vão fazer guerra".” citado · 2022
“ministro da Economia”: Em coluna própria de 2020, Haddad afirma que o ministro da Economia está perdido; em 2022 ironiza o posto Ipiranga por não zelar pelas contas públicas e pela inflação e o chama de cruel com os pobres. Já como futuro ministro, pede que o governo Bolsonaro se abstenha de medidas que impactem o próximo governo e firma pacto de civilização com Guedes.
“Como se vê, o ministro da Economia está perdido. Em audiência pública no Congresso, sugeriu que a honrada casa de lobby dos bancos, a Febraban, estaria financiando estudos” autoral · 2020
“"E o tal posto Ipiranga não era o homem da responsabilidade? Não era o homem que ia zelar pelas contas públicas e pela inflação?", disse o petista.” citado · 2022
“"A gente pediu para o governo atual se abster de tomar medidas que impactassem o próximo governo” citado · 2022
Haddad: É a própria pessoa. Os textos cobrem sua campanha de 2026 ao Governo de São Paulo, em que aparece como ex-ministro da Fazenda; não há postura de terceiro a registrar.
“ministro da Fazenda”: É a própria pessoa. Nos textos de 2026 ele defende a própria gestão na Fazenda, sustentando que garantiu crescimento com responsabilidade fiscal e citando inflação controlada e desemprego em mínimos históricos.
“Haddad disse que a política econômica conduzida por ele tinha garantido crescimento com responsabilidade fiscal.” citado · 2026
“Haddad respondeu com dados macroeconômicos que são um trunfo de Lula: inflação relativamente controlada, desemprego em mínimos históricos e crescimento razoável.” citado · 2026
Roberto Campos NetoEx-autoridade27114360 / 4765039960 / 113
aliado de Guedes, com divergência técnica pontual sobre medidas fiscais · rebate as acusações do ministro e critica seus estímulos fiscais, mas aproveita seu modelo tributário
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Guedes: Campos Neto trata Paulo Guedes como aliado e padrinho de sua nomeação, dizendo ter por ele grande apreço e consideração. Diverge tecnicamente de medidas do ministro ao afirmar que corte de imposto não segura a inflação de forma estrutural e ao creditar a depreciação do real às dúvidas sobre o arcabouço fiscal.
“Campos Neto respondeu que se sentia honrado, mas que foi convidado pelo ministro Paulo Guedes , por quem tem grande apreço e consideração.” citado · 2022
“Se você abaixa imposto ou faz alguma coisa que abre mão de receita para obter um preço de produto mais baixo naquele momento, estruturalmente você não está ajudando a inflação” citado · 2022
“De fato, a aceleração significativa da inflação em 2021 para níveis superiores às metas foi um fenômeno global, atingindo a maioria dos países avançados e emergentes” citado · 2022
“ministro da Economia”: Na carta oficial ao ministro da Economia, Campos Neto atribui o estouro da meta de 2021 a um fenômeno global de choques de custos e credita a depreciação cambial aos questionamentos sobre o arcabouço fiscal vigente. No resto do material ele aparece ao lado da pasta em reuniões, viagens e no CMN, sem avaliá-la publicamente.
“A tendência de depreciação [cambial] na segunda metade de 2021 refletiu principalmente questionamentos em relação ao futuro do arcabouço fiscal vigente” citado · 2022
“De fato, a aceleração significativa da inflação em 2021 para níveis superiores às metas foi um fenômeno global, atingindo a maioria dos países avançados e emergentes” citado · 2022
Haddad: Campos Neto rebate a acusação de Haddad de ter deixado uma herança de juros altos, dizendo que é triste quando a narrativa importa mais que a solução estrutural, e se coloca como um dos maiores críticos dos estímulos fiscais do governo, que na sua visão exigiram juros maiores. Ao mesmo tempo, toma o imposto mínimo criado por Haddad como modelo para sua proposta de tributar instituições financeiras e classificou como ruim a moeda comum com a Argentina pedida pelo ministro.
“É triste quando a narrativa é mais importante do que a busca de uma solução estrutural.” citado · 2025
“Vamos fazer um modelo que nem o ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad fez de imposto mínimo para pessoa física com 10%.” citado · 2025
“Um desses casos, segundo Campos Neto, foi a discussão de um moeda comum com a Argentina, ideia que ele considerava ruim e com potencial de gerar inflação.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Campos Neto ataca as medidas de estímulo e o desequilíbrio fiscal do governo Lula, que na sua avaliação atrapalharam a queda da inflação e cobraram juros mais altos, e questiona se o Bolsa Família gera informalidade. Diz preferir criticar ideias a pessoas e condena o discurso de nós contra eles nas decisões sobre contas públicas.
“O ex-presidente do BC, por outro lado, é um dos maiores críticos das medidas de estímulo ao crescimento, adotadas pelo governo para contrapor o aperto da política monetária” citado · 2026
“O discurso de 'nós contra eles' é ruim para todo mundo. Não é o que vai fazer o país crescer de forma estrutural.” citado · 2025
“Ninguém está estimulando que não tenha o programa. A grande pergunta [é]: será que o Bolsa Família está gerando informalidade? Existem evidências.” citado · 2025
Simone TebetAutoridade1325360 / 44,589235460 / 27
só é citada neste dossiê; viés apurado nos textos do min_economia · aliada de chapa em 2026; só é citada neste dossiê, viés apurado no min_fazenda
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Guedes: Só é citada; nenhuma posição própria sobre Paulo Guedes nos textos deste dossiê (cobertura da candidatura de 2022, do apoio a Lula e da nomeação ao Planejamento). O viés 4,5 vem dos quatro textos com postura do dossiê min_economia: trata Guedes como ministro técnico de equilíbrio, mas se opõe à PEC Emergencial e à unificação do Renda Brasil e diz que a equipe econômica foi esvaziada pelo núcleo político.
“ministro da Economia”: Em 2019 Tebet dizia que o país se fiava no equilíbrio de ministros técnicos como Guedes e que o governo não se sustentaria se a economia não reagisse. Depois se opôs à redução de jornada e salário de servidores prevista na PEC Emergencial e à extinção de programas sociais no Renda Brasil, e em 2021 afirmou que a equipe econômica tinha menos influência sobre o presidente do que o núcleo político do governo.
“se fiava no equilíbrio de seus ministros técnicos, como o titular da Economia, Paulo Guedes.” citado · 2019
“A senadora é contra a possibilidade de extinção de programas sociais em prol de um único auxílio.” citado · 2020
“hoje há uma equipe econômica que tem menos influência sobre o presidente da República do que o núcleo político do governo.” citado · 2021
Haddad: Só é citada; nenhuma posição própria sobre Fernando Haddad nos textos deste dossiê, embora ela integre a chapa dele ao governo de SP como candidata ao Senado em 2026 e suas falas nesses textos mirem Tarcísio, Flávio Bolsonaro e a violência de gênero. O viés 7 vem dos dois textos com postura do dossiê min_fazenda, em que ela endossa Haddad e se diz mais liberal e fiscalista que ele.
“ministro da Fazenda”: Tebet integra a chapa de Haddad ao governo de SP em 2026 e endossa a fala dele de que a composição da chapa seria decidida em conjunto, sem imposição. Ao mesmo tempo, define-se como mais liberal e fiscalista que Lula e Haddad.
“Tebet se diz mais liberal e fiscalista que Lula e Fernando Haddad, que será candidato ao governo de SP pela mesma chapa” citado · 2026
“A fala foi endossada por Tebet, que é do mesmo partido de França.” citado · 2026
“O importante é o seguinte: não sou eu, não é o presidente Lula, não é o Haddad, nem a Marina, e nem o Márcio que vamos decidir individualmente.” citado · 2026
Gabriel GalípoloAutoridade336 / 0—50732460 / 116
só é citado sem posição · elogia e agradece o apoio, mas resiste às indicações dele para o BC
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os três textos (2022) tratam de Galípolo como cotado para cargos no governo Lula ou coautor de artigo sobre moeda comum sul-americana, sem qualquer fala dele sobre Paulo Guedes.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A Folha compara a escolha de Galípolo como número 2 de Haddad com a gestão Guedes (que escolheu um servidor de carreira), mas não há fala de Galípolo sobre o Ministério da Economia.
Haddad: Galípolo elogia as declarações de Haddad em defesa da meta de inflação e agradece publicamente o apoio do ministro no caso Master. Ao mesmo tempo, resiste às indicações de Haddad para a diretoria do BC (sobretudo Guilherme Mello), argumentando a Lula que soariam como intervenção do governo no BC, e não endossa a estratégia de Haddad de responsabilizar Campos Neto pela crise do Master.
“elogiou declarações recentes do ministro da Fazenda, Fernando Haddad , em defesa da meta. Para Galípolo, o debate central deveria ser outro” citado · 2026
“Galípolo não encampa as indicações de Haddad, e demonstrou a Lula discordar principalmente do nome de Mello.” citado · 2026
“Galípolo também agradeceu ao apoio do ministro Fernando Haddad (Fazenda) e o trabalho de Paulo Gonet , procurador-geral da República e da Polícia Federal.” citado · 2026
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Galípolo coopera institucionalmente com o Ministério da Fazenda: negocia com Dario Durigan um novo texto da PEC do BC, informa senadores que enviará a nova proposta e pede publicamente que o Congresso aprove a PEC, e elogiou a defesa da meta de inflação feita por Fernando Haddad. No período Haddad, resistiu aos nomes que o ministro sugeriu a Lula para a diretoria do BC, argumentando que a indicação do secretário de Política Econômica soaria como intervenção do governo, e não aderiu às críticas de Haddad a Campos Neto.
“Galípolo chegou a pedir "pelo amor de Deus" para que o Congresso aprove a PEC em fala aos senadores durante audiência na CAE” citado · 2026
“Galípolo demonstrou resistência aos nomes sugeridos a Lula por Haddad. O agora ex-ministro da Fazenda propôs que o presidente indicasse o secretário de Política Econômica” citado · 2026
“elogiou declarações recentes do ministro da Fazenda, Fernando Haddad , em defesa da meta” citado · 2026
Vinicius Torres FreireJornalista-comentarista1664060 / 321,51887360 / 247
oposição frontal: chama de incompetente, caricatura de liberal e ignorante sobre pobres · defende o ministro e seu plano fiscal moderado; culpa Lula e o PT por desidratá-lo, com ressalvas à comunicação e à crítica ao BC
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Guedes: Torres Freire trata Guedes como um liberal de caricatura, confuso, incompetente e 'com horror a pobre', cujos planos (3Ds, CPMF, vouchers, reforma do IR) eram ficção ou casuísmo eleitoreiro. Atribui a Bolsonaro-Guedes a 'ruína' fiscal do fura-teto de 2021, descreve o ministro como pato manco tutelado pelo centrão e defende que ele fosse convocado pela CPI da Covid.
“O problema aqui é Guedes e seu mundo de caricaturas reacionárias. Não trata de assuntos de modo técnico: adora dar aulas magnas genéricas baseadas em suas fantasias liberalóides apodrecidas.” autoral · 2021
“por Paulo Guedes, o tiozão do Whatsapp pinochetista que é a fantasia caricata de liberal do governo de Jair Bolsonaro. Liberal mesmo não tem aí nessa turma.” autoral · 2021
“Paulo Guedes deveria ser o próximo ministro a sentar no banco do inquérito parlamentar.” autoral · 2021
“ministro da Economia”: Nas referências ao 'ministro da Economia' sem nome, Torres Freire descreve um ministério que 'opera à maneira bolsonarista', com projeto de IR 'incompetente e irresponsável', planos de desindexação que nunca saíram do papel e um ministro que 'dá tiros' em dias de pânico e aposta em retomada ilusória. A maioria dos textos, porém, apenas relata falas e planos do ministério sem juízo explícito.
“O ministério da Economia opera à maneira bolsonarista. O projeto de mudança do Imposto de Renda era incompetente e irresponsável” autoral · 2021
“O ministro da Economia deu mais uns tiros nesse desconcerto” autoral · 2020
“O ministro da Economia parece acreditar que haverá retomada relevante do consumo das famílias e do investimento assim que se der cabo eficaz deste nosso isolamento social tabajara.” autoral · 2020
Haddad: Torres Freire sustenta que Haddad tenta um 'programa de esquerda razoável', com planos moderados e sensatos de contenção de despesa e tributação dos mais ricos, e que Lula, o PT e o Congresso o fritam e vetam suas medidas, gerando crise. Ressalva que o plano é insuficiente ('funilaria e pintura' onde é preciso trocar motor), que o pacote de novembro de 2024 foi magro e que a crítica de Haddad ao Banco Central não ajuda nem o governo.
“Haddad tenta implementar um programa de esquerda razoável, dada a conjuntura. Goste-se ou não do que propõe, é um plano que pode ser debatido em termos racionais e informados.” autoral · 2024
“Até agora, Fernando Haddad tem conseguido desarmar várias jogadas ruins na economia.” autoral · 2025
“Lula da Silva não comprou nem o plano moderado de Haddad de fazer funilaria e pintura nas contas do governo, que precisam de troca de motor e de freio.” autoral · 2025
“ministro da Fazenda”: Nas referências ao 'ministro da Fazenda', Torres Freire diz que o governo Lula e o PT há dois anos fritam o ministro e seus planos moderados de conter o aumento de despesas, com risco de 'dar besteira'. Critica, porém, que o ministro não compreende o alcance do que fala a financistas, que fez pronunciamento de contenção de danos com medidas vagas e que pegou carona no 'fantasminha' que criticou.
“O ministro, porém, parece não compreender o alcance do que fala mesmo em público, que dirá em reunião com financistas ou bucaneiros.” autoral · 2024
“que faz uns dois anos se dedicam a fritar o ministro da Fazenda e seus planos moderados de consertar as contas públicas.” autoral · 2025
“Fernando Haddad falou mais para conter danos políticos do que para esclarecer o plano de contenção de despesas do governo” autoral · 2024
Esther DweckAutoridade426 / 332189660 / 1—
critica a agenda econômica de Guedes (investimento só privado e PEC 32) · só é citada sem posição sobre Haddad
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Guedes (arbitrado): Em 2020 defende um plano de investimento público como saída da crise e rejeita a aposta de Paulo Guedes em investimento só privado. Em 2022, como porta-voz dos GTs da transição, afirma que a PEC 32 partiu de uma visão de Estado incompatível com a que ela defende.
“E tem de ser com investimento público também. Não dá para ser, como o ministro Paulo Guedes queria, só investimento privado.” citado · 2020
“um plano de investimentos públicos é fundamental para garantir uma saída mais rápida da crise atual” citado · 2020
“a PEC 32 começou, de fato, com uma visão de Estado completamente diferente do que a gente entende que seria o estado brasileiro necessário” citado · 2022
“ministro da Economia” (arbitrado): Na transição de 2022, falando pelos GTs de Planejamento e Trabalho, considera justa a demanda de retirar do Congresso a reforma administrativa do Ministério da Economia e diz que a PEC 32 nasceu de uma visão de Estado diferente da que defende. No outro texto só é citada como futura ministra.
“a PEC 32 começou, de fato, com uma visão de Estado completamente diferente do que a gente entende que seria o estado brasileiro necessário” citado · 2022
“foi um pedido que o governo eleito retirasse a reforma administrativa que está no Congresso para rediscutir o tema” citado · 2022
Haddad (arbitrado): Só é citada; nenhuma posição própria sobre Haddad nos textos. Ela aparece ao lado dele como colega de governo em colegiados (JEO, CGPar), decretos, portarias e coletivas, sempre em narração do repórter.
“O decreto em si foi assinado pelo presidente Lula, Haddad e Dweck.” citado · 2026
“colegiado formado pelos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Simone Tebet (Planejamento) e Esther Dweck (Gestão)” citado · 2025
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Detalha o pacote de contenção de gastos da Fazenda em coletiva ao lado de Haddad e assina com a pasta decretos e portarias. No único texto com postura atribuída, defendeu, junto com Rui Costa, Pimenta e Gleisi, que o anúncio do pacote trouxesse também um aceno à base petista.
“Pesou a opinião dos ministros Rui Costa (Casa Civil), Esther Dweck (Gestão), Paulo Pimenta (Secom), além de Marinho, Sidônio e da presidente nacional do PT” citado · 2024
“que defendiam que também fosse feito no anúncio um aceno à base petista.” citado · 2024
“Os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Simone Tebet (Planejamento), Esther Dweck (Gestão), Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Paulo Pimenta (Secom) detalham as medidas em coletiva” citado · 2024
Henrique MeirellesEx-autoridade1125560 / 163419760 / 153
critica a condução fiscal do governo Bolsonaro e rebate os ataques de Guedes · critica a condução fiscal de Haddad, mas reconhece sua força política no governo
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Guedes: Meirelles atribui ao governo Bolsonaro, e não ao desenho do teto de gastos, a perda de credibilidade da política fiscal, e estima um rombo de R$ 400 bilhões para 2023 causado pelas bondades eleitorais. Aos ataques pessoais de Guedes ele responde chamando as falas do ministro de sinal de desespero.
“Guedes disse várias coisas, entre outras, que Lula ia acabar com o FGTS e com o Simples, é tudo sinal de desespero” citado · 2022
“Para Meirelles, a lista de investidas contra o teto mostra a perda de credibilidade da política fiscal do atual governo.” citado · 2022
“Henrique Meirelles já estima um rombo da ordem de R$ 400 bilhões para 2023, como resultado das "bondades" do período eleitoral.” citado · 2022
“ministro da Economia” (arbitrado): Meirelles afirma que a proposta do Ministério da Economia para compensar a queda de arrecadação dos estados na pandemia não faz sentido, por limitar prazo e teto de repasses, e defende a versão de socorro aprovada pela Câmara, que considera correta e equilibrada. No restante do período cobra respeito ao teto de gastos e reformas, mas admite que a regra seja excepcionalmente superada em 2023 para bancar o Auxílio Brasil de R$ 600.
“o ex-ministro Henrique Meirelles afirmou que "não faz sentido" a proposta do governo federal para compensar a queda de arrecadação dos estados com a crise do coronavírus” citado · 2020
“O secretário, subordinado ao governador João Doria (PSDB), diz considerar "correta e equilibrada" a versão de socorro aos estados aprovada pela Câmara.” citado · 2020
“Meirelles disse que, para bancar o Auxílio Brasil no valor de R$ 600, uma alternativa seria flexibilizar o teto em 2023” citado · 2022
Haddad: Meirelles julga o arcabouço fiscal de Haddad mais flexível porém mais difícil de cumprir e insuficiente para as metas de primário anunciadas, e classifica a mudança da meta como decisão negativa que transfere o ajuste ao próximo governo. Diz que o pacote de contenção de gastos evidenciou certa fraqueza do ministro, embora Haddad siga forte por ter a confiança de Lula.
“Mais flexível, porém mais difícil de cumprir. É assim que Henrique Meirelles define a nova regra fiscal enviada ao Congresso pela equipe econômica do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.” autoral · 2023
“E ela não é o suficiente para atingir as metas de primário que foram anunciadas pelo ministro [Fernando Haddad].” autoral · 2023
“O envio do pacote de contenção de gastos com um impacto aquém do esperado "evidenciou uma certa fraqueza" do ministro Fernando Haddad , avalia Henrique Meirelles.” citado · 2024
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Meirelles sustenta que a política fiscal do governo é expansionista, que o país não conviverá com o déficit atual sem problema econômico adiante e que o pacote de contenção de gastos foi insuficiente, evidenciando fraqueza de Haddad. Defende uma regra mais rígida que o arcabouço, nos moldes do antigo teto de gastos, e alerta que aumentos generalizados de tributos sobre alta renda e empresas prejudicam a competitividade do país.
“Meirelles defendeu um modelo mais rígido do que o atual arcabouço fiscal de Lula.” citado · 2026
“Temos uma política fiscal expansionista e política monetária restritiva. Estamos com juros bastante elevados e, no entanto, o resultado ainda é uma inflação acima da meta para este ano” citado · 2026
“avalia que ficou claro que o pacote é insuficiente, e Haddad terá que propor ao presidente da República medidas complementares no futuro” citado · 2024
Marcos CintraEx-autoridade2027960 / 1279514 / 45
aliado crítico: credita a Guedes os avanços econômicos, mas ataca a reforma do IR do ministério · elogia pontualmente o acordo do Carf conduzido pela equipe econômica de Lula, mas faz ressalvas à agenda tributária
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Guedes: Cintra atribui a Paulo Guedes e a Roberto Campos Neto os avanços econômicos do governo Bolsonaro e lamenta que o presidente tenha abandonado as ideias liberais do ministro. Ao mesmo tempo, diz que Guedes recuou na defesa do imposto sobre transações e chama a reforma do Imposto de Renda do ministério de "pantomima", "confusa, burocrática, inconsistente e inoportuna".
“Cintra também justifica seu voto em Bolsonaro no segundo turno dizendo que considera ter havido avanços na área econômica, que ele atribui ao ministro Paulo Guedes” citado · 2022
“O Guedes apoiou, defendeu, me autorizou a falar e depois, quando o presidente chiou, ele recuou” citado · 2022
“Cintra também lamentou que o presidente tenha abandonado as ideias de Guedes. "É resultado dessa fé débil do presidente nesses conselhos liberais", disse Cintra.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Como secretário especial da Receita, Cintra defendeu publicamente o imposto sobre transações e uma "faxina" no Imposto de Renda que compunham a reforma do Ministério da Economia. Depois de demitido, passou a atacar as propostas seguintes do ministério, sobretudo a tributação de dividendos, que considera inoportuna.
“O novo tributo foi defendido na quarta-feira (21) por Marcos Cintra como uma forma de compensar a perda de alguns setores, principalmente de serviços” citado · 2019
“O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra , já afirmou querer fazer uma “faxina” no imposto de renda para tirar penduricalhos.” citado · 2019
“Como bem disse o professor Marcos Cintra, “o fato é que quando uma empresa decide investir no Brasil ela olha o conjunto, o risco, a insegurança jurídica.” citado · 2021
Haddad (arbitrado): Cintra elogiou a atuação da equipe econômica de Lula no acordo que devolveu ao governo o voto de desempate no Carf e considerou correto o entendimento com a OAB. No mesmo dossiê, condiciona a implementação da reforma tributária à desoneração da folha do setor de serviços e assina, com outros dois ex-secretários da Receita, artigo que defende o regime atual de tributação contra o argumento que sustenta a taxação dos mais ricos.
“Ex-secretário da Receita Federal no governo Bolsonaro, Marcos Cintra elogiou a atuação da equipe econômica de Lula na condução de um acordo para devolver ao governo o voto de desempate” citado · 2023
“o ex-secretário da Receita no governo Jair Bolsonaro (PL) Marcos Cintra afirmou que a aprovação da Reforma Tributária está garantida, mas sua implementação dependerá de medidas para desonerar a folha” citado · 2023
“Esse argumento foi defendido em um artigo por três ex-secretários da Receita Federal: Everardo Maciel (governo FHC), Jorge Rachid (governos Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer) e Marcos Cintra” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Cintra afirma que a Receita já acompanhava indiretamente o Pix antes da norma revogada, porque os bancos informam movimentações acima de R$ 2.000 para pessoas físicas e R$ 6.000 para jurídicas. Nos textos ele não emite juízo sobre a condução da Fazenda.
“Segundo o ex-secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, o Pix já era indiretamente acompanhado pela Receita antes mesmo da atualização da norma.” citado · 2025
“Não é todo Pix que é monitorado: é só aqueles que batem nesses valores estipulados” citado · 2025
Marcelo ManzanoAcadêmico941320 / 0—4811 / 0—
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“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos sobre o Ministério da Fazenda ou seu titular. A fala atribuída a ele trata apenas da política de valorização do salário mínimo, que ele defende contra a tese de que ela geraria informalidade.
“"Muitos economistas defendiam a tese de que a política de valorização do salário mínimo poderia resultar em informalidade. Mas ela foi desmontada pela observação da realidade"” citado · 2026
Bernard AppyAutoridade492151 / 451304360 / 318
técnico, sem confronto; não avalia o ministro e converge com ele apenas na taxação de livros · integrante da equipe de Haddad; defende o ministro e a agenda tributária da Fazenda
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Guedes (arbitrado): Appy não emite juízo sobre Paulo Guedes em nenhum trecho do dossiê: aparece como autor da PEC 45 e fala apenas de tributação. Sua única manifestação ligada a uma medida do ministro é dizer que taxar livro não é errado, ressalvando que seu próprio projeto mantém a imunidade.
“Mesmo reiterando que seu projeto não mexe na tributação de livros e mantém a imunidade, ele afirma que essa taxação não é errada.” citado · 2020
“Quem consome livro, na grande maioria, são pessoas de alta renda. Então a rigor, quando você desonera o livro, desonera aquilo que uma pessoa de alta renda consome.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Appy defende uma reforma ampla que inclua o ICMS e classifica soluções parciais como insuficientes, contrapondo-se ao desenho restrito discutido pelo governo. Afirma que a herança fiscal deixada por Bolsonaro será um dos maiores desafios do governo seguinte.
“Appy afirmou que a herança de Jair Bolsonaro na área fiscal será um dos maiores desafios para o governo.” citado · 2022
“Não discutir o imposto que mais prejudica o crescimento do país, o ICMS, é uma solução parcial.” citado · 2019
“Para Appy, a igualdade entre benefícios previdenciários e assistenciais desestimula as contribuições para a Previdência.” citado · 2019
Haddad: Appy é secretário extraordinário da Reforma Tributária nomeado por Haddad e defende publicamente a agenda do ministro: sustenta a alíquota de referência, justifica os vetos presidenciais e credita ao Congresso melhorias no texto. Não critica Haddad em nenhum trecho, submetendo suas decisões ao ministro.
“"Vou conversar com o ministro [Fernando Haddad] e a gente vai avaliar. Mas todo mundo sabe que eu estou aqui desde o começo com uma missão", disse.” citado · 2024
“"Todos eles tem uma razão técnica ou de inconstitucionalidade que levou à propositura dos vetos", afirmou Appy.” citado · 2025
“A costura foi feita por um secretário que abriu mão dos holofotes para fazer política nos bastidores do Congresso Nacional . "A gente tem que respeitar a política", afirma.” citado · 2024
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Como secretário extraordinário, Appy fala pela Fazenda e defende suas medidas: o imposto temporário sobre exportação de petróleo, o cashback para famílias de baixa renda, a trava da alíquota e a tese de que a reforma não é jogo de soma zero. Rebate críticas de setores, como o cálculo da Abras sobre a cesta básica, e sustenta que o ideal seria o mínimo de exceções possível.
“Todo mundo conhece a posição do Ministério da Fazenda , o ideal seria que tivesse o mínimo de exceção possível.” citado · 2023
“A questão do imposto das exportações de petróleo é uma medida temporária, de quatro meses, com fins fiscais para poder fechar a conta nesse processo de reoneração dos combustíveis” citado · 2023
“A reforma tributária não é um jogo de soma zero, não é um jogo em que um ganha e o outro perde.” citado · 2023
Guido MantegaEx-autoridade442655 / 1124113060 / 28
critica frontalmente a gestão de Guedes · defende o ministro e seu ajuste fiscal
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Guedes: Mantega ataca a gestão de Paulo Guedes: diz que ele e Henrique Meirelles conduziram a economia à mais longa estagnação e deveriam fazer mea-culpa, e classifica a pedalada de Guedes como esperteza daninha. Em artigos próprios atribui a crise ao bolsonarismo e opõe os governos desenvolvimentistas do PT aos neoliberais de Temer e Bolsonaro.
“diz ainda que Henrique Meirelles e Paulo Guedes deveriam fazer mea-culpa, uma vez que "conduziram a economia brasileira à mais longa estagnação"” citado · 2022
“Guido Mantega: Pedalada de Paulo Guedes é uma esperteza daninha” citado · 2020
“Opinião - Guido Mantega: Bolsonarismo levou Brasil à crise, e retomada virá com o seu fim” citado · 2022
“ministro da Economia”: Mantega responsabiliza a condução econômica do governo Bolsonaro pela crise e chama a pedalada do ministro da Economia de esperteza daninha. Sobre o BID, diz que o governo eleito não tem nada contra Ilan Goldfajn, mas condena a forma como o nome foi imposto sem apoio de outros países, e pediu por escrito o adiamento da eleição.
“Guido Mantega: Pedalada de Paulo Guedes é uma esperteza daninha” citado · 2020
“O Bolsonaro lançou uma candidatura quando estava próximo ao segundo turno, podendo perder, e perdeu. E quis impor um nome sem buscar apoio de outros países” citado · 2022
“Opinião - Guido Mantega: Bolsonarismo levou Brasil à crise, e retomada virá com o seu fim” citado · 2022
Haddad: Mantega defende o pacote fiscal de Haddad, afirma que as medidas cumpriram a finalidade de adequar as contas públicas ao arcabouço e diz que o mercado só se daria por satisfeito com uma carnificina em saúde, educação e Previdência. Concorda com Haddad que a meta de inflação de 3% é exigente.
“Mantega, ministro da Fazenda entre 2006 e 2015, diz que as medidas cumpriram a finalidade de adequar as contas públicas ao arcabouço fiscal.” citado · 2024
“O mercado sempre vai achar que é insuficiente porque essa é uma tática. Por quê? É uma maneira de o mercado manter o governo nas cordas” citado · 2024
“Mantega concorda com o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que a meta de inflação de 3% no Brasil é exigente.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As menções o tratam como ex-ministro da Fazenda envolvido no caso Banco Master, na tentativa frustrada de indicação à Vale e na vaga do conselho fiscal da Eletrobras.
“Ministro da Fazenda de 2006 a 2014 (governos Lula e Dilma Rousseff), Mantega foi contratado para ser consultor do Master.” citado · 2026
Mansueto AlmeidaEx-autoridade1194660 / 206151630 / 174
integrou a equipe de Guedes e sustentou a agenda fiscal do ministério, com ceticismo privado quanto às metas do ministro · apoia as medidas de arrecadação, mas critica com dureza a gestão econômica do governo
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Guedes (arbitrado): Mansueto Almeida foi secretário do Tesouro na equipe de Paulo Guedes, afirmou que os embates técnicos no ministério eram normais e decidiu permanecer no cargo, saindo em 2020 em termos amistosos e sem criticar o ministro publicamente. Antes mesmo da posse avisou Guedes de que as metas de privatização, eliminação do déficit e venda de imóveis da União eram irrealistas.
“No ano passado, diante de rumores de que deixaria a função, Mansueto afirmou que estava decidido a permanecer no cargo e que era normal que houvesse embates técnicos no ministério.” citado · 2020
“Antes mesmo da posse o economista Mansueto Almeida avisou-o que suas metas de privatizações, eliminação do déficit e venda de imóveis da União eram voo de anjo.” citado · 2020
“Mesmo antes da posse, Mansueto mostrou ao czar que uma parte de suas promessas eram fantasias.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Como secretário do Tesouro do Ministério da Economia, Mansueto Almeida sustenta que só o ajuste fiscal abre espaço para investimento público e que o teto de gastos só será cumprido sem novas despesas, reajustes a servidores ou concursos. Coloca a reforma administrativa à frente da tributária e submete a decisão final ao ministro da Economia.
“Mansueto Almeida, defendeu a necessidade de aumento do investimento público para acelerar a economia, ressaltando que o ajuste fiscal é que abrirá espaço” citado · 2020
“Mansueto Almeida , afirmou que o governo cumprirá o teto de gastos no ano que vem se não aumentar despesas, não conceder reajustes a servidores nem fazer concursos.” citado · 2020
“Mas ele ponderou que ainda está havendo discussões e que o ministro da Economia, Paulo Guedes, terá de "bater o martelo".” citado · 2019
Haddad: Mansueto Almeida apoiou as políticas de aumento de arrecadação de Fernando Haddad e atribuiu o travamento da agenda à falta de apoio da ala política do governo aos ministros da área econômica. De 2024 em diante endureceu o diagnóstico: aponta subestimação de despesas da Previdência, chama a trajetória da dívida de insustentável e faz duras críticas à gestão econômica do governo Lula.
“Em um ambiente completamente favorável no evento, Haddad recebeu apoio do economista-chefe do BTG, Mansueto Almeida, para a perseguição de suas políticas econômicas de aumento da arrecadação.” citado · 2023
“Mansueto diz que falta uma mensagem com convicção da ala política do governo de apoio aos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento)” citado · 2024
“fez nesta terça-feira (10) duras críticas à gestão econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atribuiu a melhora em indicadores do país a fatores internacionais” citado · 2026
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Mansueto Almeida defendeu as medidas de arrecadação da Fazenda como correção de problemas herdados, sem aumento de carga tributária, e atribuiu à ala política do governo, não aos ministros Haddad e Tebet, a falta de compromisso fiscal. A partir de 2026 endureceu o tom, afirmando que a dívida pública crescerá dez pontos percentuais no mandato de Lula e prevendo problema grave sem ajuste.
“Nesta segunda-feira, contudo, o economista-chefe do BTG Pactual foi enfático ao defender que não haverá acréscimo da carga tributária com as medidas para aumento de receita do governo federal.” citado · 2023
“Mansueto diz que falta uma mensagem com convicção da ala política do governo de apoio aos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento)” citado · 2024
“Mansueto disse que a dívida pública do país crescerá dez pontos percentuais no atual mandato de Lula, o que não é sustentável” citado · 2026
Adolfo SachsidaEx-autoridade1324560 / 109549 / 1—
aliado e ex-subordinado de Guedes; adota e executa a agenda dele · só é citado sem posição
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Guedes (arbitrado): Sachsida é aliado e ex-assessor de Guedes: seu primeiro ato como ministro de Minas e Energia foi pedir formalmente a Guedes, presidente do conselho do PPI, a inclusão da PPSA e da Petrobras no processo de desestatização, e ele defende a mesma agenda de privatização e corte de subsídios. Não há uma única crítica ou ressalva de Sachsida a Guedes em todo o material; as críticas ao par (deputados em reunião com Lira, editorial 'Ilusão à venda') vêm de terceiros.
“Meu primeiro ato como ministro de Minas e Energia é solicitar ao ministro Paulo Guedes, presidente do conselho do PPI, que leve ao conselho a inclusão da PPSA no PND” citado · 2022
“Aqui está o meu primeiro ato como ministro de Minas e Energia, a solicitação formal para que se iniciem os estudos” citado · 2022
“Entrou no governo como secretário de Política Econômica, mostrando-se um seguidor fiel das ideias de Guedes, e hoje é ministro de Minas e Energia.” citado · 2022
“ministro da Economia”: Como secretário de Política Econômica e depois chefe da Assessoria Especial, Sachsida defende a linha do Ministério da Economia de Guedes: teto de gastos, agenda pró-reformas e de mercado, concessões e privatizações, e sustenta que o pacote de R$ 150 bi de 2022 não usou dinheiro público. Ao virar ministro agradece a Guedes 'pelo apoio' e, em 2020, cita o 'grande apoio' de Guedes à agenda pró-mercado; nenhuma ressalva ao ministério em todo o material.
“O novo ministro usou as redes sociais para agradecer Bolsonaro "pela confiança", Paulo Guedes "pelo apoio" e Albuquerque "pelo trabalho em prol do país".” citado · 2022
“O presidente é um parceiro da agenda pró-mercado. Fomos eleitos com essa pauta. Você olha o grande apoio que o ministro Guedes tem nessa área” citado · 2020
“Temos que mostrar que gasto será reduzido. A beleza do teto de gastos é essa” citado · 2021
Haddad (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos 5 textos Sachsida aparece como ex-ministro, ex-conselheiro de Itaipu, ex-comandante da SPE e autor de livro mencionado por Guedes, e sua única fala é sobre Flávio Bolsonaro.
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Como integrante da equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Sachsida defende um teto de gastos calibrado pela relação dívida bruta/PIB e consolidação fiscal exclusivamente por redução de gastos, sem criação de novos tributos, e promete resolver o lado fiscal em um ano e meio. Em nenhum dos quatro textos ele menciona o Ministério da Fazenda ou Haddad.
“Precisamos de um ajuste feito via controle de gastos, não dá para criar mais novos tributos. Nosso processo de consolidação fiscal é através de redução de gastos” citado · 2026
“Em um ano e meio vamos resolver o lado fiscal da economia. Não é mágica, é conhecimento sólido” citado · 2026
“Adolfo Sachsida defendeu nesta terça-feira (1º) o estabelecimento de um teto de gastos com base na relação entre dívida bruta e PIB” citado · 2026
Guilherme MelloAutoridade13518 / 321005960 / 239
critica a condução fiscal de Guedes e do governo Bolsonaro · integra e apoia a equipe de Haddad
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Guedes: Mello acusa o governo Guedes de ter acabado com todas as regras fiscais, cita o orçamento secreto e as sucessivas mudanças no teto de gastos como marca da gestão. Trata a melhora econômica de 2022 como dado artificial produzido por medidas pontuais para ganhar a eleição.
“Vai cobrar do [atual ministro da Economia, Paulo] Guedes o orçamento secreto, o fim da regra do teto que ele mudou quatro vezes e anunciou que vai mudar uma quinta” citado · 2022
“eles vão usar os dados dos últimos meses, que são dados artificiais, porque são dados criados com base em medidas pontuais, extemporâneas, para ganhar a eleição” citado · 2022
“Vamos tirar o teto que está aí e construir um novo arcabouço fiscal” citado · 2022
“ministro da Economia”: Mello devolve ao mercado a cobrança de regra fiscal apontando que foi o governo do Ministério da Economia que acabou com todas as regras fiscais. Nos demais textos aparece apenas como economista do PT na transição, sem avaliar a pasta.
“O mercado pressiona [para saber] qual a regra fiscal. Meu querido, vocês não estão incomodados com o governo que acabou com todas as regras fiscais?” citado · 2022
“Vai cobrar do [atual ministro da Economia, Paulo] Guedes o orçamento secreto, o fim da regra do teto que ele mudou quatro vezes e anunciou que vai mudar uma quinta” citado · 2022
Haddad: Como secretário de Política Econômica de Haddad, Mello se diz lisonjeado e feliz com a confiança do ministro ao indicá-lo à diretoria do Banco Central e se coloca à disposição de Lula. Defende publicamente as projeções e o diagnóstico da equipe econômica e respondeu por artigo a críticos da fala do ministro sobre a meta de inflação; em nenhum trecho critica Haddad.
“Fico lisonjeado pela lembrança do meu nome, muito feliz com a confiança do ministro em indicar meu nome, no entanto, não recebi nenhum convite” citado · 2026
“nos 26 anos de vigência do regime de metas de inflação, em 17 anos o IPCA terminou o ano acima de 5%” citado · 2025
“Nós acreditamos que a política monetária está em um campo bastante restritivo. E isso tem impactado inclusive a nossa própria projeção para o segundo semestre” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Mello é o porta-voz técnico do Ministério da Fazenda e defende a agenda da pasta ponto a ponto: meta de déficit zero, recomposição da base fiscal, reforma da renda com tributação dos super-ricos e nova política industrial. Rebate a ala do PT que chama o ajuste de austericídio, afirmando que a agenda de Haddad tem todo o apoio de Lula.
“A agenda econômica foi apresentada por Haddad ao presidente antes de ele ser escolhido para o ministério. E essa agenda tem todo o suporte do presidente” citado · 2023
“Independentemente de qualquer coisa, nós prosseguiremos o caminho de recompor a base fiscal e buscar nos aproximarmos o máximo possível do déficit zero” citado · 2023
“O objetivo não é aumentar imposto é recompor o que está sendo perdido” citado · 2024
Felipe SaltoEx-autoridade591444 / 212583560 / 466
oposição frontal: chama Guedes de pior ministro da história e diz que ele acabou com o teto de gastos · favorável com ressalvas: elogia o arcabouço e a gestão de Haddad, mas cobra ajuste pelo lado do gasto
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Guedes: Salto é adversário declarado de Guedes: sustenta que o ministro acabou com a regra do teto por meio de sucessivas emendas à Constituição, chama o drible ao teto de 2021 de 'maior lambança fiscal da história', acusa o ministro de 'aversão ao contraditório' quando ele ataca a IFI e, em 2022, escreve que Guedes entrará para a história como 'o pior de todos os ministros'. Como diretor da IFI (2020-2021) já contestava os argumentos e projeções de Guedes ('não é um argumento que para de pé'; 'taxa de sucesso de menos de 10%').
“Na economia, escolheu aquele que entrará para a história como o pior de todos os ministros” citado · 2022
“A regra do teto, na verdade, já não existe mais. Quem acabou com ela chama-se Paulo Guedes, com uma série de emendas à Constituição” citado · 2022
“Parabéns ao secretário do Tesouro e ao secretário especial de Fazenda por não aceitarem participar da maior lambança fiscal da história das contas públicas no Brasil” citado · 2021
“ministro da Economia”: Salto sustenta que o Ministério da Economia sob Guedes destruiu a regra do teto com licenças sucessivas para gastar acima do limite em 2020, 2021 e 2022, chama o 'waiver' de 2021 de 'rombo no teto' e de 'maior lambança fiscal' das contas públicas, e diz que a proposta de mudar a indexação do teto tinha como única motivação aumentar gastos em ano eleitoral.
“Segundo Salto, o teto já não existe, depois de o ministro da Economia, Paulo Guedes, aprovar sucessivas licenças para gastar acima do teto nos anos de 2020, 2021 e 2022.” citado · 2022
“Waiver é o nome bonitinho para rombo no teto” citado · 2021
“a motivação da proposta, neste momento crítico, é uma só: aumentar gastos sem muito foco, em ano eleitoral” citado · 2021
Haddad: Salto avalia que Haddad cuida bem do lado fiscal (o arcabouço 'nasceu em boas bases', a Fazenda 'está conseguindo marcar gols', os 100 dias têm saldo positivo, o déficit de 2024 foi 'um feito importante') e assina em 2026 manifesto de ex-secretários de SP em apoio a Haddad. Ao mesmo tempo cobra corte de despesas, critica a alta do IOF como 'desespero' e 'política de arroz com feijão', chama a mudança de meta de 'gol de mão', questiona os 'puxadinhos' na regra e avisa que Haddad 'não pode fraquejar' na meta de déficit zero.
“Já o economista-chefe da Warren Rena, Felipe Salto, avalia que a notícia é positiva e confirma a visão de que o lado fiscal estaria sendo bem cuidado por Haddad” citado · 2023
“Essa medida do IOF revela um certo desespero. Como eles não conseguem ir além na questão do gasto público, acaba sobrando de novo para aumentos pelo lado da receita.” citado · 2025
“O sinal amarelo para a trajetória continua. O cenário não é tranquilo, longe disso, o ministro Fernando Haddad [Fazenda] não pode fraquejar no compromisso fiscal” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Salto vê a Fazenda de Haddad na 'direção correta da responsabilidade fiscal', considera positivos o pacote inicial de 2023 e os congelamentos de 2024 e, em 2025, defende o resultado fiscal oficial de 2024 contra as críticas de Marcos Mendes. Ao mesmo tempo cobra o novo arcabouço em janeiro de 2023, diz que a reforma tributária passou com 'muitos e graves problemas', chama o IOF de medida equivocada e afirma que o governo escolheu uma 'política de arroz com feijão' que deixou o ajuste estrutural para 2027.
“Em publicação no X, o economista-chefe da Warren Investimentos, Felipe Salto, disse que as declarações de Haddad são "muito positivas".” citado · 2024
“Está faltando dizer qual vai ser o novo arcabouço fiscal. O teto de gastos virou agora uma coisa irrealista, tem uma série de despesas por fora” citado · 2023
“Apesar de reconhecer a vitória de Haddad, ele avalia que o texto passou com "muitos e graves problemas"” citado · 2023
Armínio FragaEx-autoridade563560 / 27393158 / 115
simpatiza com a agenda econômica, cobra postura mais dura fora da economia · reconhece o esforço de Haddad, mas julga o ajuste fiscal insuficiente
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Guedes: Fraga declara grande simpatia pela agenda econômica de Guedes, mas cobra que o ministro se pronuncie com mais dureza contra atitudes do governo Bolsonaro fora da economia, como o episódio de Roberto Alvim. Nos demais 29 textos Guedes é só contexto, inclusive quando ataca Fraga por apoiar Lula em 2022 e Fraga não responde.
“grande simpatia que tem à agenda econômica comandada pelo colega liberal, o economista e ministro da Economia, Paulo Guedes, Fraga é bastante crítico em relação à postura do governo” citado · 2020
“Eu não tenho dúvidas, eu acho que sim, que seria o ideal. Paulo Guedes volta e meia fala que é um liberal democrata e qualquer um que pense em nazismo” citado · 2020
“ministro da Economia”: Fraga simpatiza com a agenda econômica do Ministério da Economia sob Guedes e concentra suas críticas na postura do governo Bolsonaro em meio ambiente e questões identitárias, que considera prejudiciais à economia. Nos demais textos o ministério é apenas contexto (proposta de Previdência entregue à pasta, demissão de Levy, apoio a Lula em 2022).
“Apesar da grande simpatia que tem à agenda econômica comandada pelo colega liberal, o economista e ministro da Economia, Paulo Guedes, Fraga é bastante crítico” citado · 2020
“Os assuntos que chamam mais atenção e afetam não só os investidores de fora, mas sobretudo nós mesmos, aqui dentro, têm a ver com meio ambiente” citado · 2020
Haddad: Fraga reconhece o esforço e a mudança de direção de Haddad na política fiscal (plano de 2023 'positivo', 'direção certa'), mas considera o ajuste insuficiente: o arcabouço 'não fecha', as metas exigem cenário 'praticamente impossível' e a perna fiscal segue fraca apesar dos esforços do ministro. Suas críticas mais duras vão ao governo Lula, não a Haddad pessoalmente.
“Fernando Haddad [Fazenda] conseguiu uma mudança de direção importante. Lula vinha desde a eleição com uma postura até de raiva contra a responsabilidade fiscal” citado · 2023
“É fundamental caminhar na direção de um saldo primário maior. A aritmética simplesmente não fecha” citado · 2023
“A perna fiscal está fraca, a despeito dos esforços do ministro Fernando Haddad. Isso dificulta muito a vida do Banco Central.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Fraga apoia iniciativas da Fazenda como a redução do déficit em 2023 e a reforma tributária ('enorme avanço'), mas é cada vez mais crítico da condução fiscal do governo Lula: em 2026 fala em política fiscal expansionista, dívida crescendo sem superávit e cenário semelhante ao pré-crise de Dilma. Os dois textos de 2026 se referem ao ministro Dario Durigan, sucessor de Haddad.
“Fraga considera positiva a iniciativa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de reduzir o déficit primário deste ano, mas está à espera das medidas de longo prazo” citado · 2023
“o ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga comemorou a aprovação. "Foi um enorme avanço", diz.” citado · 2023
“voltou a fazer críticas à política fiscal e à trajetória das contas públicas, chegando a dizer que o atual cenário econômico é semelhante ao período pré-crise do governo Dilma Rousseff” citado · 2026
Eduardo MoreiraCriador digital110361 / 0—325 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção a Paulo Guedes aparece na ficha biográfica do entrevistado, registrando que ambos passaram pelo banco Pactual.
“Trabalhou no banco Pactual, do qual um dos fundadores foi Paulo Guedes (Economia), até 2009.” citado · 2020
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como um dos economistas presentes a um jantar na casa de Haddad e, em outro texto, apenas como convidado de um espetáculo teatral.
“Estavam no jantar na casa de Haddad, entre outros, os economistas Guido Mantega, Luiz Gonzaga Beluzzo, Luciano Coutinho e Eduardo Moreira.” citado · 2024
“O economista Eduardo Moreira e o médico e colunista da Folha Drauzio Varella fizeram participações especiais no espetáculo.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos são os mesmos do dossiê de Haddad, em que ele figura como presente ao jantar e como participante de um espetáculo.
“Estavam no jantar na casa de Haddad, entre outros, os economistas Guido Mantega, Luiz Gonzaga Beluzzo, Luciano Coutinho e Eduardo Moreira.” citado · 2024
Samuel PessôaAcadêmico22928 / 117753754 / 447
avalia a gestão fiscal de Guedes como positiva e defende suas propostas, com cobranças pontuais · apoia a agenda fiscal e tributária de Haddad, com críticas pontuais às falas sobre inflação e ao pacote de novembro de 2024
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Guedes: Pessôa nega que Guedes tenha deixado herança fiscal maldita e afirma que a herança na área fiscal é positiva. Apoia a centralidade da reforma da Previdência e as propostas tributárias enviadas por Guedes, atribuindo ao Congresso a desfiguração dos projetos, e cobra apenas mais velocidade na desestatização.
“Guedes deixará herança maldita na área fiscal? Não. Na área fiscal, a herança de Guedes é positiva.” autoral · 2022
“Entendo a ênfase do ministro no tema, mas outras reformas serão necessárias. De qualquer forma, o ministro está coberto de razão com relação à centralidade da reforma.” autoral · 2019
“O PL tinha boas medidas que elevavam a progressividade dos impostos de renda e aumentavam a arrecadação.” autoral · 2022
“ministro da Economia”: Pessôa chama de espantoso o comportamento do presidente e do ministro da Economia diante da crise, por transferirem ao Congresso a liderança do processo. Ao mesmo tempo trata a agenda de reformas do ministério como acertada.
“Frente a esse quadro, é espantoso o comportamento do presidente e de seu ministro da Economia.” autoral · 2020
“Se o presidente falou pouco no discurso de posse, menos de dez minutos, o pronunciamento do ministro da Economia, Paulo Guedes , foi longo, de quase 50 minutos.” autoral · 2019
Haddad: Pessôa declara sua coluna solidária à agenda do ministro, credita a Haddad o arcabouço fiscal, a reforma tributária e o combate ao planejamento tributário, e faz um balanço positivo da gestão. Critica a retórica petista de Haddad sobre a meta de inflação, o discurso à nação de novembro de 2024 e a seletividade no debate das heranças.
“Haddad estabeleceu a agenda do terceiro mandato de Lula. Convenceu o presidente de sua importância e foi bem-sucedido em negociá-la no Congresso Nacional.” autoral · 2026
“O ministro Haddad errou? Minha avaliação: não errou.” autoral · 2025
“Haddad lança mão de uma retórica muito empregada pelo petismo.” autoral · 2025
“ministro da Fazenda”: Pessôa diz que o ministro da Fazenda faz o que pode para tapar o buraco fiscal, defende o veto à desoneração da folha e considera positivo o saldo da gestão. Sustenta que ministro da Fazenda não deve opinar sobre política monetária, porque isso eleva expectativas de inflação e atrapalha o Banco Central.
“Não é saudável que o ministro da Fazenda opine sobre política monetária. Gera muito ruído e atrapalha o BC.” autoral · 2025
“O ministro da Fazenda, Fernando Haddad ( PT ), tem feito o que pode para tentar tapar o buraco fiscal.” autoral · 2023
“Eu acho o saldo do ministro positivo. Minha crítica é essa retórica. O ministro foi a pessoa que estabeleceu a agenda do terceiro mandato para o presidente Lula” citado · 2026
Marcos MendesAcadêmico34836 / 304603960 / 532
critica a condução fiscal do governo Bolsonaro e a perda de controle da pasta, sem atacar Guedes nominalmente · crítico duro e sistemático de Haddad, acusa-o de contorcionismo retórico e de empurrar a culpa para terceiros
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Guedes: Mendes ataca sistematicamente a condução fiscal do governo Bolsonaro: chama a PEC dos Precatórios e o adiamento de pagamentos de contabilidade criativa e manobra para burlar o teto, condena a desoneração da folha e o controle de preços de combustíveis, e diz que o Ministério da Economia perdeu o controle da política fiscal para os interesses políticos do Congresso e da ala política. Ao mesmo tempo compartilha a agenda liberal da equipe econômica, defendendo o teto contra a flexibilização no Senado e apoiando a revisão da meta primária estudada pela equipe de Guedes, de modo que a crítica recai sobre Bolsonaro, o Congresso e a execução, não sobre Guedes pessoalmente.
“Marcos Mendes, pesquisador do Insper e colunista da Folha , vê a falta de controle da política fiscal pelo Ministério da Economia.” citado · 2021
“as alternativas avaliadas são fiscalmente irresponsáveis e fragilizam o teto de gastos. Para ele, o governo busca argumentos frágeis para viabilizar uma ampliação de gastos no ano que vem.” citado · 2021
“o economista Marcos Mendes, colunista da Folha , afirmou que o governo atualmente pratica um “presidencialismo de omissão”.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Mendes trata a mudança retroativa do indexador do teto como o fim da regra que ajudou a criar e diz que o resultado será mais incerteza e redução de investimento. Considera que quem passou a comandar a política fiscal são os interesses políticos do Congresso e da ala política do governo, não a pasta econômica, e condena a desoneração da folha como medida cara e ineficaz.
“A decisão do governo de mudar a regra que corrige o teto, de forma retroativa, abrindo espaço para mais gastos , é vista por Mendes como o fim” citado · 2021
“A desoneração da folha é outra má notícia. Ela custa caro, não tem efeito de criação de empregos, aumenta a margem de lucro das empresas” citado · 2021
““O crédito extraordinário é um instrumento importante, é preciso ter uma válvula de escape para situações de emergência. Se não tivesse essa possibilidade, o teto já teria caído”” citado · 2020
Haddad: Mendes acusa Haddad de maquiar números, chamando de corte o que é subestimação de despesa, de contestar dados de receita que não se sustentam e de recorrer ao argumento da herança maldita para culpar governos anteriores. Julga o pacote fiscal do ministro incapaz de frear a dívida e atribui isso à falta de disposição do PT para enfrentar o problema fiscal, embora reconheça pontualmente acertos, como o uso de superávit de fundos para abater dívida e o fim da desoneração da folha.
“O anúncio do resultado da reunião de Haddad com o Presidente foi um contorcionismo retórico para transformar uma subestimação de despesa orçamentária em "corte de despesas".” autoral · 2024
“O ministro da Fazenda Fernando Haddad diz que a dificuldade de cumprir a meta vem da queda da receita. Mas não está havendo queda na tendência de médio prazo” autoral · 2023
“o governo propôs um pacote fiscal incapaz de frear o crescimento da dívida pública. Claramente não há disposição nem convicção no PT para encarar o problema fiscal” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Em colunas assinadas, Mendes sustenta que a fala do ministro sobre inflação de 4% a 5% desqualifica o sistema de metas e é mais um passo no desmonte do Plano Real, que o ajuste fiscal prometido carece de credibilidade e consistência, e que a pasta vive culpando gestões anteriores por problemas criados pelo próprio PT. Reconhece, em 2023, que a Fazenda faz o possível dentro da restrição política imposta, mas afirma que esse possível está longe do suficiente, e diz que o governo quebrou o termômetro ao empurrar gastos para fora do Orçamento.
“Nada demais se a frase fosse dita por um comentarista qualquer. Porém, quando sai da boca do ministro da Fazenda, ela é mais um passo no desmonte do Plano Real.” autoral · 2025
“O Ministério da Fazenda está fazendo o que é possível, dentro da restrição política que lhe foi imposta. O problema é que esse possível está longe de ser o suficiente.” autoral · 2023
“o ministro da Fazenda foi escalado para atrair o mercado com um canto das sereias.” autoral · 2026
Ilan GoldfajnEx-autoridade372553 / 53352251 / 47
critica o quadro econômico do governo Bolsonaro/Guedes, sem atacar o ministro pessoalmente · apoia a agenda verde e a parceria BID-Fazenda, com ressalva sobre oportunidades desperdiçadas
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Guedes: Goldfajn faz avaliações negativas sobre a economia brasileira sob Guedes: diz que os investidores estrangeiros já fugiram do país e alerta que gastos extras sem reformas elevam o risco de crise de mercado. Guedes reagiu publicamente às críticas, e Goldfajn ainda assim aceitou a indicação do ministro à presidência do BID, sem em nenhum trecho elogiar sua gestão.
“afirmou em entrevista ao portal Neofeed nesta semana que os investidores estrangeiros não estão fugindo do Brasil, eles "já fugiram"” citado · 2021
“No entanto, se o próximo ano trouxer gastos extras sem reformas, Goldfajn diz que o risco de uma crise do mercado aumentará.” citado · 2020
“Goldfajn afirmou que investidores buscavam uma declaração de Guedes sobre o comportamento do presidente.” citado · 2021
“ministro da Economia”: O único trecho com fala própria traz Goldfajn dizendo que os investidores estrangeiros já fugiram do Brasil, crítica que levou o Ministério da Economia a rebatê-lo e a dispensar a missão do FMI no país. Nos outros 22 textos ele aparece apenas como o nome indicado pela pasta à presidência do BID ou como ex-presidente do BC.
“afirmou em entrevista ao portal Neofeed nesta semana que os investidores estrangeiros não estão fugindo do Brasil, eles "já fugiram"” citado · 2021
Haddad: Goldfajn endossa publicamente a agenda de transição verde apresentada por Haddad, chamando-a de "mega oportunidade" para o Brasil e a América Latina, e diz que o BID está engajado com o Ministério da Fazenda para criar um fundo de proteção cambial. A única ressalva que faz é a de que a região já desperdiçou muitas oportunidades.
“Ilan Goldfajn disse que essa é uma "mega oportunidade" para o Brasil e para a América Latina, e de interesse global, tanto dos governos quanto do setor privado.” citado · 2023
“"Há um potencial para a economia dar um salto", disse Goldfajn. "Mas a América Latina já desperdiçou muitas oportunidades."” citado · 2023
“Nós estamos engajados com o Ministério da Fazenda para achar uma solução, um fundo, em que isso possa ser protegido [hedge, no jargão do mercado].” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Goldfajn descreve o BID como engajado com o Ministério da Fazenda na criação de um fundo de proteção cambial para atrair investidor estrangeiro, e classifica a agenda de energia verde da pasta como uma grande oportunidade. Nos demais textos aparece só em agendas conjuntas, comparações de cartas de meta de inflação e menções ao cargo no BID.
“Nós estamos engajados com o Ministério da Fazenda para achar uma solução, um fundo, em que isso possa ser protegido [hedge, no jargão do mercado].” citado · 2023
“Uma das coisas que ouvimos de investidores é que sim, eles quem investir mais, mas se houver uma desvalorização e uma depreciação, isso é um problema, é uma incerteza” citado · 2023
“Ilan Goldfajn disse que essa é uma "mega oportunidade" para o Brasil e para a América Latina, e de interesse global, tanto dos governos quanto do setor privado.” citado · 2023
Nelson BarbosaEx-autoridade392046 / 153213251 / 36
critica a condução econômica de Guedes · converge tecnicamente com a linha fiscal da Fazenda, sem avaliar Haddad
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Guedes: Barbosa critica de forma sistemática a política econômica de Paulo Guedes: chama a capitalização da Previdência de repetição do "erro chileno", que criaria déficit e aumentaria a pobreza de idosos, e fala em "usina de crises de Guedes e Bolsonaro". Ele rejeita o argumento de que as revelações do Intercept sobre a Lava Jato seriam ruins por ameaçar as reformas de Guedes e cobra estabilização fiscal de curto prazo que o ministro recusava.
“Ainda assim, Guedes deseja seguir o erro chileno , mesmo que isso crie grande déficit fiscal no curto prazo e aumente a pobreza de idosos no longo prazo.” autoral · 2019
“Agora a reforma da Previdência tem chance de sair apesar da usina de crises de Guedes e Bolsonaro” autoral · 2019
“Tem gente acha que porque o choque é externo, a política econômica não tem de fazer nada. Pelo contrário, a política econômica tem de compensar isso.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Barbosa acusa o Ministério da Economia de apego ideológico e afirma que o próprio ministro admitiu que a capitalização seria a porta de entrada para um regime trabalhista com menos direitos. Ironiza os recuos da pasta e credita a ela apenas uma adesão tardia a estímulos de demanda, mas a defende de acusação de crime de responsabilidade pelos gastos extrateto de 2020.
“É difícil o atual Ministério da Economia desapegar de ideologias, mas como o acordo terá que passar pelo Senado, a discussão ainda vai longe.” autoral · 2020
“O próprio ministro da Economia já declarou que a capitalização será a porta de entrada para um novo regime trabalhista —a “carteira verde e amarela” — com menos direitos trabalhistas” autoral · 2019
“Nesta semana tivemos proposta de diminuir pagamento de precatórios, descartada pelo Ministro da Economia (mas ele não estava no anúncio da medida?).” autoral · 2020
Haddad (arbitrado): Em 21 textos, nenhum autoral, Barbosa não emite juízo algum sobre Fernando Haddad: não o elogia nem o critica, e recusou-se a comentar o pacote fiscal de dezembro de 2024. A única fala atribuída que toca o tema é técnica — defende recuperar o nível de arrecadação e sustenta que o esforço fiscal cabe também ao Congresso e ao Judiciário —, convergência de conteúdo com a Fazenda que o repórter, e não Barbosa, associa a Haddad.
“também defendeu a recuperação do nível de arrecadação e disse que a política do esforço fiscal não depende apenas do governo, mas também do Congresso e do Judiciário” citado · 2024
“Ainda assim, Barbosa ressaltou que é difícil acomodar um ajuste tão expressivo em pouco tempo. "Vai levar no mínimo quatro anos", disse.” citado · 2023
“"Sacar recurso do FAT não resolve o déficit da Previdência. É um paliativo temporário, mas cria um grande problema para o financiamento a longo prazo"” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Como diretor do BNDES, Barbosa subordina as iniciativas do banco ao aval da Fazenda e considera inadequado tratar com o Banco Central medida que a pasta ainda analisa. Ele endossa a linha da Fazenda de recuperar a arrecadação e de dividir o esforço fiscal com Congresso e Judiciário.
“se e quando o Ministério da Fazenda concordar. Seria inadequado o BNDES procurar o Banco Central para explicar uma medida que o Ministério da Fazenda ainda está analisando” citado · 2023
“também defendeu a recuperação do nível de arrecadação e disse que a política do esforço fiscal não depende apenas do governo, mas também do Congresso e do Judiciário” citado · 2024
Isaac SidneyInstituição17721 / 116503860 / 407
colabora com a agenda de Guedes e elogia sua postura na reforma tributária, com críticas pontuais a aumentos de imposto · declara apoio institucional a Haddad, com cobrança por corte de gastos e oposição a aumentos de imposto
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Guedes: Como presidente da Febraban, Isaac Sidney tratou Paulo Guedes como interlocutor, considerou positiva a postura do ministro na reforma tributária e ofereceu colaboração à agenda de reformas e ao equilíbrio fiscal. Criticou medidas tributárias específicas do governo, como a ideia de um imposto nos moldes da CPMF e o aumento da CSLL sobre os bancos, e pediu a Guedes tributação igual para bancos e fintechs.
“considerou positiva a postura de Guedes ao sinalizar que a proposta vai ser calibrada sem gerar aumento de tributação” citado · 2021
“É muito ruim que estejamos reduzindo e apequenando esse debate tentando tratar da reforma tributária como se estivéssemos falando apenas da antiga ou nova CPMF” citado · 2020
“Sidney disse que, desta vez, seria muito difícil segurar o repasse desse aumento da CSLL para os produtos e serviços.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Isaac Sidney atuou como interlocutor direto do Ministério da Economia, pedindo a Paulo Guedes a equalização da tributação entre bancos e fintechs e avaliando de forma positiva a calibragem da reforma tributária. Resistiu a medidas de aumento de carga sobre o setor bancário, como a alta da CSLL e um tributo nos moldes da CPMF.
“O pedido do presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Isaac Sidney, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, para igualar a tributação entre empresas do setor financeiro” citado · 2021
“considerou positiva a postura de Guedes ao sinalizar que a proposta vai ser calibrada sem gerar aumento de tributação” citado · 2021
“Sidney disse que, desta vez, seria muito difícil segurar o repasse desse aumento da CSLL para os produtos e serviços.” citado · 2021
Haddad: Isaac Sidney declarou publicamente e repetidas vezes o apoio institucional do setor bancário a Fernando Haddad, dizendo enxergar no ministro engajamento, determinação e firmeza na busca do equilíbrio fiscal. Ao mesmo tempo cobrou ritmo mais forte na contenção do gasto público e se opôs a medidas de arrecadação do ministério, como o aumento do IOF e a tributação mínima sobre bancos.
“aqui estivemos também para reafirmar um apoio institucional ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad , porque nós enxergamos nele todo o engajamento, uma determinação e uma firmeza” citado · 2024
“A direção do Brasil está correta, mas precisaremos imprimir um ritmo bem mais forte na contenção do gasto público” citado · 2024
“Nós temos uma posição contrária ao aumento do IOF, só que, neste momento, criticar seria a parte mais fácil. Optamos por um debate construtivo” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Isaac Sidney sustenta que o Ministério da Fazenda tem compromisso firme com o arcabouço e o equilíbrio fiscal, e emprestou apoio institucional público ao ministério em momentos de tensão com o mercado. Nas negociações concretas ele se opõe às medidas de arrecadação da pasta, apresentando propostas alternativas ao decreto do IOF e rejeitando teto de juros, tributação mínima e a criação de novos impostos sobre os bancos.
“Nós saímos convencidos desse encontro de que o ministro Fernando Haddad está determinado a buscar o equilíbrio das contas públicas” citado · 2024
“Existem ruídos de uma eventual fragilidade fiscal, mas é importante destacar sobretudo que o ministro Fernando Haddad tem reafirmado sua determinação com o compromisso do arcabouço fiscal” citado · 2024
“Nós temos uma posição contrária ao aumento do IOF, só que, neste momento, criticar seria a parte mais fácil. Optamos por um debate construtivo” citado · 2025
Marcos TroyjoEx-autoridade552555 / 3910515 / 0—
elogia Guedes e credita a ele resultados do governo · só é citado sem posição
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Guedes: Troyjo, que foi secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais sob Guedes, atribui ao presidente Bolsonaro e ao ministro Guedes o desfecho do acordo Mercosul-União Europeia. Ao fim do mandato, saúda publicamente o legado de Guedes e Bolsonaro pela maior corrente de comércio da história do país.
“Lo determinante fue lo que sucedió con Brasil. El presidente Bolsonaro y el ministro Paulo Guedes [Economía]” autoral · 2019
“Marcos Troyjo, saudou o fato de que Guedes e Bolsonaro deixarão o governo com o país tendo a maior corrente de comércio da sua história” citado · 2022
“Ele diz à Folha que a “coesão” de várias áreas do governo Bolsonaro foi determinante para o sucesso das tratativas em pontos que estavam abertos.” citado · 2019
“ministro da Economia”: Troyjo aparece na maior parte dos textos como secretário especial do próprio Ministério da Economia, defendendo abertura comercial, entrada na OCDE e transição escalonada de alíquotas. Em 2022 elogia o balanço comercial deixado pela gestão do ministério sob Guedes.
“Marcos Troyjo, saudou o fato de que Guedes e Bolsonaro deixarão o governo com o país tendo a maior corrente de comércio da sua história” citado · 2022
“O secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo, defende uma transição escalonada das alíquotas.” citado · 2019
“O Brasil tem muito mais a ganhar entrando na OCDE do que continuando a valer-se de um regime que não faz mais sentido na economia do século 21.” citado · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Troyjo aparece como alvo do pedido de renúncia feito por Haddad à presidência do banco dos Brics e não responde à reportagem sobre o assunto.
“O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, abriu diálogo com o presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), Marcos Troyjo, para que ele renuncie à presidência da instituição” citado · 2023
“Procurado pela coluna, Troyjo não respondeu às mensagens nem atendeu às chamadas telefônicas.” citado · 2023
“Na ocasião, o ministro Fernando Haddad comunicou a Troyjo que ele deveria deixar o cargo.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os cinco textos tratam da pressão do Ministério da Fazenda para que ele deixasse a presidência do NDB, sem nenhuma manifestação sua sobre a pasta.
“O governo Luiz Inácio Lula da Silva pressiona pela renúncia de Troyjo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad , abriu diálogo com ele para que renuncie ao posto” citado · 2023
“De acordo com integrantes da Fazenda, ele mesmo reconheceria que a sua permanência no banco é uma saia justa e estaria disposto a renunciar.” citado · 2023
Braulio BorgesMercado18422 / 153472349 / 425
critica a condução econômica e fiscal do governo Bolsonaro/Guedes · crítico técnico do ajuste fiscal, mas defende o ministro em pontos-chave
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Guedes: Borges responsabiliza a gestão Guedes por furar o teto em R$ 794,9 bilhões entre 2019 e 2022 e por chegar com uma agenda que tentou reinventar a roda, dizendo que as reformas avançaram apesar do Executivo. Ele defende o contrário da linha do ministro em tributação: apoia o IVA da PEC 45, a taxação do topo da renda e do patrimônio e rejeita a aposta em desoneração.
“Chegaram com uma agenda muito ambiciosa. Na reforma tributária, por exemplo, já havia consenso [em torno do IVA]. Todos apoiavam, com exceção de Bolsonaro e Guedes” citado · 2022
“Muitas dessas reformas aconteceram a despeito do Executivo, e não por causa dele” citado · 2021
“os gastos do governo Bolsonaro acima do teto somam R$ 794,9 bilhões de 2019 a 2022.” citado · 2022
“ministro da Economia”: Nos textos em que a pasta aparece, Borges quantifica R$ 794,9 bilhões de gastos acima do teto no governo Bolsonaro e atribui os furos de 2022 à tentativa de impulsionar a reeleição. Ele defende política econômica ativa para reduzir o desemprego em vez de esperar o ajuste espontâneo dos mercados.
“os gastos do governo Bolsonaro acima do teto somam R$ 794,9 bilhões de 2019 a 2022.” citado · 2022
“Pode demorar muito tempo, se a gente deixar os mercados agirem. É preciso política econômica ativa [para reduzir o desemprego]” citado · 2021
Haddad: Borges critica o desenho e a execução do ajuste de Haddad: diz que o governo migrou para um ajuste feito 100% pelo lado da receita, que nada garante a meta anunciada pelo ministro, que o auxílio-gás fora do Orçamento foi a pior notícia fiscal do período e que a credibilidade fiscal está no chão. Ao mesmo tempo, sustenta que Haddad tem razão sobre o peso da herança fiscal dos governos anteriores e que a palavra do ministro prevalece sobre a ala do PT.
“o ministro Haddad tem razão em chamar a atenção para o impacto nada desprezível sobre as contas públicas, hoje, de decisões (ou a ausência delas) tomadas em governos anteriores.” autoral · 2025
“Então, nada garante esse número anunciado pelo ministro Haddad” citado · 2023
“O teto de gastos era 100% do ajuste pelo lado da despesa [...], a gente foi agora para 100% pelo lado da receita.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Borges cobra da Fazenda medidas de receita mais robustas, critica o sigilo imposto ao estudo sobre metas de inflação e classifica a expansão do auxílio-gás por fora do Orçamento como a pior notícia fiscal do período. Ele apoia o ministro no embate interno do governo, afirmando que as falas de Gleisi preocupam mas que a palavra de Haddad prevalece.
“Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad , deu uma declaração forte, apontando que o governo anterior promoveu " uma espécie de estupro das contas públicas, uma coisa alucinada "” autoral · 2026
“As falas da Gleisi preocupam, mas vimos que a palavra de Haddad acaba sendo preponderante na maioria das vezes.” citado · 2023
“Foi a pior de todas as notícias no campo fiscal nos últimos meses, na minha opinião.” citado · 2024
Fernando CanzianJornalista-comentarista36617 / 144311310 / 0—
reconhece a qualidade técnica da equipe econômica, mas critica Guedes como fiador ingênuo de Bolsonaro · só é citado sem posição
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Guedes: Canzian elogia em 2019 a escolha de Guedes e a equipe econômica como a única área do governo com projeto coerente de longo prazo, creditando a ela a aprovação da Previdência. A partir de 2020 descreve Guedes como esvaziado por sucessivas rasteiras de Bolsonaro e, em 2022, o trata como o mais tolo fiador do estelionato eleitoral do presidente.
“Apesar da ausência de Bolsonaro na retaguarda política, a equipe econômica do ministro Paulo Guedes (Economia) é a única área do governo que parece ter um projeto de longo prazo” autoral · 2019
“Quanto tempo os empresários brasileiros ainda vão esperar até a saída de Paulo Guedes para entender que Bolsonaro não tem mais jeito?” autoral · 2020
“Bolsonaro prepara agora a traição a seus eleitores do mercado, os trouxas deixados para o final, juntamente com o seu mais tolo fiador, Paulo Guedes.” autoral · 2022
“ministro da Economia”: Nos dois textos autorais Canzian apresenta o ministro da Economia como parte derrotada do governo: o projeto liberal cai e o ministro sequer é chamado ao lançamento do PAC de Bolsonaro. Ele cobra dos empresários que percebam a inviabilidade do governo mesmo antes da saída do ministro.
“O primeiro a cair foi parte o projeto liberal do ministro da Economia, Paulo Guedes, que sequer participou na quarta (22) do lançamento do PAC de Bolsonaro.” autoral · 2020
“O presidente já cogita não apoiar parte do acordo de ajuda aos estados que proíbe reajustes aos funcionários públicos, uma exigência clara do ministro da Economia nesse acerto.” autoral · 2020
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos sete textos Canzian aparece apenas como repórter especial, mediador de seminários e entrevistador da TV Folha e do programa Frente a Frente.
“Pessôa conversou com o repórter especial da Folha Fernando Canzian sobre os caminhos que a pasta da Fazenda do governo Lula poderá seguir.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os três textos apenas registram Canzian como repórter especial que conduz entrevistas do Frente a Frente e da TV Folha.
“A entrevista desta segunda foi conduzida por Daniela Lima, colunista do UOL, e Fernando Canzian, repórter especial da Folha.” citado · 2026
Pérsio AridaEx-autoridade281742 / 72162538 / 153
critica a condução econômica de Guedes e declara voto contra o governo · critica a condução fiscal do governo, mas colabora tecnicamente com a nova regra fiscal
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Guedes: Arida diz que o governo Bolsonaro não entregou o que prometeu na economia — reforma tributária e privatizações — e declara voto em Lula em 2022, afirmando que não há justificativa para a permanência de Bolsonaro no poder. Critica também os números de crescimento apresentados pelo governo e o 'Plano Marshall' de recuperação pós-pandemia; a crítica vem pela direita, por descumprimento da agenda liberal, e é respondida por Guedes, que questiona as credenciais liberais dos economistas que apoiaram Lula.
“Além disso, diz que o governo atual não entregou o que prometeu na economia, como a reforma tributária e o avanço nas privatizações.” citado · 2022
“Não existe, na minha opinião, uma justificativa para a permanência de Bolsonaro no poder” citado · 2022
“ao descontar a retração anterior, no máximo o Brasil terá de 1% a 1,5% de crescimento” citado · 2021
“ministro da Economia”: Arida acusa Guedes de perder a oportunidade de extinguir o FAT e desvincular os recursos do PIS, sustentando que as propostas do Ministério da Economia falham por não encerrar a vinculação ao BNDES. Cobra ainda que o país saia da 'contramão do mundo' em meio ambiente e, em 2022, diz que o governo não entregou reforma tributária nem privatizações.
“Guedes perde oportunidade de extinguir o FAT e desvincular recursos do PIS, diz Persio Arida” citado · 2019
“O Brasil tem que sair da posição que está hoje, na contramão do mundo, para uma posição de liderança, como exemplo de país voltado ao meio ambiente” citado · 2020
“Além disso, diz que o governo atual não entregou o que prometeu na economia, como a reforma tributária e o avanço nas privatizações.” citado · 2022
Haddad (arbitrado): Arida afirma que o tripé macroeconômico 'é manco' porque a perna fiscal sofreu longa deterioração e diz não imaginar programa que se sustente sob ameaça populista de déficits crescentes — críticas às quais Haddad respondeu publicamente. Ao mesmo tempo, integrou com André Lara Resende, Nelson Barbosa e Guilherme Mello o grupo da transição cuja proposta trocou o teto de gastos por meta de despesas, base do arcabouço da Fazenda.
“A perna fiscal sofreu longa deterioração e as perspectivas não são boas” citado · 2024
“é difícil de imaginar um programa que possa se sustentar com ameaça populista de déficits crescentes ao longo do tempo” citado · 2024
“Esse é um dos pilares do novo arcabouço fiscal proposto pelo grupo de economistas da transição, que reuniu André Lara Resende , Guilherme Mello, Nelson Barbosa e Persio Arida .” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Arida sustenta que as gestões do PT interromperam a modernização prevista pelo Plano Real e cobra revisão do sistema de gastos e melhoria da máquina pública, dizendo que o Estado precisa ser necessário e eficiente. Diagnostica deterioração da perna fiscal do tripé, assina manifesto contra exceções na reforma tributária e, na transição, propôs trocar o teto de gastos por meta de despesas.
“O debate não é se o Estado deve ser grande ou pequeno. O Estado tem que ser necessário e eficiente. Não temos isso” citado · 2024
“A perna fiscal sofreu longa deterioração e as perspectivas não são boas” citado · 2024
“Substituir o teto de gastos por uma meta de despesas, separando as obrigações correntes de curto prazo” citado · 2023
Sergio ValeMercado191029 / 123292150 / 364
critica a condução fiscal e vê o ministro enfraquecido · critica o ajuste fiscal como insuficiente, mas responsabiliza Lula
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Guedes: Vale critica a condução da política econômica sob Guedes: diz que o governo e o ministro da Economia não são funcionais, vê o ministro enfraquecido e numa encruzilhada diante do centrão e dos militares, e classifica a reforma administrativa, o aumento do IOF e a desoneração da folha como soluções ruins ou de curto prazo. Apoia a agenda de reformas (Previdência e retirada das regras previdenciárias da Constituição), mas cobra ajuste estrutural na despesa em vez de novos impostos como a CPMF defendida pelo ministro.
“A sinalização das saídas dos secretários é a de um ministro que está numa encruzilhada” citado · 2020
“Pode passar a ideia de que não se crê que a reforma da Previdência será a melhor possível, o que, no final, vai contra o próprio discurso do próprio Guedes.” citado · 2019
“É mais uma reforma em que a pressa poderá parir algo ruim.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Vale diz que o mercado percebe o governo e o ministro da Economia como não funcionais e que isso acelera o desembarque do mercado do governo Bolsonaro. Considera que o aumento do IOF passa sinalização muito ruim e que a pasta deveria concentrar esforços na Previdência em vez de abrir frentes como a desvinculação do Orçamento.
“O mercado percebe que o governo e o ministro da Economia não são funcionais e esse elemento ajuda no desembarque” citado · 2021
“Apesar da questão meritória, já que as pessoas estão precisando de recursos, esse esforço do governo passa uma sinalização muito ruim, avalia o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.” citado · 2021
“Os grupos sociais e os próprios ministérios serão fortemente contra essas desvinculações.” citado · 2019
Haddad: Vale trata o ajuste fiscal de Haddad como insuficiente: chama o arcabouço de paliativo e demasiado ambicioso por depender de arrecadação, diz que a situação fiscal está mal-encaminhada e que os pacotes e cortes anunciados ficam aquém do necessário, empurrando o ajuste de verdade para 2027. Ao mesmo tempo reconhece que o mercado avaliou bem o trabalho da Fazenda em 2023 e que Haddad se desvencilhou do mau começo, e atribui boa parte da limitação a Lula, que deveria ajudar o ministro a entregar um primário melhor.
“Depois de quase dois anos de uma situação fiscal muito mal-encaminhada, é difícil imaginar que o mercado vai se acalmar” citado · 2024
“O que o presidente poderia fazer é ajudar o ministro [Fernando] Haddad a entregar um resultado primário melhor.” citado · 2023
“Há uma ideia de que Haddad conseguiu se desvencilhar do mau sinal que deu no começo do ano” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Vale atribui à deterioração fiscal construída pela Fazenda a saída de dólares, o câmbio alto e a necessidade de juros maiores, e diz que o esforço deveria estar no corte de gastos e não em tributos fáceis como o IOF ou na taxação de LCI/LCA. Registra, porém, que o trabalho do Ministério da Fazenda foi bem avaliado pelo mercado em 2023 e que a pasta sinaliza esforço ao BC, dentro dos limites impostos por Lula.
“O economista-chefe da MB Associados também afirma que o trabalho do Ministério da Fazenda tem sido avaliado de maneira positiva pelo mercado.” citado · 2023
“Para o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, a forte saída de dólares em 2024 é um efeito da deterioração fiscal que tem sido construída nos últimos dois anos.” citado · 2025
“Ele afirma que a Fazenda tenta sinalizar ao BC que se esforça ao tomar uma decisão relevante” citado · 2025
Julianna SofiaJornalista-comentarista51736 / 3531176 / 0—
critica a condução de Guedes no Ministério da Economia (promessas não entregues, falta de articulação, CPMF) · só é citado sem posição
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Guedes: Sofia retrata Guedes como ministro que promete e não entrega: cobra o rombo fiscal que ele prometeu zerar, chama de duvidosa e má ideia a tentativa de recriar a CPMF e atribui à sua parolagem e à falta de articulação as derrotas do governo no Congresso. Reconhece seu peso na aprovação da reforma da Previdência, mas o tratamento ao longo de toda a coluna é crítico e irônico.
“Vangloriava-se por barrar aumentos até 2021, camuflando a inépcia em entregar a esperada reforma do Estado, apesar de suas festejadas credenciais econômicas.” autoral · 2020
“Paulo Guedes (Economia) assumiu o ministério prometendo algo irreal: zerar o rombo fiscal ainda em 2019 . Não entregará a mercadoria —nem agora, nem ano que vem.” autoral · 2019
“ninguém precisa de um ministro da Economia fora da casinha a fazer companhia ao núcleo ideológico radical do governo, distribuindo munição gratuita a opositores da agenda reformista.” autoral · 2020
“ministro da Economia”: Sofia trata o Ministério da Economia como pasta que recua sob pressão e não cumpre o que anuncia, apontando a ironia de um ministro ultraliberal que prometeu zerar o déficit e acumulou rombos. Registra a obsessão da pasta em desonerar a folha de pagamento e classifica a tese como duvidosa, contestada dentro da própria equipe econômica.
“Nada mais irônico para um ministro da Economia, de orientação ultraliberal e que chegou a prever zerar o déficit público já no primeiro ano” autoral · 2020
“Com a chiadeira provocada pela divulgação da ideia de congelamento do mínimo, o Ministério da Economia recuou na intenção mais rápido do que era de se esperar.” autoral · 2019
“Por trás do intento de Guedes, está a obsessão do ministro da Economia em desonerar a folha de pagamento das empresas.” autoral · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“A jornalista da Folha Julianna Sofia explica as mudanças de rumo nas negociações e conta os bastidores disso em Brasília.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“A repórter da Folha em Brasília Julianna Sofia analisa as vitórias para o governo e as metas e os desafios pela frente.” citado · 2023
Maílson da NóbregaEx-autoridade7511 / 0—65735 / 83
só é citado sem posição · critica a condução fiscal
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos textos ele aparece como alvo dos ataques de Paulo Guedes (que o manda "sumir do debate público") e como signatário de cartas coletivas, sem que a Folha registre fala dele sobre Guedes.
“Sobre o ex-ministro Maílson da Nóbrega (que comandou a Fazenda de 1987 a 1990), por exemplo, Guedes falou que a inflação na época do colega chegou a 5.000%” citado · 2022
“O ex-ministro Mailson da Nóbrega disse tudo:” citado · 2021
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os quatro textos são os mesmos do dossiê de Guedes, em que ele é mencionado por terceiros ou atacado pelo próprio ministro.
“Guedes também criticou economistas que criticaram o furo no teto dos gastos. Ele disse que o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega deixou o país com inflação de 5.000%” citado · 2021
Haddad: Maílson da Nóbrega classifica de "decepcionante" a proposta de Imposto de Renda do governo Lula e sustenta que o colapso fiscal brasileiro é inevitável. Ele calcula em R$ 10 bilhões a R$ 20 bilhões a perda causada pelo enfraquecimento do pacote de corte de gastos no Congresso.
“Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda e sócio da Tendências Consultoria, avalia que a proposta do governo foi "decepcionante" ao não mexer de forma profunda no Imposto de Renda.” citado · 2025
“Para o ex-ministro, o colapso fiscal é inevitável, e o único ponto de otimismo nisso é que o país está "mais preparado do que nunca" para enfrentá-lo” citado · 2025
“ele acredita que houve uma perda com o enfraquecimento nos cortes entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões nos próximos dois anos.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Maílson da Nóbrega diz que o PT tem ideias arcaicas sobre economia e que o Brasil tem "encontro marcado" com uma crise provocada pelo estrangulamento da máquina pública pelos gastos do governo. Ele atribui o problema ao desenho fiscal da Constituição de 1988 e cobra reformas mais profundas do que as propostas pelo governo.
“o PT tem ideias arcaicas a respeito do manejo da economia, mas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem "medo" do mercado.” citado · 2024
“Para Maílson da Nóbrega , ex-ministro da Fazenda, o Brasil está com dias contados até a próxima grande crise econômica.” citado · 2025
“Segundo ele, o país construiu um sistema fiscal insustentável na Constituição de 1988 ao colocar como norte o combate à desigualdade social e à pobreza pelo aumento de gastos públicos” citado · 2025
Marcos LisboaAcadêmico251941 / 203131526 / 103
critica a condução econômica do governo Bolsonaro, com adesão pontual a medidas de Guedes · critica a condução fiscal do governo Lula 3 e o pacote de ajuste
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Guedes: Lisboa ataca as propostas centrais da equipe de Guedes, chamando a capitalização da Previdência de inviável e dizendo que o governo dá sinais ambíguos e não tem agenda liberal nem econômica. Ao mesmo tempo, aderiu publicamente à taxação de livros proposta pelo ministro.
“Por que trazer a capitalização? Todo o mundo sabe que não é factível” citado · 2019
“Ele aprovou benefícios para a Sudam e a Sudene [autarquias de desenvolvimento regional], restrição ao comércio de leite e de banana, regras de conteúdo nacional. Que agenda liberal é essa?” citado · 2019
“Discordo completamente que economistas mandam no governo Bolsonaro. É um momento de confusão, em que ninguém manda e não existe agenda, inclusive na economia.” citado · 2019
“ministro da Economia”: Em suas colunas, Lisboa expõe a contradição permanente entre o presidente e o ministro da Economia e registra que medidas anunciadas nem sequer foram enviadas ao Congresso, chamando o episódio do plano desmentido de fantasia ministerial. No início do governo, elogiou o discurso de posse do ministro contra o Estado que distribui privilégios.
“O presidente diz uma coisa, o ministro da Economia, outra. Uma parte do governo defende um Imposto sobre Valor Adicionado, outra parte, a versão repaginada da CPMF.” autoral · 2020
“o ministro da Economia disse que não era bem assim. Afinal, o governo sabe o que o governo faz ou, frente à repercussão, criou-se uma fantasia ministerial?” autoral · 2020
“O novo ministro da Economia fez o talvez mais contundente discurso de posse sobre os problemas decorrentes de um Estado que distribui privilégios e aumenta a desigualdade.” autoral · 2019
Haddad (arbitrado): Lisboa sustenta que o governo não entregou a solidez fiscal prometida e que o pacote de ajuste reúne medidas mal pensadas, defendidas com retórica que demoniza a divergência. Assina estudos que projetam o descumprimento das metas do arcabouço fiscal e critica os subsídios setoriais por criarem empresas dependentes do Estado.
“Essa foi a aposta pesada dos investidores no começo do governo. Os números estão aí. Só que deu errado” citado · 2024
“Em vez de enfrentar os problemas e dilemas com clareza, você tenta demonizar a diferença. Como se fosse um artifício retórico para garantir maior força para medidas mal pensadas” citado · 2024
“Isso não tem gerado ganho de produtividade, são políticas que acabam fracassado a médio e longo prazo, criando empresas dependentes das benesses do Estado” citado · 2023
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Lisboa afirma que o governo Lula não entregou a solidez fiscal de longo prazo prometida e trata o pacote de ajuste como proposta que apenas jogou gasolina no fogo. Sobre a história da pasta, avalia Delfim Netto como formulador importante, mas identifica na intervenção estatal da época a origem de problemas posteriores.
“Lisboa afirma à Folha que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) não entregou a solidez fiscal de longo prazo que prometeu” citado · 2024
“Parece mais uma proposta para acalmar as emoções de certos grupos, mas que só botaram gasolina no fogo” citado · 2024
“Você pode fazer uma série de distorções e incentivar alguns setores e não outros, interferir em preços, e essa era a visão dominante na época” citado · 2024
Elena LandauEx-autoridade271235 / 172161024 / 43
critica duramente a gestão de Guedes · critica a condução fiscal, mas o trata como contrapeso a Lula
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Guedes: Landau critica sistematicamente Paulo Guedes: afirma que ele chegou ao poder sem agenda depois de 30 anos criticando governos anteriores, classifica suas falas como "loucuras" e diz que o programa de privatizações do ministério ficou sem rumo. Sustenta que o governo Bolsonaro nada tem de liberal, chama a PEC administrativa de erro e considera inconstitucional a MP da Eletrobras.
“A economista diz que foi uma surpresa que Guedes, que passou 30 anos criticando os governos anteriores, quando chegou ao poder, não tinha uma agenda.” citado · 2020
“A fala foi criticada pela economista Elena Landau. "Nosso elefante em loja de cristal ainda sai com uma dessas", afirmou em rede social.” citado · 2020
““A PEC em si é um erro. Não precisa de uma nova PEC para incluir uma avaliação de desempenho, que é a coisa mais importante”” citado · 2021
“ministro da Economia”: Landau diz que o ministro da Economia não tem articulação política e que, com um presidente que não acredita em reformas, as reformas tributária e administrativa não sairão. Acusa o ministério de confirmar as posições de Bolsonaro que inviabilizaram o acordo com a União Europeia e opõe-se ao aumento de gasto público anunciado pelo governo.
““um presidente que não acredita em reformas e um ministro da Economia que não tem articulação política”” citado · 2021
“O pequeno avanço que tivemos no acordo com a União Europeia foi jogado fora por causa de idiossincrasias misóginas do Bolsonaro , confirmadas pelo ministro da Economia” citado · 2020
“A economista Elena Landau se opôs à intenção de mais gastos públicos e também questionou a apresentação nos slides.” citado · 2020
Haddad: Landau avalia que a agenda de Haddad na Fazenda evoluiu mal por deixar a regra fiscal em segundo plano e chama de grande erro sua entrada na discussão sobre o Banco Central; considera o arcabouço fiscal apenas paliativo. Ao mesmo tempo, o trata como contraponto ao desenvolvimentismo de Lula, dizendo ter sido boa sinalização a ausência dele no anúncio da nova política industrial.
“"A evolução da agenda foi ruim. O primeiro objetivo dele, desde o início, deveria ter sido a regra fiscal"” citado · 2023
“"Achei muito bom que o Haddad e a Simone não estavam presentes no anúncio. Uma sinalização muito boa."” citado · 2024
“Na sua avaliação, o arcabouço fiscal traz apenas medidas paliativas, e o país precisa do chamado "cavalo de pau"” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Landau considera que o arcabouço fiscal da Fazenda traz apenas medidas paliativas e que o país precisa de um "cavalo de pau" para conter o gasto público. Coloca em Lula, e não no ministério, a responsabilidade por reverter a crise de credibilidade.
“Na sua avaliação, o arcabouço fiscal traz apenas medidas paliativas, e o país precisa do chamado "cavalo de pau" —medidas enérgicas para conter o aumento do gasto público” citado · 2025
Caio MegaleMercado34940 / 128111121 / 174
ex-integrante da equipe; admira Guedes e apoia a agenda liberal, com ressalvas técnicas · critica a condução fiscal, com reconhecimento pontual
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Guedes: Megale foi secretário de Indústria, diretor de programas e assessor especial de Paulo Guedes e, ao sair, declarou admirar a liderança do ministro. Como economista-chefe da XP, sustenta a agenda liberal da pasta (desburocratização, preços livres de combustível, taxação de dividendos na reforma tributária) e faz ressalvas técnicas à pressão por gastos em ano eleitoral e ao adiamento de precatórios.
“Gosto do ministério e admiro a liderança do ministro Paulo Guedes. Mas, do ponto de vista pessoal, era a decisão a ser tomada.” citado · 2020
“É uma reforma que vai na direção correta. Tem bons princípios, como a taxação de dividendos, algo feito internacionalmente.” citado · 2021
“Discussões sobre o aumento dos gastos para o ano eleitoral, especialmente se isso incluir mudanças ao atual quadro fiscal, podem erodir rapidamente esses ganhos de curto prazo” citado · 2021
“ministro da Economia”: Como secretário do Ministério da Economia, Megale defende publicamente a agenda de desburocratização e a formação estrutural de preços pelo mercado, atribuindo a rigidez do setor de combustíveis a políticas de governos anteriores. Na maior parte dos textos ele aparece apenas como cargo ou como baixa da equipe, sem posição própria.
“o custo do combustível não pode ser tratado de forma artificial, mas estrutural, para que “oferta e demanda determinem preços e eficiência do mercado”.” citado · 2019
“Tenho alguns eixos de trabalho. Um deles é desburocratizar, simplificar a vida das empresas. É uma agenda de desobstrução.” citado · 2019
Haddad: Megale cobra da Fazenda de Haddad contingenciamento maior, pente-fino nas despesas obrigatórias e receitas realistas, e diz que a expansão fiscal de 2022-2023 foi a maior da série histórica e que o crescimento puxado por consumo vai bater no muro. Ao mesmo tempo, avaliou em 2023 que a gestão econômica foi equilibrada porque os riscos temidos não se materializaram.
“O governo tem demonstrado um perfil de fazer aos poucos. Ele não vai anunciar neste primeiro bimestral, um contingenciamento duro, sangrento, apesar da necessidade” citado · 2025
“O que é positivo é que os riscos não se materializaram, as coisas não aconteceram como se temia, e a gestão econômica foi equilibrada.” citado · 2023
“O impulso que foi dado na economia entre 2022 e 2023 foi o maior da série histórica.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Megale diz que o Brasil precisa de um freio de arrumação nas contas públicas e que as despesas obrigatórias em alta ameaçam o arcabouço fiscal, exigindo ação concreta e não apenas palavras. Aponta o fiscal como o grande desafio do próximo mandato presidencial e condiciona o espaço de corte de juros a um marco fiscal bem feito.
“Está claro que o Brasil precisa de um freio de arrumação, o que tende a ser saudável, para corrigir distorções e permitir ao Banco Central cortar os juros” citado · 2026
“Ele avalia que a aceleração dessas obrigatórias coloca em risco o arcabouço fiscal, o que exige uma ação mais rápida do governo.” citado · 2024
“Ele afirmou que o Brasil está bem posicionado no cenário internacional, mas enfrenta dificuldades na área fiscal.” citado · 2026
Manoel PiresAcadêmico14418 / 163291340 / 315
critico tecnico da agenda economica de Guedes; defende alternativa fiscal e tributaria · avaliacao tecnica: reconhece acertos do ajuste e critica desenho e insuficiencia das medidas
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Guedes: Pires critica tecnicamente a agenda economica do governo Bolsonaro: diz que a proposta tributaria desenhada pelo time de Guedes eleva a carga da maior parte das empresas e que a fusao de PIS e Cofins a 12% arrecada R$ 50,3 bilhoes acima da neutralidade. Chamou o plano de retomada do governo de "Power Point", defende expansao de gastos produtivos e tributacao de lucros, dividendos e grandes fortunas.
“O governo anunciou um Power Point. O amplamente vazado novo Plano Marshall não é um Plano e não tem o Marshall. Segue o jogo” citado · 2020
“o texto desenhado pelo time de Guedes deverá elevar a carga tributária para a maior parte das empresas” citado · 2021
“A pandemia abre uma oportunidade política, e com mérito, para mexer na folha do setor público. O problema é a ligação do presidente Jair Bolsonaro com essas corporações” citado · 2020
“ministro da Economia”: Pires critica o plano de retomada anunciado pelo governo, dizendo que se resumiu a um "Power Point" sem conteudo. Defende, para o cenario de divida alta e economia abaixo do potencial, expansao de gastos produtivos com ajuste fiscal de prazo mais longo via reformas.
“O governo anunciou um Power Point. O amplamente vazado novo Plano Marshall não é um Plano e não tem o Marshall. Segue o jogo” citado · 2020
“para o cenário atual, de dívida alta e economia abaixo do potencial, a melhor opção é a expansão de gastos produtivos e o foco no ajuste fiscal de prazo mais longo” citado · 2019
Haddad: Pires trata a politica fiscal de Haddad em chave tecnica: reconhece que a equipe economica seguiu "boas praticas" de ajuste e que as metas sao ambiciosas, mas afirma que as medidas ajudam a cumprir regras sem controlar a divida e que o pacote de 2024 frustrou. Critica a isencao do IRPF ate R$ 5.000 e apoia o imposto minimo sobre milionarios.
“As metas que Haddad está defendendo são ambiciosas, é uma programação fiscal bastante desafiadora” citado · 2023
“Ficou ruim fixar no primeiro ano um percentual, já desviando da proposta original. Mostra dificuldade de o governo lidar com a sua própria regra” citado · 2023
“Acho que deveria ser feito, a proposta parece ser boa. Sou bem mais crítico à isenção de R$ 5.000 que é elevada para qualquer parâmetro internacional” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Pires avalia a conducao da Fazenda como tecnicamente correta em varios pontos, mas insuficiente: diz que o pacote frustrou por causa do projeto do Imposto de Renda, que a meta ficou descalibrada e que sera preciso contingenciar. Rejeita a tese de fuga de milionarios provocada pela agenda tributaria do governo.
“O principal objetivo, ter impacto positivo no curto prazo, frustrou por causa do [projeto do] Imposto de Renda” citado · 2024
“Olhando os dados em geral, é difícil dizer que tem fuga de milionários por conta da agenda tributária, ainda que exista uma saída” citado · 2025
“O ministro precisa conduzir dentro desses princípios.” citado · 2023
Marcos de VasconcellosJornalista-comentarista241334 / 263121021 / 124
critica sistematicamente Guedes por promessas não cumpridas e autoelogio · cético em relação ao discurso fiscal e às narrativas do ministro
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Guedes: Vasconcellos trata Guedes como um liberal de discurso que não entrega: cobra as privatizações prometidas e nunca feitas, o fura-teto, o ataque aos precatórios e a autopropaganda em balanços oficiais. Registra que a euforia do mercado com o "posto Ipiranga" virou pessimismo e que suas previsões "envelheceram mal".
“Essas e outras previsões do Guedes da época das eleições passadas envelheceram mal.” autoral · 2022
“Ao atacar o pagamento de precatórios, o ministro Guedes cria insegurança em relação aos pagamentos, aumentando o risco para quem aguarda para receber os valores.” autoral · 2021
“O que o ex-superministro da Economia (hoje ministro) Paulo Guedes chamou de “reforma tributária” já nasce sob tiroteio e coloca em risco o planejamento de quem investe” autoral · 2021
“ministro da Economia”: Vasconcellos descreve o Ministério da Economia de Guedes como uma pasta que produz autoelogio e listas de privatização que não saem do papel. Aponta a contradição entre o discurso liberal e a prática, como o fura-teto e a tentativa de calote nos precatórios.
“Em seu balanço anual, o ministro da Economia garante que "a economia voltou em V", mas o Brasil ficou mais pobre.” autoral · 2022
“Para tentar animar a turma que acreditou na numerologia, de tempos em tempos o Ministério da Economia divulga uma lista de empresas a serem privatizadas , com prazos e tudo.” autoral · 2021
“O ministro da Economia, Paulo Guedes, é um liberal peculiar.” autoral · 2021
Haddad: Vasconcellos analisa Haddad como um político hábil que usa expectativas e narrativas — junta pacote de corte de gastos com isenção do IR, alardeia PIB e reindustrialização sem detalhar o que enfraquece o número. O tom é de ceticismo técnico, não de hostilidade: registra que Haddad herdou a bomba-relógio dos precatórios deixada por Guedes e o retrata sobrecarregado de crises alheias.
“O ministro Fernando Haddad sabe disso, assim como o presidente Lula e o seu partido. Mas fizeram questão de apresentar os projetos juntos para criar uma guerra de narrativas.” autoral · 2024
“O ministro da Fazenda Fernando Haddad já falou, inclusive, que o "piso" de 3% de crescimento do PIB já está "praticamente contratado".” autoral · 2024
“O ministro da Economia, Fernando Haddad, como se não tivesse crises o bastante em seu colo, teve que usar uma rodada de entrevistas e eventos para acalmar o público” autoral · 2025
“ministro da Fazenda”: Vasconcellos alerta que o Ministério da Fazenda tem uma bomba-relógio fiscal programada para 2027, com os precatórios como provável fio a ser cortado outra vez. Trata o otimismo da pasta sobre PIB, reindustrialização e receitas de compensação como promessa a ser conferida, sem atacar pessoalmente o ministro.
“Pelas contas do governo federal, está programada para 2027 a bomba-relógio que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad , tem nas mãos. Justamente após a eleição presidencial.” autoral · 2025
“O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, correu para dizer que tem um arsenal de possibilidades a serem apresentadas para compensar as perdas orçamentárias” autoral · 2025
“Como todo governo no primeiro ano de mandato, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad , também tem lançado pitadas de otimismo à reindustrialização do país.” autoral · 2023
André Lara ResendeEx-autoridade161127 / 82121628 / 2—
critica frontalmente a política econômica de Guedes · só é citado sem posição sobre Haddad; critica o BC e a carga tributária
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Guedes: Lara Resende classifica a política econômica de Paulo Guedes como "liberalismo primitivo" de matriz friedmaniana e chama de "profunda estupidez" limitar o investimento público pelo teto orçamentário. Ele considera superado o receituário macroeconômico do governo, atribui a deterioração da economia à instabilidade criada pelo presidente e declarou voto em Lula em 2022.
““A atual política econômica baseia-se num liberalismo primitivo, o ‘laissez-faire’ de Milton Friedman dos anos 1960/70”, diz em entrevista à Folha” citado · 2020
“É de uma profunda estupidez limitá-los por causa da ideia de que o orçamento está limitado”, disse Lara Resende.” citado · 2019
“Um dos formuladores do Plano Real, ele considera superado o receituário macroeconômico adotado no país.” citado · 2022
“ministro da Economia”: Lara Resende questiona as teorias da escola de Chicago que orientam o Ministério da Economia e defende endividamento para investimento público, com juros básicos menores. Ele avalia que a instabilidade criada pelo presidente é o principal fator de deterioração da economia e trata como superado o receituário macroeconômico adotado no país.
“Autor de vários artigos polêmicos publicados neste ano que questionam as teorias da escola liberal de Chicago , que tem entre seus representantes no Brasil o ministro da Economia, Paulo Guedes” citado · 2019
“André Lara Resende avaliou que a instabilidade causada pelo presidente é o principal fator responsável pela deterioração da economia” citado · 2021
“Um dos formuladores do Plano Real, ele considera superado o receituário macroeconômico adotado no país.” citado · 2022
Haddad (arbitrado): Lara Resende não faz nenhuma avaliação de Fernando Haddad nos 12 textos; sobre o ministro ele apenas é citado como nome cogitado para a Fazenda e como integrante do grupo econômico da transição. Suas duas falas registradas atacam a política monetária do Banco Central e a combinação de juros e impostos altos, não o titular da Fazenda.
“ele disse que a situação fiscal do Brasil não justifica taxas tão altas e afirmou que elas podem levar o país a uma "recessão muito séria".” citado · 2023
“"A combinação de juros muito altos e impostos muito altos é profundamente recessiva e impede o crescimento da economia", afirmou.” citado · 2023
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Lara Resende sustenta que a taxa alta de juros, e não a situação fiscal do país, ameaça empurrar o Brasil para a recessão, alinhando-se às críticas do governo ao Banco Central. Ele é apontado como um dos autores da proposta de arcabouço da transição que troca o teto de gastos por meta de despesas, mas não se manifesta sobre o titular da Fazenda.
“Lara Resende disse que a taxa alta de juros, combinada com balanços negativos dos bancos, pode colocar o país em recessão.” citado · 2023
“ele disse que a situação fiscal do Brasil não justifica taxas tão altas” citado · 2023
“Esse é um dos pilares do novo arcabouço fiscal proposto pelo grupo de economistas da transição” citado · 2023
Josué Gomes da SilvaInstituição648 / 0—321343 / 68
só é citado sem posição · apoia a agenda da Fazenda, com ressalva ao IOF
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos cinco textos ele aparece como presidente da Coteminas/Fiesp, cotado a vice de Lula e recusando o convite, sem falar de Paulo Guedes.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As menções ao Ministério da Economia estão na voz da reportagem ou de outros empresários, não dele.
Haddad: Josué Gomes da Silva apoia a reforma tributária conduzida por Haddad, que chama de vitória superlativa do Brasil e condição essencial para o progresso, e atua como ponte entre a Fiesp e o ministro. Faz ressalva pontual aos decretos do IOF, mas critica o Congresso por derrubar o imposto enquanto aumenta gasto.
“Foi uma batalha de décadas, que perpassou várias legislaturas e governos. E enfim avançou até esta vitória superlativa, expressando uma unidade de vontade em prol do Brasil” citado · 2023
“É uma reforma que simplifica o processo de arrecadação, elimina os impostos em cascatas sobre as exportações e sobre investimentos e promoverá um crescimento do PIB” citado · 2025
“ao mesmo tempo em que derruba o IOF, [o Congresso] aumenta o gasto, aprovando aumento do número de deputados. É incompatível” citado · 2025
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Josué Gomes da Silva apoia a reforma tributária negociada pelo Ministério da Fazenda e a celebra em nota como vitória do Brasil. Nos demais textos ele aparece como interlocutor da Fiesp junto à pasta e organizador de encontros com o ministro, sem posição declarada sobre a condução da Fazenda.
“Foi uma batalha de décadas, que perpassou várias legislaturas e governos. E enfim avançou até esta vitória superlativa, expressando uma unidade de vontade em prol do Brasil” citado · 2023
“A aprovação de uma reforma tributária também foi defendida por Josué, Alckmin, Pacheco e Haddad.” citado · 2023
“veio o presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, que tem relação próxima com o governo Lula e chegou a entregar uma contribuição à reforma tributária cerca de três meses atrás” citado · 2023
Laura CarvalhoAcadêmico261638 / 142557 / 0—
critica frontalmente Guedes e sua agenda ultraliberal · só é citada sem posição
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Guedes: Trata Guedes como um "guru" sem o pragmatismo de ministro, que joga ideias "nada plausíveis" no ventilador e cujo diagnóstico ultraliberal clichê não sobrevive ao choque de realidade (ele recorre a medida keynesiana ao liberar o FGTS). Chama de barbárie o objetivo de "quebrar o piso", contesta o argumento do risco Argentina, chama de ideológica a conta de PIB público/privado do governo e ironiza quem tenta salvar as falas do ministro.
“Guedes tem feito intervenções rápidas quando parado por repórteres ou apresentações para empresários em que joga suas ideias nada plausíveis no ventilador.” autoral · 2019
“o objetivo do governo não é “subir o teto de gastos”, é “quebrar o piso”. E, abaixo do piso, sabemos o que tem: a barbárie anunciada por Drauzio Varella.” autoral · 2019
“Ao contrário do que sugeriu Guedes, essa alternativa não traz o risco de nos tornarmos uma Argentina” autoral · 2019
“ministro da Economia”: Sustenta que o ministro da Economia é tratado como guru e que suas falas geram desconfiança; registra que, diante da estagnação por insuficiência de demanda, o ministro recorreu a medida de estímulo (saque do FGTS) que contradiz seu próprio diagnóstico ultraliberal. Em texto de terceiro, seu ensaio é citado para mostrar que o liberalismo econômico prometido por Guedes é anômalo entre os populismos de direita.
“O fato de o ministro da Economia do Brasil ser tratado como um “guru” só não chama mais a atenção do que a desconfiança gerada por algumas de suas falas.” autoral · 2019
“Diante de evidências cada vez mais gritantes de que o quadro atual de estagnação se deve a uma insuficiência crônica de demanda, o ministro da Economia” autoral · 2019
“Como mostrou o artigo de Laura Carvalho na Ilustríssima de ontem, nenhum outro populismo de direita da onda Orbán é liberal em economia como Guedes lhes prometeu que Bolsonaro seria.” citado · 2019
Haddad: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. O único conteúdo atribuído a ela (via réplica de terceiro ao seu ensaio de 2026) é uma crítica amigável a Lula sobre a popularidade de Lula 3 e não toca em Haddad.
“Em uma crítica amigável a Lula ( PT ), os dois economistas argumentam que o presidente compete com o sucesso dos seus governos anteriores” citado · 2026
“ministro da Fazenda”: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como signatária de manifesto contra exceções na Reforma Tributária (2023) e como autora de ensaio sobre a popularidade de Lula 3, sem trecho que trate do ministro da Fazenda.
“Laura Carvalho – Economista, professora do Departamento de Economia da FEA-USP e diretora global de equidade da Open Society Foundations.” citado · 2023
Marcos CasarinMercado2302 / 14990 / 0—
critica a condução fiscal e alerta para crise de dívida no governo de Guedes
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Guedes: Casarin, economista-chefe para América Latina da Oxford Economics, afirma em dezembro de 2020 que o Brasil está na corda bamba e que o teste real virá com a rolagem da dívida de curto prazo equivalente a 6% do PIB. Ele considera a crise de mercado o cenário básico mais provável a menos que haja uma meia-volta do governo, avaliação crítica da trajetória fiscal conduzida pela equipe econômica.
“concorda que o verdadeiro teste virá no próximo ano, com a dívida de curto prazo equivalente a cerca de 6% do PIB precisando ser rolada até abril” citado · 2020
“"O Brasil está na corda bamba", disse ele.” citado · 2020
“Mas Casarin acredita que "é cada vez mais provável que esse se torne o cenário básico, a menos que haja uma meia-volta de Bolsonaro".” citado · 2020
Bruno MorettiAcadêmico000 / 0—193046 / 128
integrante da equipe econômica; defende a condução fiscal do governo
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Haddad: Moretti nunca avalia Fernando Haddad pessoalmente nos textos: ele aparece como técnico da Casa Civil e depois ministro do mesmo governo, explicando e defendendo as medidas fiscais decididas na junta orçamentária da qual Haddad participa. Defende o arcabouço, o corte de subsídios e a exclusão de gastos da meta, e rebate no Congresso a proposta de limite para a dívida pública.
“A questão central são as medidas capazes de afetar a trajetória da dívida. Não é o limite em si que vai nos colocar frente a uma trajetória sustentável” citado · 2025
“Estamos reduzindo na origem o que vai para fundos” citado · 2024
“Tentamos conciliar uma resposta rápida com a prudência de fazer a limitação desse waiver [licença para tirar da meta]” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Moretti fala sempre como parte da equipe econômica e defende sua condução fiscal: anuncia bloqueio de R$ 22,1 bilhões como sinal de compromisso com as regras e nega que o projeto dos combustíveis dribble a Lei de Responsabilidade Fiscal. Em nenhum trecho critica o Ministério da Fazenda; atua ao lado dele nas negociações com o Congresso e no CMN.
“[O bloqueio] É um sinal fundamental que a equipe econômica quer dar de compromisso com as regras, de absoluto respeito aos limites fiscais que nós temos” citado · 2026
“O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti , negou à Folha que o governo queira dar um drible na LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal)” citado · 2026
“Novamente, o projeto de lei que estamos encaminhando ao Congresso Nacional prevê que o limite é a receita extraordinária apurada com aumento do petróleo” citado · 2026
Míriam LeitãoJornalista-comentarista929 / 33191835 / 0—
critica a condução econômica e a comunicação do ministro · só é citada sem posição
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Guedes: Critica Guedes: seu livro de 2021 trata da corrosão da economia sob Paulo Guedes e, em 2019, ela apontou falha na comunicação do ministro, cobrando explicações sobre os direitos trabalhistas e uma comunicação mais organizada e democrática para as reformas terem chance de sucesso.
“Passam por temas como a forte adesão dos militares ao governo federal, a corrosão da economia sob Paulo Guedes e o descaso com os povos indígenas.” autoral · 2021
“Um dia antes, a jornalista Míriam Leitão criticou em texto no jornal O Globo o que chamou de “falha na comunicação” do ministro.” citado · 2019
““Falta explicar muita coisa. E é nisso que faz falta o contraditório, para que ele informe melhor. O que acontecerá com os direitos trabalhistas” citado · 2019
“ministro da Economia”: Critica a falha na comunicação do ministro da Economia em 2019 e sustenta que as chances de sucesso das propostas aumentam com uma comunicação mais organizada, clara e democrática.
“Um dia antes, a jornalista Míriam Leitão criticou em texto no jornal O Globo o que chamou de “falha na comunicação” do ministro.” citado · 2019
““As chances de sucesso aumentam com uma comunicação mais organizada, clara e, principalmente, democrática”, concluiu a jornalista.” citado · 2019
Haddad: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Aparece apenas como entrevistadora de Haddad, Tebet, Durigan, Lira e Arminio Fraga na GloboNews e em O Globo, ou em lista de autores de livro sobre a ditadura.
“ministro da Fazenda”: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como entrevistadora dos ministros da Fazenda (Haddad e Durigan) e de outros, em lista de livros sobre o Plano Real e como premiada com o Troféu Juca Pato.
Nelson MarconiAcadêmico24829 / 1427916 / 105
critica a condução econômica do governo Bolsonaro/Guedes · apoio técnico com ressalvas: reconhece avanços e cobra correções
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Guedes: Marconi critica de forma sistemática a política econômica do governo Bolsonaro: diz que a equipe econômica faz diagnóstico equivocado da crise, classifica a proposta tributária como "uma loucura" que piorará as contas públicas e trata a reforma administrativa como casuísmo fiscal. Também chama o teto de gastos vigente de "obra de ficção" e, segundo o dossiê, declarou apoio a Lula no primeiro turno de 2022.
“"Está na cara que vai piorar a situação fiscal. É uma loucura", disse.” citado · 2021
““Está muito claro que o governo está usando a reforma como algo casuístico, e não como um objetivo. Colocou a proposta porque teve uma pressão forte.” citado · 2020
“Afirmou ainda que o governo tem feito o diagnóstico equivocado dos motivos da atual crise econômica.” citado · 2019
“ministro da Economia”: Marconi acusa a equipe econômica de fatiar a reforma tributária e esconder o impacto real das mudanças, e afirma que a proposta contraria o próprio discurso de equilíbrio fiscal do governo. Diz ainda que o governo erra no diagnóstico da crise e que dissociar a agenda econômica do autoritarismo do governo é péssimo para a economia.
““Em vez de o governo discutir as principais mudanças com a sociedade e apresentar uma reforma ampla, ele apresenta um texto fatiado” citado · 2021
“Afirmou ainda que o governo tem feito o diagnóstico equivocado dos motivos da atual crise econômica.” citado · 2019
“"É muito ruim tentar dissociar as duas coisas.” citado · 2020
Haddad: Marconi avalia o arcabouço fiscal como sinalização importante e desenho melhor e mais flexível que o teto, e chama a reforma tributária de passo relevante, mas incompleta por adiar a tributação da renda. Ao mesmo tempo cobra política fiscal menos expansionista, aponta contradição entre o discurso de aumentar arrecadação e as novas isenções, e critica Haddad por dizer que não conhecia o programa industrial no próprio lançamento.
“Problema é que no próprio lançamento a gente viu o ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad dizer que não o conhecia.” citado · 2026
“"Mas é uma reforma incompleta. O fato de o governo ter deixado para fazer a reforma relativa à tributação sobre a renda lá para frente tira espaço” citado · 2023
“"Agora, se ela é crível e se realmente vai ser apoiada pela sociedade vai depender muito das outras medidas que o governo anunciar", afirma.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Marconi defende que o governo faça política fiscal menos expansionista para abrir espaço à queda dos juros e considera fundamental cortar os gastos tributários de forma programada e gradual. Reconhece a reforma tributária como passo relevante, porém incompleta, e critica a Fazenda porque o programa industrial foi lançado sem ser política central do governo.
“"Uma taxa de juro real nesse patamar é muito alta. O governo deveria fazer uma política fiscal menos expansionista. Com isso, abriria espaço para reduzir os juros"” citado · 2024
“afirma ser fundamental reduzir os gastos tributários, pelo volume expressivo e pela contribuição que a medida daria às contas públicas.” citado · 2023
“Problema é que no próprio lançamento a gente viu o ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad dizer que não o conhecia.” citado · 2026
Edmar BachaAcadêmico16622 / 4361920 / 3—
critica a condução econômica de Guedes · só é citado sem posição
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Guedes: Bacha classifica a agenda liberal do governo Bolsonaro/Guedes como "tropicalizada", que cobra de trabalhadores e aposentados e poupa empresários, e responsabiliza Guedes por engavetar a abertura comercial e por alimentar a defesa da CPMF. Afirma que a gestão Bolsonaro/Guedes coloca em risco o legado do Plano Real e se diz horrorizado com a proposta orçamentária de 2023.
“Para Bacha, um dos formuladores do Plano Real, a agenda liberal do governo é tropicalizada , ou seja, vale para trabalhadores e aposentados , mas poupa os empresários.” citado · 2020
“Na reforma tributária , Bacha considera que Guedes "tem culpa no cartório" pelo avanço da defesa da CPMF por grupos específicos” citado · 2020
“O sócio-fundador do instituto Casa das Garças também diz que a gestão Bolsonaro/Paulo Guedes (Economia) coloca em risco o legado do Plano Real” citado · 2021
“ministro da Economia” (arbitrado): Bacha sustenta que a gestão Bolsonaro/Paulo Guedes à frente da Economia coloca em risco o legado do Plano Real. Nos demais textos ele apenas aparece como signatário de cartas e apoiador de Lula em 2022, sem postura sobre a pasta.
“O sócio-fundador do instituto Casa das Garças também diz que a gestão Bolsonaro/Paulo Guedes (Economia) coloca em risco o legado do Plano Real” citado · 2021
“Um dos responsáveis pela elaboração do Plano Real, o economista Edmar Bacha afirma estar envolvido 100% na busca de uma alternativa política aos nomes de Jair Bolsonaro” citado · 2021
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Nenhuma fala de Bacha no dossiê trata do Ministério da Fazenda sob Haddad: as ocorrências do termo são históricas (sua própria sala em 1993, listas de ex-ministros) ou falso positivo ('ministro da Fazenda do Chile'). No período ele tem posição própria sobre política econômica: critica o governo Lula e os '15 anos de desreformas' do PT e avalia a Reforma Tributária como melhoria substancial.
“nós fizemos oito anos de reformas, mas aí veio o PT e fez 15 anos de 'desreformas'” citado · 2024
“A gente ainda tem um Estado inchado que absorve um terço do PIB [Produto Interno Bruto] e não entrega para a população serviços adequados de saúde” citado · 2024
“Gostei especialmente da determinação que todas as isenções sejam submetidas a cada cinco anos a uma avaliação de custo-benefício, podendo ser reduzidas ou eliminadas” citado · 2023
Gustavo FrancoEx-autoridade13818 / 7781722 / 1—
apoia Guedes e a agenda liberal; critica o rumo de Bolsonaro · só é citado sem posição
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Guedes: Franco foi à posse de Paulo Guedes declarar apoio ao novo ministério e é apresentado como defensor do mesmo ideário liberal. Suas críticas no período miram Bolsonaro — a intervenção na Petrobras e a crise institucional que faz a economia sofrer —, nunca Guedes.
“"Estamos aqui para dar nosso apoio", disse Franco.” citado · 2019
“Em uma rede social, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco, um dos criadores do Plano Real, escreveu "Boa tarde Venezuela".” citado · 2021
“Gustavo Franco disse que a economia sofre e os mercados apanham com a crise.” citado · 2021
“ministro da Economia” (arbitrado): Franco declara apoio público à equipe econômica de Paulo Guedes na posse do Ministério da Economia e mantém alinhamento com a agenda liberal. Ataca as intervenções de Bolsonaro na economia — reage à indicação de general para a Petrobras com "Boa tarde Venezuela" — e diz que a economia sofre e os mercados apanham com a crise política.
“"Estamos aqui para dar nosso apoio", disse Franco.” citado · 2019
“Em uma rede social, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco, um dos criadores do Plano Real, escreveu "Boa tarde Venezuela".” citado · 2021
“Gustavo Franco disse que a economia sofre e os mercados apanham com a crise.” citado · 2021
Haddad (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos oito textos Franco aparece como pai do Plano Real, ex-presidente do BC, nome citado por Haddad, autor de artigo em livro e visitante de FHC — nunca fala sobre Fernando Haddad ou sobre a gestão da Fazenda.
“afirmou Haddad, sugerindo que a coluna consultasse ex-presidentes do Banco Central como Gustavo Franco, Armínio Fraga, Pérsio Arida e Henrique Meirelles.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Franco sustenta que bom comportamento fiscal derruba juros e cria riqueza, em crítica ao governo atual, que segundo ele mira só o crescimento do PIB. Nos demais textos ele é narrador histórico do Plano Real e do Ministério da Fazenda de FHC, sem tratar da gestão em curso.
“"O bom comportamento fiscal pode trazer taxas de juros menores e criação de riquezas", disse em referência ao fato de o governo atual focar suas ações” citado · 2024
“Apesar disso, Franco diz que o país tem mais condições de resolver essa questão hoje do que tinha naquele momento.” citado · 2024
Luiz Carlos Bresser-PereiraAcadêmico13817 / 4271817 / 5—
critica a condução econômica do governo Bolsonaro e propõe o Novo Desenvolvimentismo no lugar do liberalismo da equipe econômica · só é citado sem posição
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Guedes (arbitrado): Bresser-Pereira diz que no plano econômico o governo Bolsonaro não existe e que reprime o investimento público quando deveria ampliá-lo, e propõe o Novo Desenvolvimentismo em substituição ao modelo de liberalismo econômico. Ressalva que essa proposta não se confunde com a política fiscal do governo Dilma e defende um tributo do tipo CPMF com alíquota baixa.
“É um governo que no plano econômico não existe. Reprime investimento público, quando deveria ampliá-lo” citado · 2020
“O ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira apresentou uma proposta de Novo Desenvolvimentismo, em substituição ao modelo de liberalismo econômico, com valores cívico liberais e democrático socialistas.” citado · 2019
“O ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira disse ser a favor de um tributo como a CPMF, mas disse que uma alíquota alta pode causar alguns problemas.” citado · 2019
“ministro da Economia”: No fórum da FGV convertido em evento contra o liberalismo do Ministério da Economia, Bresser-Pereira apresenta o Novo Desenvolvimentismo como substituto do modelo liberal. Ressalva que sua proposta não se confunde com a política fiscal irresponsável do governo Dilma nem com o gastar da esquerda.
“O ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira apresentou uma proposta de Novo Desenvolvimentismo, em substituição ao modelo de liberalismo econômico, com valores cívico liberais e democrático socialistas.” citado · 2019
“Mas afirmou que essa proposta não se confunde com a "política fiscal irresponsável no governo Dilma" e de boa parte da esquerda de "gastar, gastar e gastar".” citado · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como participante de uma reunião macroeconômica com Haddad em abril de 2024 e, nos demais textos, em listas de finalistas do Jabuti, em retrospectivas históricas e como ex-ministro de 1987.
“Em 12 de abril, Galípolo participou de uma reunião sobre discussões macroeconômicas com Haddad e o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, com os professores da FGV” citado · 2024
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Bresser-Pereira chama o patamar de juros de escândalo e captura do patrimônio público, diz que Lula foi o único presidente que resolveu brigar com o assunto e atribui a armadilha de juros e câmbio à herança do Plano Real. Sobre a pasta em si, sustenta no prefácio do livro dos ministros da Fazenda que a dívida externa e a inflação foram superadas mas a agenda do crescimento foi abandonada.
“Isso é um escândalo, é uma captura do patrimônio público porque é o Estado que paga esses juros” citado · 2023
“Sim, o Plano Real foi uma maravilha, mas junto com ele foi feita uma elevação de juros absolutamente alta” citado · 2024
“o ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira afirma que os problemas da dívida externa e da inflação foram superados, mas que a agenda do crescimento e do desenvolvimento foi abandonada.” citado · 2025
Alexandre SchwartsmanEx-autoridade9817 / 122121626 / 103
critica duramente a condução fiscal de Guedes e imputa motivação eleitoral · critica a expansão fiscal de Haddad e contesta seus números
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Guedes: Schwartsman acusa Paulo Guedes de não ter interesse em entregar as contas públicas em ordem e de não ter compromisso fiscal, chamando medidas do governo de populistas. Aponta contradição do ministro sobre o teto de gastos e diz que a equipe econômica anda em círculos, sem liderança.
“Mostra que o [ministro da Economia] Paulo Guedes não tem interesse em entregar as contas públicas em ordem.” citado · 2021
“Há pouco tempo, Guedes reclamava de ministros fura-teto; agora ele quer furar o teto” citado · 2021
“Schwartsman vê falta de liderança para discussões e a equipe econômica dando voltas em si mesma.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Schwartsman trata a manobra para furar o teto de gastos e o aumento do IOF como medidas eleitoreiras e populistas, sem compromisso fiscal. Em coluna própria, atribui ao presidente o desperdício de capital político em pauta de costumes enquanto a reforma da Previdência não tem votos.
“o presidente prefere gastar seu capital político na pauta de costumes e no atrito contraproducente com a imprensa para agradar a um público que já o idolatra” autoral · 2019
“O problema é não só a manobra, mas tudo o que vem ocorrendo nos últimos meses. Está claro que a motivação final é tentar ganhar a eleição” citado · 2021
“É uma medida populista, e o mercado está reagindo de maneira negativa, até por ser uma medida muito ruim mesmo.” citado · 2021
Haddad: Schwartsman ironiza a gestão de Haddad como "aventuras no país da gastança", contesta a conta do ministro sobre o efeito da Selic na inflação e diz que a política monetária precisa compensar o que não é feito no lado fiscal. Rejeita a tese de austericídio, sustentando que o país está gastando as economias de anos anteriores.
“A projeção de inflação subiria 0,75 ponto porcentual. Não é 0,2” citado · 2025
“A gente vê uma necessidade de compensar do lado monetário aquilo que não está sendo feito do lado fiscal” citado · 2024
“A ideia que o crescimento depende de gasto público é equivocada. O gasto no Brasil sempre aumenta e se isso gerasse crescimento, seríamos uma China” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Schwartsman aponta a questão fiscal como principal fator da deterioração das expectativas de inflação e diz que o ministro da Fazenda, ao contestar o efeito da Selic, está afirmando que o Banco Central erra nos cálculos. Estima em R$ 60 bilhões anuais o custo da isenção de IR anunciada pela pasta.
“O ex-diretor também destaca que o ministro da Fazenda, com essa fala, está dizendo que o BC estaria equivocado nos seus cálculos.” citado · 2025
“Segundo o economista Alexandre Schwartsman, austericídio é um pressuposto equivocado. "Estamos gastando todas as economias feitas nos anos anteriores"” citado · 2023
“vê a questão fiscal como principal elemento para a deterioração das expectativas somada aos ruídos de comunicação do governo” citado · 2023
Helio BeltrãoInstituição341027 / 183000 / 0—
critica Guedes por abandonar a agenda liberal e aumentar impostos
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Guedes: Beltrão cobra de Guedes a agenda liberal prometida e o acusa de tê-la abandonado, chamando-o de "liberal em desconstrução" e tratando sua reforma tributária como pacote arrecadatório e eleitoreiro que fez o ministro perder a base liberal. Em 2020 ainda o defendia contra o centrão, os militares e a burocracia, mas o tom vira crítico a partir do pacote de impostos de 2020-2021.
“Paulo Guedes tem se comportado como um “liberal em descontrução”.” autoral · 2020
“Como alertei na semana passada , Paulo Guedes perdeu mesmo o apoio da numerosa base liberal na sociedade após apresentar o pacote de maldades apelidado de reforma tributária .” autoral · 2021
“Guedes desapegou de seu Batna e se acomodou com o sistema desde a reforma da Previdência, o que é preocupante.” autoral · 2020
“ministro da Economia”: Beltrão trata a reforma tributária saída do Ministério da Economia como "saco de maldades" de puro intuito arrecadatório, igual às dos 30 anos anteriores. Em fala atribuída, diz que Moro pode ser opção para os liberais decepcionados com o então ministro da Economia.
“Investidores e empreendedores reagiram mal ao saco de maldades da infame “reforma tributária” confeccionada pelo Ministro da Economia .” autoral · 2021
“Segundo ele, Moro pode ser uma opção aos que decepcionaram com o atual ministro da Economia.” citado · 2021
Ricardo AlbanInstituição101 / 0—241640 / 223
só é citado sem posição · critica a condução fiscal e tributária do ministro
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Para o anúncio das medidas, estavam presentes, além do secretário Carlos da Costa, o presidente do Sebrae, Carlos Melles” citado · 2019
Haddad: Como presidente da CNI, Alban critica sistematicamente a agenda fiscal de Haddad: é contra qualquer aumento de tributação sobre o setor produtivo, condena a MP do PIS/Cofins (chegou a prometer "todas as medidas jurídicas e políticas" contra ela) e ataca a redução de estímulos à indústria. Propõe como alternativas taxar bets e big techs, reforma administrativa e corte racional de gastos, e reclama da falta de interlocução da Fazenda com o empresariado.
“Ricardo Alban diz que a nova política industrial do governo Lula precisa acelerar e critica a agenda de redução de estímulos do ministro da Fazenda, Fernando Haddad” citado · 2024
“"Não podemos mais pensar em carga tributária", afirmou, dirigindo-se ao ministro.” citado · 2025
“O setor produtivo já está sufocado por juros abusivos e spreads bancários distorcidos. Agora, o crédito vai ficar ainda mais caro.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Alban se opõe às medidas arrecadatórias do Ministério da Fazenda, afirmando que o setor produtivo não pode pagar pelos problemas de caixa do Estado e que o ajuste deve vir da despesa pública. Cobra racionalidade no gasto, reforma administrativa e tributação de bets e big techs no lugar de nova carga sobre a indústria.
“O setor produtivo brasileiro não pode ser prejudicado com novos aumentos de tributação para compensar os problemas de caixa do Estado” citado · 2025
“Todos queremos equilíbrio fiscal, mas existem formas e formas. Uma é na despesa pública, outras nos equívocos que existem na economia, como fraude, contrabando” citado · 2024
“Na semana passada, o presidente da CNI disse que tomaria "todas as medidas jurídicas e políticas" contra a MP e antecipou a volta ao Brasil.” citado · 2024
Paulo FigueiredoComentarista224 / 0—261035 / 51
chama Haddad de incompetente e diz que negociar com ele é encenação inútil
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nenhum dos dois trechos menciona Paulo Guedes, e um deles é sobre um homônimo (advogado de Niterói morto de covid em 2020).
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. São os mesmos dois textos do arquivo guedes: um homônimo (advogado de Niterói) e uma menção a ele como neto do general Figueiredo, sem referência ao Ministério da Economia.
Haddad (arbitrado): Em nota conjunta com Eduardo Bolsonaro (agosto de 2025), Figueiredo atribui à 'própria incompetência' de Haddad o cancelamento da reunião com o secretário do Tesouro dos EUA e afirma que, enquanto o Brasil não atender aos pontos levantados por Trump, qualquer reunião será 'mera encenação' e inútil. Nos demais 22 textos ele é citado por falas sobre Lula, Trump, Rubio e voto feminino, ou é alvo de críticas do próprio Haddad e de colunistas, sem posição sobre o ministro.
“Haddad prefere culpar terceiros pela própria incompetência, enquanto Lula só fala besteira por aí e inflama a crise diplomática” citado · 2025
“Até que o Brasil enfrente esses pontos, qualquer reunião será mera encenação —e, portanto, inútil” citado · 2025
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Em nota conjunta com Eduardo Bolsonaro (agosto de 2025), Figueiredo nega ter interferido no cancelamento da reunião do ministro da Fazenda com o secretário do Tesouro dos EUA e atribui o episódio à 'própria incompetência' de Haddad. Os outros oito textos o citam por falas sobre Lula, Trump, Rubio e voto feminino, pela denúncia da PGR ou por críticas de Haddad a ele, sem posição sobre a pasta.
“Haddad prefere culpar terceiros pela própria incompetência, enquanto Lula só fala besteira por aí e inflama a crise diplomática” citado · 2025
Bruno PeriniCriador digital21120 / 0—320 / 0—
Fabio GiambiagiMercado12214 / 3514922 / 143
colabora com a agenda previdenciária do ministro, mas critica a capitalização · critica a condução fiscal do ministro
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Guedes: Giambiagi integrou o conselho de especialistas criado por Guedes e cobrou do governo empenho político para aprovar a idade mínima e reduzir o déficit da Previdência. Ao mesmo tempo, opôs-se frontalmente à capitalização defendida pelo ministro, tratando-a como mudança pífia nos números e risco de contestação jurídica.
“Sou extramente cético em relação à conveniência de incorporar o tema, porque abriria um flanco para a contestação jurídica em troca de uma mudança pífia nos números” citado · 2019
“"Qual o benefício de investir capital político em algo que não muda praticamente nada?", questionou.” citado · 2019
“o governo deveria focar esforços em convencimento e negociações políticas para que o Congresso aprove mudanças nas regras de aposentadorias” citado · 2019
“ministro da Economia”: Convocado como conselheiro pela equipe do ministério, Giambiagi defendeu concentrar o capital político do governo na reforma paramétrica da Previdência. Ele registrou receio de que a discussão se dissipe e criticou a intenção ministerial de substituir o regime pela capitalização.
“Giambiagi disse ter receio de que a discussão se dissipe e as medidas para ajustar as contas da Previdência não sejam devidamente analisadas.” citado · 2019
“"Qual o benefício de investir capital político em algo que não muda praticamente nada?", questionou.” citado · 2019
Haddad: Giambiagi critica de forma sistemática a condução fiscal de Haddad: diz que a estratégia de revisão de gastos está confusa, chama o processo de hiperatividade paralisante e define o PLDO de 2025 como tecnicamente constrangedor. Sustenta que a regra do salário mínimo do governo Lula tem efeitos devastadores sobre a Previdência e que o arcabouço fiscal trinca por contradição interna.
“Giambiagi avalia ainda que a estratégia de Haddad para a revisão de gastos está confusa.” citado · 2024
“"Eu definiria a peça [do PLDO 2025] como tecnicamente constrangedora. O sistema político vai reagir diante disso", diz Giambiagi.” citado · 2024
“A mudança da regra do salário mínimo tem efeitos devastadores para o futuro da Previdência.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Giambiagi acusa o governo de erro grosseiro nas projeções de gastos previdenciários e de um apagão estatístico inédito na Previdência, e atribui a explosão do auxílio-doença à negligência ministerial. Cobra um ajuste fiscal que o terceiro mandato de Lula não fez, incluindo mudanças na regra do salário mínimo, no Fundeb e no BPC.
“"Está havendo em 2024 um erro grosseiro das projeções. É uma variável que no passado se acertava muito de perto"” citado · 2024
“"Acompanho a Previdência há mais de 30 anos e nunca vi um apagão estatístico assim.” citado · 2024
“"Seja lá quem for o vencedor, será importante que ele se debruce e adote medidas ainda em novembro, dezembro, por exemplo, para afetar o salário mínimo de 2027"” citado · 2026
José Márcio CamargoMercado17421 / 12712414 / 63
próximo de Guedes, endossa a agenda econômica do governo com ressalvas pontuais · critica a condução fiscal
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Guedes: Camargo atua como conselheiro da equipe de Guedes na reforma da Previdência e na formulação do Renda Brasil, e endossa medidas do governo como a desoneração ampla da folha, a contenção do salário mínimo, a unificação da gestão de benefícios e o auxílio emergencial. Faz ressalvas pontuais: cobra simplicidade na proposta previdenciária, chama a proposta dos precatórios de sem cabimento e condiciona tudo ao respeito às regras fiscais a partir de 2021.
“O economista e professor da PUC-Rio José Márcio Camargo afirma que a desoneração ampla é a medida mais recomendada.” citado · 2021
“Camargo concorda com a estratégia do governo de não conceder reajuste real.” citado · 2020
“a reação negativa do mercado financeiro, na semana passada, à proposta "sem cabimento" dos precatórios e às disputas no governo “até que foi amena”” citado · 2020
“ministro da Economia”: Como conselheiro do ministro na reforma da Previdência, Camargo defende uma proposta simples centrada na idade mínima e resiste a misturar capitalização no mesmo projeto. Alerta que aumentar o endividamento público piora a situação e pressiona os juros.
“"Quanto mais simples a proposta, melhor. Não pode ser algo complicado, senão as pessoas não vão entender", afirmou Camargo, crítico à sugestão de Tafner.” citado · 2019
““Os investidores já estão comprando dólares para sair da dívida pública. Aumentar o endividamento só piora as coisas, pressionando ainda mais os juros”, afirma.” citado · 2020
Haddad: Camargo considera o arcabouço fiscal dependente demais de aumento de arrecadação, duvida que o Congresso aprove as medidas de receita e prevê que a regra terá de ser mudada para estabilizar a dívida. Sobre o pacote de corte de gastos de 2024, diz que a falta de detalhamento gera incerteza, encarece o financiamento da dívida e pressiona o câmbio, e que os problemas fundamentais seguem sem solução.
“Para Camargo, é muito provável que o governo tenha de mudar a regra fiscal se quiser estabilizar a relação dívida-PIB, percepção compartilhada por outros analistas.” citado · 2023
“Diante do elevado nível de incerteza fiscal, o governo somente consegue captar recursos para financiar a dívida em prazos cada vez menores a custos mais elevados” citado · 2024
“"Os problemas fundamentais permanecem sem solução."” citado · 2024
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Nos três textos ele aparece como fonte técnica ouvida sobre a eleição americana, a votação dividida do Copom e a dívida dos estados com a União. Nenhum trecho traz posição sua sobre o Ministério da Fazenda ou sobre Haddad.
“Na visão do economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, o desfecho da eleição será fundamental para definir o cenário da economia mundial nos próximos anos.” citado · 2024
“a análise é que a votação pode ter sinalizado "como será a política monetária do próximo mandato", avalia José Márcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos.” citado · 2024
“José Márcio Camargo explica que o endividamento dos estados com a União ocorre devido a empréstimos diretos feitos pelo governo federal aos estados” citado · 2024
Sergio GobettiAcadêmico11414 / 10315721 / 138
critica a política econômica e a agenda tributária de Guedes · apoia a agenda tributária de Haddad
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Guedes: Gobetti atribui à política econômica do governo Bolsonaro o crescimento abaixo da média mundial e abaixo da capacidade do país. Critica tecnicamente as propostas tributárias da equipe de Guedes: calcula que a reforma do IR elevaria o imposto de 2 milhões de contribuintes e estima em R$ 70 bilhões a perda dos estados com o projeto sobre energia.
“Mas para o baixo crescimento dos últimos anos, não é. Aí você tem de atribuir a conta à política econômica.” citado · 2022
“Para o economista Sérgio Gobetti, corrigir a tabela do IR é natural, mas não adianta sem reformas estruturais.” citado · 2019
“Sérgio Gobetti, economista e atual assessor do governo do Rio Grande do Sul, estima uma perda ainda maior —R$ 70 bilhões.” citado · 2022
“ministro da Economia”: Gobetti sustenta que corrigir a tabela do IR não basta sem tornar o imposto mais progressivo, com alíquotas máximas maiores. Rejeita a proposta de cobrar contribuição extra apenas dos servidores e defende a volta da tributação de lucros e dividendos, que o ministério não implementou.
“Para o economista Sérgio Gobetti, corrigir a tabela do IR é natural, mas não adianta sem reformas estruturais.” citado · 2019
“Creio que o mais justo seria distribuir esse custo na sociedade de acordo com a capacidade contributiva de cada um” citado · 2020
“Mesmo que a gente quisesse tributar apenas a empresa, o mundo caminha para outro lado” citado · 2022
Haddad: Gobetti afirma que os benefícios da reforma tributária conduzida por Haddad são inequívocos para o crescimento e para a redistribuição da receita entre os entes federados, e seu estudo foi usado pela Fazenda para defender a proposta no Congresso. Apoia a taxação de lucros e dividendos do governo Lula, com a ressalva de que venha junto de uma reforma ampla da tributação das empresas, e critica as mudanças de Lira que reduzem o alcance do imposto mínimo sobre os mais ricos.
“São inequívocos os benefícios da reforma em termos de crescimento econômico e de redistribuição mais justa da receita entre os entes federados” citado · 2023
“Sérgio Gobetti considera fundamental a tributação de lucros e dividendos como instrumento de distribuição de renda, ainda mais num país tão desigual como o Brasil.” citado · 2023
“ele calcula que a proteção ao agro inserida por Lira vai evitar a arrecadação de R$ 3 bilhões.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Gobetti, ex-secretário-adjunto de Política Fiscal e Tributária do Ministério da Fazenda, defende o projeto de imposto mínimo sobre altas rendas e a tributação de lucros e dividendos, e mostra que as alterações feitas por Lira reduzem a taxação efetiva dos mais ricos. Sustenta que as distorções que isentam a elite rural precisam ser revistas com urgência.
“Segundo Gobetti, há ainda outra alteração feita por Lira que vai reduzir a taxação efetiva dos mais ricos.” citado · 2025
“Para o economista, os dados da renda mostram que essas distorções precisam ser revistas urgentemente.” citado · 2024
“Ele reconhece que há risco de a volta de tributação de dividendos ser acompanhada de novas estratégias dos ricos para driblar o imposto” citado · 2023
Luiz Fernando FigueiredoMercado8412 / 57141024 / 74
avalia positivamente propostas e decisões da área econômica do governo Bolsonaro, sem nenhuma crítica a Guedes · critica o ajuste fiscal como insuficiente, mas reconhece entregas da gestão
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Guedes: Figueiredo aprova as iniciativas da equipe econômica de Guedes que comenta: considera positiva a proposta de metas para reservas internacionais e defende a meta de inflação de 3% fixada pelo CMN como "um bom desafio". Em nenhum dos oito textos critica Guedes, e chegou a ser indicado por ele para conselhos de bancos públicos; sua agenda declarada (Estado menor) é a mesma do ministério.
“vê como positiva a criação de um arcabouço "bem elaborado" sobre o volume de reservas que o Brasil deveria ter, mas faz a ressalva” citado · 2022
“3% é uma inflação de país emergente. Para o Brasil, é um desafio, mas um bom desafio. [Voltar a subir a meta] é uma sinalização ruim” citado · 2022
“Hoje, no Brasil, o Estado é grande demais e ele acaba pesando muito sobre o resto do país.” citado · 2021
“ministro da Economia” (arbitrado): Figueiredo avalia positivamente as iniciativas da área econômica do governo que comenta: considera boa a criação de uma regra para as reservas internacionais, ressalvando que é preciso conhecer o desenho a fundo, e trata a meta de inflação de 3% como um bom desafio. Em outro texto do dossiê defende diminuir o Estado brasileiro para reduzir o desemprego, posição alinhada à agenda liberal da pasta.
“vê como positiva a criação de um arcabouço "bem elaborado" sobre o volume de reservas que o Brasil deveria ter, mas faz a ressalva” citado · 2022
“"O diabo está nos detalhes para entender bem essa proposta", pondera Figueiredo.” citado · 2022
“vê a meta de 3% como "um desafio" para o Brasil. "Mas um bom desafio", comentou ele, antes da reunião do CNM.” citado · 2022
Haddad: Figueiredo julga o pacote fiscal de Haddad insuficiente e calcula que o país precisa de um ajuste recorrente de R$ 250 bilhões ao ano, prevendo que a conta ficará para o próximo governo. Ao mesmo tempo elogia o arcabouço fiscal por trazer "racionalidade" à dívida pública, credita ao ministro a redução do atrito entre Lula e o Banco Central, e em 2026 integra a equipe econômica de Romeu Zema, candidato de oposição.
“considera o pacote do governo insuficiente e prevê que "muito provavelmente" será necessário um novo ajuste fiscal de grande magnitude já na próxima administração.” citado · 2024
“Essa mudança está trazendo racionalidade ao tema da dívida pública e sustentabilidade fiscal.” citado · 2023
“vê uma convergência de interesses depois de Haddad ter declarado que as políticas fiscal e monetária precisam atuar em harmonia” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Figueiredo considera insuficiente o pacote fiscal da Fazenda e afirma que, fora a área econômica, o governo inteiro e o próprio Lula são contra um ajuste maior. No início da gestão avaliou que a declaração do ministro sobre harmonia entre política fiscal e monetária afastou o risco de curto-circuito com o Banco Central, ressaltando que ele começou fragilizado pelas falas de Lula.
“considera o pacote do governo insuficiente e prevê que "muito provavelmente" será necessário um novo ajuste fiscal de grande magnitude já na próxima administração.” citado · 2024
“Acho que tem pouco espaço para grande melhora dentro deste mandato. Fora a área econômica, o governo inteiro é contra [um ajuste maior], o próprio presidente [Lula]” citado · 2024
“ressalta que o ministro iniciou sua gestão em uma situação de fragilidade diante das declarações de Lula sobre a existência de um conflito entre responsabilidade fiscal e social” citado · 2023
Zeina LatifMercado17824 / 1947310 / 84
reconhece o ministro como reformista, mas critica a condução fiscal e a omissão do governo · critica o arcabouço fiscal e a credibilidade da Fazenda, mas aprova a reforma tributária
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Guedes: Latif trata Paulo Guedes como ministro de perfil nitidamente reformista, mas sustenta que isso não basta porque o governo e o presidente não são reformistas. De 2020 em diante diz que o ministro está gravemente fragilizado e não convence, que as falas do governo aumentam a incerteza e que negar o risco fiscal agrava a desconfiança dos agentes econômicos.
“Eu vi um ministro da Economia [Paulo Guedes] reformista, mas eu não vi um presidente reformista. O foco da campanha infelizmente foi apenas segurança, corrupção e valores morais” citado · 2019
“O Ministério da Economia sabe o que precisa ser feito, mas estamos vendo um ministro que foi gravemente fragilizado e que hoje não convence.” citado · 2020
“Não admitir [o risco fiscal] é um problema. Quando fica muito nessa negação, os agentes econômicos ficam mais preocupados. Aumenta o temor” citado · 2021
“ministro da Economia”: Latif afirma ver no Ministério da Economia um ministro de perfil nitidamente reformista, mas sustenta que a agenda de reformas não pode ficar restrita à pasta e depende do governo e do Congresso. Ela também diz que os ruídos entre governo e Congresso e as falas do ministro pioraram a percepção sobre o Brasil.
“Por um lado, vejo um ministro da Economia com perfil nitidamente reformista. Isso não basta. O governo tem de ser reformista.” citado · 2019
“Ela afirma, no entanto, que os ruídos na relação entre Congresso e governo e as falas do ministro Guedes têm contribuído para a piora na percepção” citado · 2020
“Eu vi um ministro da Economia [Paulo Guedes] reformista, mas eu não vi um presidente reformista.” citado · 2019
Haddad: Latif classifica o arcabouço fiscal de Haddad como frágil, ambicioso demais e dependente de aumento de carga tributária, e diz que medidas oportunistas e mudanças precoces de meta prejudicam a credibilidade da Fazenda. Ela avalia, por outro lado, que a reforma tributária teve saldo bastante positivo e elogia as escolhas técnicas para o Banco Central.
“O anúncio do arcabouço não melhorou as projeções, ele evita um quadro pior, mas não é um arcabouço sólido —depende de aumento de receita e tem muitas pontas soltas” citado · 2024
“Dadas as circunstâncias, o saldo é bastante positivo e tem um trabalho do Senado para deixar o texto mais redondo” citado · 2023
“O ambiente das eleições será do governo chutando a lata e tentando aprovar o pacote com medidas aqui e ali” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Latif sustenta que a credibilidade da Fazenda é prejudicada por medidas oportunistas e mudanças precoces de metas sem contenção de despesa. Ela atribui a alta do dólar às incertezas da política econômica, e não ao Banco Central, e considera a reforma tributária conduzida pela pasta um passo importante apesar das exceções concedidas.
“E a credibilidade da Fazenda é prejudicada com essas medidas oportunistas e mudanças precoces de metas, sem trazer junto medidas para conter despesas.” citado · 2024
“Ainda que tenha o fator externo levando à valorização do dólar no mundo, aqui o movimento tem sido mais intenso, estando associado às incertezas” citado · 2024
“foi um passo largo muito importante para remover distorções que travam nosso crescimento econômico” citado · 2023
André RoncagliaAutoridade100 / 0—221031 / 138
defende Haddad e sua agenda de justiça tributária, com ressalvas técnicas ao arcabouço fiscal
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Haddad: Roncaglia defende Haddad das campanhas de difamação ("Taxad") e credita a ele vitórias contra a injustiça tributária, contrastando sua carga tributária com a de Paulo Guedes. Ao mesmo tempo julga arriscada sua "diplomacia econômica" e considera o ajuste do novo arcabouço duro e difícil de cumprir, prevendo revisão das metas.
“Ao tachar Haddad de Taxad os ricos passam recibo do receio de perder mais desonerações injustas . É hora de cortar na própria carne.” autoral · 2024
“Fernando Haddad teve vitórias marcantes contra a vergonhosa injustiça tributária: o fim da isenção de fundos exclusivos e offshore” autoral · 2023
“Com efeito, a Faria Lima tolera Haddad, mas não o apoia em seu ajuste fiscal com justiça tributária.” autoral · 2023
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Roncaglia trata "Taxad" como apelido criado para difamar o ministro da Fazenda. Descreve a taxação das exportações de petróleo cru como recomposição parcial das desonerações do governo Bolsonaro, sem efeito relevante de curto prazo.
“Taxad foi o apelido criado para difamar o Ministro da Fazenda” autoral · 2024
“Em depoimento na Câmara dos Deputados nesta semana, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad , mencionou haver um "fantasminha" gerando temor de descontrole fiscal e monetário.” autoral · 2024
“A projeção é que dure apenas quatro meses e deve servir para recompor as receitas fiscais após a desoneração que foi feita pelo governo Bolsonaro no ano passado.” citado · 2023
Solange SrourMercado8511 / 641198 / 43
critica a condução fiscal do governo Bolsonaro, mas lamenta o abandono da agenda de reformas de Guedes · critica em tom técnico o arcabouço e a política fiscal do governo Lula 3
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Guedes: Srour acusa o governo Bolsonaro de burlar e querer acabar com o teto de gastos e diz que a equipe econômica perde força porque não entrega crescimento. Ao mesmo tempo, ela defende a agenda de austeridade, concessões e privatizações que Guedes prometia e que o governo abandonou.
“Solange Srour, economista-chefe da gestora ARX Investimentos e colunista da Folha , afirma que o governo já sinalizava que abandonaria a política de austeridade e as reformas de Guedes.” citado · 2020
“Indica que o governo quer acabar com o teto de gastos. Já se discute fazer isso com um orçamento paralelo.” citado · 2020
“A estagflação é normal em países que não possuem âncora fiscal e isso gera efeitos de longo prazo.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Em suas colunas, Srour trata como irresponsabilidade o enfraquecimento do teto de gastos e enquadra como populismo fiscal o abandono da PEC Emergencial, apontando que até o próprio ministro da Economia aderiu ao argumento de não retirar dinheiro da economia. Ela cobra uma regra fiscal crível para estabilizar a dívida pública.
“Até mesmo o ministro da Economia argumenta que este não é o momento de tirarmos dinheiro da economia.” autoral · 2020
“Infelizmente, depois da aprovação do projeto de lei que finalmente viabilizará a sanção do Orçamento deste ano, o teto de gastos ficou mais fragilizado.” autoral · 2021
“ainda não temos definição de quem será o ministro da Economia nem pistas sobre propostas de como reconstruiremos uma regra fiscal crível” autoral · 2022
Haddad: Srour sustenta que o arcabouço fiscal não estabiliza a dívida no longo prazo e que a meta de primário sai enfraquecida com despesas colocadas fora de seu escopo, cobrando medidas estruturais de corte de gastos. Ela reconhece como importante a reação recente do Ministério da Fazenda e defende a autonomia do Banco Central contra as críticas do governo.
“Não vou dizer que a meta perdeu completamente importância, mas ela sai enfraquecida com essas despesas que ficam fora do seu escopo” citado · 2024
“No entanto, nos últimos dias, temos visto uma reação importante do Ministério da Fazenda.” autoral · 2024
“Ela vê uma mudança profunda da agenda econômica, em comparação com o governo anterior, de Jair Bolsonaro” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Srour escreve que a política econômica é descoordenada: o ministro da Fazenda corre atrás de novas receitas para metas desafiadoras de primário enquanto o Banco Central tenta conter expectativas de inflação que sobem pela falta de âncora fiscal. Ela registra como reação importante a priorização do ajuste pela pasta em outubro de 2024.
“Isso porque é tratada ao mesmo tempo em que o ministro da Fazenda busca novas receitas para sustentar metas desafiadoras de superávit primário” autoral · 2024
“No entanto, nos últimos dias, temos visto uma reação importante do Ministério da Fazenda.” autoral · 2024
Etore SanchezMercado14418 / 549615 / 86
defende disciplina fiscal e critica o furo do teto de gastos, sem avaliar Guedes nominalmente · aprova a direção do pacote fiscal com ressalvas sobre execução e critica medidas tributárias pontuais
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Guedes: Sanchez trata qualquer contorno ao teto de gastos como retrocesso do arcabouço fiscal e acusa a classe política de populismo ao opor gasto social a responsabilidade fiscal. Critica o Refis por gerar incentivos à inadimplência; nos demais textos comenta apenas Copom, Caged e câmbio, sem falar de Guedes.
“Todo tipo de contorno ao teto de gastos, ainda mais nesse momento, é um retrocesso no arcabouço fiscal brasileiro, que gerou tantos benefícios em passado recente” citado · 2021
“Trata-se da tradicional troca do curto prazo pelo longo. Apesar de elevar a arrecadação [imediata], todo Refis, ainda mais de forma sistemática, gera incentivos à inadimplência” citado · 2021
“Lira revela sua pretensão populista ao impor uma dualidade inexistente entre o social e a responsabilidade” citado · 2021
“ministro da Economia”: Sanchez afirma que Guedes passou a ser visto como menos ortodoxo e com menos força para conter os ímpetos expansionistas do governo, creditando a contenção do gasto ao travamento no Legislativo. Atribui a piora da percepção de risco fiscal à pressão política por mais gastos às vésperas da eleição.
“Diga-se de passagem que Guedes passa a ser visto como não tão ortodoxo e com menos força e articulação para conter ímpetos expansionistas” citado · 2021
“Os danos efetivos do fiscal, por enquanto, seguem devidamente limitados por impossibilidade de avanço no Legislativo.” citado · 2021
“Lira revela sua pretensão populista ao impor uma dualidade inexistente entre o social e a responsabilidade” citado · 2021
Haddad: Sanchez diz que o pacote fiscal de Haddad vai no caminho correto e que a meta de déficit do ministro é próxima da projeção da Ativa, mas sustenta que só R$ 60 bilhões dos R$ 192,7 bilhões de arrecadação prometida são certos por risco de judicialização. Critica a volta dos tributos sobre combustíveis, que eleva sua projeção de IPCA, e a taxação temporária das exportações de petróleo.
“Sanchez também acredita que o pacote vai no caminho correto, e a meta traçada pelo ministro, de fechar o ano com déficit entre 0,5% e 1,0% do PIB” citado · 2023
“As demais medidas não são tão precisas assim, seja por eventual decisão do próprio governo ou por potencial judicialização” citado · 2023
“Mediante a ação do governo, nossa perspectiva para o IPCA de 2023 saltará de 6,2% para 6,8%” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Sanchez sustenta que a mudança do regime de metas conduzida pelo CMN não altera a política monetária e traz alívio às expectativas longas de inflação. Aprova o rumo do pacote fiscal da Fazenda com ressalva sobre a arrecadação prometida, e afirma que a taxação temporária das exportações de petróleo não terá o efeito desejado pelo governo.
“No final das contas, a alteração do regime não mexe na condução da política monetária, e a confirmação do alvo e bandas deverá gerar alívio nas expectativas longas” citado · 2023
“Sanchez acredita que a taxação das exportações não terá o efeito desejado pelo governo, já que o caráter temporário do imposto pode adiar operações de venda” citado · 2023
“Mas para Étore Sanchez, economista chefe da Ativa Investimentos, dos R$ 192,7 bilhões previstos em aumento de arrecadação, é possível ter certeza sobre o cumprimento de R$ 60 bilhões.” citado · 2023
Tony VolponEx-autoridade6511 / 6612921 / 64
reconhece a credibilidade de Guedes, mas cobra a equipe economica no ajuste fiscal · critica o ministro por opinar sobre juros e e cetico com a agenda da Fazenda
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Guedes: Volpon trata Paulo Guedes como um ministro com credibilidade de mercado, inclusive para bancar gasto adicional em obras de infraestrutura paradas, e registra que os investidores locais estavam encantados com o titular liberal da Economia. Ao mesmo tempo, classifica de "muito negativo" o desempenho da equipe economica nas propostas de ajuste fiscal como a PEC Emergencial e a reforma administrativa.
“Acho que o gasto adicional em obras paradas de infraestrutura seria bem-aceito pelo mercado. O Paulo Guedes [ministro da Economia] tem credibilidade para apresentar algo assim” citado · 2019
“Segundo ele, a falta de empenho da equipe econômica em propostas como a PEC Emergencial (que prevê cortes de salários de servidores quando o teto estiver ameaçado)” citado · 2020
“ele diz que os investidores locais estão encantados com Paulo Guedes, o liberal ministro da Economia, por entenderem que ele levará Bolsonaro para a direção certa” citado · 2019
“ministro da Economia” (arbitrado): Volpon diz que os investidores locais estão encantados com Paulo Guedes e que o ministro tem credibilidade para propor gasto adicional em obras de infraestrutura. Ao mesmo tempo, classifica de "muito negativo" o pouco empenho da equipe econômica em medidas de contenção de gastos e afirma que o governo exagerou no impulso que a reforma da Previdência daria à economia.
“Acho que o gasto adicional em obras paradas de infraestrutura seria bem-aceito pelo mercado. O Paulo Guedes [ministro da Economia] tem credibilidade para apresentar algo assim” citado · 2019
“ele diz que os investidores locais estão encantados com Paulo Guedes, o liberal ministro da Economia, por entenderem que ele levará Bolsonaro para a direção certa” citado · 2019
“O que não dá é o governo questionar o que hoje segura as expectativas; e não ter um plano para lidar com déficits crescentes” citado · 2020
Haddad: Volpon sustenta que o ideal seria o ministro da Fazenda nao entrar em discussoes sobre o nivel de juros, como nos Estados Unidos, e rejeita qualquer flexibilizacao da meta de inflacao ventilada no governo. Sobre a moeda comum com a Argentina, negociada pela Fazenda, diz que a ideia nao e uma loucura mas a trata como "artimanha".
“Ex-diretor do BC, Tony Volpon pondera que o ideal seria o ministro da Fazenda não entrar em discussões sobre nível de juros, citando os Estados Unidos como exemplo” citado · 2023
“vê como negativa qualquer flexibilização da meta de inflação. "Talvez ter colocado 3% foi um erro, mas não é o momento para mexer", afirma.” citado · 2023
“Para Volpon, a moeda comum pode ser uma forma de o Brasil retomar uma relação mais amigável com um parceiro importante, mas ele vê a proposta como uma "artimanha"” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Volpon defende que o ministro da Fazenda se abstenha de discutir o nivel de juros e ve como negativa qualquer flexibilizacao da meta de inflacao, que perderia credibilidade e pressionaria os juros reais. Avalia com ceticismo a proposta de moeda comum prevista no acordo do Ministerio da Fazenda com a Argentina.
“Ex-diretor do BC, Tony Volpon pondera que o ideal seria o ministro da Fazenda não entrar em discussões sobre nível de juros, citando os Estados Unidos como exemplo” citado · 2023
“Teria um reajuste das taxas [de juros] nominais de tal forma que as taxas reais ficariam até mais pressionadas em razão de perda de credibilidade” citado · 2023
“Para Volpon, a moeda comum pode ser uma forma de o Brasil retomar uma relação mais amigável com um parceiro importante, mas ele vê a proposta como uma "artimanha"” citado · 2023
Daniel DuqueAcadêmico16824 / 124437 / 55
critica a política social do governo e a euforia com o Caged; apoia unificar benefícios · crítica técnica ao desenho do gasto social, sem avaliar o ministro
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Guedes: Duque trata a gestão Guedes em tom técnico e predominantemente crítico: pede cautela com a afirmação do ministro de que o Caged de setembro de 2020 foi o melhor da história, diz que a euforia com os dados de emprego não correspondeu à realidade, chama o Auxílio Brasil de programa com bases fiscais pouco sólidas e afirma que o governo não tem vocação para política social. Ressalva favorável: vê com bons olhos a proposta de unificar benefícios (Renda Brasil) e alinha-se à equipe econômica sobre o efeito e o custo do auxílio emergencial.
“Ottoni e Duque avaliam ainda que a afirmação de Guedes de que o resultado de setembro é o melhor da história deve ser visto com cautela.” citado · 2020
“Este não é um governo com vocação para discutir política social, diz Duque. "Com a pandemia, acabou aparecendo uma demanda social gigantesca e caiu no colo deste governo.” citado · 2021
“Já Daniel Duque, do Ibre-FGV, vê com bons olhos a proposta do governo de unificar benefícios sociais existentes. “Acredito ser um primeiro passo importante para a expansão da política social” citado · 2020
“ministro da Economia”: Duque critica o Auxílio Brasil como programa sem fonte clara de recursos que joga a conta para governos futuros e diz que a euforia do governo com os dados de emprego se revelou incompatível com a realidade, embora isente o governo de culpa pela subnotificação. Confirma a análise do ministério sobre o efeito do auxílio emergencial na pobreza e apoia a unificação de benefícios proposta pelo governo, criticando apenas o modelo de imposto de renda negativo.
“É um programa criado com bases fiscais pouco sólidas e sem uma fonte clara de recursos. É uma contratação de endividamento futuro” citado · 2021
“Não acho que o governo seja culpado, mas a euforia que foi propagada se revelou não condizente com a realidade do mercado de trabalho” citado · 2021
“Daniel Duque, pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV IBRE, afirma que estudos próprios da instituição vão na mesma direção da análise do ministério sobre o ganho de renda” citado · 2020
Haddad (arbitrado): Duque não avalia Fernando Haddad nem sua gestão em nenhum trecho, mas sustenta posições próprias e explícitas sobre a política que o ministério conduz: diz que BPC e Bolsa Família viraram transferências caras e pouco eficientes contra a pobreza, projeta que juntas consumirão quase 10% do Orçamento e prescreve melhor focalização em vez de extinção. Atribui a expansão do programa ao governo anterior e trata como natural o movimento internacional de tributar grandes fortunas, o que mantém a postura em terreno técnico.
“Esse realmente é o problema: a gente tem transferências de volume muito alto e que, hoje em dia, não são tão eficientes em combater a pobreza como eram antigamente.” citado · 2025
“E agora o BPC também passa por expansão contínua desde 2022. Dentro de cinco anos, os dois programas devem juntos consumir quase 10% do Orçamento” citado · 2025
“o que ele prescreveu, à luz dos seus achados empíricos, é um aperfeiçoamento do desenho dessa política pública, de modo a melhorar sua focalização” citado · 2025
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Duque não se refere ao Ministério da Fazenda em nenhum trecho: a única menção à pasta é parágrafo do repórter sobre a proposta de Haddad no G20. Ele sustenta posições próprias em dois dos três textos: o BPC é caro e pouco eficiente na redução da pobreza, e a maior tributação de grandes fortunas é um movimento internacional em curso cujo risco central é a concentração de poder econômico e político.
“Está havendo um movimento em diversos países de haver uma tributação maior sobre grandes fortunas, o que gera uma pressão sobre os super-ricos de passar logo para a próxima geração” citado · 2024
“Para ele, o BPC não é muito eficiente na redução da pobreza.” citado · 2025
“Um dos principais riscos é como lidar com o poder tão concentrado nas mãos de tão poucos.” citado · 2024
Carlos KawallMercado10515 / 10311515 / 152
critica a condução econômica do governo Bolsonaro/Guedes · critica frontalmente a condução fiscal
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Guedes: Kawall critica a condução econômica do governo Guedes: diz que o que está sendo feito de errado na economia contratará um "pibinho" no ano seguinte, aponta inação do governo na reforma administrativa e classifica o parcelamento de precatórios como má decisão para a credibilidade do devedor. Alerta ainda para o risco de o Congresso aprovar reformas que retrocedam em conquistas fiscais já feitas.
“disse que o que está sendo feito de errado agora na economia servirá para contratar um “pibinho” no ano que vem.” citado · 2021
““Se o secretário Uebel saiu por conta de insatisfação com a inação do governo na iniciativa política de enviar a reforma administrativa, isso preocupa”, diz Kawall.” citado · 2020
“"Não pagar precatório, parcelar é uma boa solução? Não, é uma dívida que você está deixando de pagar", disse.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Kawall trata a gestão econômica do período como equivocada: cobra que o "meteoro" das emendas parlamentares seja lembrado ao lado do dos precatórios e repete que os erros na economia produzirão um "pibinho". Diz também temer uma guinada populista do governo diante de episódios que classifica como lamentáveis.
“mas a gente tem que lembrar que houve um 'meteoro' das emendas parlamentares também neste ano, né?” citado · 2021
“"Acho que foi da boca para fora, embora seja mais um episódio lamentável que leva ao receio de uma guinada populista", afirma Kawall.” citado · 2020
“Temos riscos de aprovar reformas que não só não sejam um avanço na direção que a gente quer” citado · 2021
Haddad: Kawall ataca sistematicamente a política fiscal de Haddad: fala em "fracasso da política fiscal, do arcabouço", chama a manobra do fundo do ensino médio de "contabilidade criativa" e "subterfúgio da pedalada", e diz que o discurso de controle da dívida não corresponde à prática. Sustenta que o limite de 2,5% é insustentável, que o contingenciamento anunciado é insuficiente e que o custo do ajuste adiado até a eleição se acumula.
“A gente já está enfrentando o fracasso da política fiscal, do arcabouço.” citado · 2024
“Há uma clara intenção de postergar receitas que poderiam ocorrer este ano para o ano que vem e antecipar despesas. É o subterfúgio da pedalada” citado · 2023
“O discurso [de comprometimento com o controle da dívida] é um, mas a prática é outra” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Kawall considera o arcabouço fiscal inconsistente desde a origem e diz que a trajetória da dívida pública não é sustentável. Atribui ao governo um viés incessante de ampliar gasto e avalia que o contingenciamento praticado fica muito aquém do necessário.
“O problema é estrutural. Não é o Orçamento do ano que vem. É a trajetória da dívida pública ao longo dos próximos anos.” citado · 2024
“Há um viés incessante de ampliar gasto. A popularidade não sobe” citado · 2024
“afirma que o limite de 2,5% não faz sentido, dado que o potencial de crescimento da economia sem gerar inflação é menor do que isso.” citado · 2026
José VellosoInstituição15722 / 177537 / 57
apoia a agenda econômica de Guedes com ressalvas setoriais · avalia bem a gestão Haddad para a indústria, com cobranças pontuais
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Guedes: Como presidente-executivo da Abimaq, Velloso endossa o diagnóstico e as bandeiras de Guedes — corte do IPI, reforma tributária que reduz imposto de empresa e tributa dividendos, veto ao Reporto — e credita ao ministro a redução do IPI. Suas críticas são pontuais e setoriais: diz que o Executivo nunca apresentou proposta real de reforma tributária, que não ofereceu proposta concreta de crédito na pandemia e defende a desoneração da folha que a Economia queria encerrar.
“O ministro Paulo Guedes comprou essa bandeira, que torna os bens mais competitivos e o consumidor vai comprar bens mais baratos” citado · 2022
“Em sua visão, o Executivo nunca apresentou uma proposta real de reforma e o formato pode encontrar entraves pela possível criação de um novo imposto.” citado · 2020
““O conceito da reforma está correto, diminuir o imposto das empresas e tributar dividendos. É o que o mundo faz. O problema é que a Receita colocou coisas que não eram necessárias”” citado · 2021
“ministro da Economia”: Velloso subscreve o diagnóstico do Ministério da Economia sobre o custo-Brasil e comemora o corte do IPI como passo para acabar com o imposto. Ao mesmo tempo cobra do ministério a reforma tributária ampla (PECs 45 e 110) e a manutenção da desoneração da folha, argumentando que o fim do benefício encareceria o emprego.
““O Paulo Guedes (ministro da Economia) deixou claro no discurso de posse que o empresário brasileiro tem uma bola de ferro amarrada aos pés” citado · 2019
“A redução é importante, já que sempre consideramos inconcebível um imposto como o IPI, sobre manufatura.” citado · 2022
“Nossa ideia sempre foi a defesa do fim do IPI e a gente entende que agora há uma possibilidade.” citado · 2022
Haddad: Velloso saiu otimista do primeiro encontro da Coalizão da Indústria com Haddad e diz que a reindustrialização "é para valer", elogiando também a criatividade do BNDES da nova gestão em oferecer juros mais baixos. Sua ressalva é operacional: cobra do ministro a retomada e a suplementação de recursos do FAT ao BNDES depois da interrupção súbita dos financiamentos à indústria 4.0.
“Saí otimista de que o governo vai dar uma atenção especial para a indústria, que a questão da reindustrialização é para valer” citado · 2023
“A súbita interrupção da aceitação dos pedidos de financiamento no âmbito do referido programa provocou situações de embaraço extremamente sérios para as empresas fabricantes” citado · 2024
“O crescimento de desembolsos para a indústria mostra "criatividade" da nova gestão do banco para oferecer taxas mais baixas” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Velloso avalia positivamente a agenda de competitividade e reindustrialização tratada na reunião com o ministro e seus secretários, e elogia as linhas de crédito mais baratas do BNDES sob a nova gestão. Não faz nenhuma crítica ao Ministério da Fazenda nos textos deste dossiê.
“Saí otimista de que o governo vai dar uma atenção especial para a indústria, que a questão da reindustrialização é para valer” citado · 2023
“O crescimento de desembolsos para a indústria mostra "criatividade" da nova gestão do banco para oferecer taxas mais baixas” citado · 2023
Affonso Celso PastoreEx-autoridade14620 / 32257 / 33
critica a condução econômica do governo Bolsonaro e assessora candidato adversário · critica a condução fiscal
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Guedes: Pastore critica duramente a condução econômica do governo Bolsonaro, pede que o setor privado reaja em público ao que chama de estrago na economia e classifica Bolsonaro como populista com propensão a ditador. Torna-se conselheiro econômico de Sergio Moro na disputa de 2022 e defende reformas e um novo arcabouço fiscal; Guedes o ataca publicamente pelo passado no Banco Central da ditadura.
“praticamente pede ao setor privado que se revolte em público contra o estrago bolsonarista na economia. Disse ainda que Bolsonaro é um populista com propensão a ser ditador.” citado · 2021
“Affonso Celso Pastore descascava o governo em entrevista para O Estado de S.Paulo na quinta (19). "Acabou a euforia. A perspectiva para 2022 é muito ruim."” citado · 2021
“"A retomada do crescimento exige um amplo programa de reformas que incluem, entre outras, a tributação de bens e serviços e o Imposto de Renda", afirma Pastore.” citado · 2022
“ministro da Economia” (arbitrado): Nos seis textos Pastore nunca se manifesta sobre o Ministério da Economia nem sobre a gestão de Paulo Guedes; aparece como cargo (ex-presidente do BC), como conselheiro econômico de Sergio Moro e como alvo de ataques do próprio ministro. A única fala dele no arquivo critica a PEC da Transição e a visão do PT sobre gasto público, ou seja, o governo Lula eleito, não a pasta.
“Sobre Affonso Celso Pastore (presidente do Banco Central no regime militar), o ministro sugeriu que não tentasse "limpar seu passado" e que "envelheça com dignidade".” citado · 2022
“O PT acredita que gasto público produz crescimento econômico. Não é que temos uma visão econômica distorcida. Temos uma visão ideológica.” citado · 2022
Haddad: Pastore sustenta que a política fiscal do governo Lula ficou expansionista, que o crescimento é puxado pelo gasto público e não se sustenta, e que a equipe econômica tem excesso de otimismo com a arrecadação. A crítica é técnica, sobre gasto, juro real e dívida, sem ataque pessoal a Haddad.
“Na medida que a política fiscal ficou expansionista e o juro real de equilíbrio, chamado juro neutro, cresceu, não dá para ser otimista com relação ao investimento privado” citado · 2023
“Sobre o aumento de arrecadação almejado pelo governo, afirma: "Ele está com excesso de otimismo que só ele, e ninguém mais, tem".” citado · 2023
“Pastore afirma que, até aqui, o governo Lula vem apresentando uma estratégia expansionista (de mais gastos)” citado · 2023
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Pastore sustenta que a política fiscal expansionista tornou o crescimento dependente do gasto público e insustentável, que o conflito fiscal-monetário voltará com mais força e que o governo tem excesso de otimismo com a arrecadação. Ele figura ainda como signatário de dois manifestos ligados à reforma tributária, mas em lista de assinaturas, sem tese própria enunciada, e não se manifesta sobre o comando do Ministério da Fazenda.
“Hoje, o motor de crescimento do PIB é público, não privado. Tirando o agro, quem está fazendo o crescimento é o governo.” citado · 2023
“Esse crescimento que está aí não se sustenta. No momento que ele não se sustentar, esse conflito fiscal e monetário vai emergir de novo, com mais força” citado · 2023
“Ele está com excesso de otimismo que só ele, e ninguém mais, tem” citado · 2023
Monica de BolleAcadêmico16723 / 192213 / 0—
critica a condução econômica de Guedes · só é citado sem posição
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Guedes: Monica de Bolle critica de forma sistemática a condução econômica de Paulo Guedes: chama a troca do Bolsa Família pelo Renda Brasil de proposta "sem pé, nem cabeça", atribui a ele "grosseira incompetência política" e diz que ele perdeu a oportunidade de apresentar uma agenda clara a investidores. Defende suspender e depois revogar o teto de gastos para ampliar o investimento público, agenda oposta à do ministro, e classifica o fim do piso da saúde como manobra inconstitucional e criminosa.
“ele foi eleito apesar da grosseira incompetência política do [ministro da Economia] Paulo Guedes, em indicar alguém dois dias antes do segundo turno no Brasil” citado · 2022
“O ministro perdeu a oportunidade de apresentar números e falar com clareza sobre os problemas do país. Passou a impressão de que não tem uma agenda clara.” citado · 2019
“A proposta de Guedes é considerada “sem pé, nem cabeça” pela economista Monica de Bolle” citado · 2020
“ministro da Economia”: De Bolle sustenta que o Ministério da Economia não tem agenda de resposta à crise e cobra que o foco do gasto público seja o investimento, sobretudo em infraestrutura. Trata o teto de gastos como regra já esvaziada pelo próprio governo Bolsonaro, defende revogá-lo e substituí-lo por um novo arcabouço fiscal.
“O governo precisa ter uma agenda de resposta à crise, coisa que não tem, na qual o principal foco do gasto público é o investimento, principalmente em infraestrutura” citado · 2020
“ele foi eleito apesar da grosseira incompetência política do [ministro da Economia] Paulo Guedes, em indicar alguém dois dias antes do segundo turno no Brasil” citado · 2022
“A proposta de desvincular jamais substituirá a reforma da Previdência” citado · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Sergio FirpoAcadêmico549 / 7213417 / 17
critica a condução econômica do governo Bolsonaro e assina manifesto de apoio a Lula · alinhado à meta fiscal da Fazenda, como integrante do governo
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Guedes: Firpo critica tecnicamente as políticas do governo em que Guedes é ministro: aponta falhas no estudo usado para negar o aumento da fome, mostra que a pobreza subiu a nível recorde em 2021 e diz que o Auxílio Brasil não foi desenhado com dados e evidências. Em 2022 assinou o manifesto de economistas que declarou apoio a Lula contra o governo.
“Em artigo publicado na Folha , o professor do Insper Sergio Firpo apontou falhas técnicas no estudo e afirmou que faltam dados mais recentes sobre pobreza no Brasil” citado · 2022
“"A criação do Auxílio Brasil e a definição de seus parâmetros não parecem ter usado esse critério", acrescentou em uma publicação no Twitter.” citado · 2021
“reconhecemos no ex-presidente Lula a única liderança capaz de derrotar o atraso maior representado pelo atual governo” citado · 2022
“ministro da Economia”: Nos textos que tratam da pasta da Economia, Firpo aponta falhas técnicas no estudo do governo sobre fome, registra a alta da pobreza em 2021 e diz que o Auxílio Brasil não seguiu o critério de dados e evidências. Sua única avaliação favorável é técnica: os programas de manutenção de emprego contiveram demissões em 2020.
“"A criação do Auxílio Brasil e a definição de seus parâmetros não parecem ter usado esse critério", acrescentou em uma publicação no Twitter.” citado · 2021
“Em artigo publicado na Folha , o professor do Insper Sergio Firpo apontou falhas técnicas no estudo e afirmou que faltam dados mais recentes sobre pobreza no Brasil” citado · 2022
“"Com as revisões, o saldo está mais próximo do que seria esperado. As demissões não foram maiores porque houve programas do governo para manutenção de empregos"” citado · 2021
Haddad (arbitrado): Como secretário de Monitoramento e Avaliação do Ministério do Planejamento, Firpo declara que o compromisso do governo é o déficit zero e põe a avaliação de políticas a serviço dessa meta, proposta pela Fazenda. Em nenhum trecho ele avalia Fernando Haddad ou a condução da Fazenda; os demais textos o mostram como executor técnico da revisão de gastos.
“O compromisso desse governo é o déficit zero. O Planejamento e a avaliação vão entrar ativamente no processo de garantir essa meta.” citado · 2023
“Vai também reavaliar gastos orçamentários, na busca do déficit zero proposto para 2024 pelo Ministério da Fazenda .” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“O professor Sergio Firpo não é só um acadêmico nessa área, mas também tem uma experiência muito grande no tema.” citado · 2023
“Tebet demonstra determinação nessa agenda e escolheu um time qualificado nessa frente, que inclui o secretário de Avaliação de Políticas, Sergio Firpo, e o novo titular do Orçamento, Paulo Bijos.” citado · 2023
Miguel DaoudComentarista1080 / 0—250 / 0—
Alexandre Espirito SantoMercado7512 / 5711213 / 94
vê Guedes como fiador da política econômica, com críticas pontuais · aprova o arcabouço em 2023 e critica a condução fiscal em 2024
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Guedes: Espirito Santo trata Paulo Guedes como o fiador da nova política econômica e diz que sua eventual saída seria terrível para o mercado. Critica pontualmente declarações do ministro e aponta o atrito entre Guedes e Rodrigo Maia como o que trava as reformas.
“Alguns investidores estão com medo do Guedes deixar o governo e isso seria terrível para o mercado, ele é o fiador da nova política econômica” citado · 2019
“O forte ruído entre Guedes e Maia é a grande interrogação do mercado. Esse mal estar dificulta trânsito das reformas” citado · 2020
“As pessoas começaram a comprar a ideia de que Paulo Guedes [ministro da Economia] iria sair, sendo que ele frisou que não sairia na primeira derrota” citado · 2019
“ministro da Economia”: Nos textos que citam o ministro da Economia sem nomeá-lo diretamente, Espirito Santo classifica como ruim a crítica do ministro ao relatório da Previdência e trata o risco de sua saída como exagero do mercado. Sua leitura é a de que a permanência do titular da pasta sustenta a política econômica.
“A crítica do ministro é ruim, uma situação muito chata. A expectativa depois da apresentação do relatório era de que as coisas fluíssem bem” citado · 2019
“Houve um exagero ontem. As pessoas começaram a comprar a ideia de que Paulo Guedes [ministro da Economia] iria sair” citado · 2019
Haddad: Em 2023 Espirito Santo avaliou as regras fiscais apresentadas pela equipe de Haddad como factíveis e capazes de destravar o crescimento, e defendeu elevar a meta de inflação de 3% para 4%. Em 2024 passou a criticar a condução fiscal: chamou o pacote de Haddad de desidratado e de menor potência que o esperado e disse que o país vive a antessala da dominância fiscal.
“Não sei se a gente está em dominância fiscal, mas estamos experimentando essa sensação, estamos na 'antessala' da dominância” citado · 2024
“as expectativas do mercado com o anúncio foram desidratadas. Segundo ele, a potência fiscal do pacote parece menor do que o esperado” citado · 2024
“Parece factível numa primeira avaliação. Junto com a reforma tributária em estudo, pode ajudar a destravar o crescimento do país e dar maior previsibilidade a médio prazo” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Espirito Santo destaca a previsibilidade das regras fiscais apresentadas pela equipe econômica do governo Lula e as considera factíveis. Como voz dissonante entre analistas, defende que o CMN eleve a meta de inflação de 3% para 4%, estreite o intervalo de tolerância e abandone o ano-calendário.
“Minha opinião é de que se deveria fazer mudanças em conjunto: aumentar a meta de 3% para 4%, mas estreitar o intervalo de tolerância para 1 ponto percentual” citado · 2023
“destaca a previsibilidade oferecidas pelas regras apresentadas pela equipe econômica do governo Lula” citado · 2023
Vanessa Rahal CanadoAcadêmico12815 / 67232 / 13
integra a equipe de Guedes e defende tecnicamente a reforma tributária do ministério · critica a alta do IOF e prefere o fim das isenções
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Guedes: Como assessora especial de Paulo Guedes para a área tributária, Canado defende publicamente as propostas de reforma do ministério e atribui a razões técnicas e constitucionais a manutenção de regimes especiais apontada pela reportagem. Em nenhum trecho critica Guedes; a saída dela do cargo em 2021 é creditada a divergências por interlocutores, não por ela.
““Nosso compromisso era de fato acabar com regimes especiais e favorecidos. É importante deixar claro que esses regimes foram mantidos por questões técnicas ou constitucionais”, disse.” citado · 2020
“A cobrança de imposto sobre dividendos, hoje isentos, é peça fundamental no projeto do governo federal de aliviar a carga tributária sobre empresas” citado · 2019
“Embora o Simples Nacional seja o benefício com maior impacto no Orçamento federal, ele deve ficar de fora da reforma tributária numa primeira etapa, segundo Vanessa Rahal Canado” citado · 2019
“ministro da Economia”: Canado aparece como assessora especial do ministro da Economia e secretária-executiva do grupo que desenha a reforma, e nessa condição defende o desenho das propostas do ministério. Sustenta que dividendos precisam ser tributados, que o Simples fica para uma etapa posterior e que os regimes especiais preservados na CBS foram mantidos por limites técnicos e constitucionais.
“De acordo com a assessora especial do ministro da Economia Vanessa Rahal Canado, restrições legais e técnicas impediram a extinção total de sistemas diferenciados de cobrança.” citado · 2020
“Secretária-executiva do grupo que desenha os projetos de reforma no Ministério da Economia, a advogada considera que o sistema é hoje ineficiente” citado · 2019
Haddad: Canado critica a opção do governo de mexer no IOF e diz que seria melhor começar acabando com as isenções tributárias. Sustenta que a conta do aumento recairia sobre poupadores, sobre o varejo e sobre pessoas físicas que tomam crédito mais caro.
“Vanessa Rahal Canado, professora do Insper e ex-assessora do Ministério da Economia entre 2019 e 2021, afirma que é melhor começar a acabar com as isenções” citado · 2025
“"A questão é quem paga a conta: quando se aumenta IOF do VGBL [Vida Gerador de Benefício Livre], seriam os poupadores [que pagariam]” citado · 2025
“"Em tributação, as medidas passam depois que se insiste várias vezes", afirma Canado.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos.
“Vanessa Rahal Canado – Doutora em direito pela PUC-SP. Ex-diretora do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e ex-assessora especial do Ministro da Economia” citado · 2023
Márcio PochmannAutoridade000 / 0—18623 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos 17 textos a direção é inversa: é Haddad quem fala de Pochmann (defende a indicação ao IBGE, chama a reação de exagerada, descarta manipulação de dados), e as falas atribuídas a Pochmann tratam do IBGE, do governo Bolsonaro, de Lula e de Conceição Tavares, nunca do ministro.
“A jornalistas, o chefe da Fazenda também afirmou considerar exagerada a reação à escolha do economista Marcio Pochmann, filiado ao PT, como o novo presidente do IBGE” citado · 2023
“Diante das resistências ao nome do economista no Planejamento, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) minimizou a hipótese de dissonância entre Pochmann e Tebet.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os 6 textos repetem os do dossiê de Haddad: a Fazenda aparece como contexto da indicação de Pochmann ao IBGE ou como a fonte que o defende, e nenhuma fala dele trata do ministério.
“Tebet também pode ter de ceder em outras frentes não relacionadas às tratativas com a Fazenda. O PT tenta emplacar Marcio Pochmann, ex-presidente do Instituto Lula” citado · 2023
“A jornalistas, o chefe da Fazenda também afirmou considerar exagerada a reação à escolha do economista Marcio Pochmann, filiado ao PT, como o novo presidente do IBGE” citado · 2023
Lauro JardimJornalista-comentarista6410 / 0—5912 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos seis textos ele aparece apenas como colunista de O Globo cuja nota a Folha reproduz ou confirma, sem qualquer fala sua sobre Paulo Guedes.
“Confira a lista de empresários convidados, que foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo.” citado · 2022
“O próprio CNPq, ainda em janeiro, chegou a encaminhar ofício ao Ministério da Economia para restabelecimento da cota, como mostrou o blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo.” citado · 2021
“Há duas semanas, o Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, publicou uma nota dizendo que o sr. iria sair.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os quatro textos são os mesmos em que a Folha credita a ele notas sobre orçamento do CNPq e negócios de mercado, sem avaliação sua sobre o Ministério da Economia.
“Ainda em janeiro, o próprio CNPq chegou a encaminhar ofício ao Ministério da Economia para restabelecimento da cota, como mostrou o blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo.” citado · 2021
“a forte alta veio depois de notícia publicada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, de que a gestora americana Apollo deve aumentar em 25% sua proposta” citado · 2022
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ele aparece como origem de informações que a Folha confirma (joias a Marcola, venda da fatia do Casino no GPA), e as falas nos trechos são de Haddad, não dele.
“Neste domingo (16), a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo , revelou que uma lobista amiga de Lulinha presenteou Marcola com joias de diamantes” citado · 2026
“sobre uma notícia publicada pela coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, em 12 de julho.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A Folha o menciona como autor de furos sobre a Vale, Mantega e o Banco Master, e num deles ele figura como alvo de uma milícia privada atribuída a Vorcaro, sem que emita opinião.
“A tentativa de emplacar o número dois da Fazenda também foi publicada por Lauro Jardim nesta quarta-feira (17).” citado · 2024
“Com outro braço, segundo a Polícia Federal, Vorcaro mantinha uma milícia privada para quebrar os dentes do jornalista Lauro Jardim. Esse crime ficou na intenção.” citado · 2026
“Mantega conseguiu apresentar Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informação publicada pela colunista Lauro Jardim, de O Globo, e confirmada pela Folha .” citado · 2025
Ricardo Paes de BarrosAcadêmico12517 / 25347 / 0—
técnico; presta serviço ao governo no corte do Censo e seus dados relativizam a crítica do ministro · só é citado sem posição
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Guedes: Paes de Barros não critica nem defende Paulo Guedes diretamente em nenhum texto: a única postura atribuída a ele é um levantamento mostrando que, apesar das críticas do ministro, o questionário básico do Censo brasileiro está entre os menores do mundo. Ao mesmo tempo, ele aceita do governo Bolsonaro a missão de propor cortes de custos no Censo, o que o coloca como colaborador técnico da agenda do Ministério da Economia.
“A pesar das críticas do ministro da Economia, Paulo Guedes, o questionário básico do Censo brasileiro está entre os menores do mundo, segundo levantamento do economista Ricardo Paes de Barros.” citado · 2019
“A gente se distanciou dos pobres. A gente nunca teve um Cadastro Único tão desatualizado.” citado · 2022
“O esforço do governo para cortar os custos do Censo Demográfico de 2020 gerou uma crise entre o comando do IBGE e trabalhadores do instituto” citado · 2019
“ministro da Economia”: Os textos mostram Paes de Barros como o economista escolhido pela cúpula do IBGE, sob o governo Bolsonaro, para propor alternativas de redução de custos do Censo. A única posição atribuída a ele é o levantamento segundo o qual o questionário básico brasileiro já está entre os menores do mundo, apesar das críticas do ministro da Economia.
“A pesar das críticas do ministro da Economia, Paulo Guedes, o questionário básico do Censo brasileiro está entre os menores do mundo, segundo levantamento do economista Ricardo Paes de Barros.” citado · 2019
“Ela desagradou o corpo técnico da instituição ao dar ao economista Ricardo Paes de Barros, do Insper , a missão de propor alternativas para reduzir os custos da pesquisa.” citado · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como fonte de estudo usado por um secretário de Haddad, como exemplo de economista liberal que trata de desigualdade e como integrante do grupo Livres.
“por estudo do pesquisador Ricardo Paes de Barros, que mostrou que o custo da evasão escolar no Brasil é de 3% do PIB.” citado · 2024
“Fazem parte da entidade, entre outros, os economistas Elena Landau, Persio Arida, Samuel Pessôa e Ricardo Paes de Barros.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos quatro textos ele aparece em listas de participantes (manifesto de economistas sobre a reforma tributária, podcast da Casa das Garças, grupo Livres) ou como exemplo de economista liberal que trata de desigualdade.
“Elena Landau, Ricardo Paes de Barros e Paulo Tafner participam da sequência sobre reformas microeconômicas.” citado · 2023
“Fazem parte da entidade, entre outros, os economistas Elena Landau, Persio Arida, Samuel Pessôa e Ricardo Paes de Barros.” citado · 2023
Bruno OttoniMercado16622 / 134112 / 26
recebe com cautela os números anunciados por Guedes e critica a execução do governo · invoca Haddad como corroboração do próprio diagnóstico previdenciário
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Guedes: Ottoni trata os dados de emprego divulgados pela equipe de Guedes com desconfiança metodológica e diz que a comparação histórica do Caged não vale por causa da quebra de série. Critica o atraso e a falta de avaliação de custo-benefício dos programas de emprego do governo, mas considera o auxílio emergencial bem desenhado apesar do timing errado.
“Ottoni e Duque avaliam ainda que a afirmação de Guedes de que o resultado de setembro é o melhor da história deve ser visto com cautela.” citado · 2020
“Faltou ao governo um esforço maior no final do ano passado para já aprovar o Orçamento deixando espaço para eventuais necessidades que surgissem ao longo deste ano” citado · 2021
“O governo errou um pouco o timing, mas, em termos de valores e de desenho, o programa foi bem concebido. Não à toa se viu uma adesão maciça.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Ottoni relativiza os saldos positivos de emprego divulgados pelo Ministério da Economia, lembrando que a melhora vem de um patamar catastrófico e que a troca de plataforma de coleta distorceu os dados. Alerta que a crise fiscal e o crescimento potencial baixo tornam difícil preservar e gerar postos de trabalho.
“Mas temos que lembrar que o mercado de trabalho mostra um cenário melhor vindo de um catastrófico” citado · 2021
“O governo começou a coletar dados de uma nova plataforma [eSocial], mas nem todas as empresas estavam bem informadas sobre essa questão.” citado · 2021
“Surpreende pelo momento da economia, porque não está tão bem assim” citado · 2020
Haddad (arbitrado): Ottoni sustenta que o envelhecimento da população e a informalidade entre os mais velhos vão pressionar a Previdência e não descarta uma nova reforma, citando a fala do ministro da Fazenda como corroboração do próprio diagnóstico. Acrescenta que é preciso aumentar a arrecadação e o número de trabalhadores contribuindo para que essa reforma não seja draconiana.
“O próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad , recentemente falou que em breve terá de fazer uma nova reforma de Previdência, justamente pela dinâmica populacional” citado · 2023
“Para que não seja tão draconiano, é importante trabalhar na frente de aumentar a arrecadação para ter mais trabalhadores contribuindo.” citado · 2023
“O aumento da informalidade entre os mais velhos, sem dúvida, vai pressionar a Previdência.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Ottoni apoia a avaliação do ministro da Fazenda de que uma nova reforma da Previdência virá em breve por causa da dinâmica populacional. Sustenta que o aumento da informalidade entre os mais velhos pressiona as contas e coloca o governo em dificuldades.
“O aumento da informalidade entre os mais velhos, sem dúvida, vai pressionar a Previdência. Com menos gente contribuindo e mais pessoas recebendo pensão e aposentadoria, acaba pressionando as contas” citado · 2023
“O próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad , recentemente falou que em breve terá de fazer uma nova reforma de Previdência, justamente pela dinâmica populacional” citado · 2023
Luiz Gonzaga BelluzzoAcadêmico426 / 0—9715 / 24
só é citado sem posição · critica a linha fiscal, mas isenta Haddad pessoalmente
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“é necessário recuperar o investimento público, "muito demonizado nos anos anteriores", e que caiu para um nível muito baixo, de 0,21% do PIB.” citado · 2022
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“além do professor da Unicamp Luiz Gonzaga Belluzzo, todos defensores do papel do Estado na economia.” citado · 2021
Haddad: Belluzzo considera exagerada a preocupação com a relação dívida/PIB e trata o arcabouço fiscal como uma prestação de contas às visões dominantes do mercado. Ao mesmo tempo, isenta Haddad pessoalmente, descrevendo-o como alguém que busca um acordo com os mercados para evitar um ataque financeiro.
“"Durigan e Haddad procuraram uma forma de responder ao mercado. Fizeram o famoso arcabouço, que é uma prestação de contas para as visões predominantes"” citado · 2026
“sua opinião não é uma crítica direcionada a Durigan ou Haddad, que ele vê como pessoas que estão tentando fazer uma espécie de "acordo" com os mercados” citado · 2026
“recomendou em entrevista à Folha a adoção de imposto sobre a entrada e saída de capitais” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Belluzzo sustenta que o alarme com o endividamento público em moeda nacional não tem respaldo histórico e atribui a campanha contra a dívida a "catastrofistas de mercado" e "farialimers". Ele afirma que as reservas do país garantem a soberania monetária e que elevar a Selic e cortar gastos prolonga a depressão.
“"Os catastrofistas de mercado esperneiam para promover a elevação da Selic.” citado · 2026
“em minhas peregrinações pelos labirintos da história do capitalismo não encontrei sequer um fiapo de memória denunciando uma crise monetário-financeira provocada pelo endividamento ‘excessivo’ dos governos em moeda nacional” citado · 2026
“Ele atribui ainda aos ‘farialimers’ a campanha contra o endividamento excessivo do Estado brasileiro e afirma que as "reservas parrudas" do país asseguram o exercício da soberania monetária.” citado · 2026
Michael ViriatoMercado876 / 0—513 / 0—
só é citado sem posição sobre o ministro · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a ele tratam de dólar, Bolsa e juros, sem avaliar Paulo Guedes ou a política econômica do governo.
“O Brasil começa a ficar muito barato, o que pode atrair o investidor estrangeiro. Mas, neste momento, com aversão a risco elevada pela pandemia, ele se retrai” citado · 2020
“A Bolsa foi bem porque a taxa de juros caiu mais que o esperado. Se o juros não tivesse caído como caiu, a Bolsa não teria subido tanto” citado · 2019
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece como analista de mercado comentando fluxo estrangeiro, câmbio e Ibovespa, sem falar do Ministério da Economia.
“O investidor doméstico teve que diversificar portfólio, enquanto o estrangeiro saiu de países emergentes com o receio de desaceleração econômica global” citado · 2019
“Essa alta é muito grande, não é trivial. Ir para R$ 6 ou para R$ 5,5 é muito rápido e muito fácil, mas apostar em novas altas é um risco” citado · 2020
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a ele explica por que fundos estrangeiros compram dólar, sem mencionar Fernando Haddad ou a Fazenda.
“Os fundos de investimento estrangeiros têm que comprar dólar porque precisam se proteger da desvalorização do real para não perder o retorno do investimento que fazem aqui” citado · 2024
“No Blog De Grão em Grão , Michael Viriato fala sobre três motivos que poderiam justificar a compra do dólar neste momento.” citado · 2023
Gustavo LoyolaEx-autoridade436 / 3431114 / 54
avalia a gestão econômica com ressalvas técnicas e isenta Guedes do fraco desempenho inicial · critica a condução fiscal, com reconhecimento parcial de avanços
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Guedes: Loyola avalia a equipe econômica de Guedes em tom técnico: diz que cem dias é pouco tempo para cobrar resultados e que a economia fraca do início de 2019 não pode ser atribuída ao ministro, mas registra que não há grandes destaques. Critica a elevação do IOF pelo governo como resposta não razoável ao Congresso.
““A economia no primeiro trimestre veio mais fraca do que o esperado, ainda como reflexo da incerteza eleitoral. Isso não pode ser colocado nas costas do Paulo Guedes”” citado · 2019
“pondera que cem dias é pouco tempo para exigir resultados, mas admite que “não há grandes destaques”” citado · 2019
“"Responder a um ato irresponsável do Congresso Nacional com mais imposto não me parece razoável"” citado · 2019
“ministro da Economia” (arbitrado): Loyola assina a carta de ex-presidentes do BC e ex-ministros da Fazenda por retomada verde e afirma que é falso o dilema entre combater a burocracia e proteger o meio ambiente. Nos dois textos ele não se manifesta sobre o Ministério da Economia nem sobre seu titular.
“Para Gustavo Loyola, duas vezes presidente do BC também nos governos Itamar e FHC, há um falso dilema no país de que para combater a burocracia e a insegurança jurídica” citado · 2020
““Isso é uma balela”, afirmou. “A ideia de acabar com a burocracia às custas da proteção do meio ambiente é totalmente equivocada, um dilema que não existe” citado · 2020
“Ainda assinam o texto os ex-presidentes do Banco Central Ilan Goldfajn, Persio Arida, Alexandre Tombini e Gustavo Loyola.” citado · 2020
Haddad: Loyola reconhece avanços na agenda econômica do governo Lula e comemorou a melhora da nota de crédito, mas sustenta que as contas públicas seguem ruins e que o arcabouço aprovado no Congresso não ataca questões estruturais. Afirma que o problema fiscal não foi resolvido e que isso pesa sobre o Banco Central.
“Já Loyola afirmou que até hoje o problema fiscal não foi resolvido, o que pesa no Banco Central. "É onde estamos devendo e precisamos urgentemente atacar essa questão"” citado · 2024
“"A melhora no rating não significa que chegamos lá e que dá para abusar. Nossos números das contas públicas ainda estão ruins"” citado · 2023
“Loyola, contudo, diz que o texto aprovado no Congresso não ataca questões estruturais, porque não resolve o problema da relação dívida pública pelo PIB” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Loyola cobra da Fazenda um controle melhor das contas públicas, afirmando que o problema fiscal continua sem solução e sobrecarrega o Banco Central. Reconhece a melhora da nota de crédito, mas considera o arcabouço insuficiente e defende as reformas tributária e administrativa.
“Já Loyola afirmou que até hoje o problema fiscal não foi resolvido, o que pesa no Banco Central.” citado · 2024
“"É onde estamos devendo e precisamos urgentemente atacar essa questão"” citado · 2024
“ainda está faltando um controle melhor das contas públicas e uma resolução para o tanto de despesas públicas que estão engessadas e que não podem ser ajustadas por medidas fiscais” citado · 2023
José Luis OreiroAcadêmico538 / 628513 / 96
critica a política econômica de Guedes e a proposta de desindexar o salário mínimo · apoia a direção do governo, mas critica o arcabouço fiscal
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Guedes: Oreiro atribui o baixo crescimento do governo Bolsonaro à combinação de políticas monetária, fiscal e creditícia contracionistas com a desindustrialização, e diz que o país se acostumou com a mediocridade. Rejeita o diagnóstico oficial de risco fiscal, aponta falhas do governo e classifica como injustiça a regra de reajuste do mínimo sem ganho real defendida pela equipe de Guedes.
“O que está acontecendo com o Brasil em termos econômicos é que o país está se acostumando com a mediocridade.” citado · 2022
“Uma regra de reajuste do mínimo que não preveja crescimento real é uma grande injustiça com os trabalhadores” citado · 2022
“José Luis Oreiro, economista e professor da UnB (Universidade de Brasília), discorda que o risco fiscal seja o motivo da piora das projeções.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Oreiro diz que o governo quer reeditar o arrocho salarial do Paeg de 1964 ao propor reajuste do mínimo sem ganho real. Embora crítico ao teto de gastos, sustenta que o governo não precisaria furar o teto nem usar os precatórios para ampliar o auxílio aos mais pobres.
“Para ele, o governo quer reeditar o arrocho salarial do Paeg (Plano de Ação Econômica do Governo), lançado em 1964.” citado · 2022
“Embora crítico ao teto de gastos, o economista José Luis Oreiro, da UnB (Universidade de Brasília), destaca que o governo não precisaria furar o teto” citado · 2021
Haddad: Oreiro apoia os planos de Haddad de reforma tributária e de substituição do teto de gastos, avalia positivamente o congelamento de R$ 15 bi e defende o governo contra as previsões catastróficas dos economistas liberais. Ao mesmo tempo, critica o arcabouço fiscal por manter a lógica do teto de gastos em câmera lenta e considera irrealista a meta de inflação de 3,25%.
“Oreiro também avalia que os planos de Haddad, de fazer uma reforma tributária e apresentar um novo arcabouço fiscal em substituição ao teto de gastos” citado · 2023
“No fim, mantêm-se a lógica do teto de gastos, de esmagar os demais componentes do Orçamento, só que em câmera lenta.” citado · 2023
“Durante a transição para o governo Lula, os economistas liberais diziam que o Brasil ia entrar em um buraco negro e isso não aconteceu.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Oreiro sustenta que os planos da Fazenda de reforma tributária e de novo arcabouço fiscal devem ser mantidos e podem ser facilitados pelo fortalecimento político de Lula. Rebate os economistas liberais que previram um buraco negro na transição e atribui a situação ruim da economia em 2023 à necessidade de reconstruir políticas destruídas no governo anterior.
“Oreiro também avalia que os planos de Haddad, de fazer uma reforma tributária e apresentar um novo arcabouço fiscal em substituição ao teto de gastos” citado · 2023
“Durante a transição para o governo Lula, os economistas liberais diziam que o Brasil ia entrar em um buraco negro e isso não aconteceu.” citado · 2023
“Nesses três meses foi preciso reconstruir uma série de políticas que foram destruídas por Bolsonaro e é preciso bolar uma política de crédito” citado · 2023
Alberto RamosMercado628 / 748513 / 113
critica a condução fiscal do governo (sem nomear o ministro) · critica a condução fiscal do ministro
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Guedes: Ramos avalia com pessimismo a condução econômica do período Guedes: diz que as reformas estruturais e a consolidação fiscal andaram lentas e erráticas, que o teto de gastos vinha sendo cada vez mais questionado e que o risco de insolvência fiscal, e não o custo do capital, é o que trava o investimento. Em nenhum trecho elogia ou defende o ministro; a crítica vem pelo flanco ortodoxo, por ajuste insuficiente.
“Os progressos em reformas estruturais e esforços pela muito necessária consolidação fiscal têm sido lentos e algumas vezes erráticos.” citado · 2021
“Estou seriamente preocupado sobre a imagem fiscal em médio e curto prazo” citado · 2020
“A razão para não investir é a incerteza e o risco de insolvência fiscal no médio e longo prazo.” citado · 2019
“ministro da Economia”: No texto de 2019 Ramos descreve o Brasil em clima quase recessivo, com demanda doméstica em contração por trimestres seguidos. O segundo texto do arquivo trata do acordo da Argentina com o FMI e a menção a ministro da Economia ali é ao caso argentino, não ao brasileiro.
“Tecnicamente nós podemos ter evitado mergulhar de volta numa recessão, mas, de alguma forma, se sente quase como uma” citado · 2019
Haddad: Ramos trata a política fiscal do período Haddad como a principal fonte de risco: chama o pacote fiscal de relativamente fraco, diz que o governo tem pouca vontade política de controlar e cortar gastos e atribui a desvalorização do real e a alta dos juros futuros à mudança das metas fiscais. Em dezembro de 2024 afirma que os sintomas de uma crise já estão presentes e que é preciso reverter o rumo.
“O governo tem pouca vontade política de controlar e cortar o gasto” citado · 2024
“não me parece que foi uma conclusão técnica porque o pacote, no meu entender, é relativamente fraco e vamos ver como vai ser a implementação” citado · 2023
“Sabemos exatamente como chegamos aqui, então sabemos como sair daqui. Precisamos andar para trás” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Ramos classifica o pacote fiscal do governo como relativamente fraco e diz que, se o ajuste demorar, o mercado forçará a correção pela via difícil. Reconhece que os estímulos fiscais sustentaram a atividade em 2023, mas mantém a leitura de risco fiscal elevado.
“Quanto mais você espera, maior o risco de que as coisas sejam feitas da maneira difícil, e o mercado forçará a correção. Os sintomas de uma crise estão aí.” citado · 2024
“Parece uma ata equilibrada, foi um gesto educado, foi um gesto diplomático, mas não me parece que foi uma conclusão técnica porque o pacote, no meu entender, é relativamente fraco” citado · 2023
“Esperamos que a atividade seja beneficiada por estímulos fiscais [transferência de renda] e expansão da massa salarial.” citado · 2023
Ana Carla AbrãoMercado11313 / 53244 / 0—
critica a condução fiscal e a desidratação das reformas do governo, sem atacar Guedes nominalmente · só é citado sem posição
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Guedes: Ana Carla Abrão critica a manobra do governo Bolsonaro para furar o teto de gastos e classifica o texto da reforma administrativa como "muito ruim", em reportagem em que Guedes vê avanços na mesma PEC. Ao mesmo tempo, avalia positivamente pontos da reforma administrativa do governo, como a demissão de servidores de estatais aposentados, e em 2022 integra a equipe econômica de Doria, adversário de Bolsonaro e Guedes.
“"O texto continua muito ruim. O relator usa a PEC para colocar conceitos e atribuições que vão, no futuro, engessar uma reforma de carreiras"” citado · 2021
“"Assistindo a mais uma reprise desse velho e repetido filme do Brasil", escreveu a economista Ana Carla Abrão.” citado · 2021
“a mudança prevista na PEC pode proporcionar uma reciclagem de profissionais no setor público, com resultado positivo sobre a produtividade” citado · 2019
“ministro da Economia”: Ana Carla Abrão diz não acreditar na aprovação de uma reforma tributária ampla na gestão econômica de 2019-2020, admitindo apenas alguma simplificação de tributos. Em 2021, entra na lista de analistas que criticam a manobra do governo para furar o teto de gastos.
“A economista Ana Carla Abrão Costa, do escritório Oliver Wyman, afirmou não acreditar na possibilidade de aprovação de uma reforma tributária ampla, nem nesse ano, nem no próximo” citado · 2019
“"Assistindo a mais uma reprise desse velho e repetido filme do Brasil", escreveu a economista Ana Carla Abrão.” citado · 2021
Haddad (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Fernando Haddad não aparece em nenhum trecho do dossiê: a única fala dela é elogio à indicação de Paulo Picchetti para a diretoria do Banco Central, e o outro texto apenas a menciona como organizadora de um livro sobre ministros da Fazenda.
“Para Ana Carla Abrão Costa, executiva de Novos Negócios da B3 e ex-secretária da Fazenda de Goiás, Picchetti é uma excelente escolha.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Ana Carla Abrão, Bernard Appy e Claudia Costin , sobre reformas inconclusas.” citado · 2023
Josué PellegriniAutoridade técnica10111 / 73549 / 54
critica tecnicamente a condução fiscal do governo Guedes · cético quanto às receitas e ao custo das medidas fiscais
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Guedes: Pellegrini trata as iniciativas fiscais de Guedes como paliativos: diz que o "imposto digital" é na verdade uma CPMF, que os subsídios seguiram intocados apesar do discurso e que venda de ativos e reservas não resolve a dívida. Critica o adiamento de precatórios, porque o precatório adiado continua sendo dívida do Estado.
“Guedes aproveitou que esse assunto está atual, com o aumento do consumo eletrônico com a pandemia, e juntou as coisas.” citado · 2020
“Os precatórios são gastos que já deveriam ter ocorrido no passado, mas não foram feitos. Já é uma dívida.” citado · 2020
“as medidas extraordinárias só fazem sentido se forem complementares a reformas estruturantes, que normalmente levam tempo para gerar impacto nas contas públicas” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Josué Pellegrini, que foi da IFI [Instituição Fiscal Independente], está ajudando a escrever.” citado · 2022
Haddad: Pellegrini, em relatórios da Warren assinados com Felipe Salto, sustenta que a meta fiscal depende de forte elevação de receitas ainda não explicada e projeta queda real da receita líquida. Calcula em pelo menos R$ 45,8 bilhões ao ano o custo da isenção de IR anunciada por Haddad e classifica esse número como estimativa otimista.
“A melhora do resultado primário, em 2024, dependerá de uma forte elevação das receitas", afirmam em relatório distribuído aos clientes. "Resta, no entanto, explicar como atingir essa dinâmica” citado · 2023
“Esse cálculo é otimista, vale dizer, pois considera que a tabela do Imposto de Renda seria modificada garantindo-se a focalização do benefício apenas aos contribuintes de renda mais baixa” citado · 2024
“as receitas líquidas, já retirando concessões, dividendos e royalties, devem ter queda real de 0,7%” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Pellegrini assina os cálculos que põem em ao menos R$ 45,8 bilhões anuais o custo da isenção de IR e chama a própria estimativa de otimista. Nos mesmos relatórios mostra que, entre 2011 e 2022, a despesa cresceu 2,5% ao ano em termos reais contra 1,4% da receita.
“De acordo com cálculos de Felipe Salto, Josué Pellegrini e Gabriel Garrote, da Warren Investimentos, a medida teria custo de ao menos R$ 45,8 bilhões ao ano.” citado · 2024
“eles observam que no período de 2011 a 2022, as despesas cresceram a uma média anual de 2,5% em termos reais” citado · 2023
Cecilia MachadoAcadêmico547 / 34736 / 0—
descreve proposta de Guedes sem endossá-la; critica argumentos da pasta nos textos sobre o ministro da Economia · só é citada sem posição
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Guedes: Machado registra como fato do debate a proposta de desindexação do salário mínimo atribuída a Paulo Guedes, sem endossá-la nem condená-la, no mesmo texto em que sustenta que o salário mínimo não é instrumento eficaz contra a desigualdade. Somados os textos sobre o ministro da Economia, ela critica pontualmente falas e argumentos do titular da pasta, sem pedir sua saída.
“o ministro Paulo Guedes estaria por trás de uma proposta para desindexação do salário mínimo à inflação do ano anterior” autoral · 2022
“ministro da Economia”: Machado trata a fala do ministro da Economia que comparou servidores a parasitas como cortina de fumaça e defende que o funcionalismo público seja debatido sem preconceito. Ela também contesta o argumento do governo de que a redução de carga na reforma tributária já estaria paga.
“Por trás da cortina de fumaça que se formou com a fala do ministro da Economia – comparando servidores a parasitas – há questões objetivas sobre o funcionalismo público” autoral · 2020
“Pelo argumento do governo, sim. "Antes de começar a reforma, já está pago", disse o ministro da Economia na sexta (16)” autoral · 2021
Haddad (arbitrado): Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. As menções são um cálculo seu sobre desembolsos do Fundo Social usado por um repórter, uma previsão de PIB numa lista de colunistas e duas chamadas de leia-também da redação.
“Cálculo da economista Cecilia Machado , colunista da Folha , mostra que os desembolsos autorizados em alguns desses programas atingem R$ 74 bilhões neste ano” citado · 2025
“Cecilia Machado Nos últimos cinco anos, o PIB foi em média 2,6 pontos percentuais diferente da projeção feita para ele no ano anterior.” citado · 2023
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Os dois textos são de terceiros e nenhum trecho traz avaliação dela sobre o ministério da Fazenda.
“Cálculo da economista Cecilia Machado , colunista da Folha , mostra que os desembolsos autorizados em alguns desses programas atingem R$ 74 bilhões neste ano” citado · 2025
André BrazAcadêmico314 / 439615 / 86
critica a condução econômica do governo Bolsonaro (intervenção em preços e ruídos fiscais), sem citar Guedes nominalmente · aprova o ajuste fiscal de Haddad, mas cobra contas públicas e aponta incerteza fiscal como risco inflacionário
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Guedes: Braz condena a intervenção do governo nos preços de combustíveis e no varejo, dizendo que controlar preços não funciona e que a incerteza gerada piora a inflação. Aponta os ruídos sobre a política fiscal do governo federal como fator que pode tornar a inflação mais persistente.
“É um tiro no pé que o governo pode dar fazendo intervenção, aumentando a incerteza e trazendo uma desvalorização [cambial] que vai contaminar uma seara de outros produtos” citado · 2021
“Podemos ter novo reajuste na bandeira vermelha patamar 2, e ruídos sobre a política fiscal podem gerar efeitos ainda mais persistentes” citado · 2021
“O pedido é absurdo e incompatível para um chefe de estado” citado · 2022
“ministro da Economia”: Braz classifica como absurdo e incompatível com um chefe de Estado o pedido do governo para que supermercados baixem preços. Ele sustenta que o varejo opera pelas leis de oferta e procura e não pode vender abaixo do que compra.
“O pedido é absurdo e incompatível para um chefe de estado” citado · 2022
“Todo supermercado vive pelas leis de mercado, da oferta e da procura. Ele é um revendedor, praticamente não fabrica nada.” citado · 2022
Haddad: Braz avalia positivamente a reoneração dos combustíveis anunciada por Haddad, dizendo que reconhecer o problema fiscal é um bom começo para reconciliar o governo com o mercado, e que não se resolve o problema fiscal arrecadando menos. Ao mesmo tempo, associa o pacote fiscal de 2024 ao aumento do pessimismo e a gatilhos inflacionários.
“Na avaliação de Braz, reconhecer que as contas públicas merecem atenção é um bom começo para o governo se reconciliar com os agentes econômicos.” citado · 2023
“É bom lembrar que os mais pobres não estão nem aí para os preços da gasolina nas bombas. E não se pode resolver o problema fiscal do país arrecadando menos” citado · 2023
“Temos um mercado de trabalho aquecido, que mantém alta a inflação de serviços [5% em 12 meses] e um pessimismo maior em relação ao futuro” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Braz defende que o problema fiscal precisa ser enfrentado e que a melhora do ambiente fiscal reduz o pessimismo do mercado. Ele prevê descumprimento da meta de inflação em 2025 e aponta as incertezas fiscais como pressão sobre câmbio e preços, ao mesmo tempo em que calcula que o mandato terá a menor inflação acumulada em mais de 25 anos.
“O problema fiscal não é trivial e precisa ser considerado. A melhora do ambiente fiscal ajuda a reduzir o pessimismo que tomava conta do mercado.” citado · 2023
“ele chama a atenção para as incertezas fiscais no Brasil, que podem afetar o câmbio e, consequentemente, a inflação” citado · 2025
“a inflação pode chegar ao final do governo Lula 3 acumulada em 19,11%” citado · 2025
Marcelo NeriAcadêmico13315 / 114122 / 0—
critica a política social e o desenho fiscal do governo Bolsonaro, com aprovação pontual de medidas da equipe econômica · só é citado sem posição
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Guedes: Neri critica a condução social e fiscal do governo: fala em aumento de pobreza "encomendado" para 2023, em desenho ruim do auxílio de R$ 600 e em motivação eleitoral da PEC dos combustíveis, e diz que o corte do BPC e do Bolsa Família prejudica o combate à desigualdade. Aprova pontualmente iniciativas da área econômica, como a unificação de programas sociais e a minirreforma trabalhista, e defende corte de salários no funcionalismo.
“A emergência é o quê? As pesquisas de intenção de voto?” citado · 2022
“Para 2023, você tem um aumento de pobreza encomendado hoje” citado · 2021
“as medidas apontam para uma “boa direção”, porque miram em grupos com dificuldades de inserção no mercado de trabalho” citado · 2021
“ministro da Economia”: Nos três textos Neri avalia medidas da área econômica: defende corte de salários no funcionalismo durante a pandemia, considera vantajosa a unificação de programas sociais e critica a redução do BPC e do Bolsa Família por seu efeito sobre a pobreza. Não menciona o ministro nominalmente em nenhum trecho.
“O setor público não está acostumado a fazer sacrifícios” citado · 2020
“A unificação parece uma troca vantajosa, você troca programas menos focalizados por um mais focalizado” citado · 2020
“No curto prazo, além do efeito sobre a pobreza e a distribuição de renda, é esperado que essa redução do BPC e do Bolsa Família também tenha impacto na economia” citado · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
José Júlio SennaAcadêmico9514 / 65415 / 43
comenta como analista técnico; confia na cautela da equipe econômica e cobra do governo atenção à inflação · critica a condução fiscal do governo Lula
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Guedes: Senna aparece nesses textos como analista de inflação e juros, não como crítico ou defensor de Guedes: ele credita à área econômica cautela técnica ao dizer que ninguém na Economia pensaria em implantar moeda única de forma apressada. Sua única ressalva ao governo é que ele não demonstra preocupação com a inflação já disseminada.
“Senna diz não acreditar que alguém no Ministério da Economia esteja pensando em implementar uma ideia desse tipo de maneira apressada.” citado · 2019
“Ele lembra que esse fenômeno já se disseminou no conjunto de preços, ao mesmo tempo que o governo não parece estar preocupado com essa questão.” citado · 2021
“É algo que precisa ser estudado com muito cuidado. O euro, por exemplo, está longe de ser algo que deu certo ou que foi bom para todos” citado · 2019
“ministro da Economia” (arbitrado): Senna condena a ideia de moeda única com a Argentina e diz não ser otimista quanto à integração de moedas, mas atribui prudência ao Ministério da Economia, que segundo ele não pensaria em implementar algo assim de forma apressada. Em 2021 aponta que a inflação já se disseminou nos preços enquanto o governo não demonstra preocupação com o problema.
“José Júlio Senna afirma não ser otimista em relação ao resultado final da integração de moedas.” citado · 2019
“Senna diz não acreditar que alguém no Ministério da Economia esteja pensando em implementar uma ideia desse tipo de maneira apressada.” citado · 2019
“Ele lembra que esse fenômeno já se disseminou no conjunto de preços, ao mesmo tempo que o governo não parece estar preocupado com essa questão.” citado · 2021
Haddad: Senna sustenta que as expectativas de inflação estão desancoradas por dúvidas sobre o futuro das contas públicas e não acredita que o governo se empenhará em ajustar as contas até o fim do mandato, sem descartar dominância fiscal. Ele atribui aos dirigentes atuais um DNA de gasto e vê todo o arcabouço fiscal como aumento de despesa.
“No DNA dos nossos atuais dirigentes está a história do gasto . Do gasto é vida. Todo o arcabouço fiscal é aumento de gasto.” citado · 2024
“As expectativas estão desancoradas por dois fatores: dúvidas sobre o futuro das contas públicas e incertezas associadas à troca de comando no BC.” citado · 2024
“Entre os fatores adversos para a economia, Senna citou uma economia ainda aquecida, o mercado de trabalho forte, projeções de inflação oficiais acima da meta” citado · 2024
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Senna sustenta que Lula deveria agradecer, e não se revoltar, com a autonomia do Banco Central, que impediu o governo Bolsonaro de forçar política monetária mais frouxa na eleição. Ele classifica como contraproducentes atacar o BC e cogitar elevar as metas de inflação para resolver o juro real alto, e cobra de Lula menos retórica e mais evidências.
“Resolver problema do juro real alto atacando o BC, atacando a independência da instituição e pensando em elevar metas de inflação definitivamente são movimentos contraproducentes.” citado · 2023
“Para José Júlio Senna, ex-diretor do BC e chefe do Centro de Estudos Monetários do Ibre-FGV, Lula deveria "agradecer e não se revoltar" com a autonomia da instituição.” citado · 2023
“Para Senna, é hora de Lula trabalhar "menos com a retórica, e mais com as evidências".” citado · 2023
Sergio GoldensteinMercado101 / 0—10818 / 114
só é citado sem posição · critica a condução fiscal do governo em termos técnicos, mas trata o enfraquecimento de Haddad como fator negativo
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é a lista de signatários de uma carta por medidas contra a pandemia, sem qualquer fala dele sobre Paulo Guedes.
Haddad: Goldenstein aponta o risco fiscal do governo Lula como principal fonte de deterioração de juros, câmbio e títulos públicos, e condiciona seus cenários benignos a um controle rigoroso de despesas. Ele lista os rumores de isolamento de Haddad no governo e as falas de Lula contra a contenção de gastos entre os fatores que pioraram o mercado de títulos.
“Eles incluem os rumores de isolamento de Haddad dentro do governo, as seguidas declarações de Lula refutando a necessidade de conter gastos e atacando a autonomia do BC” citado · 2024
“Para que isso se materialize, porém, tomamos como premissa um cenário de maior tranquilidade com relação ao arcabouço fiscal e a manutenção das metas de inflação para 2024 e 2025” citado · 2023
“O estrategista acrescenta que a estimativa considera como premissa que ocorra uma redução relevante dos riscos fiscais e parafiscais” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Goldenstein atribui a piora dos mercados ao agravamento dos riscos fiscais, e não a disfuncionalidades temporárias que o Tesouro possa corrigir com recompra de títulos. Suas projeções de queda da Selic dependem de uma nova regra fiscal rigorosa no controle das despesas e de menor pressão do governo sobre o Banco Central.
“a eficácia de leilões de recompra pelo Tesouro fica limitada porque a piora dos mercados não decorre de uma disfuncionalidade temporária, mas do agravamento dos riscos fiscais” citado · 2024
“Há um prêmio muito elevado que decorre de uma combinação de fatores: incerteza fiscal, risco de alteração na meta de inflação” citado · 2023
“Esse cenário considera a apresentação de uma nova regra fiscal para substituir o teto de gastos que seja rigoroso no controle das despesas” citado · 2023
Rodrigo ZeidanAcadêmico8714 / 101213 / 17
oposição frontal: chama Guedes de pior ministro da Economia da história e responsabiliza sua equipe pela destruição econômica e institucional do país · favorável com ressalvas: elogia a busca de credibilidade e a meta de zerar o déficit, mas cobra o cumprimento do arcabouço
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Guedes: Zeidan trata a gestão de Paulo Guedes como a pior condução econômica brasileira desde o fim da hiperinflação, pior até que a de Guido Mantega. Sustenta que a suposta capacidade técnica da equipe era falsa e que os danos — estagflação, fome, desmatamento, perda de PIB potencial — durarão décadas.
“Paulo Guedes conseguiu substituir Guido Mantega como o pior ministro da economia da história brasileira.” autoral · 2022
“Ele capitaneia a pior equipe econômica da história brasileira, e conseguiu uma façanha que deveria ser impossível: nos fazer ter saudades de Guido Mantega e Zélia Cardoso de Mello.” autoral · 2022
“Guedes conseguiu uma façanha única: colocar um país em estagflação no meio de uma crise mundial deflacionária.” autoral · 2021
“ministro da Economia”: Zeidan sustenta que o superministério da Economia desperdiçou um cenário favorável e entregou estagflação, pior distribuição de renda e péssimo ambiente de negócios. Afirma que o ministro só prometia reformas sem cumpri-las e que o auxílio emergencial teve de ser imposto a ele pelo Congresso.
“Antes, o ministro da Economia só prometia mandar reformas na semana que vem, sem nunca cumprir a promessa. Mas agora quer barrar qualquer reforma que apareça para melhorar o país.” autoral · 2020
“A renda emergencial foi enfiada goela abaixo do ministro da Economia, que disse que com R$ 5 bilhões a gente aniquila o coronavírus.” autoral · 2020
“O que temos depois de três anos do super poderoso ministro da Economia? Um péssimo ambiente de negócios, com economistas se preocupando em taxar ainda mais importações de pessoas físicas.” autoral · 2022
Haddad: Zeidan aprova a linha de Haddad de priorizar credibilidade fiscal e zerar o déficit já em 2024, contra outros membros do governo, e o compara favoravelmente ao primeiro governo Lula. Cobra que o arcabouço proposto seja efetivamente cumprido, citando o precedente europeu de regras descumpridas.
“Haddad parece ter incorporado a mais importante lição do excelente primeiro governo Lula: credibilidade importa, e muito. Sua luta é para zerar o déficit em 2024, em vez de em 2025” autoral · 2023
“Se Haddad propôs um novo arcabouço, deve cumpri-lo. Claro que mais importante será se os sucessivos governos também o fizerem.” autoral · 2023
“Estabilidade institucional e consistência temporal. Depois do desastre da extrema direita no poder, é hora de arrumar a casa. Boa sorte, Fernando Haddad . Você vai precisar.” autoral · 2023
“ministro da Fazenda” (arbitrado): O único texto do dossiê traz falas atribuídas a Zeidan sobre o tarifaço americano e a possibilidade de reciprocidade. Ele não trata do Ministério da Fazenda nem de sua condução, então não há postura sobre o termo.
“"A lista é longa. Não vai ser 25% em tudo. Grande parte do que exportamos para eles está na lista exceção, logo o impacto será menor", disse Zeidan” citado · 2026
“O professor Rodrigo Zeidan acredita que o Brasil tem capacidade para adotar medidas de reciprocidade” citado · 2026
Silvia MatosAcadêmico414 / 438512 / 93
critica a condução econômica do governo Bolsonaro/Guedes · critica a condução fiscal e contesta falas do ministro
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Guedes: Silvia Matos cobra do governo que pare de ser fonte de incerteza e responsabiliza o ambiente político-econômico pela queda do investimento. Classifica como "desastre" e "inaceitável" repetir em 2019 o crescimento de 1,1% e descarta recuperação em V na crise de 2020.
“Todos estamos perdendo. O governo precisa deixar de ser um agente que aumenta a incerteza na economia” citado · 2019
“Repetir isso em 2019 é inaceitável. Não há o que culpar.” citado · 2019
“Matos não acredita em uma recuperação em “V”.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Silvia Matos atribui ao governo o aumento da incerteza que derruba o investimento e afirma que crescer em 2019 o mesmo 1,1% de 2018 seria um desastre. Diz que o governo tinha condições de entregar perspectiva melhor e desperdiçou a oportunidade.
“Silvia Matos diz que, se o crescimento em 2019 ficar muito próximo ao patamar de 1,1% registrado em 2018, será "um desastre".” citado · 2019
“É o aumento da incerteza que tem reduzido fortemente o investimento, segundo Silvia Matos.” citado · 2019
Haddad: Silvia Matos contesta o cálculo de Haddad sobre juros e inflação, chamando-o de autoengano, e sustenta que a Selic precisa ficar em 15% diante do excesso de demanda. Avalia que o arcabouço apenas minimiza o risco fiscal explosivo e aponta inconsistência do governo, que aprova despesas recorrentes sem financiá-las.
“avalia que o exercício citado pelo ministro é um "autoengano".” citado · 2025
“Por enquanto, só termos certeza de que o arcabouço minimiza um risco de cenário fiscal explosivo, mas ainda estamos longe de solucionar a questão” citado · 2023
“Todo mundo quer gastar, mas ninguém quer pagar a conta. No fundo é isso” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Silvia Matos rejeita a tese da Fazenda de que juros a 12% custariam pouca inflação e afirma que tal corte desancoraria as expectativas. Aponta inconsistência entre o gasto aprovado e o financiamento das políticas e vê o potencial de crescimento em 1,8%, abaixo do que o governo alardeia.
“Reduzir os juros para 12% seria algo similar ao cavalo de pau dado em agosto de 2011 pelo ex-presidente do BC, Alexandre Tombini. Desancoraria tudo” citado · 2025
“afirma que há uma "certa inconsistência" na atuação tanto do governo quanto do Congresso” citado · 2024
“Hoje, vejo o potencial de crescimento em 1,8%” citado · 2024
Juliana DamascenoMercado15318 / 143000 / 0—
critica a condução fiscal do governo Bolsonaro/Guedes
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Guedes: Damasceno avalia como analista de contas públicas e é sistematicamente crítica da condução fiscal do governo Guedes: chama a peça orçamentária de sem credibilidade, fala em "malabarismo" para abrir espaço no teto e trata o discurso de reindustrialização via corte de IPI como descolado da realidade. Ela atribui as boas notícias fiscais a um choque conjuntural de receitas e diz que as mudanças de regra respondem ao calendário eleitoral, não a uma âncora fiscal.
“Ninguém investe com uma alta de juros como a nossa. É muito descolado da realidade um discurso como esse” citado · 2022
“Foi feito um malabarismo para arranjar esse espaço. E a agenda eleitoral foi a grande prioridade” citado · 2022
“O governo vai enviar uma peça [orçamentária] que não tem credibilidade” citado · 2021
“ministro da Economia”: Nos três textos, Damasceno critica decisões do Ministério da Economia: diz que as mudanças nas regras fiscais mostram que não há preocupação em manter o teto como âncora e respondem ao calendário eleitoral, e aponta que o governo deixou a Covid fora dos números do Orçamento de 2021. Sobre a reforma tributária, sustenta que justiça social e estratégia econômica deveriam ser o ponto de partida e que taxar livros penaliza a educação.
“as mudanças das regras mostram que não há preocupação em manter a norma como uma âncora fiscal do país” citado · 2021
“o governo deixou de considerar a Covid-19 nos números do Orçamento de 2021 e que a prorrogação do estado de calamidade não reúne consenso do ponto de vista legal” citado · 2020
“A carga é o ponto final da reforma. A justiça social e estratégia econômica do sistema deveria ser o ponto de partida.” citado · 2020
Pedro Fernando NeryAcadêmico849 / 0—415 / 35
só é citado sem posição · critica a retórica do ministro no aumento de impostos, mas justifica o adiamento da reforma da renda
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Haddad: Nery ironiza a ginástica vocabular de Haddad ao dizer que o ministro resolveu "tucanar" o aumento de impostos na crise do IOF. No mesmo período, considera justificável o adiamento da reforma da tributação da renda pelo governo.
“‘Recomposição’, ‘equalização’ e ‘correção’: como Haddad resolveu ‘tucanar’ o aumento de impostos” citado · 2025
“Nery considera o adiamento justificável, devido ao ano de eleições municipais e à necessidade de regulamentação da reforma tributária do consumo.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Nery considera justificável o adiamento da reforma da tributação da renda, por causa das eleições municipais e da necessidade de regulamentar a reforma do consumo. Defende que isenções e benefícios tributários sejam informação pública, como o salário de servidor.
“Nery considera o adiamento justificável, devido ao ano de eleições municipais e à necessidade de regulamentação da reforma tributária do consumo.” citado · 2024
“Uma parte fundamental dessa questão da tributação da renda é conseguirmos aplicar os princípios da Lei de Acesso à Informação” citado · 2024
Gustavo SungMercado000 / 0—12517 / 83
critica a condução fiscal do governo, com ressalvas técnicas
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Haddad: Sung critica a condução fiscal do governo Lula: diz que a mudança da meta fiscal é ruim e afeta a credibilidade do arcabouço, que o Executivo não ataca as despesas e que erros de comunicação entre alas do governo anulam tentativas de ganhar confiança fiscal. Faz ressalvas favoráveis pontuais, como o bom relacionamento da equipe econômica com o Banco Central, a manutenção da meta de inflação em 3% e o perfil técnico dos indicados do governo.
“a mudança da meta fiscal é ruim e afeta a credibilidade do arcabouço fiscal” citado · 2024
“O maior problema não é apenas a mudança na meta, mas a falta de direcionamento do Executivo em relação à dinâmica de receita e despesa” citado · 2024
“O erro de comunicação e a falta de sintonia entre as alas do governo fez com que essa tentativa de ganhar confiança na parte fiscal” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Sung avalia a atuação da equipe econômica em chave crítica: a mudança da meta fiscal é ruim para a credibilidade do arcabouço e o governo não ataca as despesas. Sobre a possível indicação de Guilherme Mello ao Banco Central, diz que o nome gera ruído e prêmio de risco maior, embora reconheça que os indicados do governo têm adotado postura técnica.
“Para Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, a mudança da meta fiscal é ruim e afeta a credibilidade do arcabouço fiscal.” citado · 2024
“o nome de Mello gera ruídos no mercado e, consequentemente, um prêmio maior de risco” citado · 2026
“qualquer sinalização de piora no cenário fiscal vai gerar uma nova pressão sobre o dólar” citado · 2025
Livio RibeiroMercado325 / 0—7512 / 84
só é citado sem posição · crítico técnico à condução fiscal e tributária
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos três textos ele fala de protestos no Chile, nível de equilíbrio do câmbio e crise institucional, sem avaliar Paulo Guedes ou a condução da política econômica.
“As contas do economista apontavam para um patamar próximo ao mencionado nesta terça por Guedes.” citado · 2021
““O câmbio reflete as crises sanitária, ambiental e política, que não tiveram início no 7 de setembro, mas não dá para ignorar a importância do que ocorreu no feriado, que foi muito grande”” citado · 2021
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Fala da moratória argentina e do câmbio brasileiro, sem se manifestar sobre o Ministério da Economia.
Haddad: Ribeiro critica a política fiscal do governo Lula/Haddad: diz que os primeiros movimentos vão no sentido contrário à consolidação fiscal, que o arcabouço ficou sem as receitas que o sustentariam e que os impostos sobre exportação de petróleo desestimulam investimento. A crítica é técnica e pontualmente reconhece ganhos do governo, como no Carf, sem pedir mudança de rumo pessoal do ministro.
“O arcabouço fiscal foi desenhado como uma âncora para segurar o navio [a dívida pública]. Mas ainda não temos a corrente [as novas receitas] para ligar as duas pontas” citado · 2023
“Os primeiros movimentos do governo vão no sentido contrário ao de uma consolidação fiscal que permita ao Banco Central baixar o juro.” citado · 2023
“Não vejo como positivo ou negativo, mas essas mudanças podem nos levar a uma instabilidade de regras, o que é algo muito nocivo” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Ribeiro trata as medidas da Fazenda como estratégia de receita de curto prazo que gera instabilidade de regras e afirma que a tributação sobre exportação de petróleo reduz margem e desestimula investimento. Adverte que os planos do ministro precisam contar com a perda de fôlego das commodities.
“Ribeiro também reforça que os planos do ministro da Fazenda, Fernando Haddad , também deverão levar em conta a perda de fôlego das commodities” citado · 2023
“trata-se de um ganho para o governo —ainda que não seja uma vitória completa” citado · 2023
“Os impostos reduzem a margem de lucro das empresas e podem desestimular os investimentos, tornando menos atrativo produzir no Brasil” citado · 2023
Fabio KanczukEx-autoridade8311 / 0—325 / 24
só é citado sem posição sobre Guedes · contesta tecnicamente a conta de Haddad sobre juros e inflação
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Kanczuk aparece falando como diretor do Banco Central sobre câmbio, crédito e inflação, nunca avaliando Paulo Guedes ou a política do Ministério da Economia.
“O diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, afirmou recentemente que a autoridade monetária não previa uma crise tão grande.” citado · 2020
“Caso seja escolhido, Weintraub vai assumir inicialmente apenas pelo restante do mandato de Fábio Kanczuk, que assumiu um cargo no Banco Central.” citado · 2020
“Fabio Kanczuk, diretor de Política Econômica do BC, considera que a demanda por crédito atualmente não é para atender novos investimentos, mas sim para mitigar os efeitos da crise.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a ele tratam do ritmo de reação do Banco Central e de seu próprio mandato de diretor, sem avaliar o ministro ou o Ministério da Economia.
“o diretor do BC, Fabio Kanczuk, afirmou que a velocidade de reação da autoridade monetária não é a mesma do mercado” citado · 2021
“Fábio Kanczuk, diretor de política econômica, e João Manoel Pinho de Mello, de organização do sistema financeiro, cumprirão mandato até 31 de dezembro de 2021.” citado · 2021
Haddad: Kanczuk contesta a conta de Haddad de que a Selic a 12% deixaria a inflação apenas 0,2 ponto mais alta, dizendo que o número só vale para um trimestre e que em um ou dois anos o impacto fica enorme. Nos demais textos analisa o tarifaço de Trump e a credibilidade do Copom sem avaliar o ministro.
“afirma que o resultado da conta apresentada pelo ministro depende de quanto depois da mudança nos juros se avalia o impacto na inflação, o que não foi explicitado por Haddad” citado · 2025
“Se for só um trimestre depois da mudança nos juros daí o impacto é pequeno mesmo, em linha com a fala do ministro. Mas se olhar um ano ou dois anos depois o impacto fica enorme” citado · 2025
“Para Kanczuk, o BC perdeu credibilidade instantaneamente após o anúncio da decisão do Copom.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Kanczuk diz que a conta do ministro sobre o efeito da Selic na inflação só se sustenta no horizonte de um trimestre e que em um ou dois anos o impacto fica enorme. No outro texto fala apenas do Copom e da autonomia do Banco Central.
“afirma que o resultado da conta apresentada pelo ministro depende de quanto depois da mudança nos juros se avalia o impacto na inflação, o que não foi explicitado por Haddad” citado · 2025
“Esse impacto vai subindo no tempo. Se for só um trimestre depois da mudança nos juros daí o impacto é pequeno mesmo, em linha com a fala do ministro.” citado · 2025
Ana Paula VescoviMercado415 / 0—569 / 46
só é citado sem posição · avaliação técnica favorável às entregas fiscais e tributárias, com ressalvas
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Ela aparece como economista-chefe do Santander em videoconferências com Rodrigo Maia e numa reportagem sobre a 'porta giratória' entre governo e bancos, sem se manifestar sobre Paulo Guedes.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto registra que Rodrigo Maia falou em videoconferência com ela, e as críticas ao congelamento de salários são de Maia, não dela.
Haddad (arbitrado): Vescovi endossa as duas principais entregas econômicas do governo: diz que o arcabouço fiscal reduz incertezas sobre as contas públicas e se declara otimista com os ganhos da reforma tributária. Faz ressalvas técnicas: o arcabouço não basta sozinho para estabilizar a dívida e exige apoio permanente ao ajuste, e a transição da reforma traz insegurança jurídica e risco de aumento de carga para financiar gastos.
“Aprovado na Câmara dos Deputados e prestes a ter o aval do Senado, o novo arcabouço fiscal reduz incertezas em relação ao futuro das contas públicas no Brasil” citado · 2023
“Segundo ela, o novo marco não será, sozinho, suficiente para estabilizar a dívida pública” citado · 2023
“Ela se diz otimista com os ganhos trazidos pela reforma e avalia que, passada a regulamentação, haverá um horizonte mais claro para as empresas.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Vescovi diz que a meta de zerar o déficit primário em 2024 não é factível e projeta déficit de 0,9% do PIB, por falta de medidas que sustentem o volume de arrecadação prometido. Ela reconhece avanços da economia, mas prevê que desaceleração e aumento de carga tributária prejudicarão as empresas.
“Não existem medidas que deem conta do volume arrecadatório que o governo colocou para cumprir essa meta.” citado · 2023
“reconhece os avanços da economia, mas prevê que a combinação da desaceleração com o aumento de carga tributária nos próximos anos prejudicará a saúde das empresas.” citado · 2023
“Para o Santander seria necessário um congelamento de gastos de R$ 35 bilhões, de acordo com a equipe liderada pela economista Ana Paula Vescovi.” citado · 2024
José Roberto AfonsoAcadêmico6410 / 74235 / 57
critica tecnicamente as propostas de Guedes · legitima decisões de Haddad, com argumento técnico
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Guedes: Afonso aparece na Folha como especialista que aponta limites legais e técnicos das propostas de Guedes: diz que a desvinculação orçamentária não desobriga o governo de pagar aposentadorias e salários, lembra que a LRF proíbe usar receita de privatização em ação social e assina estudos que mostram que a nova CPMF onera indústria e agronegócio e que as empresas do Simples são as que mais arrecadam. A crítica é sempre sobre o desenho das medidas, sem ataque pessoal ao ministro nem defesa do governo.
“"Se o Orçamento não destinar recursos para Previdência, ensino e saúde, isso não exime o governo de ter que pagar aposentadorias e salários, inclusive dos professores e médicos"” citado · 2019
“lembra que a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) proíbe o governo de usar dinheiro das privatizações para bancar ações sociais.” citado · 2021
“Para ele, é preciso resolver a febre e não sumir com o termômetro.” citado · 2019
“ministro da Economia”: Afonso contesta as medidas tributárias e orçamentárias do Ministério da Economia com argumento técnico: seus estudos mostram que a nova CPMF onera indústria e agronegócio e que as empresas do Simples são as que mais arrecadam impostos. Ao criticar a desvinculação, ele preserva a figura do ministro e diz que ele sabe do problema e deve propor uma PEC que ataque a infecção fiscal.
“"Certamente, o Ministro da Economia sabe disso tudo e deve propor uma PEC que atacará a infecção fiscal."” citado · 2019
“um levantamento feito pelo economista José Roberto Afonso e pela FGV para demonstrar que as empresas do Simples são as que mais arrecadam impostos.” citado · 2020
“O cálculo faz parte do estudo “Reforma tributária: quando o velho se traveste de novo”, assinado pelos economistas José Roberto Afonso” citado · 2019
Haddad: Numa reportagem em que economistas acusam Haddad de arcabouço fraco e ambição excessiva, Afonso destoa e sustenta que mudar a meta fiscal é natural quando o mundo e o Brasil mudam. No caso dos precatórios, ele defende a segregação da despesa entre parcela primária e encargos financeiros, apoiando a linha em estudo no governo.
“"Se o mundo muda —e muito—, se o Brasil também muda, nada mais natural que se mude a meta fiscal", diz.” citado · 2024
“pondera que é preciso levar em conta as mudanças nos cenários econômicos, tanto interno quanto externo.” citado · 2024
“afirma que a classificação do precatório deveria ser segregada.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Afonso sustenta que só parte do precatório é gasto primário e que os encargos e a atualização monetária devem entrar como despesa financeira, alinhando-se à saída estudada pela Fazenda. Ele também considera natural a mudança da meta fiscal diante da mudança de cenário e defende que Poderes e governos negociem, tomando a aprovação da LRF como modelo.
“Embora o precatório seja no valor de R$ 9.000, eu defendo que apenas R$ 2.000 são gasto primário” citado · 2023
“"Está faltando os Poderes sentarem juntos, os governos sentarem juntos, com o espírito de ouvir e ceder.” citado · 2025
“"Se o mundo muda —e muito—, se o Brasil também muda, nada mais natural que se mude a meta fiscal", diz.” citado · 2024
Leda PaulaniAcadêmico336 / 0—459 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Leda Paulani é professora titular do Departamento de Economia da USP.” citado · 2020
“Leda Paulani é professora titular do departamento de economia da USP.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Leda Paulani Economista, é professora titular da USP” citado · 2020
“Leda Paulani é professora titular do Departamento de Economia da USP.” citado · 2020
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“terá debate de Haddad com a economista Leda Paulani e o colunista da Folha Celso Rocha de Barros , sob mediação da historiadora Lilia Schwarcz.” citado · 2026
“economistas tão diferentes quanto Eduardo Gianetti da Fonseca, André Roncaglia , Paulo Gala, Leda Paulani, Felipe Salto, Paulo Nogueira Batista” citado · 2023
“Além de Haddad, participam do debate o cientista político Celso Rocha de Barros e a economista Leda Paulani, com mediação da historiadora Lilia Schwarcz.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“O evento contou com discursos da cientista política Maria Hermínia Tavares, do professor Yoshiaki Nakano, da economista Leda Paulani” citado · 2024
“O evento ocorrerá no Sesc 14 Bis e terá debate de Haddad com a economista Leda Paulani e o colunista da Folha Celso Rocha de Barros” citado · 2026
José Francisco de Lima GonçalvesMercado8715 / 104000 / 0—
avalia a agenda econômica do governo em chave técnica, com ressalvas
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Guedes: Ouvido como economista-chefe do Banco Fator, comenta a agenda econômica do governo Bolsonaro cobrando sinalizações mais claras sobre a reforma da Previdência e relativizando a competência do Executivo na condução fiscal. Reconhece que a aprovação de reformas é o que segura o mercado, mas não avalia Paulo Guedes nominalmente em nenhum trecho.
“Não foi algo agradável e nem uma surpresa para o mercado, que aguarda sinalizações mais claras de como a reforma vai sair no fim” citado · 2019
“o encaminhamento da proposta de desvinculação e desindexação orçamentária dependeria menos da competência do governo, pois a ideia seria justamente usar a dos governadores” citado · 2019
“Nesse governo esse tipo de coisa tem sido irrelevante, pois o governo tem aprovação da população nas pesquisas e está passando reformas, é isso que importa” citado · 2020
“ministro da Economia” (arbitrado): Comenta como economista-chefe de banco: trata o quadro brasileiro como problema de risco fiscal, diz que o Copom não pode abrir mão da meta e condiciona a queda dos juros longos a um teto extra definido com aval do ministro da Economia. Cobra sinalização mais clara sobre a reforma da Previdência e uma reforma que segure o gasto público, sem julgar em nenhum trecho o Ministério da Economia ou a manobra do teto.
“O Copom não pode mudar de ideia sobre o risco fiscal e abrir mão de tentar levar a inflação para a meta” citado · 2021
“As longas, só com o mercado digerindo um extra teto definido, com o aval do ministro da economia” citado · 2021
“Não foi algo agradável e nem uma surpresa para o mercado, que aguarda sinalizações mais claras de como a reforma vai sair no fim” citado · 2019
Marcelo MedeirosAcadêmico7411 / 42303 / 0—
critica duramente a condução de Guedes: despreparo, blefe e cortina de fumaça · só é citado sem posição sobre o ministro
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Guedes: Medeiros acusa Paulo Guedes de despreparo e instabilidade na resposta à pandemia, dizendo que o ministro muda de opinião sem ter plano e não operacionaliza o auxílio anunciado. Trata a proposta do Renda Brasil como blefe e cortina de fumaça, repetindo o que Guedes fez na reforma tributária: anunciar sem apresentar nada concreto.
“O governo não está dando sinais consistentes, não está se movendo na velocidade necessária até agora. Paulo Guedes mudou de opinião radicalmente em menos de uma semana” citado · 2020
“Guedes está fazendo com a proteção social o que fez com a reforma tributária: fala que vai fazer, mas não apresenta nada de concreto.” citado · 2020
“Me parece apenas um blefe de Guedes para desviar a atenção da pandemia, pois concretamente ele não está apresentando a lei, a estrutura de gastos” citado · 2020
“ministro da Economia”: Medeiros afirma que a resposta social do governo à pandemia, sob o ministro da Economia Paulo Guedes, ficou muito aquém do necessário e sem clareza sobre como o auxílio chegaria aos informais. Atribui à ação tardia do governo efeitos trágicos sobre a atividade econômica e sobre os mais pobres.
“A resposta social do governo até agora, tanto contra o aumento da pobreza quanto contra um colapso da economia, tem sido muito aquém do necessário, segundo Medeiros.” citado · 2020
“a proposta de Guedes é uma “cortina de fumaça” para desviar o foco da pandemia e dos trágicos efeitos da ação tardia do governo sobre a atividade econômica.” citado · 2020
“A consequência é que a desaceleração econômica vai ter muito impacto sobre a população mais pobre” citado · 2020
Haddad (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria sobre Fernando Haddad nos textos. A única menção ao ministro no dossiê é frase do colunista Celso Rocha de Barros, não de Medeiros, cujas falas tratam do ajuste fiscal em geral, defendendo que cortar gasto com pobre seja o último item e que o país arrecade mais.
“Economizar dinheiro com pobre é a última coisa que o Estado brasileiro deve fazer. O pobre é quem mais precisa de assistência.” citado · 2024
“a maioria das desonerações combatidas por Haddad —inclusive as criadas no governo Dilma — deveria ser extinta mesmo se não houvesse problema fiscal” citado · 2024
Marcus PestanaAutoridade técnica000 / 0—7714 / 143
critica a condução fiscal do governo e da Fazenda
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Haddad: Como diretor-executivo da IFI, Pestana afirma que a política fiscal do governo Lula é insustentável, que a dívida sobe sem interrupção e que as medidas de receita da Fazenda são "band-aids" sem caráter estrutural. Ironiza as intenções do ministro Fernando Haddad ao tratar da alta do imposto de importação, mas mantém tom técnico e chega a negar que haja dominância fiscal.
“Agora, as intenções do governo, só o psicanalista do ministro Fernando Haddad (Fazenda) pode dizer” citado · 2026
“Em sua opinião, as medidas propostas pela Fazenda para aumento das receitas são "band-aids" para salvar o ano e nada têm de estrutural.” citado · 2025
“"Nenhum dos dois principais objetivos da regra fiscal criada neste governo está sendo alcançado"” citado · 2026
“ministro da Fazenda”: Pestana sustenta que o arcabouço fiscal da Fazenda perdeu função porque não estanca a dívida nem ancora expectativas, e classifica de "sinalizações contraditórias" a exclusão de gastos bilionários do limite. Defende manter a regra, porém sem as exceções, e afirma que o próximo governo terá de fazer o ajuste já no primeiro trimestre de 2027.
“"É melhor ter o arcabouço do que não ter, mas ele está se tornando irrelevante. É uma questão matemática: gasto é gasto."” citado · 2025
“"[O arcabouço] nem orienta o ajuste, nem ancora as expectativas", diz Pestana.” citado · 2026
“Marcus Pestana, defendeu que o arcabouço fiscal seja mantido, mas sem as exceções que permitiram excluir uma série de gastos bilionários nos últimos anos.” citado · 2026
Rodrigo OrairAcadêmico617 / 13525 / 0—
critica tecnicamente a condução fiscal de Guedes (usar alta cíclica da arrecadação para cortar tributos) · só é citado sem posição (aparece como técnico da equipe da reforma tributária na Fazenda)
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Guedes: Orair critica a intenção de Guedes de usar o crescimento cíclico da arrecadação para reduzir tributos de forma permanente, dizendo que a decisão cobrará seu preço quando a economia recuar. Sustenta que um governo comprometido com ajuste fiscal deve se guiar pelo resultado estrutural, não pelo componente cíclico.
“Ele afirma que o crescimento cíclico gerado pela recuperação da economia não é um bom guia para a política fiscal.” citado · 2021
“Se ele quer reduzir permanentemente a arrecadação, tudo bem, do ponto de vista estrutural. Mas saiba que, lá na frente, essa decisão vai cobrar seu preço.” citado · 2021
“Ele estaria usando um componente cíclico para perenizar uma redução de imposto. O problema é que o componente cíclico vai e volta.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“de Sérgio Gobetti e Rodrigo Orair, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão subordinado a Guedes.” citado · 2021
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“O economista Rodrigo Orair, que integra a equipe de Appy no Ministério da Fazenda, vai coordenar o grupo responsável pela proposta de regulamentação da cesta básica e do cashback.” citado · 2024
“Três ex-integrantes da Sert continuarão a trabalhar na Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda em questões relacionadas à reforma: Rodrigo Orair, Manoel Procópio e João Nobre.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Dois técnicos –Rodrigo Orair e João Nobre, serão transferidos para a equipe do secretário-executivo, Dario Durigan, para cuidar da regulamentação do imposto seletivo criado pela reforma.” citado · 2025
Claudio ConsideraAcadêmico448 / 83336 / 45
elogia o pacote de reformas de 2019, depois critica a condução econômica do governo · comentário técnico sobre investimento e crescimento, sem avaliar o ministro
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Guedes: Considera saudou o pacote de reformas de 2019 como mudança institucional comparável ao Plano Real e ao Paeg, mas a partir de 2020 passou a criticar a gestão econômica: contestou a recuperação em 'V' anunciada por Guedes, disse temer que o governo estragasse o Plano Real e afirmou não saber qual era a política econômica em curso. Em 2022 assinou o manifesto de economistas que declarou apoio a Lula contra o governo Bolsonaro.
“Meu maior receio é que eles estraguem o Plano Real” citado · 2021
“Não sei qual é a política econômica do governo —e desconfio que ninguém saiba.” citado · 2021
“Está se tentando fazer uma mudança institucional que prepara do país para voltar a crescer. É uma transformação muito grande” citado · 2019
“ministro da Economia”: Considera contestou publicamente a tese de recuperação em 'V' do ministro da Economia, dizendo que o 'V' é 'meio maroto' e não voltou ao nível pré-pandemia. Também afirmou não identificar política econômica no governo e disse que, depois da reforma da Previdência, nada de relevante foi feito.
“O ‘V’ tem a ver com o buraco que nós caímos, não com a subida que tivemos. É um ‘V’ meio maroto” citado · 2020
“Sempre disseram que fariam reformas e que a economia cresceria espontaneamente. Mas depois da reforma da Previdência, não conseguiram fazer nada de relevante” citado · 2021
“Considera lembra que a maior parte dos trabalhadores não teve aumentos reais (acima da inflação) e não há sinais claros de uma estratégia do governo” citado · 2021
Haddad: Considera comenta a conjuntura da gestão Haddad em chave técnica: aponta a queda do investimento e a incerteza sobre a reforma tributária como travas ao crescimento e calcula em cerca de 2% o potencial de crescimento sem inflação. Ele não avalia Haddad nem o Ministério da Fazenda diretamente em nenhum dos trechos.
“Isso mostra o problema que a economia terá para crescer no próximo ano. A FBCF, por exemplo, está negativa, foi muito ruim” citado · 2023
“O que é preocupante é essa questão do investimento. Tem muito a ver com uma certa incerteza do empresário para investir.” citado · 2023
“Acho impossível que o potencial esteja em 3%” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Nos textos que citam o Ministério da Fazenda, Considera aparece apenas como analista de conjuntura: atribui o travamento dos investimentos aos juros elevados e à incerteza sobre a reforma tributária, que teme ver descaracterizada, e estima em torno de 2% o crescimento potencial. Não emite juízo sobre o ministro ou a condução da pasta.
“Segundo o pesquisador, além dos juros elevados, a incerteza sobre projetos como a Reforma Tributária também contribuiu para travar os investimentos.” citado · 2023
“Não está muito claro o que pode acontecer com a Reforma Tributária, que pode ser descaracterizada. O empresário não sabe ainda o que vai pagar de imposto” citado · 2023
“Acho impossível que o potencial esteja em 3%” citado · 2024
Thiago SalomãoJornalista-comentarista9512 / 65000 / 0—
comenta tecnicamente o ministro como variável de mercado, sem elogio nem ataque
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Guedes: Salomão, então analista da Rico, avalia Guedes pelo efeito no mercado: diz que as medidas anunciadas pelo ministro mostraram que o Brasil tem poucas alternativas fiscais e que a ausência dele numa audiência evitou desgaste político. O tratamento é técnico e descritivo, sem defesa nem pedido de saída.
“Poderia haver um desgaste de Paulo Guedes, que poderia ter mais perdas indo lá falar, do que não indo” citado · 2019
“E com as medidas anunciadas pelo ministro Paulo Guedes, percebemos que o mercado já viu que o Brasil não tem muitas alternativas de onde tirar dinheiro agora” citado · 2020
“Para o analista, a redução de danos pela ausência de Guedes não deveria ser suficiente para sustentar a forte alta da Bolsa.” citado · 2019
“ministro da Economia” (arbitrado): Nos quatro textos ele fala como analista da Rico Investimentos, com fala atribuída em todos, e sustenta uma leitura fiscal ortodoxa: as medidas de combate à pandemia não podem abrir precedente de perda de controle dos gastos, e uma reforma da Previdência que gere economia trilionária compensa até a demora na tramitação. Não emite juízo sobre o Ministério da Economia como instituição nem sobre o ministro; trata dólar, Selic, Copom e Previdência em chave de mercado.
“Essas medidas têm que ser feitas, mas o problema é como são feitas para não abrirmos precedentes e perdermos o controle dos gastos” citado · 2020
“Mas é também uma troca: se aumentar o prazo e vier uma reforma que gere economia trilionária, excelente” citado · 2019
“Surpreendente é a melhor palavra para definir a decisão do Copom ontem a noite, ao decidir não só pelo corte de 75 pontos-base na Selic” citado · 2020
Marcelo KfouryAcadêmico530 / 0—510 / 0—
Malu GasparJornalista-comentarista516 / 0—437 / 0—
só é citada sem posição · só é citada sem posição
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Guedes: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Nos cinco textos ela aparece como repórter de O Globo e da piauí cuja apuração é referida por colunistas da Folha, e num deles quem fala é Guedes, não ela.
“Em 2018, Paulo Guedes disse à jornalista Malu Gaspar, da revista Piauí, que Bolsonaro havia se tornado “um animal completamente diferente”.” citado · 2020
“A repórter Malu Gaspar mostrou que na “nova política” acontecem também golpes da modernidade, como a utilização de informações vindas do coração do governo” citado · 2021
“A operação foi noticiada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. De acordo com a jornalista, as operações foram executadas por meio da corretora Tullett Prebon.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é a coluna de Celso Rocha de Barros, que a menciona apenas como a jornalista a quem Guedes deu uma declaração em 2018.
“Em 2018, Paulo Guedes disse à jornalista Malu Gaspar, da revista Piauí, que Bolsonaro havia se tornado “um animal completamente diferente”.” citado · 2020
Haddad: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. As menções são a apurações factuais dela em O Globo (dividendos da Petrobras, tributação de bets, caso Master), sem avaliação sua sobre Haddad.
“de que os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Rui Costa (Casa Civil) decidiram pagar os dividendos da petroleira que foram retidos” citado · 2024
“Ele teria feito isso em negociação com os partidos do "centrão" para poder encaminhar a votação da matéria, diz a jornalista Malu Gaspar, de O Globo.” citado · 2025
“A repórter Malu Gaspar, do jornal O Globo, estimou o valor da hora cobrada a Vorcaro.” citado · 2026
“ministro da Fazenda”: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Colunistas da Folha remetem à apuração dela sobre o Banco Central no caso Master, sobre a retirada da tributação de bets e sobre a Petrobras, sem trazer opinião sua sobre o Ministério da Fazenda.
“Apuração da jornalista Malu Gaspar, de O Globo, já havia dado conta de que Ailton de Aquino Santos, diretor de Fiscalização desde julho de 2023, teria pedido” citado · 2026
“a repórter Malu Gaspar revelou que o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, mostra uma carta na manga: o anúncio de um "Mar de Oportunidades"” citado · 2024
“Ele teria feito isso em negociação com os partidos do "centrão" para poder encaminhar a votação da matéria, diz a jornalista Malu Gaspar, de O Globo.” citado · 2025
Aloisio AraujoAcadêmico930 / 0—101 / 15
avalia a condução fiscal do governo federal: economia e fiscal não descontrolados, mas pressões sobre o caixa preocupam
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Haddad: Araujo diz que renegociar a dívida dos estados é injustiça social e que cabe ao governo federal ser duro nessa negociação. Ele avalia que a economia não está tão mal e a situação fiscal não está descontrolada, mas aponta preocupação com as pressões sobre o caixa da União (dividendos da Petrobras, política industrial, benefícios fiscais).
“"Do ponto de vista social, não faz sentido", afirma o economista.” citado · 2024
“Para ele, "a economia não está tão mal", crescendo por volta de 3%, 2,5%, e a situação fiscal não está descontrolada” citado · 2024
“Araujo afirma que cabe ao governo federal ser duro nas negociações com os estados.” citado · 2024
Gabriel Leal de BarrosMercado303 / 236410 / 83
critica a condução fiscal do governo Bolsonaro sem nomear Guedes · critica a condução fiscal de Haddad
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Guedes: Barros critica a proposta de troca do teto de gastos por uma regra de dívida discutida no governo e defende um limite sobre o gasto primário, nos moldes suecos, acompanhado de reformas. Alerta que a equipe econômica não conseguirá segurar a pressão por mais gastos e que a PEC dos Precatórios abriu precedente de acomodação política.
“Isso é culpa do Congresso, que destruiu a tecnologia do teto de gastos. Se nem o que está na Constituição Federal está garantido, fica uma incerteza” citado · 2022
“O que o governo tem poder direto de controle é a despesa, e uma regra crível precisa ser sobre o gasto primário” citado · 2022
“A lista de demandas é enorme e vai ser difícil segurar a pressão” citado · 2021
Haddad: Barros é crítico consistente da política fiscal de Haddad: diz ser contrário desde a origem ao programa de renegociação da dívida dos estados, que chama de licença para gastar, e acusa o governo de interditar a discussão sobre revisão de despesas. Rebate a tese de Haddad de que a herança recebida explica a dificuldade atual, atribuindo o problema à PEC da Transição, e trata as premissas de receita do governo como heroicas.
“Eu sou crítico desse programa desde o início, quando ainda era o " Juros por Educação " do Haddad” citado · 2026
“rebate Haddad e diz que grande parte da dificuldade atual foi causada pela PEC da Transição, que elevou o gasto em quase 2% do PIB” citado · 2025
“O governo interditou a discussão sobre a revisão de gastos, mas existem medidas para um ajuste justo” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Barros condena o programa de renegociação da dívida dos estados como uma licença para gastar que desperdiça a chance de ajuste estrutural e cobra do governo a revisão de despesas que, segundo ele, foi interditada. Rejeita a explicação da Fazenda de que a herança do Congresso sob Bolsonaro causou o aperto atual, apontando a PEC da Transição como origem do problema.
“não resolve o problema [da dívida], os estados usam a renegociação como espaço fiscal para gastar mais e não encaram os desafios estruturais. É uma licença para gastar” citado · 2026
“É uma abordagem passiva, não adianta culpar os governos e Congresso pelos problemas atuais.” citado · 2025
“Por que não empoderar a agenda da ministra Simone Tebet, que representa uma coalizão de centro, fazendo uma composição entre aumento de receita e revisão de gasto” citado · 2023
Vilma PintoAutoridade técnica202 / 25749 / 84
avalia tecnicamente a política fiscal do governo, sem julgar o ministro · cética quanto à consistência das metas fiscais do governo, em tom técnico
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Guedes: Como analista fiscal (Ibre-FGV e depois IFI), Vilma Pinto avalia medidas do governo Bolsonaro/Guedes em chave técnica: considera positivo tirar da Constituição a regra de reajuste de aposentadorias porque dá mais liberdade às contas públicas, e alerta que a melhora da arrecadação em 2022 vinha de royalties de petróleo e inflação. Ela não emite juízo sobre Guedes, só sobre os números.
“Mas, do ponto de fiscal, o governo teria mais de liberdade nas suas contas, e isso é positivo” citado · 2019
“Segundo ela, o crescimento da receita tem causado uma "sensação de melhora nas contas", mas boa parte do aumento vem de royalties de petróleo” citado · 2022
Haddad: Vilma Pinto sustenta que a meta de zerar o déficit não é compatível com a estrutura de receitas e despesas do governo e que a aprovação do arcabouço, por si só, não garante resultados fiscais consistentes. Ela aponta perda de fôlego da arrecadação como desafio adicional à equipe econômica e diz que reduzir desonerações é politicamente muito difícil.
“A meta de zerar o déficit no próximo ano não é compatível com a estrutura atual de receitas e despesas do governo” citado · 2023
“É muito fácil conceder benefício, mas existe uma resistência muito grande em reduzir” citado · 2024
“Uma eventual frustração de receita pode aumentar o desafio de cumprimento da meta do ano que vem” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Vilma Pinto alerta que o aumento do endividamento de estados e municípios é arriscado no meio da mudança do sistema tributário e compara o quadro ao início da crise fiscal dos estados na década passada. Sobre as contas federais, afirma que a queda da arrecadação é um desafio adicional à equipe econômica e que a meta de déficit zero não cabe na estrutura atual de receitas e despesas.
“É um risco pensar em aumento de endividamento no contexto de mudança no sistema tributário” citado · 2024
“afirma que a piora recente indica "um desafio adicional" para a equipe econômica” citado · 2023
“A meta de zerar o déficit no próximo ano não é compatível com a estrutura atual de receitas e despesas do governo” citado · 2023
João Luiz MauadComentarista550 / 0—210 / 0—
Felipe MirandaMercado617 / 27325 / 13
vê Guedes como fator de contenção; critica Bolsonaro, não o ministro · critica a condução fiscal, cobra medida crível sobre gastos
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Guedes: Miranda trata a permanência de Paulo Guedes no governo como anteparo: diz que o ministro da Economia fica no cargo para impedir uma explosão do país e vê com cautela a hipótese de desembarque. A crítica dele se dirige ao intervencionismo de Bolsonaro, sobretudo na Petrobras, não à condução do ministro.
“Miranda avalia que o ministro da Economia fica no governo para impedir uma "explosão" do país.” citado · 2021
“Para o empresário, não é provável que a manifestação atual de Bolsonaro desencadeie um desembarque de Paulo Guedes do governo, mas este cenário é visto com cautela.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Miranda afirma que o ministro da Economia permanece no governo para impedir uma explosão do país. O único texto do arquivo é o mesmo da entrevista de fevereiro de 2021, em que ele critica a ingerência de Bolsonaro na Petrobras e o avanço do intervencionismo.
“Miranda avalia que o ministro da Economia fica no governo para impedir uma "explosão" do país.” citado · 2021
Haddad: Miranda cobra uma medida crível e robusta de contenção dos gastos fiscais brasileiros e diz que a melhora de perspectiva das agências de risco tem impacto apenas marginal. Ele não avalia Haddad nominalmente nos trechos; a crítica recai sobre o esforço fiscal do governo.
“precisamos de uma medida crível e robusta de atenção sobre os gastos fiscais brasileiros. É uma notícia boa, mas com impacto marginal” citado · 2024
“Felipe Miranda, da Empiricus, também chama atenção para a questão fiscal.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Everardo MacielEx-autoridade325 / 33246 / 44
critica a reforma tributária de Guedes · aval pontual, mas contra taxar dividendos
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Guedes (arbitrado): Maciel critica a reforma tributária projetada por Paulo Guedes, resumindo-a como aumento de carga sobre a escola e redução sobre o carro de luxo. Em outro texto, sua expressão relatada para o desenho da reforma é território de felinos e hienas.
“diz, a um só tempo, o mínimo e tudo sobre a “reforma” tributária projetada por Paulo Guedes: “Aumentam a carga tributária da escola e diminuem a do carro de luxo”” citado · 2020
“se reduz a reforma naquilo que o ex-secretário da Receita Everardo Maciel chamou de território de felinos e hienas” citado · 2021
“ministro da Economia” (arbitrado): Maciel qualifica a reforma tributária em tramitação como território de felinos e hienas, expressão dele relatada por um senador. Não há neste material nenhum texto assinado por ele nem outra fala própria sobre a pasta.
“se reduz a reforma naquilo que o ex-secretário da Receita Everardo Maciel chamou de território de felinos e hienas” citado · 2021
Haddad: Maciel considera correta a tentativa do governo Lula de igualar a tributação dos fundos, mas sustenta que os mais ricos migrarão para papéis isentos como LCA e LCI. Ele é contra a volta da tributação de lucros e dividendos, e defende que taxar diretamente o lucro das empresas arrecada mais.
“a gestão Lula está certa em tentar igualar o tratamento de diferentes tipos de fundos” citado · 2023
“Por outro lado, Maciel é contra a volta da tributação de lucros e dividendos” citado · 2023
“O contribuinte não é um cordeirinho que fica aguardando você fazer as coisas (novos tributos) e dá o pescoço, não. Ele vai dar saída (dos investimentos)” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Maciel defende manter a isenção de dividendos e tributar diretamente o lucro das empresas, contrariando a linha da Fazenda, embora aprove a equiparação da tributação dos fundos. Assina com Pedro Malan parecer que sustenta a validade do duplo benefício tributário nos combustíveis e é usado para contestar a posição do governo Lula.
“Parecer assinado pelo ex-ministro da Fazenda Pedro Malan e pelo ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel argumenta que o "duplo benefício tributário" fez sentido na época” citado · 2026
“Maciel argumenta que isentar dividendos e taxar diretamente o lucro das empresas é uma maneira mais eficaz de arrecadação.” citado · 2023
“"Tratou-se de aumentar a efetividade da política de contenção de preços ao consumidor final", diz o texto, usado pelos reclamantes para contestar a posição do governo Lula.” citado · 2026
Luiz Carlos Mendonça de BarrosEx-autoridade403 / 33437 / 47
critica o liberalismo de Guedes como ideológico e irrealizável, com ressalvas pontuais · elogia Haddad e atribui o limite fiscal ao governo Lula e ao PT
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Guedes: Mendonça de Barros diz que há um componente ideológico na gestão de Guedes que prejudica suas escolhas e que a prometida revolução liberal nunca teve condições de ser feita. Reconhece acertos pontuais, como a lei do gás e a independência do Banco Central, mas classifica o financiamento do Renda Brasil como desastre e avalia que Guedes pode ser defenestrado se enfrentar o Congresso.
“Paulo Guedes criou a expectativa de uma revolução liberal que nunca teve condições de fazer. A gente olhava e dava risada, quem conhece os limites da política sabe disso” citado · 2020
“há um componente ideológico na administração de Guedes que prejudica suas escolhas” citado · 2019
“se Guedes decidir enfrentar os parlamentares por conta de entraves a seus projetos, pode acabar defenestrado pelo presidente” citado · 2021
Haddad: Mendonça de Barros chama Haddad de ministro da Fazenda de grande qualidade e atribui a dificuldade de perseguir superávit primário ao formato ideológico de gestão econômica de Lula e do PT, não ao ministro. Ao mesmo tempo, declara-se muito pessimista com a economia brasileira em 2025 e 2026.
“O máximo que se consegue com um ministro da Fazenda de tanta qualidade como está se mostrando o Haddad é lutar por manter o mínimo” citado · 2024
“Estou muito pessimista com a economia brasileira em 2025 e 2026” citado · 2024
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Mendonça de Barros trata Haddad como ministro da Fazenda de alta qualidade, mas sustenta que o formato ideológico de gestão econômica de Lula e do PT impossibilita compromissos firmes com superávit primário, restando ao ministro lutar pelo mínimo. Reconhece que a revisão da S&P marcou o fim do calvário dos maus pagadores e que a credibilidade do governo mudou para melhor, mas nega mudança no crescimento e se diz muito pessimista com a economia brasileira em 2025 e 2026.
“O máximo que se consegue com um ministro da Fazenda de tanta qualidade como está se mostrando o Haddad é lutar por manter o mínimo” citado · 2024
“Estou muito pessimista com a economia brasileira em 2025 e 2026” citado · 2024
“Mudou, na questão da credibilidade do governo, mas não na questão de crescimento” citado · 2023
Fernanda ConsorteMercado8311 / 75000 / 0—
leitura técnica de mercado: critica a deterioração fiscal e as falas de Guedes, mas o trata como âncora liberal do governo
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Guedes: Consorte fala sempre como economista-chefe do Banco Ourinvest em matérias de câmbio e Bolsa: atribui a alta do dólar à deterioração fiscal, ao drible no teto de gastos (que chama de pedalada fiscal) e à instabilidade política, e classifica a fala de Guedes sobre juros e AI-5 como infeliz, ainda que não proposital. Ao mesmo tempo, trata a permanência de Guedes como "único braço liberal do governo" e defende a aprovação rápida da reforma da Previdência como o que seguraria o câmbio.
“Embora tenha ocorrido esse ajuste, após a permanência do ministro Paulo Guedes como único braço liberal do governo, o dólar rodando perto de R$ 5,60 significa aversão ao risco” citado · 2021
“Não acho que tenha sido proposital. Ele foi infeliz na fala dele. Queria dizer que estava tudo bem, mas causou stress no mercado e piorou a situação.” citado · 2019
“Se a reforma da Previdência fosse aprovada com a mesma velocidade que foi aprovado o Orçamento impositivo [uma derrota do governo na Câmara], o dólar estaria a R$ 3,60.” citado · 2019
“ministro da Economia”: Consorte atribui a pressão sobre o dólar à combinação de tensões políticas com o aumento de despesas do governo e a deterioração fiscal, citando precatórios e um Bolsa Família maior como gatilhos. Sustenta que a alta do câmbio é "onda política" e que a aprovação rápida da reforma da Previdência teria segurado a moeda.
“a combinação de tensões políticas e temores de que haja aumento nas despesas do governo, com deterioração fiscal, puxa a cotação do dólar para cima” citado · 2021
“Esta alta é apenas uma onda política, já que a taxa de juros está baixa e o Brasil tem uma grande reserva” citado · 2019
Sergio WerlangAcadêmico101 / 0—548 / 55
fala no texto, mas não sobre Guedes: critica o BC por ser conservador demais e defende corte de juros · técnico: cobra disciplina fiscal do governo e apoia tributar dividendos
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Guedes (arbitrado): No único texto do dossiê Werlang fala apenas de política monetária: sustenta que o Banco Central pode cortar os juros e que a autoridade monetária tem sido excessivamente conservadora. Ele não diz nada sobre Paulo Guedes nem sobre o Ministério da Economia.
“é mais uma evidência de que o Banco Central pode cortar os juros. É o único instrumento de curtíssimo prazo para ajudar a economia a voltar a crescer” citado · 2019
“Para Werlang, a autoridade monetária tem sido “excessivamente conservadora”, ao atribuir um risco muito alto de aumento da inflação, caso os juros caiam.” citado · 2019
Haddad: Werlang cobra do governo disciplina fiscal e diz que é papel do BC avisar que estímulo à demanda obriga a manter juros altos por mais tempo. Ele apoia a tributação de dividendos e defende uma meta de inflação maior, sem avaliar Haddad pessoalmente.
“É papel do BC dizer: ‘se vocês ficam dando estímulo na demanda, complicando a minha vida, vou ter de manter essa taxa por mais tempo’” citado · 2023
“O problema do Brasil é que o dividendo é isento e existem regimes que têm alíquotas muito baixas” citado · 2025
“é um dos poucos defensores da adoção de uma meta de inflação maior nos próximos anos, ao redor de 4% ou 4,5%” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Werlang diverge da posição do governo ao defender meta de inflação maior, de 4% a 4,5%, e quer que o CMN repita a fórmula de metas ajustadas de 2003. Ele também sustenta que o BC deve insistir na questão fiscal enquanto o governo estimular a demanda.
“é um dos poucos defensores da adoção de uma meta de inflação maior nos próximos anos, ao redor de 4% ou 4,5%” citado · 2023
“a autoridade monetária deveria continuar insistindo na questão fiscal” citado · 2023
“A gestão do Banco Central tem sido mais conservadora do que o ideal, porque tem insistido demasiadamente em seguir a meta [de inflação] de 3%” citado · 2026
Alexandre ManoelMercado112 / 14538 / 74
critica a condução fiscal do governo (sem nomear o ministro) · aprovou o arcabouço no início e depois passou a criticar a condução fiscal
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Guedes: Critica a condução fiscal do período Guedes: diz que o ajuste concentrado só no controle de despesas dá sinais de exaustão e que os benefícios tributários foram concedidos sem metas e sem controle. Propõe reversão horizontal dos benefícios e cita o corte linear do IPI como exemplo do caminho.
“o Brasil vem há cinco anos centrando os esforços de ajuste fiscal no controle das despesas, um receituário que dá sinais de exaustão” citado · 2022
“Os benefícios tributários foram concedidos em sua maior parte sem metas estabelecidas e sem controle” citado · 2022
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Haddad: Em 2023 avaliou favoravelmente a Fazenda de Haddad, dizendo que o arcabouço afastava o risco de repetição da era Dilma e apoiando o corte de benefícios tributários. A partir de 2025 passou a criticar a mesma gestão, falando em deterioração das contas, corrosão do arcabouço e limite já atingido no aumento de arrecadação.
“O ministério da Fazenda não deu qualquer sinal em direção a retomar políticas consideradas equivocadas da [ex-presidente] Dilma [Rousseff]. Na verdade, estão fazendo o contrário” citado · 2023
“embora um eventual corte dos benefícios tributários possa resultar em aumento da carga tributária , isso seria positivo, pois deixaria de haver tratamento privilegiado a alguns setores” citado · 2023
“O governo optou por não mexer nas despesas estruturais e, ao contrário, reverteu políticas de salário mínimo” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Sustenta que as contas públicas sob a atual Fazenda estão em deterioração, com gastos fora do arcabouço via fundos e bancos públicos elevando a dívida. Afirma que o aumento de arrecadação chegou ao limite e que reduzir o teto de despesas de 2,5% para 1,5% não será suficiente.
“há uma série de indicadores que revelam a "deterioração" das contas públicas” citado · 2025
“a situação fiscal brasileira com o crescimento da dívida requer medidas que vão além de só controlar o crescimento do gasto primário” citado · 2026
“embora o atual governo tenha conseguido aumentos reais na arrecadação, esse movimento "chegou a um limite"” citado · 2025
Alexandre GarciaComentarista726 / 0—000 / 0—
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Em nenhum dos cinco textos o trecho que menciona Alexandre Garcia fala de Paulo Guedes, e não há fala dele atribuída sobre o ministro.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto o menciona como nome cotado para porta-voz do governo, sem referência ao Ministério da Economia no trecho.
Roberto RodriguesEx-autoridade325 / 0—133 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Roberto Rodrigues, que foi ministro da Agricultura , não era petista de jeito nenhum.” citado · 2022
“Cadê a euforia dos empresários com a vitória do Bolsonaro? Roberto Rodrigues Roel (São Paulo, SP)” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Veja o [ex-ministro da Agricultura] Roberto Rodrigues. Nem sei se ele votará no Pacheco, mas é a referência de suas ideias para o agronegócio.” citado · 2021
“O que me parece é que o mercado quer nomear o ministro da Fazenda. Querem lá pessoas com quem têm interlocução.” citado · 2022
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Aliados de Haddad relataram como ideal para vice do petista uma versão mais jovem do ex-ministro Roberto Rodrigues.” citado · 2026
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Wedekin e Roberto Rodrigues reconheceram, em entrevista à Folha , a grande importância do trabalho de Eliseu Alves.” citado · 2026
“O ex-ministro da Agricultura Roberto Rod” citado · 2023
Laura Muller MachadoAcadêmico101 / 0—536 / 25
só é citado sem posição · não fala de Haddad; sobre o ministro da Fazenda, apoia a revisão da política social e critica o fim do abono
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os trechos do único texto tratam das perdas educacionais da pandemia calculadas por ela e Ricardo Paes de Barros, sem referência a Paulo Guedes.
“Laura Machado diz que, além do aumento da desigualdade devido às oportunidades diferentes de aprendizado entre ricos e pobres na pandemia, os 3,5 milhões de jovens” citado · 2021
Haddad: Nos textos do dossiê de Haddad ela aparece apenas como pesquisadora do Insper tratando de política social (Bolsa Família, população de rua, fome), sem se pronunciar sobre Fernando Haddad. A única postura sobre ele como ministro está na coluna autoral do dossiê min_fazenda: considera bem-vinda a revisão da política social anunciada pelo ministro e trata o fim do abono salarial como retrocesso.
“Já a pesquisadora Laura Müller Machado, do Insper, avalia que o Bolsa Família em seu modelo atual desestimularia a emancipação das famílias do programa.” citado · 2023
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Em coluna autoral de fevereiro de 2026, chama de muito bem-vinda a revisão da política social mencionada pelo ministro da Fazenda e sustenta, já no título, que acabar com o abono salarial é retrocesso na redução da pobreza. Nos outros dois textos aparece apenas como signatária do manifesto contra exceções na reforma tributária e como pesquisadora que critica o desenho atual do Bolsa Família, sem postura sobre o ministério.
“Em entrevista recente, o ministro da Fazenda mencionou a intenção de realizar um redesenho da política social brasileira, que pode incluir uma possível extinção ou redução do abono salarial.” autoral · 2026
“Uma revisão é muito bem-vinda, considerando que a característica da pobreza brasileira mudou: a nova cara da pobreza brasileira é a de trabalhadores excluídos do mercado de trabalho.” autoral · 2026
“Já a pesquisadora Laura Müller Machado, do Insper, avalia que o Bolsa Família em seu modelo atual desestimularia a emancipação das famílias do programa.” citado · 2023
Paula ZogbiJornalista-comentarista110 / 0—527 / 14
critica a condução fiscal do governo (gastos e endividamento), em tom técnico de mercado
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Haddad: Como estrategista-chefe da Nomad, Zogbi aponta que o aumento dos gastos públicos às vésperas das eleições e o endividamento brasileiro pressionam o real. Nos demais textos ela comenta juros, inflação e tarifas em tom descritivo, sem tratar do ministro.
“somado à percepção de que os gastos públicos continuam aumentando às vésperas das eleições, faz com que o real fique pressionado perante moedas mais seguras” citado · 2025
“Mas não dá para ignorar o endividamento brasileiro por muito mais tempo.” citado · 2025
“a inflação brasileira continua longe da meta do Banco Central, o que reforça juros mais altos” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos ela aparece comentando ata do Copom, juros e tarifas, sem tratar do Ministério da Fazenda.
“Reforça que a trajetória dos juros é de queda, o que estimula a Bolsa brasileira, enquanto o diferencial de juros em relação aos EUA permanece consideravelmente elevado” citado · 2026
José Roberto Mendonça de BarrosMercado213 / 24154 / 27
cético com a agenda de reformas do governo, sem atacar o ministro pelo nome · avalia o ministro positivamente e dirige a crítica a Lula
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Guedes: Aparece entre os liberais céticos com as reformas do governo Bolsonaro: ironiza os jabutis enfiados na privatização da Eletrobras e considera prematuro e exagerado o otimismo do mercado com a tramitação das reformas depois da aliança com o Centrão. Não há nos trechos avaliação direta sobre Paulo Guedes.
“"O caso da Eletrobras não foi um jabuti, foi um Projeto Tamar inteiro, né?", brinca o economista José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica.” citado · 2021
“ele dizia julgar prematuro e exagerado o otimismo que o mercado financeiro demonstrava naquele momento com a tramitação das reformas após a aliança entre governo e o Centrão” citado · 2021
“ministro da Economia”: No único texto, o mesmo da reportagem sobre liberais que defendem o abandono das reformas, critica o desfiguramento das propostas no Congresso e o otimismo do mercado com a agenda econômica do governo. Não avalia o ministro pessoalmente nos trechos.
“"O caso da Eletrobras não foi um jabuti, foi um Projeto Tamar inteiro, né?", brinca o economista José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica.” citado · 2021
“ele dizia julgar prematuro e exagerado o otimismo que o mercado financeiro demonstrava naquele momento com a tramitação das reformas após a aliança entre governo e o Centrão” citado · 2021
Haddad: Diz que Haddad tem dado sinais positivos à frente da Fazenda e contrapõe essa condução às falas de Lula contra a autonomia do Banco Central, a meta de inflação e a responsabilidade fiscal, que classifica como uma coleção de equívocos. O alerta de crise recai sobre o presidente, não sobre o ministro.
“Segundo ele, enquanto o ministro Fernando Haddad (Fazenda) tem dado sinais positivos, Lula fala para seu "cercadinho" de esquerda, assim como Jair Bolsonaro (PL) fazia com apoiadores na direita.” citado · 2023
“Mendonça de Barros qualifica como "uma coleção de equívocos" as recentes declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) questionando a autonomia do Banco Central” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: No único texto com fala atribuída, afirma que o ministro da Fazenda dá sinais positivos e culpa as declarações de Lula pelo risco de crise. Nos outros dois textos aparece apenas como signatário de um manifesto pela Reforma Tributária sem exceções e como nome citado numa lista sobre o Plano Real, sem posição própria.
“Segundo ele, enquanto o ministro Fernando Haddad (Fazenda) tem dado sinais positivos, Lula fala para seu "cercadinho" de esquerda, assim como Jair Bolsonaro (PL) fazia com apoiadores na direita.” citado · 2023
“O economista José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda (1995-1998), afirma que o Brasil tem grande chance de se beneficiar, em 2024, de um novo ciclo de recuperação da economia mundial” citado · 2023
Cláudio FrischtakMercado516 / 23112 / 0—
critica o ataque de Guedes ao IBGE e o risco de populismo · só é citado sem posição
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Guedes: Frischtak afirma que o questionamento das pesquisas do IBGE pelo ministro Paulo Guedes caiu muito mal entre investidores estrangeiros, que associaram o episódio à manipulação de índices por Cristina Kirchner na Argentina. Ele diz que esses investidores veem na situação a volta do populismo e maior controle estatal sobre a economia.
“"O episódio do ministro da Economia, Paulo Guedes, questionando as pesquisas do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] caiu muito mal", acrescenta Frischtak.” citado · 2021
“Eles acham ainda que a situação atual indica a volta do populismo, depois de tudo o que viram neste ano” citado · 2021
“Segundo Frischtak, esses investidores consideram que a polarização política —seja com Bolsonaro, seja com Lula no comando em 2023— trará um possível controle estatal maior sobre a economia” citado · 2021
“ministro da Economia”: Frischtak diz que o episódio em que o ministro da Economia, Paulo Guedes, questionou as pesquisas do IBGE caiu muito mal no exterior. Ele relata que os investidores que assessora lembraram imediatamente da manipulação de índices por Cristina Kirchner na Argentina.
“"O episódio do ministro da Economia, Paulo Guedes, questionando as pesquisas do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] caiu muito mal", acrescenta Frischtak.” citado · 2021
“Os investidores que eu assessoro se lembraram imediatamente da Cristina Kirchner [que manipulou o cálculo da inflação na Argentina].” citado · 2021
Haddad (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. No único texto do dossiê Frischtak fala apenas da estimativa de custo da reconstrução da infraestrutura gaúcha, e a menção a Fernando Haddad é do repórter, relatando o ceticismo da equipe do ministro diante dessa conta.
“"É [uma conta] preliminar? É. Mas já começa a dar uma ideia do tamanho do buraco.” citado · 2024
“Integrantes da equipe do ministro Fernando Haddad (Fazenda) veem as cifras com certo ceticismo e avaliam que o custo não chegará a um décimo da estimativa.” citado · 2024
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é artigo de terceiro que usa a estimativa de R$ 92 bilhões de Frischtak como dado do próprio argumento do colunista sobre o arcabouço fiscal e o Tesouro.
“Apenas o custo de reconstrução da infraestrutura exigirá gastos de R$ 92 bilhões, conforme estimativa do economista Cláudio Frischtak.” citado · 2024
Gabriel UlysseaAcadêmico000 / 0—530 / 0—
Naercio Menezes FilhoAcadêmico336 / 0—112 / 0—
critica o desenho de programa do governo, sem tratar do ministro
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Guedes: Nos três textos que cruzam seu nome com Guedes, as falas atribuídas a ele tratam só do desenho do Auxílio Brasil e da vinculação constitucional de gastos em saúde e educação. Ele não avalia Paulo Guedes nem a condução da política econômica do ministro em nenhum trecho.
“São vários penduricalhos, que acabam desvirtuando a essência do programa e usando recursos que poderiam ser destinados diretamente ao pagamento da transferência” citado · 2021
“O que precisaria fazer era acabar com a fila, aumentar o valor e usar o aplicativo. Não precisava de novo projeto de lei, mudar o nome, nada disso” citado · 2021
“ministro da Economia”: Os três textos deste dossiê são os mesmos do arquivo de Guedes e trazem apenas suas avaliações técnicas sobre o Auxílio Brasil e sobre vinculações orçamentárias. Nenhum trecho traz postura dele sobre o ministro ou o Ministério da Economia.
“São vários penduricalhos, que acabam desvirtuando a essência do programa e usando recursos que poderiam ser destinados diretamente ao pagamento da transferência” citado · 2021
“Nossos políticos, entretanto, estão muito longe desse ideal” citado · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Fazenda”: O único texto o lista como um dos signatários de um manifesto de economistas e empresários contra exceções na reforma tributária. O trecho é apenas a linha da lista de assinaturas, sem fala dele sobre o ministro ou o Ministério da Fazenda.
“Naercio Menezes Filho – professor titular de economia do Insper e professor associado da USP.” citado · 2023
Yoshiaki NakanoAcadêmico224 / 23043 / 1—
critica a condução fiscal do governo por ser lenta e não mexer na folha do funcionalismo
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Guedes: Nakano critica o ajuste fiscal do governo Bolsonaro/Guedes por ser demorado e por não atacar a folha de pagamento do setor público. Ele defende um ajuste muito rápido, com corte de salários e demissão de servidores, sob o argumento de que sem isso a política fiscal não tem credibilidade.
“O economista Yoshiaki Nakano, da FGV, afirmou que o Brasil faz um ajuste fiscal demorado e que não ataca a folha de pagamento do setor público.” citado · 2019
“Eu vejo como solução fazer um ajuste fiscal muito rápido. Tem de mexer com salário de servidor público, demitir. Enquanto não mexer na folha de salário” citado · 2019
“ministro da Economia”: Nakano diz que o ajuste fiscal em curso no governo é demorado e não ataca a folha de pagamento do setor público. Ele cobra um ajuste muito mais rápido, com mexida em salário de servidor e demissões, como condição de credibilidade da política fiscal.
“O economista Yoshiaki Nakano, da FGV, afirmou que o Brasil faz um ajuste fiscal demorado e que não ataca a folha de pagamento do setor público.” citado · 2019
“Eu vejo como solução fazer um ajuste fiscal muito rápido. Tem de mexer com salário de servidor público, demitir. Enquanto não mexer na folha de salário” citado · 2019
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Nakano sustenta que o Plano Real conteve a inflação pela âncora cambial mas manteve intacto o regime monetário da hiperinflação, que se tornou danoso à economia brasileira. Registra preocupação com a sustentabilidade da âncora cambial e com um ajuste fiscal insuficiente, sem se manifestar sobre o ministro ou o Ministério da Fazenda atual.
“O problema é que o Plano Real interrompeu a inflação, utilizando da âncora cambial, mas manteve intacto todo o regime monetário do período de hiperinflação até hoje.” citado · 2024
“tinha preocupações sobre a sustentabilidade da âncora cambial e os riscos de um ajuste fiscal insuficiente.” citado · 2024
Andrea DamicoMercado213 / 35232 / 24
comentário técnico sobre a meta de inflação, sem avaliar o ministro · análise técnica com cobrança de mais aperto fiscal
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Guedes: Damico defende manter as metas de inflação como estão, sustentando que a margem de tolerância já é suficiente para choques atípicos e que elevar a meta seria senha para tolerar inflação mais alta. Nos dois textos ela fala apenas de política monetária e do CMN, sem avaliar Paulo Guedes ou sua gestão.
“Não é momento adequado para mexer na meta quando a gente precisa reancorar as expectativas longas do mercado, que estão muito deterioradas.” citado · 2022
“Andrea Damico, economista-chefe da Armor Capital, também considera que não é o momento ideal para anunciar alterações nas metas de inflação.” citado · 2022
“Para Andrea Damico, economista-chefe da Armor Capital, a margem de tolerância já é um mecanismo suficiente para lidar com choques inflacionários atípicos.” citado · 2022
“ministro da Economia”: No único texto, sobre a definição da meta de inflação de 2025 pelo CMN, Damico sustenta que a margem de tolerância já basta para choques atípicos e que uma revisão para cima da meta seria lida como tolerância com inflação mais alta. Ela não faz qualquer avaliação do Ministério da Economia.
“Para Andrea Damico, economista-chefe da Armor Capital, a margem de tolerância já é um mecanismo suficiente para lidar com choques inflacionários atípicos.” citado · 2022
Haddad: Damico comenta a economia do governo Lula em chave técnica: destacou a surpresa positiva do PIB do 2º trimestre de 2023 e elevou sua projeção do ano de 2,4% para 3,1%. Em 2025, projeta crescimento de 1,8% e condiciona um cenário melhor à entrega de medidas adicionais de contenção do impulso fiscal, que diz o próprio Haddad ter sugerido; sem elas, prevê câmbio, inflação e juros piores.
“O governo, na nossa visão, vai em algum momento entregar alguma coisa a mais no fiscal. O próprio ministro Haddad já sugeriu isso.” citado · 2025
“Ela avalia que uma taxa básica chegando a 14,5% ao ano e medidas adicionais para conter o impulso fiscal vão contribuir para desacelerar a atividade” citado · 2025
“Nossa surpresa do PIB ficou concentrada na ótica da oferta, principalmente na parte de agricultura.” citado · 2023
Nathalia ArcuriCriador digital224 / 0—213 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Haddad aparece apenas como presença política num evento de investimentos ao lado dela.
“o evento também contou com a presença de políticos. Entre eles, o ministro da fazenda, Fernando Haddad (PT)” autoral · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A menção é apenas ao cargo, listando quem estava no evento.
“o evento também contou com a presença de políticos. Entre eles, o ministro da fazenda, Fernando Haddad (PT)” autoral · 2023
Charles WiczCriador digital320 / 0—110 / 0—
Alessandra RibeiroMercado426 / 36101 / 0—
defende a agenda liberal do ministro e critica o rumo fiscal e a politização do governo · só é citado sem posição
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Guedes: Ribeiro trata a agenda liberal de Paulo Guedes como o cenário desejável e afirma que o ministro dificilmente permaneceria no governo se prevalecesse a linha nacional-desenvolvimentista, levando junto os demais nomes da equipe. Ao mesmo tempo, critica a politização das instituições e diz que o mercado segue preocupado com a questão fiscal e a agenda econômica do país.
“Dificilmente o ministro continuaria no governo com esses sinais de que não vai ter espaço para executar a agenda dele.” citado · 2020
“os sinais são os de que o país tende a caminhar novamente para uma política econômica nacional-desenvolvimentista” citado · 2020
“o mercado segue preocupado com a questão fiscal do país e a agenda econômica para os próximos trimestres” citado · 2021
“ministro da Economia”: Ribeiro condena a politização das instituições financeiras públicas e diz que o mercado enxerga nisso um novo foco de risco. Sustenta ainda que o mercado foi complacente com os ataques do presidente à democracia e com a intervenção do governo nos bancos públicos.
“A politização, como um todo, é ruim. A Febraban é uma entidade importante e esses dois bancos públicos têm peso no cenário nacional.” citado · 2021
“O mercado foi complacente com os ataques do presidente à democracia e com os sinais de intervenção do governo nos bancos públicos, segundo a economista.” citado · 2021
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“O comunicado deve vir mais duro, no sentido de sinalizar que, se a deterioração observada se mostrar mais duradoura, o Copom deve reagir e subir a Selic” citado · 2024
Pedro Paulo Zahluth BastosAcadêmico112 / 0—235 / 44
só é citado sem posição · critica a condução fiscal pela esquerda desenvolvimentista
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Haddad: Bastos cobra de Haddad uma política anticíclica e diz que o ministro concentrou o ajuste numa expectativa de aumento de receita, sem meta rígida. Avalia que o arcabouço fiscal já era muito restritivo e que as mudanças do relator o pioraram, dificultando o crescimento.
“É diferente da época do Palocci, porque tudo indica que Haddad concentrou o ajuste em uma expectativa de elevação de receita, sem se comprometer com uma meta muito rígida.” citado · 2023
“avalia que as alterações do relator pioraram bastante o arcabouço, que já era muito restritivo” citado · 2023
“Para Pedro Paulo Zahluth Bastos, economista da Unicamp, a prioridade deveria ser uma política anticíclica neste momento.” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Bastos sustenta que a prioridade da Fazenda deveria ser uma política anticíclica e que o arcabouço fiscal já nasceu restritivo demais, ficando pior com o relator. A crítica é de insuficiência do estímulo ao crescimento, não de descontrole das contas.
“Segundo ele, o arcabouço já não tinha gordura e agora ficou muito difícil garantir o crescimento econômico.” citado · 2023
“Ao reintroduzir a exigência de contingenciar despesas durante um ano, ele retira o aspecto anticíclico que o arcabouço tinha” citado · 2023
“O cenário mais adverso pode ser uma fonte de tensão que poderá diminuir a sustentação de Haddad, diz Bastos.” citado · 2023
Fernando VelosoAcadêmico325 / 24011 / 1—
critica propostas tributárias do ministro (nova CPMF), sem ataque pessoal
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Guedes: Veloso critica a proposta de nova CPMF aventada por Guedes e diz que o governo perde o bom em nome de uma noção de ótimo que poucos compartilham. Nos demais textos ele aparece como pesquisador comentando informalidade e educação, sem se pronunciar sobre o ministro.
“Veloso critica por exemplo a proposta de criar uma nova CPMF , aventada por Guedes.” citado · 2020
““Às vezes a gente acaba não fazendo o bom porque o governo tinha uma noção de ótimo da qual pouca gente compartilha”, diz.” citado · 2020
“o economista Fernando Veloso lembra que as evidências empíricas são pouco conclusivas nesse sentido.” citado · 2020
“ministro da Economia” (arbitrado): Veloso sustenta que as evidências empíricas sobre desoneração da folha são pouco conclusivas, citando Chile e Argentina sem efeito sobre o emprego, Colômbia com efeito só sobre formalização de baixos salários e impacto modesto no Brasil de 2011. É uma objeção técnica à premissa defendida pelo Brasil 200 e por parte do setor privado, não uma avaliação do ministro ou da pasta.
“o economista Fernando Veloso lembra que as evidências empíricas são pouco conclusivas nesse sentido.” citado · 2020
“Segundo Veloso, estudos sobre desoneração de folha no Chile e na Argentina não encontraram efeitos positivos da medida sobre o emprego” citado · 2020
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Veloso afirma que aumentar o piso tem consequências sobre a informalidade e sobre a política fiscal, e que os reajustes do mínimo têm eficácia limitada no combate à pobreza extrema. Ele contrapõe o contexto atual, de produtividade estagnada e mínimo alto em relação à mediana, ao do passado, reconhecendo que o reajuste é positivo para quem recebe o piso.
“É claro que a valorização do mínimo é positiva para os trabalhadores que o recebem, mas o problema é que, quando você aumenta o piso” citado · 2026
“Para Veloso, os reajustes no mínimo têm eficácia limitada no combate à pobreza extrema.” citado · 2026
“"O contexto agora é completamente diferente. A produtividade não está crescendo e o salário mínimo é muito mais alto em relação à mediana", afirma Veloso.” citado · 2026
Tatiana PrazeresAutoridade211 / 15213 / 0—
analisa com ceticismo técnico o aceno de Guedes a um acordo com a China · só é citado sem posição
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Guedes: Em coluna própria, Prazeres trata o aceno de Guedes a um acordo de livre-comércio com a China como teste das credenciais liberais do governo e duvida que a proposta seja para valer. Ela lista tecnicamente os obstáculos que o ministro enfrentaria — indústria brasileira, Mercosul e EUA — sem apoiá-lo nem atacá-lo.
“não se sabe se a ideia do acordo é para valer, se a referência a isso não terá sido uma mera provocação por parte de Paulo Guedes” autoral · 2019
“Para fora do Mercosul, seria cada país por si a negociar seus acordos comerciais. Possivelmente seja esse o desejo de Guedes, mas lhe falta um bom motivo” autoral · 2019
“Guedes teria uma maratona pela frente rumo a um acordo com a China —e à medalha de ouro de livre-cambista.” autoral · 2019
Haddad: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. Haddad aparece apenas como outro participante previsto de um evento na Fiesp, e a fala atribuída a Prazeres trata de exportações de minério à China, não do ministro.
“O ministro Fernando Haddad, da Fazenda, deve participar por videoconferência.” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a ela é sobre a demanda chinesa por minério de ferro e a meta de exportações, sem qualquer avaliação da Fazenda ou de seu ministro.
Caio CoppollaComentarista312 / 0—110 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“com programas diários como CNN Novo Dia, com Reinaldo Gottino, ex-Record, e Caio Coppolla, ex-Jovem Pan” citado · 2020
“quando a Jovem Pan demitiu comentaristas como Guilherme Fiuza, Augusto Nunes e Caio Coppolla” citado · 2022
Silvio Campos NetoMercado202 / 14314 / 45
comenta tecnicamente; atribui parte da volatilidade do mercado a declarações do ministro · análise técnica de mercado; reconhece acertos na sinalização fiscal e cobra o ajuste de contas
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Guedes: Atribui a fala de Guedes sobre dólar e câmbio, junto com os dados das contas externas, ao aumento da volatilidade do mercado em novembro de 2019. Pondera que as declarações estão dentro do contexto econômico, mas sustenta que, em momento de incerteza, elas geram mais instabilidade.
“O economista Silvio Campos Neto, da consultoria Tendências, afirma que a divulgação dos dados das contas externas e a fala do ministro sobre dólar e câmbio” citado · 2019
““Por mais que as declarações de cunho econômico estejam dentro do contexto, num momento de incerteza, isso gera mais volatilidade.”” citado · 2019
Haddad: Avalia que Haddad compreendeu a necessidade de criar condições para a queda dos juros e que o mercado deu ao governo o benefício da dúvida sobre o novo arcabouço fiscal, ainda com incerteza sobre o desenho da proposta. Em seguida aponta a incerteza fiscal e a dificuldade do governo em aprovar o ajuste de receitas como razão da cautela do Banco Central, e defende que a despesa com juros é consequência, não causa, não cabendo ao BC decidir pensando na dívida.
“"Ainda há uma grande incerteza em relação ao desenho da proposta, mas o mercado está dando o benefício da dúvida ao governo"” citado · 2023
“O ambiente nessas últimas semanas no Congresso mostra a importância dessa cautela, com as dificuldades que o governo vem tendo para aprovar medidas ligadas ao ajuste de receitas” citado · 2023
“"A despesa com juros tem que ser entendida como uma consequência, não como uma causa.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Sustenta que a Fazenda antecipou para março o anúncio do novo arcabouço fiscal respondendo aos anseios do mercado, o que ajudou a aliviar os juros futuros. Ressalva que ainda há grande incerteza sobre o desenho da proposta e diz que o mercado está dando o benefício da dúvida ao governo.
“Ele lembra que a Fazenda antecipou para o mês de março o anúncio do novo arcabouço fiscal, respondendo aos anseios do mercado quanto a uma definição” citado · 2023
“"Ainda há uma grande incerteza em relação ao desenho da proposta, mas o mercado está dando o benefício da dúvida ao governo"” citado · 2023
Roberto Dumas DamasAcadêmico336 / 27000 / 0—
elogia a sinalização do ministro da Economia de abrir o país ao comércio exterior
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Guedes: Dumas Damas avalia como positiva a sinalização do ministro da Economia de abrir o país ao comércio exterior e abandonar a proteção industrial. Nos outros dois textos ele fala de juros e câmbio na crise da Covid, sem tratar de Guedes.
“avalia como positiva a sinalização do ministro da economia de que está disposto a abrir o país para o comércio exterior e abandonar a política de proteção industrial que vigora” citado · 2019
“O especialista afirma ser a favor de um acordo mais amplo do bloco com os chineses, mesmo que isso represente perdas para a indústria brasileira em um primeiro momento.” citado · 2019
“ministro da Economia”: Dumas Damas considera positiva a disposição do ministro da Economia de abrir o país ao comércio exterior e derrubar a proteção tarifária da indústria. Ele defende acordo amplo do Mercosul com a China mesmo com perdas iniciais para a indústria brasileira.
“avalia como positiva a sinalização do ministro da economia de que está disposto a abrir o país para o comércio exterior e abandonar a política de proteção industrial que vigora” citado · 2019
“Para ele, não dá mais para proteger o setor com tarifas, prejudicando todos os outros segmentos da economia.” citado · 2019
Paulo Nogueira Batista Jr.Ex-autoridade101 / 0—223 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê é uma nota de coluna sobre uma palestra dele na UFABC, sem qualquer menção a Paulo Guedes no trecho.
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A reportagem o menciona apenas como antigo crítico de Afonso Bevilaqua e como indicado à diretoria executiva do FMI, sem falar de Fernando Haddad.
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria sobre o Ministério da Fazenda nos textos. A única fala atribuída a ele trata da política de juros e da independência do Banco Central, endossando as declarações de Lula sobre o tema.
“O manifesto mostra que há amplo apoio ao questionamento da política de juros, das metas de inflação e da chamada independência do Banco Central.” citado · 2023
Pedro RossiAcadêmico112 / 23210 / 0—
critica Guedes por conflito de interesses e pela liberalização financeira
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Guedes: Rossi aponta que Guedes, como membro do CMN e dono de offshore, acumula poder regulatório sobre política cambial, fiscal e monetária que afeta seu próprio patrimônio. Ele condena a liberalização financeira conduzida por Guedes e Campos Neto, dizendo que a ampliação de derivativos no exterior vai na contramão dos controles sobre o mercado financeiro pós-2008.
“"Ambos têm influência sobre instrumentos de política cambial, fiscal e monetária, e estão conduzindo hoje o maior processo de liberalização financeira desde 1990", completa Rossi” citado · 2021
“vai na contramão das discussões sobre redefinição do papel do Estado e controles sobre o mercado financeiro após a grande crise de 2008” citado · 2021
“À questão tributária, Pedro Rossi, professor do Instituto de Economia da Unicamp, acrescenta o âmbito regulatório.” citado · 2021
“ministro da Economia” (arbitrado): Rossi afirma que Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, no CMN, têm influência sobre instrumentos de política cambial, fiscal e monetária e conduzem o maior processo de liberalização financeira desde 1990. Ele critica em especial a ampliação das operações com derivativos no exterior aprovada no âmbito do IMK, que na sua avaliação vai na contramão dos controles sobre o mercado financeiro discutidos após 2008.
“Ambos têm influência sobre instrumentos de política cambial, fiscal e monetária, e estão conduzindo hoje o maior processo de liberalização financeira desde 1990” citado · 2021
“Entre as medidas aprovadas pelo CMN no âmbito do IMK ele destaca a ampliação das operações com derivativos no exterior” citado · 2021
“À questão tributária, Pedro Rossi, professor do Instituto de Economia da Unicamp, acrescenta o âmbito regulatório.” citado · 2021
Roberto PadovaniMercado112 / 25213 / 34
análise técnica de conjuntura, sem juízo sobre o ministro · critica a condução fiscal
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Guedes (arbitrado): Padovani credita parte da recuperação de 2020 aos estímulos fiscais e monetários domésticos — juros baixos e gastos públicos elevados — e ao impulso externo. Afirma que esse impulso não se sustenta nos trimestres seguintes, em avaliação descritiva de conjuntura, sem elogio nem crítica à gestão de Paulo Guedes.
“Uma parte dessa surpresa nós mesmos criamos, com taxas de juros muito baixas e gastos públicos elevados” citado · 2020
“A gente não continuará com o mesmo impulso fiscal. As taxas de juros no mercado futuro vêm subindo há algum tempo.” citado · 2020
“Roberto Padovani, economista-chefe do Banco Votorantim, também afirma que não é possível sustentar o ritmo de crescimento do terceiro trimestre” citado · 2020
“ministro da Economia” (arbitrado): Padovani atribui a reversão das projeções pessimistas da pandemia à reação coordenada de praticamente todos os países e aos estímulos fiscais e monetários. Trata de conjuntura e projeções, sem avaliar a condução do Ministério da Economia.
“Segundo Padovani, as projeções pessimistas do início da pandemia foram revertidas a partir da reação de praticamente todos os países no mesmo sentido.” citado · 2020
“A gente viu todos os países dando incentivos fiscais e monetários. Você teve um impulso externo e um câmbio favorável que ajudou a exportação.” citado · 2020
Haddad: Padovani considera as medidas fiscais do governo insuficientes para sinalizar vontade política de ajuste e cobra medidas mais robustas, como revisão de indexações em saúde e previdência e reavaliação de gastos tributários. Atribui às incertezas fiscais locais parte da pressão que leva o Banco Central a subir juros.
“A medida, apesar de positiva, é insuficiente para sinalizar vontade política do governo em fazer ajustes considerados importantes para o mercado, segundo Roberto Padovani, economista-chefe do Banco Votorantim.” citado · 2024
“O governo precisaria adotar medidas fiscais mais robustas para convencer os agentes econômicos, tanto no âmbito técnico quanto político.” citado · 2024
“Dado o cenário global e as incertezas fiscais locais, é possível que o BC continue subindo juros em um ritmo de 0,5 p.p.” citado · 2024
“ministro da Fazenda” (arbitrado): Padovani projeta continuidade da alta da Selic em 0,5 ponto e condiciona a trajetória ao comportamento da inflação e às respostas de política fiscal, citando as incertezas fiscais locais como fator do cenário. Não faz cobrança nem juízo sobre a condução do Ministério da Fazenda.
“As decisões seguem atreladas ao comportamento da inflação, em particular as respostas de política fiscal. Dado o cenário global e as incertezas fiscais locais” citado · 2024
“diz que o cenário depende da trajetória da alta dos preços, mas há um sinal de continuidade dos ajustes no ritmo de 0,5 ponto” citado · 2024
Abram SzajmanInstituição101 / 0—314 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“O último parágrafo do texto de Abram Szajman sintetiza seus delírios ( "Reforma é o caminho certo" ).” citado · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Pouco depois de assumir a presidência da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, em 1984, Szajman convidou Miranda para o cargo de diretor regional do Sesc.” citado · 2023
“A escolha coube, como manda o regulamento, apenas ao presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo, a FecomercioSP” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Em 1984, ao assumir a presidência da Fecomércio, o empresário judeu Abram Szajman o conduziu à diretoria regional do Sesc SP.” citado · 2023
Melina RochaAcadêmico101 / 0—223 / 17
fala de reforma tributária sem se posicionar sobre Guedes · vê Haddad como apoiador importante da reforma tributária
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Guedes: Nos trechos do dossiê, Melina Rocha trata apenas do entrave federativo à reforma tributária, sem avaliar Paulo Guedes ou sua condução do Ministério da Economia. Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“A perda de poder político de estados e municípios para conceder benefícios fiscais e diferenciar alíquotas é o principal entrave de uma reforma tributária, diz a especialista” citado · 2019
Haddad: Melina Rocha aponta Fernando Haddad, ao lado de Alckmin e Tebet, como um dos atores importantes em defesa da reforma tributária e afirma que esse apoio não é só político, porque o governo federal vai aportar recursos. O tratamento é técnico e favorável ao papel do ministro na reforma.
“como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento)” citado · 2023
“"Eles estão apoiando não só politicamente. O governo federal vai aportar recursos para um fundo de desenvolvimento regional e também outro fundo para compensar benefícios fiscais convalidados", diz Rocha” citado · 2023
“Ela avalia que o contexto da proposta atual é "bem diferenciado" na comparação com tentativas anteriores. "Há uma conjunção de interesses convergentes em prol da reforma."” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: No único texto com trechos ela aparece apenas na lista de signatários do manifesto de economistas contra exceções na reforma tributária, sem fala atribuída sobre o Ministério da Fazenda. Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Melina Rocha – Consultora Internacional e Diretora de Cursos da York University – Canadá. Doutorado pela Université de la Sorbonne Nouvelle – Paris 3.” citado · 2023
Rodrigo ConstantinoComentarista314 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece apenas em listas de nomes: entre os bolsonaristas olavistas que devem apoiar Bolsonaro em 2022, entre os 23 "favoráveis" de um relatório da BR+ Comunicação sobre jornalistas e influenciadores ligado ao Ministério da Economia, e entre os entrevistados de um documentário do MBL.
“Entre os 23 "favoráveis", constam nomes como o apresentador Milton Neves, o escritor Rodrigo Constantino, o influenciador bolsonarista Guilherme Fiuza, o empresário Winston Ling e a youtuber Camila Abdo” citado · 2020
“Estão nessa categoria nomes como Allan dos Santos, Bernardo Küster e Rodrigo Constantino, entre outros.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é o mesmo da matéria sobre Moro e os dissidentes do bolsonarismo, em que Constantino aparece apenas numa lista de nomes olavistas que devem repetir o apoio a Bolsonaro em 2022.
“Estão nessa categoria nomes como Allan dos Santos, Bernardo Küster e Rodrigo Constantino, entre outros.” citado · 2021
Guilherme BarrosJornalista-comentarista100 / 0—122 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Ana Karina Bortoni, CEO do Grupo Silvio Santos, esteve no jornal em 27 de outubro. Acompanhavam-na Marcelo Barp, CFO, Guilherme Barros, CEO da GBR Comunicação” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Guilherme Barros, CEO da GBR, e Jussara Leal, diretora-executiva da GBR.” citado · 2023
Antonio Corrêa de LacerdaAcadêmico224 / 13000 / 0—
critica a agenda econômica do governo, chamada de "Chicago anos 70 superada"
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Guedes: Lacerda qualifica a agenda econômica do governo Bolsonaro como uma orientação "Chicago anos 70 absolutamente superada" e desalinhada com as práticas das grandes economias desde 2008/2009. Afirma que o próximo presidente herdará estagflação, subocupação de um terço da população economicamente ativa e a necessidade de alternativa ao teto de gastos, e defende políticas de competitividade com atuação do Estado.
“Por outro lado, Lacerda vê a chance de o país se libertar do que ele chama de uma agenda econômica "Chicago anos 70 absolutamente superada"” citado · 2021
“Antônio Corrêa de Lacerda, professor da PUC-SP e presidente do Conselho Federal de Economia, afirma que o próximo presidente vai receber como herança um quadro de estagflação” citado · 2021
“Para ele, além dos desafios macroeconômicos, há um conjunto de políticas de competitividade —industrial, comercial e de ciência, tecnologia e inovação— que requer uma atuação de Estado.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria sobre o Ministério da Economia nos textos. A única fala atribuída a ele é uma previsão técnica de PIB para 2020, sem referência à pasta ou ao ministro.
Armando Castelar PinheiroAcadêmico313 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a ele tratam do risco fiscal e do teto de gastos em termos gerais, sem mencionar Paulo Guedes.
“Para o economista Armando Castelar Pinheiro, pesquisador do Ibre FGV, o momento é "dramático"; e os agentes econômicos só não cobraram um preço mais alto até agora” citado · 2020
“"Mas o risco é absurdo", diz.” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Os trechos do dossiê são apenas a minibiografia dele e um aviso de compartilhamento da Folha.
William WaackJornalista-comentarista201 / 0—022 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto é sobre a estreia da CNN Brasil e a fala atribuída a ele trata do próprio canal, não de Paulo Guedes.
“e o Jornal da CNN, com William Waack, ex-Globo.” citado · 2020
““É um projeto dedicado a aumentar o número de vozes na mídia brasileira”, disse.” citado · 2020
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria sobre o Ministério da Fazenda nos textos. A única fala atribuída a ele trata de pressão do governo na presidência da Vale, não da pasta.
“Segundo Waack, o governo pressionou para colocar um nome de seu interesse na presidência da companhia.” citado · 2024
“Waack questionou Esteves sobre interesses do governo de Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) em empresas como a Vale” citado · 2024
Augusto NunesComentarista403 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Recomendaram que mantivesse uma rotina de falar com jornalistas mais alinhados à sua visão, como Augusto Nunes e José Luiz Datena” citado · 2020
Marcio HollandAcadêmico000 / 0—312 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Luiz Fernando de PaulaAcadêmico213 / 0—101 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a ele trata da atuação do Banco Central e das fintechs, não de Paulo Guedes.
“Para Luiz Fernando de Paula, economista do Observatório do Sistema Financeiro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Banco Central tem atuado "de forma serena" na área.” citado · 2022
“Luiz Fernando de Paula é professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ)” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único trecho do dossiê é a nota biográfica que o identifica como professor do IE/UFRJ.
“Luiz Fernando de Paula é professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ) e coordenador do Grupo de Estudos de Economia e Política” citado · 2020
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Aparece apenas na lista de professores convidados a comentar um evento com Haddad na PUC.
“Também estarão presentes para comentários e contrapontos os professores universitários Juliane Furno (UFF), Laura Carvalho (USP), Rosa Maria Marques (PUC-SP) e Luiz Fernando de Paula (UFRJ)” citado · 2026
Ribamar OliveiraJornalista-comentarista224 / 0—000 / 0—
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Excelente coluna de Ribamar Oliveira no Valor de quinta-feira passada (24)” citado · 2019
“Lamento profundamente a perda de um dos maiores conhecedores das finanças públicas brasileiras, Ribamar Oliveira” citado · 2021
Elias JabbourAcadêmico000 / 0—123 / 0—
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto traz falas de Jabbour sobre a meta de crescimento da China e sobre reindustrialização do Brasil via parceria com a China, sem qualquer referência a Fernando Haddad.
“Para Elias Jabbour, professor da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e especialista em China, a meta mais modesta não é um sinal negativo” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos as falas atribuídas a Jabbour tratam da China e da reindustrialização do Brasil, e no segundo ele aparece apenas como participante de um programa no YouTube ao lado de André Roncaglia.
Carlos GóesAcadêmico302 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Acertou na mosca o Carlos Góes, quando provocou: para todas as categorias que pedem aposentadoria mais cedo por causa de “circunstâncias especiais”, tenho uma pergunta:” citado · 2019
Fernando de Holanda Barbosa FilhoAcadêmico101 / 0—112 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção é a lista de indicados para secretarias do Ministério da Economia, em que ele aparece como escolhido para Políticas Públicas para o Emprego.
“Foram indicados Igor Calvert (secretaria adjunta), César Mattos (Advocacia da Concorrência e Competitividade), Diogo Mac Cord (Desenvolvimento de Infraestrutura), Fernando de Holanda Barbosa Filho (Políticas Públicas para o Emprego)” citado · 2019
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria sobre Haddad nos textos. A fala dele no único texto trata de informalidade entre idosos e do BPC, sem mencionar o ministro.
“O especialista em mercado de trabalho Fernando de Holanda Barbosa Filho, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da FGV), lembra que o ciclo habitual é de pessoas” citado · 2023
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria sobre o Ministério da Fazenda nos textos. Ele é ouvido como especialista em mercado de trabalho sobre informalidade e Previdência.
“Para uma parcela dos informais idosos, a alternativa é recorrer ao BPC (Benefício de Prestação Continuada), lembra Barbosa Filho.” citado · 2023
Rafael CardosoMercado101 / 0—112 / 23
só é citado sem posição · critica a condução fiscal
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Haddad: Rafael Cardoso, pelo relatório do Departamento de Pesquisa Econômica do Daycoval que chefia, atribui a alta da incerteza à frustração com o pacote de controle de gastos anunciado pela equipe econômica. Sustenta que, pela dificuldade de aprovar medidas impopulares mas necessárias ao ajuste, o resultado primário e a dívida pública seguem em trajetória desafiadora.
“A frustração em torno do anúncio do pacote de controle de gastos contribuiu sobremaneira para a elevação da incerteza” citado · 2024
“dada a dificuldade em encaminhar medidas impopulares, mas necessárias ao ajuste fiscal, a trajetória de resultado primário e dívida pública devem continuar em trajetória desafiadora” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Cardoso aposta em pausa longa no ciclo de queda de juros e condiciona novos cortes à redução dos riscos fiscais locais somada à flexibilização monetária no exterior. Trata o risco fiscal doméstico como restrição corrente à política monetária, sem atacar nominalmente o ministério.
“Isso só é verdade em um cenário onde os riscos locais fiscais se reduzem e o BC tem êxito em deixar as expectativas mais comportadas” citado · 2024
“Rafael Cardoso, economista-chefe do departamento de Pesquisa Econômica do banco Daycoval, também aposta em uma pausa no ciclo de queda de juros” citado · 2024
Marcio GarciaAcadêmico202 / 16101 / 0—
converge tecnicamente com a política aventada por Guedes (emissão), sem avaliar o ministro · só é citado sem posição
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Guedes: Em texto de terceiro, Márcio Garcia é apontado como defensor da política de emissão de moeda que Paulo Guedes disse poder adotar, o que o coloca em convergência técnica com o ministro. Em nenhum trecho ele avalia a gestão ou a pessoa de Guedes; sua fala atribuída trata de reservas cambiais e de formas de financiar o gasto público.
“Dois economistas igualmente ortodoxos, Henrique Meirelles e Márcio Garcia, defendem essa política.” citado · 2020
“Professor titular do Departamento de Economia da PUC-Rio, o economista Márcio Garcia afirma que uma diminuição das reservas, com redução também do endividamento, seria positiva” citado · 2020
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única menção é o crédito por uma correção factual sobre a conta de capital do Chile, na coluna de Samuel Pessôa.
“Agradeço a correção a Márcio Garcia, professor titular da PUC-RJ.” citado · 2024
Eduardo FagnaniAcadêmico213 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição sobre Guedes
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria sobre Guedes nos textos. As falas atribuídas a ele tratam apenas da proposta de imposto sobre grandes fortunas que coordenou e da composição do grupo de transição.
“Coordenador dos estudos, o professor do Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Eduardo Fagnani afirma que a calibragem da proposta prevê que 59 mil pessoas passariam a pagar o tributo” citado · 2021
“Para o professor, a medida seria uma forma de reduzir a desigualdade social do Brasil e minimizar injustiças do sistema tributário, que atualmente pesa mais sobre os ombros das famílias de menor renda.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O artigo é de terceiro e apenas o menciona como organizador da proposta de Reforma Tributária Solidária.
Fernando Nogueira da CostaAcadêmico112 / 0—010 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Clemente Ganz LúcioInstituição211 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição sobre o ministro
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria sobre Paulo Guedes nos textos. A única fala atribuída a ele é uma leitura técnica do emprego formal em novembro de 2019, sem menção ao ministro.
“O bom desempenho do comércio varejista, na avaliação dele, é puxado principalmente por contratos de trabalho com jornada parcial ou intermitente.” citado · 2019
Fausto Augusto JúniorInstituição213 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição sobre Guedes
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Nos dois textos ele aparece como diretor técnico do Dieese e integrante do grupo de transição, e a única fala atribuída a ele trata do fechamento de empresas na pandemia, sem avaliar o ministro.
“Fausto Augusto Júnior, professor universitário e diretor do Dieese.” citado · 2022
“Mais de 600 mil empresas fecharam durante a pandemia, demitindo os trabalhadores, e junto com isso não vimos novas empresas surgindo ou crescendo, o que explica a queda nas contratações” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria sobre o Ministério da Economia nos textos. Ele explica a queda nas contratações pelo fechamento de empresas na pandemia e pela alta rotatividade, sem julgar a pasta ou o programa do governo.
“Fausto Augusto Júnior, diretor técnico do Dieese, acrescenta que a alta rotatividade entre as empresas brasileiras também explica essa dinâmica.” citado · 2020
Marcio NakaneAcadêmico101 / 0—200 / 0—
não se manifesta sobre Guedes; fala só de concentração bancária
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Guedes: No único texto do dossiê, Nakane comenta apenas a concentração do sistema bancário brasileiro e defende fintechs, cadastro positivo, portabilidade e Open Banking como caminhos para mais concorrência. Não avalia Paulo Guedes nem sua política econômica em nenhum trecho.
“Para Nakane, o estímulo à atuação das fintechs e outras medidas, como o cadastro positivo, a portabilidade cadastral e o Open Banking” citado · 2022
Kleber CastroAcadêmico112 / 0—101 / 0—
só é citado sem posição · só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Em geral, as cidades menores, com até 20 mil habitantes, se beneficiaram mais. As cidades com população entre 50 mil e 200 mil habitantes foram as que menos se beneficiaram” citado · 2020
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Levantamento prévio feito por Castro mostra que somente 162 cidades tiveram, de fato, prejuízos --em que o auxílio não foi suficiente para compensar as perdas de receitas.” citado · 2020
Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Kleber Castro, consultor econômico da FNP, afirma que o pré-comitê continuará a funcionar, mesmo sem a participação da CNM, que se afastou do órgão temporariamente.” citado · 2025
Fernando Honorato BarbosaMercado112 / 25101 / 0—
diagnóstico técnico do aperto fiscal, sem avaliar o ministro · só é citado sem posição
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Guedes: Em reportagem sobre a MP da Previdência de Guedes, ele descreve o Brasil como quem compromete mais de 90% do orçamento com despesas que não pode cortar. Faz diagnóstico técnico da rigidez fiscal e vê chance de o país escapar, sem julgar o ministro.
“O Brasil é como uma pessoa empregada que tem algum dinheiro para pagar suas contas nos próximos meses, mas compromete mais de 90% do seu orçamento” citado · 2019
“O lado positivo é que o sujeito está empregado e tem alguma chance de escapar.” citado · 2019
“ministro da Economia”: O único texto é o mesmo da reportagem sobre a MP da Previdência, em que ele é ouvido como economista-chefe do Bradesco. Sustenta que o orçamento brasileiro está travado por despesas incompressíveis, em registro técnico e sem avaliar a condução do Ministério da Economia.
“O Brasil é como uma pessoa empregada que tem algum dinheiro para pagar suas contas nos próximos meses, mas compromete mais de 90% do seu orçamento” citado · 2019
“O lado positivo é que o sujeito está empregado e tem alguma chance de escapar.” citado · 2019
Haddad (arbitrado): Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê traz uma nota a clientes atribuída à equipe do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, aparecendo ele apenas como o chefe do departamento.
Rubens Penha CysneAcadêmico100 / 0—110 / 0—
Guilherme Klein MartinsAcadêmico000 / 0—122 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Aparece uma única vez, como pesquisador do Made-USP, avaliando tecnicamente o imposto mínimo sobre milionários e a correção da tabela do IRPF. Só é citado; nenhuma posição própria sobre Haddad nos textos.
“"Essa medida por si só pode ser muito efetiva para melhorar a progressividade do sistema brasileiro", diz Guilherme Klein Martins, professor na Universidade de Leeds” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: O único texto com trechos é o mesmo da reportagem sobre o imposto de milionários, em que ele comenta simulações de arrecadação do Made-USP. Só é citado; nenhuma posição própria sobre o Ministério da Fazenda nos textos.
“Esse modelo de tributação geraria uma perda de arrecadação de R$ 90,9 bilhões, que na avaliação do pesquisador poderia ser compensada com a arrecadação do imposto mínimo.” citado · 2024
Gilberto Borça Jr.Mercado210 / 0—000 / 0—
Samy DanaComentarista112 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê trata da cobrança de Bolsonaro à imprensa sobre palestras pagas, e Samy Dana aparece apenas se defendendo quanto às próprias palestras no Senac.
“Já Samy Dana, que não trabalha mais para a Globonews, republicou em rede social um texto de janeiro afirmando que foi o Senac que entrou em contato” citado · 2019
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A menção ao Ministério da Economia é apenas o local de uma reunião de Bolsonaro, sem qualquer avaliação de Samy Dana sobre a pasta.
“Mais tarde, após uma reunião no Ministério da Economia, Bolsonaro voltou a afirmar que só daria declaração se a imprensa noticiasse o caso das palestras.” citado · 2019
Tiago ReisCriador digital112 / 0—000 / 0—
citado em outro assunto; sem posição sobre Guedes
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a Tiago Reis no material trata da disputa entre Empiricus e TC/Pedro Albuquerque, não de Paulo Guedes.
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A menção ao ministro da Economia no texto se refere a uma estátua exposta pelo TC, sem qualquer manifestação de Tiago Reis a respeito.
Gustavo CerbasiCriador digital000 / 0—112 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Fernando UlrichCriador digital110 / 0—000 / 0—
Roberto Luis TrosterMercado112 / 1—000 / 0—
não avalia Paulo Guedes; defende que entidades e empresariado opinem sobre a condução da economia sem medo de punição
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Guedes (arbitrado): Nenhum trecho do dossiê menciona Paulo Guedes: Troster fala de "condução do governo", "condução da economia" e "política econômica", nunca do ministro. Não há posição sobre o termo nos textos.
“uma possível saída de Banco do Brasil e Caixa Econômica da entidade deixaria claro para os agentes financeiros que as críticas à condução do governo são passíveis de punição” citado · 2021
“Deveriam se manifestar sempre , propondo uma reforma tributária para valer, sugestões de como melhorar a situação fiscal etc.” citado · 2021
“Troster avalia que a reclamação é positiva e que as instituições representativas e o empresariado devem se sentir confortáveis para opinar sobre a condição da política econômica.” citado · 2021
“ministro da Economia”: Troster sustenta que o manifesto empresarial deveria ser o embrião de manifestações permanentes sobre o que precisa melhorar na condução da economia, com propostas de reforma tributária e de ajuste da situação fiscal. Ele afirma que a política econômica não é só de Brasília e que empresariado e entidades devem opinar sem medo de punição.
“Troster diz que o manifesto que atraiu a assinatura de 200 entidades empresariais deveria ser um embrião de uma série de manifestações de opinião sobre o que deve ser melhorado na condução da economia.” citado · 2021
“A política econômica não é só de Brasília. As pessoas têm o costume de apoiar sem fazer propostas de reforma de Estado.” citado · 2021
“uma possível saída de Banco do Brasil e Caixa Econômica da entidade deixaria claro para os agentes financeiros que as críticas à condução do governo são passíveis de punição” citado · 2021
Bruno De ContiAcadêmico000 / 0—022 / 0—
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“ministro da Fazenda”: Nos dois textos ele é ouvido como economista da Unicamp sobre desdolarização e sobre a emissão de títulos brasileiros em yuan, que trata como movimento também político de aproximação com a China. Nenhuma fala atribuída a ele avalia o ministro ou o Ministério da Fazenda.
“Para o economista Bruno de Conti, professor de economia internacional da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), o movimento é também político.” citado · 2026
“O docente afirma que o governo brasileiro quer mostrar a Pequim que os países estão juntos no esforço rumo à desdolarização e que confia no banco central chinês” citado · 2026
“O docente afirma que isso não será suficiente para desbancar a hegemonia do dólar, mas que os movimentos evidenciam a necessidade de diferentes países ampliarem a diversificação” citado · 2026
Marcos Fava NevesAcadêmico000 / 0—112 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Alex RibeiroJornalista-comentarista000 / 0—112 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Há duas semanas, Alex Ribeiro, no Valor, apontou que o Banco Central vai proibir reuniões fechadas com investidores para evitar ruídos na comunicação da política monetária.” citado · 2024
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Há duas semanas, Alex Ribeiro, no Valor, apontou que o Banco Central vai proibir reuniões fechadas com investidores para evitar ruídos na comunicação da política monetária.” citado · 2024
Louise BarsiCriador digital112 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. As falas atribuídas a ela na reportagem tratam da credibilidade de Bolsonaro e do andamento das reformas, sem mencionar Paulo Guedes.
“Especialista no mercado de capitais, Louise Barsi, filha de Luiz, avalia que a credibilidade de Bolsonaro já vem se deteriorando há algum tempo” citado · 2021
“ministro da Economia”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. Suas falas na reportagem são sobre reformas e reação dos investidores à política, sem qualquer avaliação do ministro ou do Ministério da Economia.
““Os investidores veem política como um ruído”, diz ela.” citado · 2021
Vinicius BotelhoAcadêmico202 / 14000 / 0—
critica tecnicamente o desenho do Renda Brasil proposto pela equipe de Guedes
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Guedes: Botelho alerta que o programa de transferência de renda nos moldes propostos pela equipe econômica de Paulo Guedes deixará desassistida parte relevante dos trabalhadores informais, porque a informalidade está espalhada por vários estratos sociais. Ele também aponta que a redução e o fim do auxílio emergencial empurram milhões de pessoas para baixo da linha de pobreza.
“Um programa de transferência nos moldes propostos pelo governo vai beneficiar os informais de baixa renda, mas considerando que essa modalidade de trabalho está disseminada em vários estratos sociais” citado · 2020
“Muitos desses informais têm capacidade de geração de renda, sua demanda é maior por segurança social do que por transferência de renda” citado · 2020
“a redução do auxílio emergencial pela metade já colocou a renda de cerca de 7 milhões de pessoas abaixo do nível de pobreza” citado · 2020
Matheus SoaresMercado110 / 0—000 / 0—
Pedro Cavalcanti FerreiraAcadêmico000 / 0—202 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Outro estudo mais recente, divulgado pela FGV EPGE em outubro de 2022, aponta que o PIB brasileiro pode crescer até 7,9% só com a uniformização de alíquotas” citado · 2023
“Os cálculos foram feitos por por Pedro Cavalcanti Ferreira, Bruno Delalibera, Diego Gomes e Johann Soares.” citado · 2023
Bruce BarbosaMercado000 / 0—112 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. A única fala atribuída a ele no dossiê trata do apetite do investidor estrangeiro pelo Ibovespa e da cautela do investidor local, sem mencionar Haddad.
“O apetite do investidor estrangeiro tem sido fundamental para levar o Ibovespa a novos recordes, enquanto o dólar reflete a cautela dos investidores locais frente ao ambiente doméstico” citado · 2025
“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos. O único trecho com fala dele comenta o fluxo estrangeiro para a Bolsa e a cautela doméstica, sem tratar do Ministério da Fazenda.
“O apetite do investidor estrangeiro tem sido fundamental para levar o Ibovespa a novos recordes, enquanto o dólar reflete a cautela dos investidores locais frente ao ambiente doméstico” citado · 2025
Claudio FerrazAcadêmico000 / 0—101 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“Excelente didatismo do texto do professor Claudio Ferraz (" O que economistas têm a dizer sobre a democracia e a riqueza de países? ", Ilustríssima, 17/11)” citado · 2024
Juliane FurnoAcadêmico000 / 0—101 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos.
“Também estarão presentes para comentários e contrapontos os professores universitários Juliane Furno (UFF), Laura Carvalho (USP), Rosa Maria Marques (PUC-SP) e Luiz Fernando de Paula (UFRJ)” citado · 2026
Paulo KogosCriador digital100 / 0—000 / 0—
Eduardo Giannetti da FonsecaAcadêmico000 / 0—010 / 0—
Carlos Viana de CarvalhoMercado000 / 0—101 / 13
critica a condução fiscal do governo
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Haddad: Carvalho afirma que a política fiscal corrente é incompatível com a estabilidade da dívida e que isso tira potência da política monetária. Ele prevê piora da economia e queda de popularidade do governo.
“Numa situação como a atual, que a política fiscal corrente é incompatível com a estabilidade da dívida, a política monetária perde potência” citado · 2025
“mas eu tendo a achar que a popularidade vai sofrer com essa provável piora da economia” citado · 2025
Joana MonteiroAcadêmico000 / 0—010 / 0—
Márcia DessenComentarista101 / 0—000 / 0—
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Eurico Marcos Diniz de SantiAcadêmico000 / 0—100 / 0—
José Alexandre ScheinkmanAcadêmico101 / 0—000 / 0—
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
Thais HerédiaJornalista-comentarista100 / 0—000 / 0—
Ricardo CarneiroAcadêmico000 / 0—011 / 0—
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“ministro da Fazenda”: O único texto o cita defendendo, em artigo assinado com outro economista na Carta Capital, o fim da política de preços de paridade de importação da Petrobras, que segundo ele importa volatilidade especulativa e eleva os preços internos. Não há nesse texto nenhuma posição dele sobre o ministro ou o Ministério da Fazenda.
“internaliza na economia brasileira a volatilidade de um mercado extremamente especulativo, além de elevar o patamar dos preços internos” citado · 2023
Bruno LucchiInstituição101 / 0—000 / 0—
critica taxa sobre importação de insumos, sem posição sobre Guedes
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Guedes: No único texto, Lucchi fala como superintendente técnico da CNA e critica a cobrança de taxa sobre a importação de insumos para financiar o FMM, porque encarece importações e produtos essenciais. Paulo Guedes não aparece nos trechos e Lucchi não emite juízo sobre o ministro nem sobre a condução da Economia.
“Para o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, não faz sentido pagar essa taxa sobre importação de insumos para que esse dinheiro financie o FMM.” citado · 2020
““Isso encarece as nossas importações. Depois, produtos essenciais ficam mais caros internamente.”” citado · 2020
Luiz Guilherme SchymuraAcadêmico101 / 15000 / 0—
pede que a equipe econômica lidere plano de investimento público, sem avaliar o ministro
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Guedes (arbitrado): Schymura defende que a própria equipe econômica do governo tome a dianteira de um plano de recuperação dos investimentos e apoia um programa nos moldes do Pró-Brasil por acreditar na necessidade de investimento público. Faz a ressalva ortodoxa de restringir o gasto ao mínimo e a obras exequíveis de alta taxa de retorno, e não avalia Paulo Guedes nominalmente.
“Contrariando alguns de seus pares, ele acredita que a equipe econômica do governo federal deve tomar a dianteira para comandar um plano de recuperação dos investimentos” citado · 2020
“Schymura defende um programa nos moldes do Pró-Brasil, lançado sem o aval do Ministério da Economia, porque acredita na necessidade de investimento público.” citado · 2020
“é preciso garantir que fique restrito ao menor gasto possível com obras exequíveis e que ofereçam alta taxa de retorno.” citado · 2020
Rosa Maria MarquesAcadêmico000 / 0—101 / 0—
só é citado sem posição
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Haddad: Só é citada; nenhuma posição própria nos textos. O único texto do dossiê é uma nota do Painel sobre um evento na PUC com Haddad, em que ela aparece apenas listada como comentarista prevista.
“Também estarão presentes para comentários e contrapontos os professores universitários Juliane Furno (UFF), Laura Carvalho (USP), Rosa Maria Marques (PUC-SP) e Luiz Fernando de Paula (UFRJ)” citado · 2026
Fabio OstermannComentarista101 / 0—000 / 0—
só é citado sem posição
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Guedes: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“e Fábio Ostermann, que pretende chegar ao posto de deputado federal, também pelo mesmo estado. Todos são candidatos do partido Novo.” citado · 2022
Marcelo de Paiva AbreuAcadêmico000 / 0—011 / 0—
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“ministro da Fazenda”: Só é citado; nenhuma posição própria nos textos.
“tipicamente o Brasil em meados do século 19 tomava novos empréstimos para saldar os velhos empréstimos quando venciam os prazos iniciais.” citado · 2024
Grazielle DavidAtivista técnica101 / 0—000 / 0—
defende taxação de grandes fortunas; sem posição sobre Guedes
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Guedes: O único texto do dossiê a cita como economista da Rede Justiça Fiscal defendendo que o Brasil olhe para os impostos sobre fortunas de Chile, Colômbia, Argentina e Uruguai. Ela não se manifesta sobre Paulo Guedes nem sobre a condução do ministro em nenhum trecho.
“Para Grazielle David, economista e assessora da Rede Justiça Fiscal para América Latina e Caribe, além da experiência dos países ricos, o Brasil deve olhar para impostos” citado · 2020

Como foi medido

Busca

Para cada um dos 231 nomes, quatro buscas no acervo da Folha: nome + “Paulo Guedes” e nome + “ministro da Economia” entre 01/01/2019 e 31/12/2022; nome + “Haddad” e nome + “ministro da Fazenda” entre 01/01/2023 e 05/09/2026. O total de resultados de cada busca é a coluna “textos”.

Leitura

Até 50 textos por busca tiveram o corpo baixado. Para cada um, o agente recebeu só os parágrafos relevantes: os que citam o termo, se o texto é assinado pela pessoa; os que citam o sobrenome dela (e o seguinte), se é texto de terceiro. Até 30 textos por termo, assinados primeiro.

Postura e viés

Postura só existe em texto autoral ou em fala atribuída (aspas, “disse”, “segundo”). Ser mencionado não é posição. O viés vai de 1 (pede a saída do ministro, fala em desastre) a 10 (apoio sem ressalva); 5 é descrição técnica. As referências ao cargo sem nome entram no viés do ministro do período.

Verificação

Toda leitura com postura passou por um segundo agente instruído a refutá-la (citação inexistente, homônimo, menção passiva lida como posição, trechos contrários ignorados). Nas divergências, um terceiro decidiu: 91 figuras arbitradas. Depois, cada citação foi conferida por programa contra o texto do dossiê: 1672 confirmadas, 4 descartadas por não estarem literalmente no texto.

O que isto não prova